Terça-feira, 19 de Agosto de 2014
— Esta vida de turista!...

1/VII

Pára-vento

 A melhor invenção desde que inventaram o...

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014

Parafuso

 O melhor invento para o vento não levar o...


Chapéu de sol

 A melhor invenção desde que haja...

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014

Sol

 Hoje anda a fazer caretas. E a água continua fria. Sofrível. Vento como de costume; dá-me ideia de que esta praia nunca despede o vento; pelo menos de há dez anos para cá, que nos 10 anteriores não cuidava eu em tais defeitos... Um único me lembra: o calor; tanto assim que por uma alergia acabei freguês do ... até hoje.

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014

Seis bípedes trepam pela arriba...

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014

Um outro paira acima

 Poucas gaivotas pairam por aqui. Em tempo houve pára-pente, mas acabou. -- Gaivotas sem penas...

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014

Mais bípedes sem penas

 Aqueles trouxeram o piruças para a praia...

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014

 São cegos.

Praia da Falésia. Algarve (c) 2014


Fotografias: Algarve (c) 2014. Rosca em Tribord.



Escrito com Bic Laranja às 00:10
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014
Descolagem da pista 17

Rotunda do Relógio, Portela de Sacavém (J. Goulart, 1960)
Relógio, Portela de Sacavém, 1960.
Artur Goulart, in Archivo Photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 12:23
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Sábado, 16 de Agosto de 2014
Esta vida de turista!...

Dia 30 [de Junho de 2014]

Desolação

Há qualquer coisa de desolador na praia com este vento. Mesmo com gente à volta a sensação de desolação impõe-se. Tento entrar na água e sou o único; o restante queda-se nas toalhas, acoita-se atrás dos chapéus de sol tombados fazendo de pára-vento. A quietude dos veraneantes contrasta com a agitação forte no pano dos chapéus reforçando a sensação de desolação que me dá. E quem passa, passa vestido, agasalhando-se do vento fresco, segurando os sombreiros. Mas nem todos...

Algarve (c) 2014

Algarve (c) 2014

Anjo

Esteiros, 1.ª ed., adaptado de In-Libris

 Passou agora uma ali com umas asas tatuadas nos lombos. Que perfeito injinho!...

Quadrilha

 A pp. 163 dá o Soeiro a definição do Comunismo: -- « [...] na quadrilha, riscos e lucros eram repartidos por igual.» -- Perfeito! Definição cabal da coisa só pela «quadrilha». A repartição por igual é sofisma para... para injinhos.

Sal Solo

 Nos Classix Nouveaux havia um vocalista careca. Sentou-se aproximadamente aqui a três, quatro metros!...


Classix Nouveaux, Night People
(Imagem: Discogs)

OrcasCàrota, a baleia assassina, 1977

 As tias avisavam-nos ontem de orcas no Algarve. Além disso, a tia Antónia avisava mais dos fundões, das arribas e de tantos perigos caídos da invernia para os noticiários. As tias andam muito a par destas notícias assim e com isto põe-se a senhora candidamente para mim, ao depois, que lhes devemos tomar os avisos a sério...
 Toda esta conversa de orcas, &c. me traz à lembrança o cinema catástrofe e o Paulo João. O Paulo João não era nenhum génio e quando se pôs lá na rua com a fanfarronada de que já vira o último grito em filmes catástrofe, saiu-lhe: -- «Fui ver a Càrota, a baleia assassina.»

(Recorte da Orca em Vamos ao Nimas.)



Escrito com Bic Laranja às 23:59
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Guitarrada coimbrã

 Um estimado correspondente referiu-me gentilmente um sublime trecho de música, o qual, se houver por bem, e se gostar tanto dele como eu, gostaria que partilhasse com o resto da nossa cibernética família. O seu autor, Francisco Filipe Martins — pode não o conhecer e daí a ref. — teve o seu passamento há cerca de um mês, donde, como dizia o saudoso António Silva: — «Deste, já não há mais!» — A guitarrada chama-se «Canção da Primavera»; que nome adequado, não acha?
 Acho sim senhor! E acho poder ouvir-se com prazer mesmo no pino do Verão. Obrigado!







Imagens de Coimbra: Charles Chusseau-Flaviens, in George Eastman House.



Escrito com Bic Laranja às 13:00
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
R.T.P. em directo


Manuel Telles Bastos, Figueira da Foz, 2014.
(Corrida R.D.P. - TV.)

 

Perderam a cabeça. Para a semana há mais.



Escrito com Bic Laranja às 23:30
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2014
A Santa Ginga e o Agualusa gingão

 Querem fazer da Ginga heroína e por pouco uma benemérita. É sempre a velha história do bom selvagem, do indígena em estado puro até à chegada dos portugueses...


