Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014
Portugal algures no séc. XX

Terra portuguesa com rua direita, calçada, ruas travessas, posto de telefone público e bomba de gasolina. Algures na primeira metade do séc. XX, é o que conjecturo.
 

Portugal (A.N.T.T., «O Século», s.d.)
Povoado, Portugal, s.d..
Fotografia, A.N.T.T., Fundo d' «O Século», Joshua Benoliel, ....



Escrito com Bic Laranja às 12:45
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2014
A Gùiana e a omissão de diacríticos



 A quantos se ouve hoje o u de Guiana e de guianês? Perdeu-se na simplificação dos acentos do Acordo Ortográfico de 1945. Simplificação que o Acordo Ortográfico de 1990 estultamente piora em (entre outras coisas) querer tirar o acento gráfico a argúis, redargúi (confesso que aprendi o verbo redarguir pela leitura e enveredei por -- naturalmente -- lhe não pronunciar o u, até aprender...). Pois ou me engano ou não tardamos em ter os neoletrados de 90 para aí a dizerem arguis como se o ouvem já os iletrados do eduquês enunciar o verbo arguir: sem se lhe ouvir o u. E quem diz arguir diz sequestro (sekestro), como nas TV.
 E ao depois há-de a simplificação continuar, extirpando-se os uu emudecidos pela engenharia lexicográfica: ficaremos com Giana, gianeses, mas ninguém redargirá por não saber que é argido de burrice.

(Recorte de Rebelo Gonçalves, Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa, Atlântida, Coimbra, 1947, p.182.)



Escrito com Bic Laranja às 12:55
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
Do meu amigo Sr. António Fernandes

Tratado de Ortografia.jpg

 Do meu querido e generoso amigo Sr. António Fernandes, que bastas vezes me obsequia com achados das suas colecções. Esta manhã estendeu-me de mansinho um tomo com a contracapa para cima... -- Trago-lhe uma coisa, a ver se lhe interessa.
 Quando o viro e vejo o que é, exlcamo -- Isto é obra rara, senhor!
 
Fez a maior questão de mo oferecer.
 -- Sim senhor, com certeza... -- rendo-me, mas não incondicionalmente. É obra rara e de certeza lhe custou boa soma. Fiz menção de lho pagar, já que era um enorme o favor que fizera em ma achar. Insiste-me que não e diz-me que a arrematou na Feira da Ladra por valor tão ínfimo que o envergonharia dizer-mo. E desarma-me:  -- Um livro com esse título não há-de ser destinado a si? -- e saiu.
 Resta-me fazer-lhe público e penhorado agradecimento.



Escrito com Bic Laranja às 13:04
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014
Viva a partição! Abaixo Portugal inteiro!

 O bastoneiro traulitário -- ou traulitário bastoneiro -- perfila-se para aí com um novo partido. Um novo partido é o que mais faltava; há de certo reforçar a democracia, como o novo banco reforçou já a finança e o novo seleccionador que há-de vir reforçará o fado-futebol-e-Fátima.
 É. Andamos nisto.


(Imagem em Lérias e Velharias.)



Escrito com Bic Laranja às 19:01
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014
Dum grilo

 Havia um grilo onte' à noite na minha rua. «Grilava» a rua através do contínuo da viação e trânsito, esse «cântico» de 24 sôbre 24 horas que Lisboa entoa. -- O que torna mais deslocado o grilo, que havia de caber a noites mais estivaes que a de ontem e a scenário romanceadamente campestre.
 Pois o grilo imaginei-o eu nalguma sacada, numa gaiolinha de grilo, como espécie de bucolismo plastificado dalgum vizinho dado a devaneios pastoris, mas mais diligente que eu em nos prosseguir. É que ter um grilo na minha prezada sacada foi coisa que me já ocorreu...
 Disse-me o snr. do café que não, e que é novidade antiga êste grilo cantando por aqui nas noites quentes. Engano e distracção minhas porque o não ouvira antes, nem no supunha agora em lora perdida no meio da buliçosa cidade.
 Um grilo à noite na minha rua alegra-me sem me incomodar o sono. O ruído da cidade é que me desengana de, com êle, conseguir sonhar com o campo.

Cruzamento da Artilharia 1 com a Joaquim Ant.º de Aguiar, Lisboa (A. Madureira, 1961)
Cruzamento da Rua de Artilharia Um com a Joaquim António de Aguiar, Lisboa, 1961.
Arnaldo madureira, in, Archivo Photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 18:03
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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014
Ludismo de calhaus

 A Câmara Municipal de Lisboa do Intendente anda para aí a promover um Peddy paper, com o objectivo de divulgar, de forma lúdica, a calçada artística portuguesa.

