Sexta-feira, 4 de Setembro de 2015
Notícia de inteligência...

 O meu prezado amigo Fernando C. cumprimentou-me hoje com uma pergunta enigmática: se já ouvira a expressão saved by the bell?
 Bom, já, mas, e a sua origem, sabia-a eu?
 Por acaso não.
 — Nos tempos daquelas epidemias que dizimavam numerosa gente acontecia enterrarem vivos pelo meio dos mortos. E então prendia-se-lhes uma sineta na mão que havia de tocar se o «morto» não tivesse morrido. Pois bem, isso era dantes. Agora, está aqui no jornal, os espanhóis descobriram uma maneira melhor de não enterrar vivos: matam os mortos duas vezes...

image001.jpg
Destak, 1/IX/15.



Escrito com Bic Laranja às 13:02
Verbete | Comentar | Comentários (1) |

Quinta-feira, 3 de Setembro de 2015
Almoço ao lume

Pescadores na praia do Barreiro (J.A.L. Bárcia, c. 1900; A.PP.C.M.L., A7314)
Pescadores na praia do Barreiro, c. 1900.
José Arthur Leitão Barcia, in archivo photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 12:25
Verbete | Comentar |

Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015
Vista do alto

Panorâmica sobra a Rua Pachoal de Mello, Arroios (J.A.L. Bárcia, c. 1909; A.P.C.M.L., N6725)

Vista sobre a Rua de Paschoal de Mello, Arroios, c. 1908.
José Arthur Leitão Bárcia, in archivo photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 13:03
Verbete | Comentar |

Segunda-feira, 31 de Agosto de 2015
Dos aguadeiros certificados

 O desfecho adivinhava-se. Adivinhei-o, mas só em parte...
 Os aguadeiros municipalizados responderam-me tão cheios de razão, tão cheios de razão, que louvado seja Deus de me haverem telegrafado a resposta por e-mail. Se não, era certo e sabido que me custaria mais outro sêlo do correio.
 Assim foi. Tinham razão em me estimar consumos porque, de lei, só têm dever de ir ler o contador de seis em seis meses ou uma fórmula legal assim. Tinham por conseguinte razãozíssima em me cobrar sucessivas estimativas de acordo com o histórico, em vez da água (que não consumi) e, sobre tudo, nem lhes falha o inalienável direito a receber no prazo... — Só não sei onde orquestraram o meu histórico de consumo de água porque só passados meses do fornecimento foram lá ler o contador.
 Mas tinham ainda mais razão: extravios de facturas são da conta dos correios; nada consigo (com eles). Portanto consigo estava tudo certinho, contas são contas. De somarem à minha a cartinha rezistada com aviso de corte por extravio de facturas nos correios, nem me lembro o que disseram, se disseram alguma coisa...
 Ponderando e sendo-lhes claro agora o histórico do meu consumo de água ser zero, a estimativa verteu-se a nada (Aleluia!) — Nada, salvo seja... Salvas as taxas e taxinhas, suas (deles) ou do diabo do governo a cavalo neles. E todos eles a cavalo em mim. O acerto far-se-ia...
 Uma conclusão que tiro, limpinha: ando a financiar aguadeiros municipalizados, primeiro, pagando-lhes por sete meses água que não consumi; segundo, acabando seu credor em módica dezena e coisa de euros, aguento pacientemente o saldo de contas, factura a factura, mês a mês, por mais dois meses.
 Outra conclusão, que não vou tirar porque me havia de sujar com palavrões, é sobre a cobrança de juros de mora da factura extraviada em Maio e liquidada de boa fé em 23 de Julho. Não me queixo do valor, òbviamente. É da moral que rege toda esta m... — perdão, este comércio!...

Água com $elo de qualidade. $erviço público certificado &c. &c. &c...



Escrito com Bic Laranja às 21:16
Verbete | Comentar |

...

