Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
Paisagem (bem) humanizada

Sendo que havia pouca gente, havia todavia de haver alguma que ficasse no retrato.
Diante da Casa da Moeda quando as árvores eram pouco crescidas.

Av. Miguel Bombarda, Lisboa (A. Ferrari, anos 40)
Av. Miguel Bombarda, Lisboa, anos 40.
Amadeu Ferrari, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 12:55
Verbete | Comentar | Comentários (8)

Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
Animação



Escrito com Bic Laranja às 07:27
Verbete | Comentar | Comentários (8)

Sábado, 26 de Abril de 2008
Estrada Militar: perspectiva vedada

Começaram as terraplanagens para a C.R.I.L. na antiga quinta das Pedralvas. O chão donde foi colhida esta perspectiva foi já vedado.


Estrada Militar da Circunvalação, Quinta das Pedralvas, 2008.



Escrito com Bic Laranja às 17:18
Verbete | Comentar | Comentários (4)

Estr. Militar: lugar do antigo cruzamento com a Estr. dos Salgados

 Isto é conjectura minha.
 A Estrada dos Salgados cuido que partia defronte do cemitério de Benfica e seguia na direcção do lugar da Porcalhota. O seu troço inicial acompanhava o muro do cemitério e logo adiante cruzava a Estrada Militar. Neste velho troço não se levantaram prédios salvo o que se vê esventrado na segunda imagem; continua desimpedido e serve ainda de caminho às pessoas mas são hoje terras sem nome nas traseiras dos prédios das redondezas. O cruzamento com a estrada Militar faz-se agora no prolongamento da velha Calçada do Tojal, que é um tanto desviado.

Terras da Estr. dos Salgados, Lisboa (c) 2008
Estrada dos Salgados, Benfica, 2008.


Estr. Militar, Benfica (c) 2008
Estr. Militar no lugar do antigo cruzamento com a Estr. dos Salgados, Benfica, 2008.



Escrito com Bic Laranja às 16:56
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Estrada Militar da Circunvalação
Estrada Militar, Lisboa (c) L. Gonçalves 2008
Estrada Militar da Circunvalação, Pontinha-Benfica, 2008.
(c) Luísa Gonçalves


Escrito com Bic Laranja às 16:37
Verbete | Comentar | Comentários (9)

Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
1.ª travessia

 Ora cá temos: a 1ª travessia 25 de Abril na Ponte Salazar.

Ponte 25 de Abril, mudança de nome (E.Gageiro, 1975)
Ponte 25 de Abril Salazar, mudança de nome usurpação da obra, Lisboa, 1975.
Eduardo Gageiro, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 07:05
Verbete | Comentar | Comentários (12)

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
A casa


Rodrigo Leão - A casa
(Voz: Adriana Calcanhotto; teledisco: José F. Pinheiro)
</font>



Escrito com Bic Laranja às 20:46
Verbete | Comentar | Comentários (8)

Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Abaixo de cão

 Há muito tempo, já não sei quem foi que me disse não dever dar-se aos cães nomes com mais do que duas sílabas. Que não sendo os cães propriamente bichos estúpidos, eles não tinham entendimento bastante para assimilar e responder à chamada por nomes mais extensos. Não sei se é verdade ou não, mas cuido não ser destituído de senso. -- Já menos senso noto aos humanos que ultimamente deram em pôr nomes próprios de pessoas aos seus cães...
 Mas, medindo bem, isto não é afinal destituído de todo o senso: esta moderna raça de humanos é certamente incapaz de apreender marcas comerciais com nomes extensos. Daí assobiarem-lhes agora os publicitários com monossílabos Zons e Meos. Abaixo de cão, portanto.

Turistas em rebanho, Lisboa (c) 2008
Humanos em rebanho, Belém, 2008.



