Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016
Vocalinário de ignorança:

 (Diário de Lisboa, 30/7/1977) Há aí uma linguagem de novos calinas mais bem preparados de sempre que se repete e repete em reuniões, sem a qual não diríamos nada:

  • autepute
  • aiti
  • claude
  • cuéri
  • exéis
  • eze-ize
  • goulaive
  • iúzer expíriance
  • secrine chotes
  • táimingues
  • tu-bi (não é isto ofensivo?...)
  • uébe

Ou talvez grasnássemos

  • entregáveis (inspirado em deliverables, decerto)
  • muitos de vóssabem (melhor do que «muitos de vocêssabeis»)
  • prencípio
  • revisitar (por rever)
  • super prioritário
  • tròxemos

À atenção dos neo-calinas  iltecos, para irem compondo o Vocabulário de Mudança.

 

 

 



Escrito com Bic Laranja às 17:20
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Domingo, 25 de Setembro de 2016
Bica

Fernando Farinha, O Miúdo da Bica.
(1963)



Escrito com Bic Laranja às 22:05
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016
Sabe o que são Tados?

 Portugal foi o primeiro país do mundo a reconhecer a independência dos Tados Unidos da América [...]
Discurso do Presidente da República Portuguesa, Nova Jérsia, 21/IX/16.


image003.jpg
(Imagem da T.V.I.)



Escrito com Bic Laranja às 14:41
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Dia de Portugal™

 O hiperactivo de Belém não se conteve e ante a portuguesada de Nova Jérsia proclamou já, afectuosa, territorial e espiritualmente, que a bienal do 10 de Junho™ no estrangeiro passou a anual.

 Estaremos os dois juntos celebrando, em Portugal território físico e em Portugal território espiritual, fora do território físico, o 10 de Junho, «ano após ano».
(«Marcelo promete comemorar 10 de Junho fora do país ano após ano», in T.V.I. 24, 22/IX/2016.)


 Aguardo em jubilosa antecipação o anúncio de o bendito 10 de Junho™ se tornar semestral, com o conveniente patrocínio duma marca de refrigerantes qualquer ou dalguma multinacional de nomeada, até...
 Ou então que se realize em Luanda.

Duarte Bandeira, Gentil Marques. «Revista Turismo», n.º 7/8, 1964
(Duarte Bandeira, Gentil Marques. Revista Turismo: arte, paisagem e costumes de Portugal, IV Série, n.º 7/8, 1964.)



Escrito com Bic Laranja às 14:41
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Psicose vista à lupa

Diárioa d

Diário dum manicómio no alvorecer de Outono de 2016.



Escrito com Bic Laranja às 12:17
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Obstipação lexical

Na emissora nacional, um locutor de nicolaço disse «obstaculizar».

Artur Baptista da Silva Nicolau
Artur Baptista da Silva Nicolau...



Escrito com Bic Laranja às 11:50
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2016
Os perdigotos

 Disse «ingerência» sobre o anúncio dos 120 anos de Azeredo Perdigão, mas o que  emissora nacional cuspiu esta manhã foi «interferência». É fácil recordá-lo porque os perdigotos aos microfones da radiodifusão mais não foram do que a arenga do Minipreço enciclopédico dos nossos dias:

 Azeredo Perdigão não queria a interferência de Salazar na fundação e consegui essa independência, pois o Presidente do Conselho, que não gostava das suas opiniões políticas, também não duvidava do seu patriotismo e acreditava que ele defendia os interesses nacionais.
José de Azeredo Perdigão. In: Wikipaedia, a enciclopédia livre [na rede] (*). Florida: Wikime(r)dia Foundation, 2016, rev. 17/VI/2016. [Consult. 19/IX/16.]

