Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Paço de Arcos
fotografia.JPG

E.N. 6-5, Paço de Arcos, 1957. Arquivo da Ordem dos Arquitectos, PT-OA-IARP-LSB-OER05-001.

Escrito com Bic Laranja às 21:34
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Contra a urticária ortográfica...

« Quanto ao a ortografia não é mais do que a aparência da língua, a sua pele, a metáfora de [Edite] Estrela (1993) e de Estrela, Leitão & Soares (2011) falha o objectivo pretendido (alegar que a ortografia é aparência da língua, tal como a pele é aparência do corpo), pois o elemento pele não é aparência, é essência. A pele, além de contracenar com o fígado na saga qual é o maior órgão do corpo humano?, é protectora do organismo contra agressões externas e reguladora da temperatura do corpo, impede a desidratação e desempenha um papel crucial no recurso a um dos dois sentidos afectados pelo A.O. 90: o tacto português.»

Francisco Miguel Valada, «Dermatologia e resistência silenciosa», in Público, 29/II/12.

Contra a passivividade bovina...

« Ao ler o editorial d’ A Bola de 31/12/2011, recordei-me de Marx in Soho, peça de Howard Zinn, em que Karl Marx regressa do Além, para nos explicar aquilo que pensa. Sem intermediários. A páginas tantas, Marx vagueia pelas ocorrências posteriores à captura de Napoleão III. As tropas de Bismarck invadem Paris e a recepção que obtêm é mais devastadora do que violência e ira da população. As estátuas estão envoltas em panos negros e há uma imensa, invisível e silenciosa resistência. Perante este cenário, as tropas partem, temendo essa resistência. Silenciosa. Provavelmente, o director d’ A Bola assistiu à peça e pensou que, através da silenciosa resistência nela reflectida, obteria os mesmos resultados. No editorial de 31/12/2011, lê-se o seguinte: A partir da sua próxima edição (2 de Janeiro), primeira do ano de 2012, A Bola adere ao acordo ortográfico. Para trás fica um tempo de silenciosa resistência a um acordo do qual profundamente discordamos. Foi efectivamente silenciosa. Nem chegou aos calcanhares duma consoante não pronunciada. Não fixou nada, não teve qualquer importância e ninguém deu por ela. Foi profunda. Só nos apercebemos que existia no dia da capitulação. Como se sabe, a silenciosa resistência de Vítor Serpa produziu frutos: o A.O. 90 instalou-se na redacção d’ A Bola e estendeu-se num pachorrento sofá, charutandotriunfalmente. Num país europeu em que todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente aquilo que pensam pela palavra, o director dum jornal com tiragem de 120 mil exemplares preferiu respeitar votos de silêncio e quebrá-los apenas no momento da rendição. Eis um exemplo a não seguir.»

Id. Ibid.

... Assine a Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico!

Francisco Miguel Valada, «Dermatologia e resistência silenciosa», in Público, 29/II/12. 



Escrito com Bic Laranja às 12:12
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
Duma certa linguagem...

 Em três comentários que deixei no blogo do Cachimbo de Magritte dois levavam o vernáculo «paneleiragem». O verbete era sobre paneleiragem, portanto... Mas eles lá no Cachimbo dizem «gay». Os meus dois comentários que metiam «paneleiragem» (salvo seja) ficaram por publicar. Provavelmente não interessariam muito e nem eu me lembra o que foi que neles disse (*); ficou-me só que escrevi neles o palavrão «paneleiragem» e cuido que por ele — pelo palavrão — não mos hajam publicados. Os do Cachimbo de Magritte não toleram linguagem desbragada e eu concordo: não é léxico autorizado.
 Um termo tão rude como «paneleiro», mas calão esquecido na voz corrente, é «fanchono». — Raul Brandão, lembro-me eu, usou-o nas «Memórias». António Ferreira diz que também (cf. verbete original), há séculos, na comédia «Bristo» dedicada ao infante D. João, pai de el-rei D. Sebastião. De caminho entre ambos não há-de ter falhado a Bocage, estou certo. — Ora a «paneleiro» não conheço pergaminhos de belas-letras que lhe valham. E «fanchono», por ignorado completamente ou por alcatruzado às belas-letras por autores de nomeada, é claro que teria passado no crivo do moderador do Cachimbo sem ninguém lhe sentir a depreciativa rudeza. Tal e qual — somado que é novidade lexical vinda lá de fora, elegância sempre encantadora —, poucos hodiernos detectam a torpeza do «gay». Em todo caso este género de linguajar obscurantista cedo recupera carga pejorativa; o blogo das «Perspectivas» usa amiúde o mestiçado «gayzismo» como extensão semântica da coisa: da paneleiragem, isto é. O significado não se desvia por lhe mudarmos o significante, só a percepção daquele pode às vezes ser mitigada. Mas inevitavelmente a realidade torna e não despega. Por mais que dobremos a língua, paneleiragem é... paneleiragem, desde os tempos bíblicos de Sodoma. Havia de ser agora que, com um arco-íris de significantes, a realidade se desviava de o ser? O que passávamos bem era sem ela assim, chibante, na Av. da Liberdade.