Bruno de Oliveira Santos, «A Fantasia da Rainha Ginga», in O Diabo, 5/VIII/14
(«O Diabo», 5/VIII/14.)



Escrito com Bic Laranja às 00:31
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2014
E a gente?...

 ... Não tem direito a ser pronome?


(Conjugador da Priberam.)


Lista de pronomes pessoais discriminados pela novíssima Gramática: a gente, a malta, o pessoal, o people, vossemecê (este por ser dos modos da sopeira se dirigir ao chauffeur), &c.



Escrito com Bic Laranja às 12:39
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Do empreendedorismo

 Meio milhão de jovens saiu do país e meio jornalista empreendeu em noticiá-lo.


(I, 12/VII/14.)



Escrito com Bic Laranja às 12:31
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Domingo, 10 de Agosto de 2014
Fotografia de Paulo Guedes em dia de S. Lourenço

Chalet, [Picoas] (P.Guedes, c.1902)


 Uma casa que não diz onde é. O arquivista apenas dá o autor e uma data aproximada: década de 1900. Se o prédio detrás do chalet é, como cuido que é, o prédio do anjo, onde há hoje uma construção chamada Atrium Saldanha dando frente para a estátua do dito, então o que vedes aqui é a esquina da estrada das Picoas (hoje Rua Eng.º Vieira da Silva) com a Av. de Fontes Pereira de Melo. Já passava ali o eléctrico (quando lá passou o fotógrafo); a linha do Rossio ao Campo Pequeno (Lumiar) foi aberta em 10 de Agosto de 1902. Dez de Agosto, dia de S. Lourenço. Ora aqui tendes uma boa data para a fotografia. Pelo soalheira que é não desmente.

(Fotografia de Paulo Guedes, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.) 



Revisto e reeditado do verbete original publicado no dia de S. Lourenço de 2011.

Escrito com Bic Laranja às 06:40
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Sábado, 9 de Agosto de 2014
— Esta vida de turista!

2.º dia, 29/VI

Caras

 Viemos cedo esta tarde. Vento fraco; costuma soprar mais rijo pela tarde (nem de propósito, como deu em soprar justamente agora). Preia-mar, praia encolhida, e já cá vejo a família do homem montanha, em que os cavalheiros são de ler o jornal e as damas de ler revistas. -- Por acaso uma das senhoras está a ler um livro. -- Por outro lado, eu sou o dos calções amarelos, numa toalha amarela, com uma almofada amarela. Quem me queira descobrir procure-me debaixo dum chapéu verde às riscas, escrevinhando...

Chapéu de Bluetrend. Caras adaptadas de Caras.

Esteiros

 Peguei nos «Esteiros», que releio, e adeantei uns capítulos. A passagem de o Gineto ser «um merda» vem a pp. 71 (1.ª ed., fac simile do Público). Calhou-me lê-la numa aula quando me impingiram o neo-realista Pereira Gomes na disciplina de Português do 7.º. Confesso, naquele tempo, hesitei a leitura deste passo; a professora Ilda instou-me a continuar. Severamente, com o mau modo que tinha: -- «Parou de ler porquê?! Continue!» -- Ninguém se atreveu a rir, que era o meu medo. Há-de ter sido a única vez que tirei gozo duma repreensão duma professora. E disse «merda».

 Quando há pedaço contei a historieta à senhora, perguntou-me se não era a professora comunista, por ser tão sisuda com o Soeiro Pereira Gomes. Calhando era.

Gás

Recebemos recado... Gás ligado. Banhos frios, doravante, só na praia.

Praia da Falésia, Algrave (c) 2014
Algarve (c) 2014

Inspiração pós-galinácea

 Desta vez não quisemos o ..., o do costume, para castigo de lento servir e apressadas contas... Viemos ao ..., o rei dos frangos. Poucos bípedes (dos sem penas) para comer. Estranho!... Nem houvemos de esperar.

Guia, Algarve (c) 2012
Algarve (c) 2012

Hei-de comprar azeitonas e pão; amanhã vou ser frugal. A barriga cheia deu-me agora tal inspiração.



Escrito com Bic Laranja às 23:28
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A 300 à hora

 No telejornal deu uma reportagem com um Fittipaldi apanhado 230 km/h numa auto-estrada. Tinha pronúncia do Norte, carago, e à Guarda justificou-se -- «Pensei que vinha a picar-se comigo e afinal... era a Guarda.»
 Com o jornalistas que lhe perguntaram por que vinha a 230 km/h ainda teve mais espírito: -- «Foi porque havia um à minha frente, que senão vinha a 300.»