Escrito com Bic Laranja às 23:35
Verbete | Comentar | Comentários (15)

Domingo, 20 de Abril de 2008
Semana de 25


Banda do Samouco - Nerva O Gato Montês



Escrito com Bic Laranja às 23:53
Verbete | Comentar | Comentários (6)

Sábado, 19 de Abril de 2008
Av. António Maria de Avelar

 Não sei já onde li que as avenidas novas (ou calhando foi sobre a Av. da Liberdade, já não sei, mas dá no mesmo) exibiam uma arquitectura de marcado mau gosto burguês, sem requinte, exuberante e pretensioso. Isto a par de prédios de rendimento, banais e sem graça. Pois onde quer que tenha lido isto, quem me dera que o autor visse o grotesco das avenidas novas agora.

Av. Ant.º Maria Avelar (5 de Outubro), Lisboa (Col. E. Portugal, c. 1900)
Av. António Maria de Avelar (vulgarmente dita de Cinco de Outubro), Lisboa, c. 1900.
Autor desconhecido, in Colecção de Eduardo Portugal, Arquivo Fotográfico da C.M.L..

 

 

 Sobre os prédios de rendimento é uma pena que não se recuperem mais e que haja muita gente a morar neles, em lugar de engarrafar com carros as estradas dos arrabaldes.

Zona rural antes da Av. 5 de Outubro, Lisboa (J. Benoliel)
Estrada rural e mercado dos gados antes da abertura do último troço da Av. Cinco de Outubro, Lisboa, [ant. 1932].
Joshua Benoliel, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 14:14
Verbete | Comentar | Comentários (17)

Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
Eléctrico 8

Praceta no Areeiro.
No dia 16 de Dezembro de 1940 (2ª feira) foi alterado o percurso dos eléctricos no Areeiro, passando o término do eléctrico 8 a fazer-se na nova praceta.

Areeiro, Lisboa (E.Portugal, 1945)
Praça do Areeiro, Lisboa, 1945.
Eduardo Portugal in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 21:15
Verbete | Comentar | Comentários (12)

Chelas

 Chelas. A linha de cintura a caminho de Marvila, à beira da ponte sobre a Estrada de Chelas. No vale o que resta da Horta da D. Margarida, uma quinta a que pertenceria aquela casa de bom porte em ruínas, talvez.
 Pouco abaixo da meia encosta vai a Estrada de Cima de Chelas, mas percebe-se mal.
 Na linha de cumeada passa a Azinhaga da Salgada cujo nome advém da Quinta da Salgada aonde ia dar e que ficava para lá do monte. Não garanto, mas aquele casarão maior sem telhado entre as grandes palmeiras dá impressão que era a habitação da quinta. A sua parte rural há 10 ou 15 anos que foi urbanizada para realojamento. - O nome de bairro dos alfinetes, duma outra azinhaga mais a poente [nascente], sobrepôs-se-lhe, creio. 
 Pois esta Azinhaga da Salgada parte da Azinhaga da Bruxa, mais a sul, que por sua vez parte da Rua Direita de Marvila mais ou menos ao cimo da Calçada do Grilo. Tudo isto de que vos falo está destinado a dar em amarrações da nova ponte, se é que se pode dizer assim.

 

Chelas © 2007
Chelas, Lisboa, 2007.



Escrito com Bic Laranja às 06:45
Verbete | Comentar | Comentários (13)

Terça-feira, 15 de Abril de 2008
Típico alfacinha 'especialista comunitário' (*) neogeracional

Com um ar mais "especialista comunitário" possível, disparo na direcção do vendedor:
- Ó chefe, esta alface é coisa para ter que preço?
- É coisa para estar aí sossegadinha sem preço nenhum. Então não estás a ver que isso é um repolho, porra?!


No Pipàterra (que recebe parabéns por estes dias).

Praça da Picheleira (A. Serôdio, 1972)
Inauguração do Mercado da Picheleira, Lisboa, 1972.
Armando Serôdio, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

 


(*) Ignoro o que seja um especialista comunitário. Cuido que possa ser chico-esperto...