... E doutras narrativas que moldam

(Prima para ler.)

Malheiros, «Léxico autorizado» («Público», 28/2/2012)
(«Público», 28/2/2012.)


(*) Deve ter sido o que está à vista, perdoe-se-me a sinceridade: o que a paneleiragem quere é chegar aos meninos.



Escrito com Bic Laranja às 21:01
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Amplo vale, Lisboa

 Vista ampla através das quintas do Saraiva (ou da Cerca; ou dos Merceeiros), da Ladeira (ou do Sabido), do Fole, da Viscondessa de Vale de Sobreda, do monte do Coxo e por aí adiante (digo-as de cor e espero não me enganar, mas isto agora, passados tantos anos não é fácil, haveis de compreender). O horizonte do amplo vale é fechado pelo alto do Pina (à direita) e pelo casal Vistoso, ao Areeiro (à esquerda).
 O comício é no preciso lugar do primeiro quarteirão da Rua Pascoal de Melo, n.ºs 2-8, entre a Francisco Sanches e a Almirante Reis. Vedes onde os cachopos trepam por uma prancha de madeira? O lado de baixo é o leito do que veio a ser a Pascoal de Melo; as terras removidas devem ter servido para aterrar a sua continuação através do vale da Rua de Arroios.


Comício republicano, Arroios, 1907 (A.F.C.M.L.)
Comício republicano, Lisboa, 1907.
Arquivo Fotográfico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 17:45
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Rua da Alfândega


Demolição dos anexos da alfândega por detrás do ministério das finanças. Estas demolições e as das casas entre a Rua da Alfândega e a dos Bacalhoeiros deram a confusão deste lugar com o Campo das Cebolas, que é mas a Leste, onde ambas se encontravam. (A.N.T.T, «O Século», Joshua Benoliel, lote 0, cx. G, neg. 032.)

Escrito com Bic Laranja às 07:11
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Domingo, 26 de Fevereiro de 2012
Janas

 Certa vez, no início das coisas, vínhamos eu e a senhora da Praia das Maçãs e, em atravessando a charneca acima de Janas disse-me ela que fazer praia por ali era giro. — «No caminho da praia parece que fomos para o campo».

image.png
Poço coberto, Janas, 1957. Arquivo da Ordem dos Arquitectos, PT-OA-IARP-LSB-SNT00-001.



Escrito com Bic Laranja às 21:29
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Perspectiva semelhável

 Mais ou menos.
 Dos tempos da República subversiva aos dos 100 anos da dita. O caso é que dantes até se avistava um horizonte mais largo, embora não se adivinhasse o colorido... Pois salvo a fotografia em cor, o progresso não foi notável. Foi?

Comício republicano, Arroios, 1908 (A.F.C.M.L.)

Ruínas da fábrica de cervejas, Arroios, 2012

 


Fotografias:
Comício republicano na Av. Almirante Reis (aliás D.ª Amélia), Lisboa, 28/6/1908. Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Traseiras da cervejaria Portugália, Arroios, [2012]. Espigado da internete.



Escrito com Bic Laranja às 11:49
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
Rua do 1.º de Dezembro, 57
fotografia.JPG

Restos doutras vidas, de faustos acabados ingloriamente, naquelas paredes interiores à mostra...! (A.N.T.T, «O Século», Joshua Benoliel, lote 0, cx. G, neg. 035.)

Escrito com Bic Laranja às 16:19
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Gente grada


O regedor da Peneda e sua filha em 1911. Da reportagem «Como eu visitei as serras do Soajo e da Peneda» (A.N.T.T, «O Século», Joshua Benoliel, lote 11, cx. 9, neg. 16).

