Domingo, 31 de Dezembro de 2006
Praça do trauto?

 Fujo à crisma bárbara quando me refiro ao Terreiro do Paço, já aqui o disse; se a praça tem porte aristocrático o nome deve coadunar-se. Não é à toa que uma das maneiras de bem referir o governo é dizer o Terreiro do Paço. Soaria grotesco alguém pronunciar: a Praça do Comércio sobrepõe-se ao poder local. É pena que no terreiro após o terramoto nunca haja havido paço, mas da nobreza do terreiro faz prova a sua qualidade de cais real, antecâmara de honra para reis e rainhas, dignitários e chefes de Estado. Antes e depois de 1910.
 O Rei Venturoso edificou o paço da Ribeira por cima dos armazéns da Casa da Mina. Quanto a mim isso representa o domínio da dignidade sobre o trauto da mercadarya. E não consta que naquele tempo, quando o comércio de além-mar era sustento do reino, e sendo as casas da Mina e Índia plataforma logística [adoro estes nomes da moda!], alguém haja chamado ao lugar Praça do Trauto.



Escrito com Bic Laranja às 00:36
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Sábado, 30 de Dezembro de 2006
Balanços e votos

 Um balanço de 2006 é que o betão está de pedra e cal.
 Melhores votos para 2007 e seguintes é que todos tenhamos uma empresa de construção civil. E obras. Especialmente na Ota e na Castanheira do Ribatejo: assim poupa-se nas deslocações para depósito das terras movidas por causa do aeroporto (que pena a lezíria não ser mais perto).

Lego 612: camião basculante Lego 612: camião basculante Lego 612: camião basculante

 A quem cuida das gentes faço votos de boas colheitas pelo anúncio de empregos em plataformas logísticas em terras da Reserva Agrícola. 
 A bem da inclusão [adoro estes vocábulos da moda!] dos deslocalizados da Azambuja e do Ministério da Ingrícola...

  



Escrito com Bic Laranja às 13:07
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2006
A pau com os ursos

 Enquanto me sento aqui com uma manta nas pernas - que helada está esta casa! (*) - ouço na televisão que 2006 foi um dos anos mais quentes das últimas décadas. Gosto da veemência; gosto do rigor: não foi nem o mais quente, nem sei bem se últimas décadas dá para 20, 40 ou 80 anos. O facto assim afirmado com tanto rigor científico - percebo-lhe a intenção - substancia uma vez mais (ou substancia-se em) o que garantem 2500 cientistas dum painel da O.N.U. para as alterações climáticas.
 E esta ciência não pára. Constroem-se modelos climáticos a cavalo num histórico de medições só de algumas décadas quando nem capacidade há para previsões fidedignas além de... dias.
 - Portugal a não escapar ao aquecimento global - parece-me que é o que ouço papaguear como conclusão.
 Pois pudera! Se nem da Europa, que pode muito menos que o aquecimento global, conseguiu Portugal livrar-se, como ia agora fazê-lo de algo mundial global?!
 Quanto aos 2500 cientistas da O.N.U. não me admira que aqueçam o clima: sem calor será mais dificil aquecerem o tacho. Mas a quem mais interessará o aquecimento global? Aos ursos polares? Ao presidente Bush? É isso que não entendo!

 

Imagem em Amazon.com


(*) Patxi Andion - Palabras (1970)
 



Escrito com Bic Laranja às 20:43
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006
Andaluz: azimute inverso

O arco no horizonte estava bem à vista. Viemos pelo o azimute inverso.


Arco de Andaluz, Lisboa, c. 1900.
Fotografia: Alberto Carlos Lima, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..


[Que singular aquela casa com zimbório por cima do arco ainda lá existir...]



Escrito com Bic Laranja às 22:52
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Andaluz

Passei - passámos - por lá hoje...


Largo de Andaluz, Lisboa, c.1940.
Fotografia: Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 16:51
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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2006
A velhinha Rua do Arco do Cego

 Esta é uma imagem rara e preciosa do primeiro troço da velha Rua do Arco do Cego entre a Av. Duque de Ávila e a Av. António José de Almeida. Pense o benévolo leitor em parar à porta do Centro Comercial de São João de Deus; pouse o tripé e a máquina de Eduardo Portugal, aponte a objectiva para dentro do centro e foque para 1940.
 Cá está!