Fittipaldi, G.P. de Inglaterra, 1975
Emerson Fittipaldi no McLaren M23 parado nas boxes, Silverstone, 1975.
In Diário Motorsport.



Escrito com Bic Laranja às 21:54
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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014
— Esta vida de turista!...

 O título é um suspiro que deveio em graçola nossa bem calhada às crónicas estivais que por vezes boto ao papel. Estas são de...

Sábado, 28 de Junho de 2014

Primeiro dia, primeiras impressões

 Tempo fresco. A senhora diz que sim, mas que está bom, há pouca gente... Acho muita; sempre mais do que a minha misantropia aprecia. Afastamo-nos da embocadura da praia.


Algarve (c) 2012


 Tempo meio fresco: a brisa habitual cuja constância incomoda. O chapéu cá se aguenta com os puxões do vento; comprámos um parafuso que firma o chapéu de sol na areia, para não voar. A coisa parece funcionar.
 Dos boletineiros do teletexto tirei a água a 20º. -- Não sei!... Parece mais fria. Mas só até às primeiras braçadas...
 A atmosfera está lavada, sem raspas de neblina; não sei se houve chuva por aqui nos últimos dias (choveu em Lisboa até anteontem...)
 Esquecemo-nos das maçãs... Não temos gás... À saída de casa já lá vinham da praia aqueles velhotes madrugadores que reconheço. São as primeiras «caras» deste ano.
 Esquecemo-nos da água.

Encantamentos

 Não me lembrou já que este lugar possui um genius loci? Chegámos ontem á meia-noute. Os automóveis são casulos estanques; quando abro a porta diante dos tios envolve-me de assalto a aragem do pinheiral. Primeiro encantamento.
 Enquanto tiramos a bagagem cantam grilos; dali a nada tenho-os em coro com a Amália, que pus a dar baixinho no transistor fanhoso. Resgato uma cerveja perdida do frigorífico e ponho-me no breu debaixo dum céu de infindos pontos de luz. Segundo encantamento.


Algarve (c) 2011
 
 
E o sono tolhe este autor liru. Imos dormir.

Primeiro dia, segundas impressões

 Sardinhada. -- Diz-me a senhora que se vai lambuzar de praia este ano; dispõe-se bronzeamente a ficar morena. (!) -- E as sardinhas ainda estão ao lume...


Sardinhada de Vasco (Aldeia de Gralhas, 5/2010)
Sardinhada
de Vasco, in Aldeia das Gralhas



Escrito com Bic Laranja às 21:35
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014
Além da Av. de Guerra Junqueiro por meados dos anos 50

 Avenida desafogada, mas com estacionamento bem composto.
 O autocarro de dois pisos mais cá (não é o que vira à esquerda) parece um dos novos autocarros que vieram em 1947, da marca Leyland, que tinham cabina à direita e que, precisamente por serem tão altos, deixaram muitos lisboetas com receio e admiração. Digo que é um daqueles primeiros autocarros, pela pintura, que difere da do que vira à esquerda para a Manuel da Maia ou para a Av. do México.

Av. Guerra Junqueiro, Lisboa (A. Passaporte, 195...)
Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa, 195...
António Passaporte, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.


 E a que escadote terá subido o fotógrafo para bater esta chapa?...



Escrito com Bic Laranja às 12:36
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Avenida de Guerra Junqueiro com alguma sombra

Av. Guerra Junqueiro, Lisboa (A. Serôdio, 1962)
Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa, 1962.
Armando Serôdio, in Archivo Photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 09:26
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2014
Produto de Portugal

Produto de Portugal...

 «SPRING PORTUGAL» é muitíssimo mais produto de Portugal do que textualmente diz o rótulo...
 O nome (garrafal) é tirado do bárbaro, imperativo de qualquer produto genuìnamente português. De mais a mais se captado em local tão castiço como Maceira TVD (alguma região televisiva-digital do reino?!...)
 Referirem «água de consumo humano» no rótulo é notável; não pode dar-se ao cão nem a bestas beberrazes que porventura ainda balbuciem «água potável».
 Confessarem que alteraram em laboratório «o sabor distintivo» da água é honesto (mais ou menos) e diz algo... salobro... do líquido que brota da «spring» lá em Maceira TVD... -- Justificá-lo a cavalo em «estudos junto de consumidores» (antigas bestas que bebiam, entretanto vertidas, nalguma proveta, em humanos que consomem) parece desculpa séria mas não é; é o estribo duma civilização torneiral donde jorram os mais evoluídos cérebros.

(Revisto.)



Escrito com Bic Laranja às 13:21
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