  1. Peddy [?!!!] paper!... Crioulo amaricano saloio para o alfacinha ver.
  2. Divulgar, de forma lúdica... Divulgação, ludismo? Na realidade iludismo; sem trabalho, hão-de realmente conservar a calçada, hão!...
  3. Calçada artística portuguesa... Precisam de ressalvar artística para melhor materializar o... iludismo. E percebe-se. Podemos é começar já a esquecer a calçada não artística...

 Para a vereação do Intendente (a cavalgadura do Costa nem conta, por ausente a tempo inteiro), a calçada portuguesa (melhor, os passeios da cidade inteira) tornou-se só mais um nicho de mercado. «Peddy papers», ou o raio que lhe chamem, são antolhos para burricadas de asnos não notarem o monumental negócio que se arma (ou já armou?): a substuição do calcário nos passeios de Lisboa.


Lisboa, no tempo em que os calceteiros pavimentavam a cidade inteira, Rua Morais Soares, 195...
Judah Benoliel, in Archivo Photographico da C.M.L..

(Revisto ás duas e meia da tarde.)



Escrito com Bic Laranja às 13:00
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
A censura era dantes

 O Papillon tornou hoje ao microfone da emissora nacional onde tem púlpito e conezia. De que se lembrou de falar? Do ex-administrador de toilette Nuno de Matos, do ex-B.E.S., mai-lo seu inacreditável solfejo ao «I» na semana passada.
 Pois o Papillon cá nos papagueou gravemente, hoje (Contas do Dia, Antena 1, 8/IX/2014), do administrador «verbo de encher», aferiu-lhe a remuneração (com mais demagogia que rigor) pelo ganho anual de «80% dos portugueses», mas, admiràvelmente omitiu o maior trabalhinho que o não-executivo afinal executou...



Escrito com Bic Laranja às 14:45
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014
Da pureza de «tal [e] qual»

Sobre a pureza do uso da expressão tal qual ante tal e qual houve há semanas um comentário inesperado dum leitor.

Desculpai [...] tenho de vos corrigir: «tal qual» e não «tal e qual». Considero curioso como ninguém se engana em «tal como», «tal que» e outros advérbios, mas a patetice do «tal e qual» vai medrando. «Um erro mil vezes repetido...»

 Empreendendo na curiosa questão que me nunca pusera, reflecti. Não será antes uma questão de estilo, de ênfase? — A conjunção funcionando como reforço de realce. — Ou até de fonética, já que se interpõe como epêntese para dissimilar duas sílabas de vocalismo idêntico?
 Não obstante o uso corrente de tal qual desde a Idade Média e de Epiphanio Dias se lhe referir apenas nesta forma na sua Syntaxe Histórica, a locução comparativa tal e qual já nos surge em Rodrigues Lobo, no Diálogo VIII de Côrte na Aldeia e Noites de Inverno como arrimos, a que se pega ou encosta o que fala, quando as palavras lhe cançam,

[...] são mettidos na mesma pratica com alguns, que em cada palavra d'ella mettem um «diz», «assim que digo», «tal e qual», «sim senhor», «vae vem», «então», «senão quando», «espere vossa mercê», «assim que», «senhor», «estaes commigo»; e outros muitos [...] (p. 116)

... o que nos atesta o seu uso desta maneira desde os alvores do séc. XVII, pelo menos.
 Garrett também a aplicou tal..., em discurso directo, nas Viagens

— Tal e qual quando fazes essa cara. Olha: ahi estás tu na mesma. Vamos! ria-se e esteja contente (Vol. I, cap. XXIV).

 Há cousas que vareiam na voz do povo sem haver despachos nem decretos... Leixá-las assi bem variar.

É de feira em concrusão
e bailam-na cada dia
porque sai a melodia
tal qual fica o coração,
ao revés do que soía.
(Gil Vicente, Triunfo do Inverno.)

 

 

 

Os bonecos são d' A Farsa de Inês Pereira do Rafael que, parece, lê português, 
mas escreve num crioulo qualquer (quem lhe chamar português engana-se).