R. do Arco do Cego (E.Portugal, 1940)
Rua do Arco do Cego [vista S. desde o cruzamento da Av. Antº José de Almeida], Lisboa, 1940.
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

 Mas o que tinha esta rua de extradordinário? Provavelmente nada. Por isso não tenho encontrado sem trabalho descrições ou imagens dela.
 Aqueles prédios de rendimento à esquerda, pelo género, são dos anos 20, semelhantes a muitos em Arroios ou na Estefânia; em 1908 não figuraram no Levantamento da Planta de Lisboa (1). A rampa teria pouco mais de meia dúzia de anos quando Eduardo Portugal passou por ali com o Sol a pino num dia de Agosto de 1940; servia para nivelar o cruzamento com a novíssima Av. António José de Almeida (A) cuja cota ficou uns bons dois metros acima da velhina Rua do Arco do Cego.
 Com porte senhorial, a casa à direita (2) diante do moço que se debruça na grade é por certo uma das casas da quinta do conde de Sintra (áreas azul e cor-de-rosa); uma que ficava entre um jardim de buxo (3) (certamente já soterrado em 1940 pela António José de Almeida) e uma passagem (portão?) de acesso da dita quinta (4). As casas seguintes não tenho a certeza se eram da dita quinta do conde de Sintra; certo é que a segunda casa a contar do suposto portão (5) - a que se vê meia janela do primeiro sobrado - também dá ares de nobre; sabe-se pela planta topográfica de 1908 que possuía nas traseiras um jardim de buxo (6). Se uma delas seria a casa nobre da quinta do conde de Sintra é o que fico por saber.
 Como vedes, uma rua com prédios de rendimento e casas de quinta não merecia especial atenção na Lisboa de 1940. Extraordinária nesse longínquo ano foi a Exposição do Mundo Português; talvez fosse por ela que obtivemos uma bonita fotografia da Rua do Arco do Cego engalanada com bandeiras da fundação nas varandas; um festivo suspiro de glórias passadas duma rua sem história aparente, e já condenada.


Adenda:

 Com o que entretanto consegui colher, soube que a casa nobre do Conde de Sintra foi queimada durante a guerra civil (os proprietários eram miguelistas) e reconstruida numa versão em que as janelas eram arrendondadas ou ogivais e que acabaria por ficar junto ao famoso "sobe e desce" [...]. A família (que já saíra da antiga casa familiar, o hoje Ateneu, à R. dos Condes, vendida aos argentários Burnay) foi expropriada deste refúgio e saíu em 1934. Falta perguntar a quem sabe, se confirma a sua sugestão de identificação. Lá irei e cá virei; entretanto..bem haja!

Comentário de Je Maintiendrai em 26/12/06 às 11:26 PM


2ª adenda:

 Já voltei. A casa é mesmo, como aventou, a dos Condes de Sintra. No r/c uma porta entre três janelas e sete de sacada no 1.º. A travessa à esquerda era, de facto, a entrada para um beco com as casas de serviço e portão da quinta. [...] Como bem lembra, só falta espiolhar na "Lisboa de Lés-a-Lés"

Comentário de Je Maintiendrai em 27/12/06 às 11:32 PM



Escrito com Bic Laranja às 12:12
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Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2006
Uma caixa de bolachas

 Lá em casa tínhamos uma caixa de bolachas, daquelas em folha de lata, com o Terreiro do Paço na tampa. Havia mais bonecos à roda da caixa; julgo que eram pormenores barrocos do Terreiro do Paço, parece que detalhes da imagem da tampa, que eu achava muito, muito bonita.

Desfile, T. do Paço (J. Cyriaco, 1794)
Desfile de cortejo: vista imaginária do Terreiro do Paço
J.A Cyriaco, 1794
Óleo sobre tela, 450 x 940 mm, in Museu Nacional dos Coches.

 Poder passar lá no eléctrico tornava-se fantástico; o lugar real que eu via tão encantador na caixa das bolachas estava ao meu alcance. E contudo em lá passando, vendo as magníficas arcadas e as grandes janelas mai-los grossos torreões a rematar a praça à beira-rio, sentia dali algum desencanto. Eu não pressentia ali realeza. Intrigava-me como podia a imagem da caixa das bolachas transmitir um encanto de realeza e ao depois o terreiro verdadeiro não no ter. Ingenuamente - teria eu uns 4 ou 5 anos - ocorria-me que podia ser por a imagem da caixa de bolachas retratar o tempo dos reis. Na realidade não havia rei...

P. Comércio, Lisboa (E.Santos)
Gravura colorida, séc. XVIII, 410 x 825 mm
Projecto para a Praça do Comércio atribuído a Eugénio dos Santos.

 Pouco tempo após deslindei o caso: o Terreiro do Paço na realidade estava inacabado; faltavam-lhe as cúpulas nos torreões e a torre sineira no cimo do arco triunfal como na caixa de bolachas.
 Mas ainda assim, sobretudo faltava-lhe ser paço.



Escrito com Bic Laranja às 12:04
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Domingo, 24 de Dezembro de 2006
Festas Felizes

Um saltinho à quinta do Conde de Sintra e um passeio no Chao Phrya em bergantim real (cortesia do confrade das Combustões), eis-me que torno à Guerra Junqueiro:

- FELIZ NATAL A TODOS!