 Não é preciso ser bedu para catar o recado: distância de Salazar e sua rendição necessária e incondicional às insofismáveis qualidades dum herói. É esta ordem de discurso que apascenta me(r)diàticamente as mentes livres (porque vazias) que depois enchem o aviário democrático. Os evangelistas desta catequese, se não forem ignorantes nem indigentes de todo hão-de ter lido um catecismo para eles insuspeito como Dicionário do Estado Novo dirigido pelo ilustre Fernando Rosas. E lá vem, preto no branco:

 Trabalha [Azeredo Perdigão] na redacção dos estatutos da Fundação com Marcello Caetano e Salazar. Por sugestão deste último, aceita presidir ao conselho de administração da Fundação Calouste Gulbenkian [...] Para além duma gestão financeira coroada de êxito, revelou-se extremamente hábil em resguardar a Fundação de interferências [cá está, mas...] do governo, para o que terá contribuído o seu relacionamento cordial com Salazar, bem como o apoio que expressou à política ultramarina do regime [...]
Pedro Aires Oliveira, «Perdigão, José Henrique de Azeredo», in Dicionário do Estado Novo, v. II, Venda Nova, Bertrand, 1996, pp. 714-715.

 Pois, mas nem com tão jeitoso catecismo. A livre e democrática censura procura omitir habilidosamente desde logo: 1) a acção do Presidente do Conselho e do Ministro da Presidência, nem mais; 2) cordialidade com Salazar e; 3) apoio à politica ultramarina. Qualquer delas desfaz um herói, por isso as calam. Como calam que foi Caeiro da Matta, ministro plenipotenciário de Portugal em Vichy, quem indicou o advogado Azeredo Perdigão a Calouste Gulbenkian logo em 1942, quando se soube que desejava ele instalar-se em Portugal. O ministro dos Estrangeiros era o próprio dr. Salazar...

 Azeredo Perdigão bem dispensaria ser recordado nos seus 120 anos às cavalitas dum frouxo resguardar a Fundação de interferências dum, afinal (mas este pormenor é sempre omitido), cordial Presidente do Conselho, cuja política ultramarina até apoiava. Como também teria dispensado (nova omissão) ser, ao depois de Abril e no fim da vida, rebaixado e afastado por lutas internas da presidência que aceitara por sugestão de Salazar (cf. Dic. cit. e v. sobretudo Marcello Caetano, Minhas Memórias de Salazar, 4.ª ed., Verbo, Lisboa, 2000, pp. 660-662 para melhor informação histórica).

 É das tais histórias antigas, borrifadas agora de interferências, com que nos empastelam certos perdigotos em frequência modulada.

Perdigão e Salazar.jpg
Azeredo Perdigão e Salazar,
[s.d.]
Arquivo da Gulbenkian, apud Observador.

________
(*) Enciclopédia livre na rede é bem caçada. Mas é que é mesmo.
(Revisto em 20 à uma e meia da tarde.)



Escrito com Bic Laranja às 23:25
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O perdigão

 Esta manhã mais um daqueles desconchavos na emissora nacional. Anunciaram os 120 anos de Azeredo Perdigão e as loas ao testamenteiro de Calouste Gulbenkian não podiam senão engrandecê-lo por conseguir evitar a (cito de memória) ingerência de Salazar no negócio da Fundação. E então puseram no ar esta gravação:

 A conduta do Dr. Salazar para connosco, foi duma absoluta e exemplar isenção. Somos por consequência devedores de facilidades e deferências que não têm preço.

 Ora, quem saiba ouvir (ou ler) o excerto há sem dúvida de saber interpretar uma isenção cuja consequência é um penhor de facilidades e deferências que não têm preço. O excerto havia de ser metido em contexto até porque segundo se pode ler no «Observador» dos 60 anos da Fundação…

[...] Azeredo Perdigão manteve sempre Salazar ao corrente do conteúdo final do testamento de Gulbenkian, por si formulado e reformulado. Em carta que lhe foi enviada semeou um facto mais do que apelativo: a sede da Fundação seria localizada em território português, para a qual reverteria “a maior parte da sua fortuna”. O que, acrescentou, constituiria «um acontecimento de verdadeiro interesse nacional».
(Nuno Santos, «Gulbenkian: um parto difícil com uma aliança improvável», Observador, 20/7/2016.)

 Mais. No mesmo artigo pode ler-se que a acumulação nos dez anos anteriores da fortuna de Gulbenkian se deveu ao facto de «residir em Portugal e não ter pago ao Estado Português um cêntimo [i.é, um tostão] de impostos».

 Rica não ingerência de Salazar, hem!

