Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
Rossio de Lisboa à noite

Rossio em noite de temporal, Lisboa (Fot. não ident., 193...)
Rossio em noite de temporal,
Lisboa 193...

Leilão de Soares & Mendonça, in archivo photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 23:54
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Foros da T.S.F.

Untitled.png

 Devemos rever a posição do país, uma vez que o Acordo está em vigor com consequências no ensino e na edição livreira?

 Capciosa pregunta. Viciosa modalização — «uma vez que…» — Inculca no interlocutor o receio e a hesitação pelo prejuízo de desfazer o que foi (mal e que nunca deveria ter sido) feito. Mas entremos no jogo:

 A posição do país não é de rever. É de dar a conhecer. O país nunca quis o «acordo», nunca o pediu e nunca lhe foi favorável. É do senso comum e só a censura o critério editorial da imprensa, rádios e TV, assaz subservientes ao poder «democrático», omitiu ao país o sentir geral da Nação.

 O «acordo» estar em vigor é um embrulho jurídico. Desde a não ratificação por todas as partes — do tratado original de 1990 ou do 2.º protocolo modificativo, viciado com a ratificação por três para valer para todos — ao embrulho na publicação no D.R. do aviso do M.N.E. da data de sua suposta entrada entrada em vigor, a concluir no caricato «decreto» por expediente duma resolução do conselho de ministros que, a ser válida, não imporia o «acordo» a nenhum órgão de soberania além do governo... É todo um descaso de Direito tornado torto e tortamente praticado. Coisa de amador e mau, segundo as palavras do embaixador Carlos Fernandes.

 E o ensino mai-la a edição livreira… Ora bem! Fazer, desfazer e tornar a fazer é o motor deste negócio. E é da lei do comércio. Não haverá editor livreiro que o haja muito de contrariar. É, afinal, — perdoai-me o barbarismo — «business as usual».



Escrito com Bic Laranja às 10:32
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Terça-feira, 3 de Maio de 2016
A adivinhar o Verão (pub)

 No tempo em que os blogos foram moda, numa daquelas demandas de diga seis coisas que aprecie e passe a outros seis, lembro-me dizer eu apreciar noites quentes, daquelas modorrentas, de Verão. Esta tarde apanhei 36º na Portela. São agora 10h00 e baixou para os 25º; sente-se a aragem abafada... Vou ali ao frigorífico buscar uma cerveja...


Cerveja Clarlsberg (pub). Horácio de Novais, in bibliotheca d'arte da F.C.G.



Escrito com Bic Laranja às 22:06
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A infernização gratuita do munícipe

 O primeiro-ministro do Rato foi na Avenida. O enxerto que ele meteu na câmara prolonga-o a preceito. Esta manhã engarrafou a cidade da Rotunda ao Lumiar porque começou a plantar árvores na Av. de Fontes Pereira de Melo. Seguem-se meses disto e há-de estender-se à 2.ª circular.

 Alguém, que não os quatro ciclistas que apreciei este ano suando os bofes a pedal Fontes Pereira de Melo acima, me diga da necessidade destas obras!

Capture.JPG
Exnxertado com Lisboa de pernas para o ar a partir de Miguel Baltazar, Jornal de Negócios.



Escrito com Bic Laranja às 10:32
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Domingo, 1 de Maio de 2016
Espectáculo de variedades

Frank & Nancy Sinatra — Downtown/These Boots are Made for Walking
(1966)



Escrito com Bic Laranja às 21:35
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Sábado, 30 de Abril de 2016
Estética em apreço

 Entro no café e cruzo-me com uma roliça de alguns 50, caminhar tronchudo, a exibir as carnes tatuadas por fora dum vestido primaveril. Sem os adornos tingindo-lhe os lombos a gaja não valeria nada.

Xana, Lisboa — (c) 2010
Xana,
Lisboa — (c) 2010



Escrito com Bic Laranja às 16:14
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2016
Cidade nova

 Estava aqui a ouvir o Take Five de Dave Brubeck e, não sei porquê, veio-me à mente a Av. dos Estados Unidos nos anos 70. Não sei porquê.