Escrito com Bic Laranja às 23:00
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
Ao serão

 Ganhou a senhora o hábito há anos de, nestas noites quentes, desligar a televisão e pôr algo mais apropriado na grafonola. A estranheza que senti pela falta do fundo televisivo em casa ao serão -- e no meu caso cresci com isso -- não resistiu trinta segundos ao embalo desta cantora. E desde então...



Diana Krall, Let's Face The Music And Dance



Escrito com Bic Laranja às 22:00
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Setembro

Entra Setembro com a «Vindima» em 1.ª edição. Embora esteja calor de mais para ela...

 

Miguel Torga, Vindima, 1.ª ed. Coimbra, Coimbra Editora,1945.
Exemplar n.º 1822 desta edição [outrora] na Estante Usada.


Escrito com Bic Laranja às 18:07
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Abertura da Av. Marechal Gomes da Costa

Rotunda do Aeroporto, depois do Relógio (E. Portugal, 1944)
Rotunda (ou Praça) do Aeroporto, vulgo Relógio, Lisboa, 1944.
Eduardo Portugal, in Archivo Photographico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 13:01
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Ex-Viegas secretário



 Sabemos de a criatura ser mais ventre que cérebro. Aflige-se com o estrago que a demência à solta venha a fazer na feijoada à brasileira, só pode. Não o mando tomar passivamente na Autoridade Tributária por respeito ao vernáculo. Ele que vá portuguesmente prò...



Escrito com Bic Laranja às 00:01
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Domingo, 31 de Agosto de 2014
Eça, Fradique e... Fontes

Eça de Queiroz por Raphael Bordallo Pinheiro

 O que eu pensei foi o seguinte: uma série de cartas sobre toda a sorte de assuntos, desde a imortalidade da alma ao preço do carvão, escritas por um certo grande homem que viveu aqui há tempos, depois do cerco de Tróia e antes do de Paris e que se chamava Fradique Mendes! Não te lembras dele? Pergunta ao Antero. Ele conheceu-o. Homem distinto, poeta, viajante, filósofo nas horas vagas, dilettante e voluptuoso, este gentleman, nosso amigo, morreu. E eu, que o apreciei e tratei em vida e que pude julgar da pitoresca originalidade daquele espírito, tive a ideia de recolher a sua correspondência -- como se fez para Balzac, Madame de Sévigné, Proudhon, Abélard, Voltaire e outros imortais -- e publico-a ou desejo publicá-la na "Província". Fradique Mendes correspondia-se com toda a sorte de gentes várias, all sorts of men, como se diz na Bíblia desta terra. Ele escreve a poetas como Baudelaire, a homens de estado como Beaconsfield, a filósofos como S. Antero, e a elegantes como (não me lembra agora nenhum elegante a não ser o Barata Loura) e a personagens que não são nada disto, como o Fontes.

Eça de Queiroz a Oliveira Martins, em Brístol, 10/VI/1885. In Correspondência, 2.ª ed., Lello, Porto, p. 96., apud João Gaspar Simões, Vida e Obra de Eça de Queirós, 3.ª ed., Bertrand, Amadora, 1980, p. 612.

 Eça caricaturou assim o Fontes. Raphael Bordallo assim caricaturou ambos...Fontes Pereira de Mello por Raphael Bordallo Pinheiro



Escrito com Bic Laranja às 19:15
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Sábado, 30 de Agosto de 2014
Da cultura nacional



O Centro Nacional de Cultura tem uma certa... graça. Tem um blogo onde publica trabalhos seleccionados. Um excerto de um desses:

 Data de 1888 a inauguração do então chamado T[h]eatro da Avenida e esta designação refle[c]te a própria cronologia urbana, digamos assim: o teatro, inaugurado com uma comédia, constituiu o primeira [sic] edifício referencial de cultura, na recentíssima Avenida da Liberdade, que se ia construindo a partir da destruição do Passeio Publico [sic], dois anos antes. Mas esta circunstância acabou por não valorizar nem o edifício, nem a sua a[c]tividade cultural, sem embargo de época de maior destaque ou qualidade.
  O Teatro Avenida duraria até 1967: em 13 de Dezembro [sic], um incêndio deixou-o inoperacional, não obstante ter sobrevivido grande parte da estrutura da sala. Seria demolido a partir de 1970 (...)

Duarte Ivo Cruz, «Os mais antigos teatros de Lisboa -- VI. O Teatro Avenida», Blogo do C.N.C., 27/VIII/14.