Av. Guerra Junqueiro, Lisboa (A.Serôdio, 1959)
Armando Serôdio, 1959 (ainda a expensas da Câmara Municipal de Lisboa).



Escrito com Bic Laranja às 07:23
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Sábado, 23 de Dezembro de 2006
Quintas do Arco do Cego

 O confrade Je Maintiendrai lançou-me na esplanada da Mexicana um interessante e honroso desafio: investigar o velho Arco do Cego, com especial incidência numa velha quinta com casa nobre, ali onde é hoje a Casa da Moeda; o fito era afixar cá na parede do blogo alguma fotografia da tal quinta. Temo sinceramente que o objectivo fique aquém... Mas vamos por partes.


 O Arco do Cego em três planos: O Instituto Superior Técnico; um troço da Rua do Arco do Cego que já não existe; a Carris e os restos das quintas, terras onde hoje estão os quarteirões da Casa da Moeda até à Av. Elias Garcia.


Vista Geral do Arco do Cego, Lisboa, c. 1930.
(O Livro de Lisboa, Livros Horizonte, 1994.)



Planta Topográfica de Lisboa, Arquivo do Arco do Cego , C.M.L., (plantas 10L e 11L,1906-1908).

 Na planta acima há quatro vias principais correndo mais ou menos de S. para N.: da esquerda para a direita temos a Av. Cinco de Outubro, a Av. da República (mais larga), a Av. dos Defensores de Chaves e a velha Rua do Arco do Cego (menos regular); de N para S vemos sucessivamente a Barbosa do Bocage, a Elias Garcia, a Visconde de Valmor, a Miguel Bombarda e, no encontro com a Defensores de Chaves ainda vemos a João Crisóstomo.
 A velha Rua do Arco do Cego corria para NNO desde o ponto de encontro da Av. Rovisco Pais com a Duque de Ávila. Corria sensivelmente pelo que são hoje os logradouros dos quarteirões orientais da R. de Dona Filipa de Vilhena. Sobrevive ainda o troço entre esta e o Campo Pequeno. No lado ocidental da dita Rua do Arco do Cego podem identificar-se na Planta Topográfica de Lisboa três quintas: a Quinta do Chora ou do conde Sintra (azul); a Quinta da Brasileira (amarelo); e a Quinta dos condes das Galveias (verde). Destas, a que interessa aqui é primeira. A dúvida agora é saber naquela fiada de casas adjacentes (rosa) identificar a casa nobre da quinta. Para ajudar há lá dois jardins de buxo.
 O problema é que naquela fotografia lá mais acima - onde se vê a terraplanagem da Av. António José de Almeida através da nossa quinta a caminho da Miguel Bombarda - já não sobrava muita casa de pé...



Escrito com Bic Laranja às 14:15
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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2006
A Mexicana

 O toldo que se vê na Av. Guerra Junqueiro não é da Mexicana; é duma loja que lá houve antes. O que era não sei. Uma mercearia, uma leitaria, talvez uma garrafeira...? Quem souber que me confirme os alvitres.

Av. Guerra Junqueiro, Lisboa (A.Passaporte, c. 1950)
Av. Guerra Junqueiro, Lisboa, [c. 1950].
António Passaporte, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

 Fico sabendo que o programa curricular do em boa hora retornado Manuel (Mexicana I, Mexicana II, Mexicana Descritiva, Comida e Bebida) é dalguma reforma do ensino posterior a 62; é o que depreendo da datação da fotografia de Vasques, ali mais abaixo.
 Em tempos frequentei a Mexicana mas não passei nenhuma das cadeiras mencionadas. A escola era outra, mais atrasada, embora depois houvesse algumas cadeiras feitas na Sul América!...
 Há bastante que lá não vou. A ambas.


Pastelaria Mexicana, Lisboa (Vasques, post 1962)
Pastelaria Mexicana, Lisboa, post 1962.
Fotografia de Vasques in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 12:27
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Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006
Galeão Trindade