Av. dos E.U.A., Lisboa(A. Pastor, 1974
Av. dos E.U.A., Lisboa, 1974.
Artur Pastor, in Archivo Photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 22:18
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Terça-feira, 26 de Abril de 2016
A censura folclórica

« Muitos discos estavam proibidos de se transmitir em [i.é, no] R.C.P. [Rádio Clube Português]. Algumas largas dezenas! — Somente uns pares de exemplos: O Menino de Sua Mãe, de Fernando Pessoa, Baile de Roda Mandado, do folclore algarvio ...» &c. &c. (Matos Maia, Aqui Emissora da Liberdade, 2.ª ed., Caminho, Lisboa, 1999, pp. 173-174, apud Delito de Opinião.

  Era de facto tenebroso: umas largas dezenas (dezenas) de cantigas proibidas de pôr no ar, de que sobrou memória duns pares de exemplos... Parece folclórico! Atenho-me ao Baile de Roda Mandado...

Margarida foi à fonte
Com sapatinhos de lona.
Escorregou, partiu a bilha,
Espetou os cacos na teeesta!

  Há-de ter sido disso, pois... A mesma coisa que meia dúzia de anos marchados em liberdade entendeu cobrir a pentelheira àquelas miúdas das escolas secundárias... Piii!
  Censura com Patchouli não deve ser censura. Vamos que é folclore.

Grupo Folclórico de Faro, Baile de Roda Mandado e rapsódia.
(Faro, 2013)



Escrito com Bic Laranja às 19:31
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Casal Vistoso ou Quinta das Ameias

I.S.T., Lisboa (M. Novais, anos 30)

  O adjectivo 'vistoso' é comum ser usado por elegante ou garrido, mas significa primeiramente dar nas vistas, isto é, que se vê ou avista distintamente. A fotografia acima (1) foi tirada aquando da construção do Instituto Superior Técnico. Cuido que o benévolo leitor não achará difícil ver um casarão que se recorta contra o horizonte encimando uma colina. Fica na direcção do Areeiro. É o Casal (lá está!) Vistoso.
  A designação Quinta das Ameias, por que também era conhecido, ela advém-lhe do que se notava vendo mais ao pé, quando se percebia a casa cujos muros eram recortados em ameias.
  Há algo mais a dizer sobre...

Casal Vistoso, Areeiro (A. Serôdio, 1974)
Casal Vistoso tomado da Av. Gago Coutinho, Areeiro, 1974.

  O Casal Vistoso é do séc. XVII. Os Abreu e Castro, a quem talvez tenha pertencido nesse século (ou no seguinte), não soube eu agora descobrir quem foram. Não sei se a quinta coincidiria então com os limites que conhecemos da Planta Topográfica de Lisboa de 1908 (2) mas julgo que sim. Tinha esta quinta rudemente a forma duma meia lua em fase de minguante. De Sul para Norte, ia desde os terrenos próximos da Rua do Garrido até ao planalto onde hoje ficam as ruínas do Casal e, para lá dele, até umas terras sobranceiras à linha de cintura, no troço entre o Areeiro e Chelas. Confinava a Leste com o Casal dos Arciprestes (3), a NO com a quinta dos Peixinhos (4) e a SO e S com a quinta do Bacalhau. Entre esta e ela, corria a Azinhaga do Areeiro.

Planta 12 M, Lisboa (Planta Topográfica de Lisboa, 1908)
Planta Topográfica de Lisboa: 12 M [correspondência actual: Areeiro, Casal Vistoso, Av. Afonso Costa, Olaias], Lisboa, 1908.

  O casal propriamente dito situava-se no ponto mais alto da quinta. Tinha (e ainda tem) portão de entrada pelo Norte, que antigamente ficava no fim dum caminho em cotovelo que subia desde o velho lugar do Arieiro (Estrada de Sacavém). Formavam o Casal duas filas de casas alinhadas de Poente para Nascente com um pátio entre elas. Um jardim de buxo nas traseiras das casas no lado Sul deixa presumir que estas eram as principais. Tinha o jardim um muro de cercadura com ameias e sacadas de arco quebrado.
  Todas as casas eram térreas excepto a do topo oriental da fileira Sul, que tinha um sobrado com telhado de quatro águas. As da fileira Norte, mais pequenas, destinar-se-iam porventura ao serviço da quinta ou a habitação de criados.
  Há testemunho (5) que teve o Casal Vistoso interiores decorados com azulejos de Delft e que serviu o lugar de retiro do príncipe D. Luiz Filipe. Este facto leva-me a admitir que o Casal passou ao património da Coroa depois de ter pertencido à condessa d' Edla, à semelhança do palácio da Pena que el-rei D. Carlos [Luiz] tomou para a Coroa mediante indemnização. Neste caso do Casal Vistoso é uma mera conjectura, porém.