Escrito com Bic Laranja às 07:45
Verbete | Comentar | Comentários (20)

Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Os 180 milhões

Urtigão- "Cê já falou com o teu pai? Olha, então vai lhe chamar!"
 Alguém me responda se os 4 ou 5 milhões de brasileiros que não gorgolejam crioulo deste género pretendem algum dia explicar aos restantes porque cuja razão o nome da terra que habitam não se identifica com o nome da língua que oficialmente se lá fala.
 Quando todos perceberem o que é identidade podem vir cá falar-me de quantidade.

 

Imagem em ...



Escrito com Bic Laranja às 12:45
Verbete | Comentar | Comentários (10)

Domingo, 13 de Abril de 2008
Variedades: música sertaneja


Creedence Clearwater Revival - Down On the Corner

 



Escrito com Bic Laranja às 22:29
Verbete | Comentar | Comentários (8)

"Tuning"

 O botão de sintonia de postos de rádio ganhou um sentido socialmente muito extravagante. Como em muito desse 'progresso', que empece o trânsito na cidade, noto mais uma vez a democratização do mau gosto.

Telefonia Becker Europa II
Becker Europa II Stereo em Black Forest LLC.

 


"Le Freak"

 

 


Chic - Le Freak
(1978)


Escrito com Bic Laranja às 13:09
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Respirar fundo

Av. da Igreja, Lisboa (H.Novais, c. 1951)
Av. da Igreja, Lisboa, c. 1951.
Horácio de Novais, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 00:07
Verbete | Comentar | Comentários (8)

Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
O Acordo de 45 e o que deve ou não pronunciar-se

 No Brasil o debate sobre uma língua brasileira andava em voga nos anos 30. Alguns brasileiros complexados do passado português e com necessidade de afirmação (sempre, só e repetidamente feita pela via anti-portuguesa) promoviam esse debate que mais não era que um sintoma daquilo que ainda hoje se dá no Brasil: uma ânsia irreprimível de se sobrepor a Portugal como matriz do Português, alicerçada na ilusória convicção duma superior tradição brasileira do Português. Isto nos anos 30. Como se o desvio fosse a norma. Como se o enxerto fosse a raiz. Como se a enxertia não tivesse já dado numa ladainha de crioulos sem o influxo contínuo de portugueses desde o séc. XVI até c. 1950.
 Pois o que vejo hoje é aquela mesma ânsia brasileira avolumada pela cobiça do Ultramar português - uma passarada que se cuida no Brasil poder ir comer à mão - para finalmente imperar sobre o idioma. A prova é o subterfúgio dos insignificantes Pá Lopes arregimentados pelo Brasil para conseguir exportar a sua ortografia. E se o conseguem deste modo tão descarado é porque os tristes apagados e vis basbaques que governam Portugal ou se não dão conta - e é impossível que alguém seja assim tão estúpido - ou contam colher no Brasil mais que umas consoantes... (Empreendorismo na tropicália dava um bom título para isto.)
 Pois triste espectáculo este que é ver ínfimos arquipélagos atlânticos ditarem a escrita do idioma a Portugal, que os povoou. Quem sabe é pela demissionária metrópole os ter deixado à sua sorte sem razão nem guerra em 74. Porém pouco me serve de consolo que com isto Abril esteja na calha para vir a ser grafado com letra pequena. A verdade é que este agachar dos madraços de 74 é custoso e humilhante. Só de pensar que nem para cobrir a oferta do Brasil se mexeram?! (Lá está: empreendedorismo na tropicália dava um bom título para isto...)
 E ao depois caramba! Tanta coisa que estes indigentes liquidatários de pátrias copiam lá de fora e nem um único bom exemplo lhes trespassa as caveiras? Tudo o que ensinam é mesquinho: Portugal é pequeno; Portugal é pobre; Portugal é periférico, Portugal é o Calimero... Isto ao mesmo tempo que me vendem livros de pense positivo e conseguirá todos os êxitos e mais algum.
 Onde é que a Inglaterra alguma vez discutiu a sua grafia?...
 Ele há níveis a que se não deve descer. Não será preciso ser sábio e inteligente para perceber quem genuinamente escreve o Inglês; quem não tenha jeito rabiscará metade das letras e passará o resto como os indigentes (v. doughnut e donut). O mesmo com o vinho do Porto e o vinho do Porto produzido na Califórnia.
 Bom! O azedume já vai longo e o que eu ia dizer era afinal que em 1943 Portugal acedeu a negociar as bases da ortografia do seu idioma com o Brasil. O objectivo de uma unificação gráfica era arrojado e Portugal agiu de boa fé; e obteve-a dos negociadores brasileiros que vieram a Lisboa, honra lhes seja feita. Uma razoável condição quanto à ortografia unificada foi tida por todos como boa: quando os portugueses ou os brasileiros pronunciassem alguma consoante ela dever-se-ia sempre grafar. A bem da prosódia de quem na pronunciasse. Os outros escreveriam essas letras ditas mudas, tal como os 'hh', sem nas dizer. Desta forma o Acordo de 45 reintroduziu na escrita de Portugal o 'c' de aspecto e o 'p' de corrupção, (pronunciados à época só pelos brasileiros).
 O resultado foi 1) o Brasil nunca cumpriu o Acordo e 2) corrupção passou a pronunciar-se em Portugal com todas as letras...