Arco da Travessa do Monte, Graça (J.A Bárcia, 190...; A.P.C.M.L., A7602)
Arco da Travessa do Monte, Graça, 190...
José Arthur Leitão Bárcia, in archivo photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 21:16
Verbete | Comentar |

Domingo, 30 de Agosto de 2015
Faca e alguidar, jornalismo e sindicalismo

 Do caso do homem que matou três pessoas com caçadeira, diziam nos telejornais que foi desentendimento antigo de vizinhos por causa dum cão — disseram há um pedacinho no canal de informação da R.T.P que o cão foi ponto da discórdia. —  Imagino o brado nas redes ditas sociais se tem morrido o cão...
 Também não sei que releva ao caso o comentário (ou comunicado) do sindicato da polícia pedindo mais meios...
Capturar.jpg



Escrito com Bic Laranja às 21:20
Verbete | Comentar |

Guardador de margens

Capturar.JPG  A toada do «Guardador de Margens» tem o langor de noites estivais. Como hoje. Sinto nela o mormaço de noites modorrentas em que para aqui estamos... — Grande poeta, o Tê. Estupenda inerpretação ao vivo de Rui Veloso no já longínquo concerto do Coliseu. — 1987!... Onde ele vai... — O Jaime foi quem comprou o álbum. Passei os anos 80 desligado do Rui Veloso. Só lhe liguei lá pelo fim da década, em 88 ou 89, quando me soava o Rui Veloso ao Vivo da cassete que gravei do disco do Jaime e quando, também por esse tempo, ouvia as mesmas cantigas ao bonacheirão do Luís Duarte nas Noites de Luar e na Casa da Lina. Saudosos tempos!

  Deu-me agora aqui para isto; a soedade a bater deve ser do Agosto a avizinahar-se do Setembro e do Verão a acabar-se...


*   *

 

Enquanto a cidade inteira vai digerindo o seu jantar
E todas as ruas e praças se lavam com essência de luar
Enquanto as estátuas famosas bebem brandies e aveledas
E as tílias se entreolham meigamente nas alamedas

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim

Enquanto à meia-noite encerra mais uma sessão
E o senso-comum ressona tranquilo e pesado no colchão
Enquanto a cidade inteira lava os dentes e faz toilette
E os taxistas recolhem as sombras que restam da noite

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim

Enquanto a luz do promontório ensina a costa ao barqueiro
E arde o rum forte no zimbório e traz lucidez ao faroleiro
Vou pondo malha sobre malha com o labor dum tapeceiro
Palavra, acorde, o som, a talha e a devoção de um mestre oleiro

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim

Enquanto a cidade inteira vai feliz na sua faina
E o Sol boceja na ladeira ao som do martelo e da plaina
Saúdo a bruma e o orvalho e a luz do dia madrugado
Guardo as cartas no baralho, meu sono é enfim chegado

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim  
 

 



Escrito com Bic Laranja às 01:04
Verbete | Comentar |

Sexta-feira, 28 de Agosto de 2015
Questões de semântica além da forma

 Peguei no vol. de el-rei D. Fernando da série dos reis de Portugal do Círculo e li três capítulos. Não peguei na crónica de Fernão Lopes da Livraria Civilização por menos trabalho. O português medieval encanta-me, mas justamente por ele dispersar-me-ia. O volumezeco de Rita Costa Gomes (prof.ª dr.ª) é de 2005, mais ligeiro; pareceu-me que havia de ir por ele mais a eito. Ou pensava eu...

  Há décadas que as cousas modernas por cá tendem aos baldões. Sem espanto notei que a onomástica e os topónimos no livro daquela prof.ª da Universidade Nova lhe saíam meios desgarrados. Fernão Lopes é tanto como é, como vem em ser «o cronista Lopes». Aleatòriamente. Estilo hesitante da autora, portanto.
  As personagens históricas ora vêm grafadas em português, ora não, embora a forma escolhida seja ao depois coerentemente continuada pela autora. Assim, D. João Manuel, grande de Castela e pai da rainha D.ª Constança Manuel — a que foi mulher do nosso rei D. Pedro —, é D. Juan Manuel. Mas D.ª Constança nunca é Constanza. Nem em solteira lá em Castela...
  A filha do rei D. Pedro, o Cruel, de Leão e Castela não é Constanza nem Constança; é Costança, mas deve ser gralha.
  Afonso XI de Castela não é Alfonso, mas a sua favorita é Leonor de Guzmán, não de Gusmão. Henrique de Trastâmara (Henrique II de Castela) também não é Enrique, valha-nos...
  João de Gante aparece sempre à portuguesa, o que lhe fica bem, mas é duque de Lancastre em vez de Lencastre.
  Inês — ou D.ª Inês — de Castro é «a Castro», não sei se pela tragédia se por desprezo... Sem porquê, sua irmã é Juana e não Joana de Castro.
 Critérios.