Casal Vistoso, Lisboa (A.Serôdio, 1974)
Casal Vistoso tomado da Rua Sarmento Beires, Areeiro, 1974.

  Sem mais trabalho de arquivo (6) é difícil adiantar aqui mais. É uma pesquisa que caberia à D.G.E.M.N. que, por motivo dalgum interesse tardio lançou a quinta no seu inventário em 2002 (7); então as casas eram já um pardieiro inqualificável. O caso deve obedecer a uma dessas formalidades de registo (descargo de consciência?); o mais difícil não se fez...
  Os projectos de urbanização do Casal Vistoso no Arquivo da Câmara levam a crer que esta propriedade pertença ou haja pertencido à C.M.L., mas não posso garantir (8). O Inventário Municipal de Património (9) regista-a, mas tal também não significa nada em termos da conservação do património. A história desta quinta, tudo parece, há-de contar-se pelo número de mamarrachos que nela se conseguirem construir.

Casal Vistoso, Lisboa (A. Serôdio, 1974)
Portão do Casal Vistoso, Areeiro, 1974.
 


(1) Recorte destacado dum original do Estúdio de Mário de Novaes (1933-1983), in Biblioteca de Arte da F.C.G..
(2) J.A.V. da Silva Pinto, A. de Sá Correia,
Levantamento da Planta de Lisboa: 1904-1911: planta 12 M (des. por Abel Santos), Lisboa, 1908.
(3) Há referências a este casal como sendo dos Aciprestes ou Ciprestes.
(4) Uma visão do estado actual desta quinta dos Peixinhos em
Que cidade é esta, Lisboa S.O.S., 19/12/2009.
(5) Dr. Quintanilha Mantas. Cf. Dom Gastom, in
Quinta das Ameias ou Casal VistosoRuinarte, 20/12/2009.
(6) O
Arquivo Municipal refere o Casal Vistoso sobretudo a propósito dos planos de urbanização dos anos 60 para cá. Outras referências marginais prendem-se com o alargamento da Estrada de Sacavém c. 1890.
(7) Cf.
D.G.E.M.N., Nº IPA PT031106030236.
(8) Arquivo da C.M.L.,
Projectos de construção de arruamentos do Casal Vistoso.
(9) C.M.L., Plano Director Municipal, anexo I (
Inventário Municipal de Património), 03.02.
Fotografias do Casal Vistoso em 1974: Armando Serôdio, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

(Originalmente publicado às vinte para as dez da noite de 27/XII/2009.)



Escrito com Bic Laranja às 00:01
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2016
Conquistas de Abril
AO_ECF.jpeg

O artigo 199.º da Constituição diz:

Competência administrativa

 Compete ao Governo, no exercício de funções administrativas:

        ...

    g) Praticar todos os actos e tomar todas as providências necessárias à promoção do desenvolvimento económico-social e à satisfação das necessidades colectivas (C.R.P.).

-- // --

 Assim: 

 Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve: 

 1 - Determinar que, a partir de 1 de Janeiro de 2012, o Governo e todos os serviços, organismos e entidades sujeitos aos poderes de direcção, superintendência e tutela do Governo aplicam a grafia do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa [...] (Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011)

--  // --

 Agora, quanto a meter o AO/90 no conteúdo da alínea g) do  artigo 199.º da Constituição, é uma violência vergonhosa! Realmente, qual é o desenvolvimento económico-social resultante da vigência do AO/90?! Pelo contrário, é só prejuízo e retrocesso económico-social — os pais dos alunos afectados com os novos manuais escolares, etc. que o digam. E quais as necessidades colectivas que o AO/90 vem satisfazer?

(Carlos Fernandes, O Acordo Ortográfico não está em vigor; prepotências do governo de José Sócrates e do presidente Cavaco Silva, Lisboa, Guerra e Paz, 2016, pp. 52-53.)

 



Escrito com Bic Laranja às 19:41
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...