Escrito com Bic Laranja às 19:01
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
Dos idiotas úteis e dos outros

« [...] O verdadeiro objectivo do A.O. parece sempre ter sido um só: o mercado interno brasileiro de livros didácticos e paradidácticos. Portugal entrou no A.O. como mero argumento: a história da unificação da língua escrita (que o A.O. na verdade não promove) como passo para a inclusão do português como língua oficial da O.N.U., as proclamações pouco substanciais que resultaram das tantas reuniões jantantes da lusofonia – tudo isso era cortina de fumaça. O que importava mesmo, desde o princípio, era fazer uma reforma ortográfica no Brasil, para uso e abuso interno. Tanto que o A.O. foi aprovado e implementado a poder de lei no Brasil, unilateralmente. Desde a implementação, o governo brasileiro não compra um só exemplar de livro que não esteja de acordo com a nova ortografia: esse é o x da questão. O resto é discurso para inglês ver. Tanto que, neste momento, não vejo ninguém preocupado, aqui, com a adesão ou renúncia de Lisboa ao A.O. O objectivo já foi atingido [...] Os países africanos dão mostra de terem percebido o engodo. Eles, que poderiam ser um benefício adicional ao A.O., do ponto de vista brasileiro. Tomara que se mantenham firmes e não adiram. Agora falta cumprir-se Portugal.»

Paulo FranchettiO Brasil, Portugal e o Acordo Ortográfico», in Tantas Páginas, 22/2/2012 (a grafia foi revista; sublinhados meus).

  O Malaca largou o Vocabulário da Academia e foi a correr e a saltar fazê-lo na Porto Editora, para somar a mediocridades de tomo a que nos habituou.
  A Priberam abrasileirou o seu dicionário a convite da Amazon que o crava de tal maneira nos iPad que não há forma de removê-lo. Isto somado ao que factura por fora com incautos e certos imbecis...
  A Leya abocanhou o naco brasileiro e não quere já saber do resto, de modo que despede em Portugal e aposta no Brasil...
  Estes são (alguns) dos outros. 
  Idiotas úteis, sobressaíram nestes dias o chocho director do saco de plástico — «A minha adesão pessoal ao Acordo Ortográfico tem a ver simultaneamente com confiança e humildade» (Expresso, 20/2/2012) — mai-lo soalheiro ex-director do dito que se tristemente estriba no ilustre pai, que Deus tem, para se atascar no atoleiro ortográfico onde Portugal entrou como mero argumento. Mas o galã da fita refulgiu há dias, qual Dom Casmurro, depois de ter estado de olhos fechados durante quase toda a récita; muito atento venerador e obrigado a Machado de Assis e à sua pátria (sua do escritor brasileiro), quis alijar-se do frete que carregou às costas de Portugal vai para cima de vinte anos — «Cavaco Silva incumbiu-me de inaugurar o C.C.B. e de assinar o Acordo», (Sol, 13/2/2012). Não se apoquente ele agora que — como dizia o Zequinhanão há cá galãs!... No elenco apinham-se para cima de 230 bestas de carga com umas dúzias de cavalgaduras de nomeada, todos à desfilada e com camadões de vermes parasitários por cima e por debaixo do pêlo. E tudo isto perante um director de cena que de tão mau orador quão fujão mete dó. 
  Portugal cumpriu-se, pois!
  Onde pus eu o Shelltox?


Bomba Shelltox. Fotografia sem data.
Estúdio de Mário Novais: 1933-1983, in
Biblioteca de Arte da F.C.G..



Escrito com Bic Laranja às 20:50
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Pausa para o jantar


Fotografia sem legenda. A.N.T.T., «O Século», Joshua Benoliel, lote12, cx. 2, neg. 2.

Escrito com Bic Laranja às 12:00
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Rossio


(A.N.T.T, «O Século», Joshua Benoliel, lote 0, cx. G, neg. 340.)

Escrito com Bic Laranja às 06:23
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Rossio, vários destinos


(A.N.T.T, «O Século», Joshua Benoliel, lote 0, cx. G, neg. 334.)

Escrito com Bic Laranja às 06:09
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
Que se tira dum comício?

Comício, Arroios (A.N.T.T., «O Século», PT-TT-EPJS-SF-008-00003_m0001)

 Um comício republicano à beira da Rua do Conselheiro Moraes Soares. — Vale-me que hoje é dia de Carnaval...
 O edital que deliu o «Conselheiro» da rua dedicada ao bacharel em Medicina Rodrigo Moraes Soares é de 27 de Novembro de 1916 — o topónimo «foi alterado para Rua Morais Soares, uma vez que o título de conselheiro se identificava com o regime monárquico e era atribuído, tradicionalmente, aos magistrados do Supremo Tribunal e por vezes, o soberano concedia-o a pessoas que tinham prestado serviços honrosos.» (C.M.L./D.P.M./N.T.) — Honra também aos republicanos, daqui do comício e não só, pelo diligente bolear da História...