  Nos topónimos reparei que as terras castelhanas tendiam a vir em castelhano (Toro — onde Afonso XI teve prisioneira D.ª Constança Manuel antes de casar com o nosso D. Pedro I —, Ciudad Rodrigo...)
  Cuidei descobrir aqui um certo padrão: o pendor descai no português, salvo se for terra de Castela. Admitem-se excepções.
  Das «cidades prósperas» do «corredor europeu da Europa mais densamente povoada» [?!] como Bruges, Estrasburgo, Colónia, Basileia, Génova e Florença nada aponto ao uso destes topónimos consagrados. Estranha é a referência a «localidades estremenhas como Tomar, Abrantes, Leiria e Alenquer». Nem estremenhas no Ribatejo hão-de ser, incluída ou salva Leiria que não é lá...

  Edições decentes de livros de História, em português e não mui antigas, são já doutro tempo, e eram doutro modo, enfim!... Cuido se lhe punha maior rigor, havia regra de seguir o nosso cânone e a onomástica portuguesa consagrada. Talvez os vocabulários, prontuários &c. se hajam entretanto tornado supérfluos ante o internacionalíssimo novo saber da Academia portuguesa. Vai daí tornarem-se raridade manuseada só por certos bichos do mato.

  E ia em intermitências cogitando nisto através do 2.º ou do 3.º capítulo quando achei a rainha D.ª Beatriz de Castela, mãe de D. Fernando, «em estreita associação com a famosa D.ª Isabel de Aragão sua sogra». E adiante outra vez «D.ª Isabel de Aragão» (*).
  Bem verá o benévolo leitor, a custo, a sogra; trata-se da rainha Santa Isabel, a do milagre das rosas, rainha da paz, mulher de el-rei D. Dinis.
  Ora cá está outro padrão, deste não tenho dúvida: mil vezes falasse a autora na rainha Santa, mil vezes lhe omitiria a santidade, ainda que no-la ensine famosa e... sogra. É o padrão laico, republicano e socialista, o que vigora na Academia.

Rita Costa Gomes, D. Fernando, 1.ª ed., Círculo de Leitores e Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa [ah, pois é Portuguesa, é!], 2005.

 


(*) A tirada completa é D. Beatriz tinha vivido, ela mesma, em estreita associação com a famosa D. Isabel de Aragão sua sogra, da qual parece ter continuado muitas iniciativas e até um certo estilo de intervenção política em situações conflituosas e é, nos sublinhados que lhe ponho, não um certo mas todo um estilo do discurso corrente contemporâneo. O do jornalismo das TV e dos jornais. Ora vede se estreita associação em iniciativas de intervenção política não soa belìssimamente nos telejornais, hem!?...



Escrito com Bic Laranja às 23:02
Verbete | Comentar | Comentários (7) |

Da vida em «pack»



 Tirei hoje umas calças lavadas do guarda-vestidos — a sexta-feira é o dia informal («queijoal» à «amaricana»), mas mesmo assim… — Achei-lhe 0,50 € na algibeira. Foram à máquina de lavar e à engomadeira sem se perderem. Olha, deram-me há pedaço para uma bica no «vending».  — Barato! Tive demasia…

«Vending», a realidade da apresentação


 Reflicto. O «vending» é tão bem apessoado!... Em loiça, cremoso, aromático, quase se cheira. A realidade é que vem em copo de plástico.
 Também há jornais assim, mas em saco...

(Sortido de imagens made in Google.)



Escrito com Bic Laranja às 11:15
Verbete | Comentar |

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015
Dos gatinhos e doutros animais...

 Um gato vadio esparramou-se a mandriar num dos bancos esponjosos do pátio. Duas senhoras enternecidas prostram-se de ante em admiração e inquirem colegas de trabalho se querem um gato. Tal o enlevo!...
  Quando mo preguntam (*) respondo-lhes se já preguntaram ao gato se me quere ele a mim.
  Acham-me graça, creio dos sorrisos que me dirigem. Talvez me admirem a tirada de respeito pelo felino sem me medirem muito o alcance...
  Retiro-me com sua licença e com o recado de se me oferecerem um cavalo, aceito.