 

Ilustração de Carlos Alberto Santos in Tabacaria.



Escrito com Bic Laranja às 12:00
Verbete | Comentar | Comentários (16)

Quinta-feira, 10 de Abril de 2008
Agora vamos lá repetir 100 vezes

 

         

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.

P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.
P.J.


Srs. locutores e jornalistas: soou-vos bem o resultado?



Escrito com Bic Laranja às 20:00
Verbete | Comentar | Comentários (6)

Quarta-feira, 9 de Abril de 2008
Quadratura do circo

Àquele ex-ministro que não sabe conjugar o verbo haver também foi pedida opinião sobre o acordo ortográfico.



Fernão Doliveira, Grammatica da lingoagem portuguesa (1536).



Escrito com Bic Laranja às 11:58
Verbete | Comentar | Comentários (8)

Março 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9

12
15
17

19
20
21
23
24
25

26
27
28
29
30
31


Visitante

Contador
Selo de garantia
Pesquisar
 
Ligações

Adamastor (O)
Apartado 53
Arquivo Digital 7cv
Bic Cristal
Blog[o] de Cheiros
Caminhos de Ferro Vale Fumaça
Carmo e a Trindade (O)
Chove
Cidade Surpreendente (A)
Corta-Fitas(pub)
Delito de Opinião
Dragoscópio
Eléctricos
Espectador Portuguez (O)
Estado Sentido
Eternas Saudades do Futuro
Fadocravo
Firefox contra o Acordo Ortográfico
H Gasolim Ultramarino
Ilustração Portuguesa
Lisboa
Lisboa de Antigamente
Lisboa Desaparecida
Menina Marota
Mercado de Bem-Fica
Meu Alpendre (O) (pub)
Meu Bazar de Ideias
Paixão por Lisboa
Palaurossaurus Rex
Pena e Espada(pub)
Pequena Alface (Da)
Perspectivas(pub)
Pombalinho
Porta da Loja
Porto e não só (Do)
Portugal em Postais Antigos(pub)
Retalhos de Bem-Fica
Restos de Colecção
Rio das Maçãs(pub)
Ruas de Lisboa com Alguma História
Ruinarte(pub)
Santa Nostalgia
Terra das Vacas (Na)
Ultramar

Arquivo

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

RSS
----