  — Mas porque tem esse horror aos partidos?
  E Salazar, explicando-me, claramente, o seu pensamento:
  — Está enganado… Eu não tenho horror aos partidos, dum modo geral ; tenho horror ao partidarismo em Portugal. A Inglaterra vive, pode dizer-se, ha seculos com os seus dois partidos alternando-se no poder, e até ao presente tem-se dado bem com isso. A educação cívica do povo leva as massas a deslocarem-se entre os dois, levadas por grandes movimentos de ideias, ou por grandes aspirações, ou por necessidades nacionais. Em Portugal, porém, êsses agrupamentos formaram-se à volta de pessoas, de interêsses mesquinhos, de apetites, e para satisfazer êsses interesses e apetites. Ora, é essa mentalidade partidaria que tem de acabar, se queremos entrar num verdadeiro periodo de renovação. A terapeutica da Nação doente, retalhada, exige-nos uma imobilização, que pode ser definitiva ou demorada, de toda a acção politica fragmentaria.

António Ferro, Salazar : o homem e a sua obra, [Lisboa], E.N.P., 1933, pp. 140-141.

António Ferro, «Salazar», E.N.P., 1933

 



Escrito com Bic Laranja às 00:05
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Domingo, 24 de Abril de 2016
Programa de variedades

Nancy Sinatra — These Boots Are Made for Walkin'
(1966)

 


A apresentação (despida) das artistas deve-se a não haver pronto-a-vestir antes do 25 de Abril.



Escrito com Bic Laranja às 22:00
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Coisas d' O Diabo

Subtilezas na (mu)dança de director («O Diabo», 1-8 de Março de 2016)

Subtilezas na (mu)dança de director editorial. «O Diabo», 1-8 de Março de 2016.



Escrito com Bic Laranja às 13:29
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016
A Avenida de Fontes...

 Sugeriu o leitor Mário Cruz no Solar da família Mayer um «antes e depois» com esta de Judah Benoliel. Antes, em 1901, a Av. de Fontes exibia placa central arborizada em jeito de boulevard, com gente elegante em promenade; depois, por moda ou progresso (ou pela moda do progresso) obliterando-se as árvens em prol do desafogo rodoviário. Ainda assim foi um depois só ainda premonitório do tráfego a haver, pois vedes que não havia...
 Agora que há tráfego e não como deixar de haver, a premonição do Medina enxertado é que deixe de haver e daí a fúria no replantio das árvens...
 
Bom! A verdade é que no final fim [dos] anos 50, mesmo com progresso, a Av. de Fontes era bem pouco claustrofóbica.

Avenida de Fontes Pereira de Mello, Lisboa (J. Benoliel, anos 50)

Av. de Fontes Pereira de Mello pela manhã, Lisboa, 195...
Judah Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 23:36
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016
O solar da família Mayer

 A Avenida de Fontes Pereira de Melo por alturas do aterro sobre a Rua de S. Sebastião. Antes de haver Palácio Sotto-Mayor.
 Um eléctrico em rota descendente — circulava-se pela esquerda, no príncipio do séc. XX. — Um saloio observa... o eléctrico ou as madames que passeiam — um luxo, uma placa central daquela dimensão; digna das melhores avenidas.
 No lugar do palacete Sotto-Mayor um solar de belo porte e com ar de ter pergaminhos — cuido que pertencia à família Mayer. Casa de quinta que não sei agora dizer o nome mas que, parece-me (posso estar enganado), vinha desde a Cruz do Tabuado (Largo da Escola Médica-Veterinária) e se estendia ruralmente através da paisagem que nesta imagem se abarca até alturas da Travessa do Sacramento (ou Av. Tomás Ribeiro).
 O palacete Sotto-Mayor diz que andou a ser construído de 1902 a 1906. Os eléctricos são de 1901. A fotografia pode ser do Inverno desse mesmo ano. E aqueles prédios de rendimento lá mais acima... Na esquina da Martens Ferrão é um dos que andam agora entregues aos grafiteiros. — Vede que beleza! Casas com mais de cem anos!...
 Calhando ao depois descobrir mais coisas darei cá notícia.

Av. Fontes Pereira de Melo, Lisboa (A.C. Lima, 1905-1908)Avenida Fontes Pereira de Melo [e solar da família Mayer], Lisboa, c. 1901.
Alberto Carlos Lima, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

(Publicado originalmente em 29/XII/2010.)



Escrito com Bic Laranja às 19:31
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