Campinos no Colete Encarnado, Vila Franca de Xira (A. Ferrari, 1950-70; A.P.C.M.L., FER006431)
Campinos, Vila Franca de Xira, 1950-70.
Amadeu Ferrari, in archivo photographico da C.M.L.

(*) V. preguntar / perguntar.



Escrito com Bic Laranja às 12:56
Verbete | Comentar |

Quarta-feira, 26 de Agosto de 2015
A bravata serôdia, pois é!

 Com este também não vamos longe. Arrola ainda por cima o acordita Seixas da Costa para defender o português e resvala na «coação» (por «coacção»). Vê-se bem como anda: é como omite o caco gráfico. Conversa.

 O português não interessa senão aos Portugueses. Se interessou a outros foi sempre para sacarem qualquer coisa. Andar em quimeras de português «língua global» ou «língua internacional» não é trabalho; são enfeites. O português vale o que os portugueses valerem e não vale nada sem portugueses, com portugueses apátridas, ou a falarem «amaricano» porque sim, por causa da globalização, dos mercados, do chique, da estupidez, enfim!… O resto são quimeras. Usem os Portugueses naturalmente a sua linguagem e o resto (com licença) cagando e andando.
 Estes gajinhos todos -- todos! -- há muito venderam as mães: a língua e a progenitora.
 (Já pedi licença.)  P.q.p.!

Alto do Parque Eduardo VII, Lisboa, 2007 (in Adamastor)
Alto do Parque, Lisboa, Dezembro / 2007.
In Arquivo de Brandão Ferreira.



Escrito com Bic Laranja às 22:37
Verbete | Comentar | Comentários (2) |

Get Smart númbaro 1

18758650_6jdAe.jpeg

Enviado do meu Smart Phone...



Escrito com Bic Laranja às 20:15
Verbete | Comentar |

Diario hypothetico d'uma republica menos revisionista

Diaro hypothetico d'uma republica menos revisionista



Escrito com Bic Laranja às 17:31
Verbete | Comentar | Comentários (3) |

Terça-feira, 25 de Agosto de 2015
Trabalhar por objectivos

A criatura não deslarga

E o tempo urge...



Escrito com Bic Laranja às 21:55
Verbete | Comentar | Comentários (2) |

Palmyra

3903_001.jpg (O Diabo, 25/VIII/15.)


 O que diz o recorte é verdade, especialmente a parte dos humanos e o leão. Mas de Palmyra já alguém viu realmente o templo rebentado? Eu não. Nem, parece, os das notícias.

 Mais. Ao trophéu de caça ninguém aceita o frete de o transportar para a sala de caça do dentista caçador, mas as relíquias de Palmyra muitos hão-de comprar.



Escrito com Bic Laranja às 11:06
Verbete | Comentar | Comentários (2) |

Setembro 2015
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


Visitante


Contador

Pesquisar
 
Ligações

Adamastor (O)
Arquivo Digital 7cv
Bic Cristal
Blog[o] de Cheiros
Caminhos de Ferro Vale Fumaça
Carmo e a Trindade (O)
Chez George Sand
Cidade Surpreendente (A)
Combustões
Corta-Fitas(pub)
Delito de Opinião
Dragoscópio
Eléctricos
Espectador Portuguez (O)
Estado Sentido
Fadocravo
Firefox contra o Acordo Ortográfico
H Gasolim Ultramarino
Ilustração Portuguesa
Lisboa
Lisboa Desaparecida
Menina Marota
Mercado de Bem-Fica
Meu Alpendre (O) (pub)
Meu Bazar de Ideias
Palaurossaurus Rex
Pena e Espada(pub)
Pequena Alface (Da)
Perspectivas(pub)
Pombalinho
Porta da Loja
Porto e não só (Do)
Portugal em Postais Antigos(pub)
Retalhos de Bem-Fica
Restos de Colecção
Rio das Maçãs(pub)
Ruas de Lisboa com Alguma História
Ruinarte(pub)
Santa Nostalgia
Ruinarte(pub)
Terra das Vacas (Na)
Ultramar

Arquivo

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

subscrever feeds