 Ou me engano ou este comício foi nas traseiras da Caixa Geral de Depósitos, no n.º 153...
 O benévolo leitor entrevê pelo meio do arvoredo, ao fundo, uma casa? É o hospital de Arroios. Vislumbram-se também por ali uns telheiros adjacentes ao hospital que ficavam exactamente por onde se fez o prolongamento da Av. Almirante Reis, nos anos 30, da Praça do Chile ao Areeiro (cf. Avenida Almirante Reis, 1938). O muro mais cá que encobre esses telheiros mostra bem o desnível do terreno em relação à primitiva Rua do Conselheiro Morais Soares. Saberá que era esta a velha estrada de circunvalação de Lisboa, com cariz militar, feita em aterro a servir de barreira e, como o nome indica, com vala exterior em muitos troços. Tudo novidades antigas e história esquecida hoje e já pelos alvores do séc. XX, de modo que não admira ver aqui o começo da edificação de prédios de rendimento à beira duma velha linha de defesa de Lisboa. Estes dois prédios que o benévolo leitor aí tem são dos primórdios do crescimento urbano acima de Arroios. Deitei-me hoje a adivinhar que fossem, estes que vê, onde hoje temos os n.ºs 153 e 155 da Rua Morais Soares e tenho-os por demolidos pelo fim dos anos 40, início dos anos 50 (cf. A.M.L. / Núcleo Intermédio, proc.º de obra n.º 7078 e n.º 19780). Não faço adivinhação à toa, porém assumo o golpe de vista a partir de referências visíveis — o hospital de Arroios e o muro bem identificado numas vistas do alto da Penha de França que em tempo publiquei (v. Mirai! Da Penha de França, Uma panorâmica de Lisboa e Rua Conselheiro Morais Soares, c. 1910) — e fundado na observação actual do lugar: há-de o benévolo leitor notar (em conhecendo aquele troço da rua) que não há nenhum par de edifícios de três janelas nos dois últimos quarteirões no lado do Sul da Rua Morais Soares e veja que os prédios originais da rua têm todos a traça dos gaioleiros de 1880-1930; originais e não reconstruções, portanto. Assim, os únicos dois lotes que cuido se prestam a neles caber um par como da imagem são os que mostram dois edifícios de construção mais moderna, precisamente os n.os 153 e 155; faz sentido esta conjectura quando tem alguma lógica (que de resto verifiquei noutros casos) haverem sido demolidos justamente os dois prédios de rendimento mais antigos do troço da em questão; conjugo a sua pouca longevidade (anos 40-50, como disse) com a fraca construção de tantos gaioleiros do tempo da Grande Guerra. Alguns ruíam por si. Mas lança-me isto já na tentativa de datar a imagem.
 A fotografia que aqui vedes não tem legenda nem data pelo conservador da Torre do Tombo. A planta de Arroios  de 1909 (Pinto Silva, Levantamento da Planta de Lisboa: 1904-1911, planta 11K) não representa estes prédios. As vistas que conheço, porém, da primeira década de 1900, sobre a Morais Soares desde o alto da Penha de França (cf. remissões acima) não mostram prédios de rendimento neste troço. Para situar minimamente esta agora no tempo posso guiar-me pela abertura da Rua Edith Cavell, uma rua da prancheta dos serviços de urbanização da C.M.L. sobre as quintas dali em redor: o edital é do fim 1915. Não dá uma datação exacta, que pouco importa; serve para fazer uma ideia. 
 E bem! Este comício aqui foi de certeza posterior a 1909. Se foi por volta de 1915 também não íamos mal...
 Fora disto (de comícios republicanos), Arroios era um lugar aprazível.

Panorâmica da Penha de França, Arroios (P.Guedes, c. 1900)


Fotografias:
[Comício], Arroios, [post 1909]. Joshua Benoliel, A.N.T.T., «O Século», cx. 001, negativo 03.
Panorâmica da Penha de França, Lisboa, c. 1900. Paulo Guedes, Arquivo Fotográfico da C.M.L..



Escrito com Bic Laranja às 14:27
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
Abecedário da estupidez



 Pois. E vão lá as criancinhas entender que em palavras como histrião o h não se diz.

(O recorte deve-se ao Manuel do H Gasolim Ultramarino).



Escrito com Bic Laranja às 20:45
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