 O que tem graça nem é a grafia de analfabetos, que não tem graça nenhuma; é o estilinho palavroso a arrimar ao erudito, mas oco; a informação concreta que se dele tira cabia em duas frases curtas: o Theatro da Avenida foi inaugurado em 1888 na novíssima Avenida da Liberdade. Ardeu em 1967 e foi demolido em 1970.
 O resto é nada, inflado de coisa nenhuma:

 Cultura nacional, meus senhores, como expelida pelo centro oficial da dita... Bom!... Norberto Araújo apenas soube dizer, do Theatro da Avenida, isto:

 Do lado nascente, no enfiamento do Salitre [Av. da Liberdade, 150], subsiste ainda [1939] o Teatro Avenida.
 O Teatro Avenida foi construído nuns terrenos que aqui possuía João Salgado Dias por inciativa dêste, ligado a Alexandre Mó, e a Ernesto Desforges. Inaugurou-se em 11 de Fevereiro de 1888 com as comédias «O Tio Torcato» em que entrou Taborda, e «De Herodes para Pilatos», com António Pedro.
 Esta casa de espectáculos -- que nunca caiu em cinema -- também está ligada à história do teatro português; foi o grande teatro de Sousa Bastos, e o palco de glória de Palmira Bastos, na mocidade.
 Não possue êste teatro, que alguns restauros sumários tem recebido, um maior interêsse artístico.

(Peregrinações em Lisboa, vol. XIV, 2.ª ed., Vega, 1993, p. 39.)

Ajuizai vós da fatuidade da cultura em cima e em baixo...

Theatro da Avenida, Lisboa (J. Benoliel, s.d.)

Fotografias: Theatro da Avenida, Lisboa. Perspectiva de cima Horácio de Novais, 1930, in B.A.F.C.G; perspectiva de baixo, Joshua Benoliel, [s.d.], in A.F.C.M.L.

(Revisto.)

Adenda: O Teatro Avenida de Lisboa.



Escrito com Bic Laranja às 23:05
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2014
Esta vida de turista!...

Segunda-feira, 7/VII

Concessão à imprensa

 Comprei o «Público». Eu ia com ideias ao «I», que é só uma letra, mais fácil de ler, portanto...
 A senhora comprou uma revista de modas fashion.



«Costume de bain». Journal des Dames et des Modes, 1912-14.

Tempo

 Tornámos à praia; ontem esteve fresco (23º) e encoberto; tornou o vento. O homem que devorava livros não está; o Lincoln não veio; o homem montanha não sei se se já foi... Figurantes incertos, como o vento. Continuemos mais uns dias...

Algarve (c) 2014

Caldas inicia o Verão

 Título em gordas na p. 13 do «Público». O «Público» empenham-se na ortografia, mas sintaxe o «Público» não sabem.

Decisão

 «Banco de Portugal vai passar a supervisionar o Banco Espírito Santo» -- outro título gordo, na p. 16) -- Acordaram agora.

«Procedural»

 O cronicão João Espada, a p. 43, divaga nisto e naquilo a despropósito de Sophia Andresen e mete-lhe uma «questão procedural» porque não sei quê. -- Onde raio cavou ele este «procedural» agora?! Deriva de quê? Que significa? -- Oscila a seguir a «questão procedural» em «posição procedural»; dá em espadeirar-nos assim com dois «procedurais» pelo preço, talvez, de um chic a valer. -- Eia, valente Espada! A Sorça esteja contigo!


Imagem d' A Mais Louca Odisseia no Espaço, em...

Quarta-feira, 9/VII

Dia d' «O Diabo»

 Outra concessão à imprensa. Descobri que «O Diabo» afinal chega à aldeia. Noutros tempos procurei-o em vão. Calhou agora que perguntei por ele e sim, haviam-no. Mas também calha que o atiram para a prateleira mais alta; precisava ter 2m de altura para o achar abaixo dos olhos. Tenho-o agora aqui na praia onde, sem vento, o posso desfrutar.



 Grande calmaria, hoje; água fria (18º); calor; ondas abaixo dos geolhos. O mar parece de leite, esplêndido para natacinhas.
 Nota-se que uma máquina alisou a areia esta manhã. Sente-se um cheiro, não é mar nem pinheiro, não sei que é. Imagino se deitam algum desinfectante na areia, estes alisadores da dicta... -- Artifícios de tourisme de massas?
 Não acho caras na praia. Ontem vimos o Saddam...


Algarve (c) 2014



Escrito com Bic Laranja às 19:20
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