 Ando aqui há tempo com ela fisgada para falar de duas cousas mas outros afazeres (calhando é falta de arte) me têm tolhido o intento. Uma é a Nossa Senhora da Rocha e o vale do Jamor e a outra é Goa. Deixando agora o primeiro, pego ao de leve na sede do nosso Estado da Índia.
 Fez há dias 45 anos da invasão de Goa Damão e Diu e talvez por isso tenham dado há pedaço um documentário sobre ele no canal da R.T.P. Memória. Da bravura dos nossos em tão agrestes e ingratas circunstâncias, estou convicto, não se envergonharia Albuquerque. Mas confesso que não estou nada à vontade no tema. Afortunadamente há gente quem sabe e nos lembra o que se passou e tem passado...
 Há quase 500 anos assentou o grande Afonso de Albuquerque de acometer a cidade de Goa. Conquistando-a uma primeira vez viu-se obrigado a retirar. Achando-se mal julgado por deixá-la acometeu-a segunda vez e tomou-a aos Turcos pelas armas: um dos seus capitães, «Manuel de Lacerda, que andava [ferido] com uma setada polo rosto, em entrando pela porta encontrou-se com hum Turco de cavallo, e matou-o, e subio-se no cavallo, e foi seguindo a vitoria [...] Quando o elle vio [Afonso de Albuquerque] com as armas todas tintas de sangue, abraçou-o, e disse-lhe: Senhor Manuel de Lacerda, confesso-vos que vos hei grande inveja, e assim vo-la houvera o grande Alexandre se aqui estivera [...] » (Comentários do Grande Afonso de Albuquerque, parte III, cap. III).
 Foi no dia de Santa Catarina de 1510. Uma das velas da frota da conquista de Goa é este magnífico galeão Trindade. Logo depois seguiu a frota para Malaca...

Galeão Trindade (T.Gomes)
Telmo Gomes, Galeão Trindade
(Navios Portugueses do Oriente: Século XVI, Inapa, 1999)



Escrito com Bic Laranja às 23:58
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Av. Guerra Junqueiro

 Aos meus bons amigos Fernando C. e Pedro Oliveira que comentaram o Posto 6 de maneiras distintas, remetendo porém ambos para a Av. Guerra Junqueiro: a entrada do Posto 6 da Caixa adivinha-se mais do que se percebe, logo após a esquina, sensivelmente diante do autocarro de 2 pisos; a Mexicana, topa-se-lhe o toldo à esquerda de quem começa a descer a Guerra Junqueiro; se já se chamava Mexicana desconheço.
 O postal é de 1959 (possivelmente tirado do alto do Ministério das Corporações em construção); a edição é de António Passaporte.
 Notai que nesta altura já os arruamentos laterais da Manuel da Maia haviam sido modificados em passeios e estacionamento.E a tabuleta do Restaurante Portugal parece-me que também... (cf. Posto 6).
Av. Guerra Junqueiro e Manuel da  Maia (A.Passaporte, 1959)



Escrito com Bic Laranja às 00:08
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Terça-feira, 19 de Dezembro de 2006
Posto 6

 Do Restaurante Portugal não me lembro. Recorda-me, sim, de haver ali um balcão do Banco Nacional Ultramarino. No primeiro andar, disse o meu irmão, era o posto 6 da Caixa; diz que fomos lá algumas vezes com a mãe, mas não me consigo lembrar.

Av. Manuel da Maia, Lisboa (A. Passaporte, anos 50)
Vista parcial sobre a Praça de Londres e Avenida Manuel da Maia,  Lisboa, anos 50.
Fotografia de António Passaporte  in  Arquivo fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 23:21
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Estrada da Carapuça

Ou Rua Nova dos Bombeiros.
Ou Av. dos Bombeiros Voluntários.

Estr. da Carapuça, Algés (E. Portugal, 1941)
Estrada da Carapuça e ribeira de Algés, 1941.
Fotografia de Eduardo Portugal in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 17:48
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A Tasca do Confrade

Tasca do Confrade, Aveiro © 2006 Por via dum pecadilho, deu-me para pôr aqui no blogo um Piranesi. Dei-me depois conta que o confrade Je Maintiendrai nos brindara com mais três, magníficos, retirados dum guia piranésico de Roma, que generosamente nos depositou na mão esquerda. Não contente, deixou-nos ainda um guia gastronómico na direita.
 Sabe quem sabe!







Escrito com Bic Laranja às 08:55
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006
Concurso maravilha (mais um)

 Interrogo-me se esta maravilha se não irá apresentar a concurso... com um grãozinho na asa.


Torre dos Clérigos, Porto (E.Casanova, c. 1890)



Escrito com Bic Laranja às 16:04
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Domingo, 17 de Dezembro de 2006
Piranesi

Acho que ninguém notou: fui espreitar as prendas de Natal da srª D. Emília.
Espero que o Piranesi seja para o meu Menino Jesus!...


Templo de Saturno e Arco de Septímio Severo.
João Baptista Piranesi (1720-1778).



Escrito com Bic Laranja às 13:40
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Sábado, 16 de Dezembro de 2006
Quitoso

 O príncipe regente, futuro D. João VI, embarcara com a sua corte para o Brasil em 27 de Novembro de 1807. Pelo dia de hoje há 199 anos consta que já andariam todos com um camadão de piolhos (1).

Embraque do Príncipe Regente (il. C. Alberto) 
Ilustração: Carlos Alberto in História de Portugal, 13ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, [s.l.], 1968.


(1) Patrick Wilcken, O Império à Deriva: a corte portuguesa no Rio de Janeiro 1808-1821, Porto, Civilização, 2004, p. 52 e ss.

Escrito com Bic Laranja às 18:29
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