 Segundo sei (hei-de ver onde o li), logo que soube de se achar o Sr. Calouste Sarkis Gulbenkian em Portugal, tratou astutamente o dr. Salazar de mandar alguém ao seu encontro. Se foi ele que indicou o dr. Perdigão ou se lho indicaram, não me recorda agora. Conjecturo se não foi coisa arranjada hábil e subtilmente com os filhos da viúva — alguém me disse que Azeredo Perdigão foi maçon… — O caso foi que nos calhou uma Fundação de Direito português, dirigida por portugueses, muito mais por acção do que por omissão do governo do dr. Salazar. Mas como quem ficou por «dono» vitalício da Fundação foi quem foi e, como o dr. Salazar é hoje um vilão apetecido, o disparate é o que se vê.

 Uma última nota. A argúcia do dr. Salazar em todo este caso do rico sr. Gulbenkian e do seu fiel testamenteiro acha-se bem na história do seu comentário quando viu [a maqueta d'] o monumento [que comemora Gulbenkian] na sede da Fundação:
 — «Gulbenkian não ficou lá muito bem, mas o Perdigão ficou óptimo!...»
Corrijo:

 — «O Gulbenkian está bem, mas o Perdigão é que não está lá muito parecido!» (*)


Monumento a Gulbenkian, de mestre Leopoldo de Almeida), in C.M.L.



(*) Jaime Nogueira Pinto, António de Oliveira Salazar, 1.ª ed., [Lisboa], A Esfera dos Livros, 2007, p. 156.

(Revisto a ¼ para as 7 e às 25 para as 10.)



Escrito com Bic Laranja às 15:40
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
Não bastava ouvi-lo?

Napoleão. Busto de mármore (Lourenço Colombo, séc. XIX, in Christies)  Depois de cismar com alguém dizer não ter dinheiro nem contas em nome de amigos, o Sócrates convenceu-se agora de que também era consigo a ida do presidente da República ao D.C.I.A.P.. — como no D.C.I.A.P. se só tratasse de Sócrates; ou como o haver ali outro protagonista dos holofotes fosse só para o amesquinhar também...
  Não são, de há muito, a megalomania e o egocentrismo daquele um notório caso de perturbação? E de há muito que basta ouvi-lo.

 

Napoleão. Busto de mármore.
Lourenço Colombo, séc. XIX, in Christies.



Escrito com Bic Laranja às 13:00
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2016
Burricadas do jornalismo à beira-mar plantado

 Esta manhã o noticiarismo que temos dizia: «Há portugueses na explosão dum barco na Indonésia». Logo a seguir desdizia: «Não há portugueses na explosão etc.»
 Nesta livre e democrática pátria, o que vulgarmente designamos por jornalismo tem um umbigo do Minho a Timor (desde que não colida com o fâchismo). Nacionalista até às vísceras que até cheira mal.
 Uma explosão na Indonésia pode ser hoje notícia meramente em função dos portugueses atingidos nela. Claro que não havendo portugueses (um alívio) deixa de haver notícia (dois alívios). O noticiário seguinte e os outros a seguir, porém, repetem a não notícia de não haver notícia de portugueses numa explosão na Indonésia que, com tal, não é notícia. Parece que é jornalismo...

 Pois bem. Nas tubas do jornalismo nacional, além do nacionalismo do Minho a Timor (desde que não colida com o fâchismo), ressoa sobretudo a propaganda das centrais.
 Notícia breve (brevíssima) esta manhã era o aumento dos impostos indirectos — I.A., I.S.P., por aí. Durou uns segundos e logo ouvi um reconfortante corolário da rápida notícia: a promessa de apesar de tudo não vir a haver aumento da carga fiscal. Como burro a quem são servidas notícias de aumento de impostos sem aumento de carga fiscal dou-me por aliviado (terceiro alívio): a carga fiscal parece que não pesa, pois...

 Nova notícia, novo imposto sobre imóveis, a somar ao Imposto Municipal sobre Imóveis. Inteligências raras e primatas em geral concluiriam o óbvio: sobrecarga fiscal.
 Os burros não (mesmo que pesasse)...
 Os burros ouvem a demorada explicação da democrática Mortágua noticiário afora e aprendem. Todos os burros aprendem. Precisam é que lhes seja ensinado com mais tempo de antena. O tempo necessário. O tempo todo. Por quem os cavalga.

 Arre!

Isaac Israëlis, Burricada na praia (Rijksmuseum, c. 1898-1900)
Isaac Israëlis, Burricada na praia, 1898-90.
Óleo sobre tela, 51 x 70 cm. Rijksmuseum, Amesterdão.



Escrito com Bic Laranja às 16:45
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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2016
Menos que básico

 Na senda de ministros de excepção que cunharam oficialmente o verbo «excepcionar» no telecrioulo em gestação, o ministro que há meses zelava pela constitucional paneleiragem indiscriminação nos Pupilos do Exército cunhou hoje a «precaucional» interrupção do curso dos Comandos.
 Ou o seu fim (da interrupção «precaucional»).
 «Cuidadoso» e «cauteloso» devem pertencer já ao raro lote do latim sepultado pelo vocabulário básico de 30 palavras para o diploma de jornalista. Nos cursos de Verão da politicagem como nos gabinetes ministeriais o domínio lexical exigido é (vê-se) substancialmente menor. Menos que básico.


FullSizeRender.jpg
Ministro da Defesa «precaucional», S.I.C., 14/IX/16.



Escrito com Bic Laranja às 21:10
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2016
Eu não tenho contas bancárias em nome de amigos

 E como àparte disso sou saloio, jàmais terei o Pedro Marques Lopes por amigo... —  Espreitei o «facebook» do gajo e é cheio de estilo.

 

«Facebook» do Pedro Marques Lopes

 



Escrito com Bic Laranja às 12:01
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Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016
Estrada das Laranjeiras em 1963...

 Estrada das Laranjeiras em 1963 onde a Av. 28 de Maio (Av. das Forças Armadas) veio ligar a Sete Rios. Como se percebe, a fisionomia desta estrada não se pode nunca confundir com a daqueloutra...

Estr. das Laranjeiras, Sete Rios (A. Goulart, 1963)
Estr. das Laranjeiras, Lisboa, 1963.
Artur Goulart, in archivo photographico da C.M.L.

(Ligações em 13 às 10 10 para as 9.)



Escrito com Bic Laranja às 16:11
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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2016
A reinar com a tropa

 Acabei de ouvir a Felgueirinhas anunciar estrepitosamente que «há pilotos das Forças Armadas a ganhar milhares de euros no combate aos fogos» (Sexta às 9, Radiotelevisão Portuguesa, 9/9/16). Um escândalo, porquanto — é o que insinua a notícia — são das Forças Armadas. Sendo civis pouco interessaria a remuneração, ainda que houvesse de ser paga, como é, do erário.


Bombardeiro H.P.57 (?) Consolidated B-24 Liberator «Não faz Mal», Portugal, [1944-46 ?]

 No caso do treino dos Comandos outra vez a má imprensa: insinuam os noticiários a malvadez do treino militar. Pergunto-me: quanto desse treino não colide na falta de fibra? E a falta desta, quanta dela decorre da escassez de mancebos voluntários capazes para recrutar? A tropa não é simpática. Nunca foi. Os chamorros que enfileiram na politicagem mole temem-se duma Instituição Militar forte. Querem-na enfraquecida e domesticada, quando não extinta. Tropa de enfeitar; capitães da Abrilada ou salvadores de refugiados para missões fretes internacionalistas. E a imprensa que temos colabora bem é neste frete.
 Fosse isto ainda um país!...

Parada militar, Lisboa, [194...]
Parada militar, Lisboa, [194...]

Fotografias: A.N.T.T., Fundo d' «O Século», Joshua Benoliel, ...


(Revisto.)



Escrito com Bic Laranja às 21:15
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«Chaufeurs» de noticiário

 Já esta manhã ouvira na T.S.F., agora foi na S.I.C.: uma das vítimas mortais do infausto acidente ferroviário na Galiza foi o «motorista». Os jornalistas são assim: a linguagem atrapalha-os. Que incómodo!

 

Descarrilamento, Xabregas (J. Benoliel, 1914)
Descarrilamento de comboio à saída do túnel de Xabregas, Lisboa, 1914.
Foto atribuída a Joshua Benoliel, in colecção Ferreira da Cunha oferecida pela Sojornal, S.A., ao Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 20:35
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