Segunda-feira, 30 de Abril de 2012
Photógrapho compondo o ramalhete

A.N.T.T., «O Século», Joshua Benoliel, cota desconhecida 006.


Escrito com Bic Laranja às 00:01
Verbete | Comentar | Comentários (7)

Domingo, 29 de Abril de 2012
Olha o passarinho!
Os janotas fazem-se ao retrato, o saloio vira o traseiro. Fino!

fotografia.JPG
«Aspecto da imposição do ferro», [Alhandra], [s.d.].
A.N.T.T., «O Século», Joshua Benoliel, lote12, cx. 4, neg. 23.


Escrito com Bic Laranja às 20:09
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Mais etnografia
Fotografia da reportagem «Uma ferra em Alhandra».

.
«Outro aspecto da imposição do ferro», Alhandra, [s.d.].
A.N.T.T., «O Século», Joshua Benoliel, lote12, cx. 4, neg. 19.


Escrito com Bic Laranja às 20:03
Verbete | Comentar | Comentários (3)

Imagem à procura de legenda
«Documento fotográfico ainda sem legenda original» é a legenda oficial, no Arquivo. A mim parece um afamado secretário de estado puxando a carreta da... Etnografia, digamos.


A.N.T.T., «O Século», Joshua Benoliel, cota desc. 035.


Escrito com Bic Laranja às 19:25
Verbete | Comentar | Comentários (5)

Sábado, 28 de Abril de 2012
O ministro das finanças

Salazar, 1889-1970 (in Szerinting)

António de Oliveira Salazar, (Vimieiro de Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889 – Lisboa, 27 de Julho de 1970).
Imagem: «Time», 22/7/1946.


 O Sr. Tenente-Coronel Brandão Ferreira pôs na linha esta semana o ministro das finanças -- o que fala a 33 r.p.m. -- por se ter andado a comparar com o autêntico.

« Salazar optou por uma estratégia de fecho do País sobre si próprio. Durante décadas prescindiu da possibilidade de se financiar nos mercados financeiros internacionais. A nossa opção (*) é diametralmente oposta» («Sol», 23/3/12).

 O Sr. Tenente-Coronel Brandão Ferreira responde-lhe no tom e com a autoridade que há-de merecer um «rapazola deslumbrado» que as profira, dando-lhe eloquente lição de história comparada.

« Em 1926 havia dois problemas que estavam à cabeça de todos os existentes: o problema da bancarrota e o problema da ordem pública (ou da falta dela) -- talvez o Sr. ministro não tenha ideia, mas Lisboa assemelhava-se à Bagdad dos últimos anos.
  A Ditadura Militar foi tratando da ordem pública (sem o que não se consegue fazer nada), mas foi incompetente para resolver o problema financeiro. [...] Por isso foram buscar, novamente, o tal professor de Coimbra. O filho do caseiro do Vimieiro tinha fama de competente mas, também, de pessoa séria, que é um título que os homens públicos hodiernos têm dificuldade em ostentar.
   [...] Obteve um sucesso extraordinário, criando um "superavit" nas contas em menos de dois anos. [...] Logo a partir de 1935 conseguiu reunir os fundos suficientes -- mesmo estando "fechado sobre si mesmo" -- para investir na economia que nunca mais parou de se desenvolver até atingir um crescimento de 6,9 por cento ao ano, em 1973 (no Ultramar era ainda superior) [...] Quando morreu viraram-lhe os bolsos e só descobriram cotão e meia dúzia de contos, que ele amealhara para os seus gastos pessoais.
   Os senhores, agora, são ávidos de tudo e não dão o exemplo de nada [...] O regime político pós-1974/5 e os órgãos do Estado que o serviram nada conseguiram fazer com mais-valias por si geradas, apenas conseguiram fazer coisas com o dinheiro de outros e a mando de outros. E o recurso aos mercados, que o ministro das finanças tanto gaba, apenas serviu para, agora, termos uma dívida... colossal!
   Belo saldo.
  Resta acrescentar que, sendo a dívida actual muito superior à de 1926, o País não foi afectado por nenhuma guerra nos últimos 37 anos e que, à excepção de greves, tem gozado de paz social [...] 
   Não foi assim no final dos já longínquos anos 20.
   Portugal teve que atravessar o "crash" financeiro da Wall Street, de 29, seguido da crise da libra (a que nós estávamos ligados), que se prolongou pelos anos 30; e depois apanhámos em cheio com a Guerra Civil de Espanha, logo seguida da II Guerra Mundial [...]
   Por isso, Dr. Gaspar, quando balbuciar o nome do Estadista Salazar, comece por se pôr em sentido, depois ajoelhe e a seguir faça um acto de contrição. E fale só do que saiba.»

 

 Isto é só um respigado de «O ministro das Finanças meteu-se com Salazar!», publicado n' «O Diabo» em 24 de Abril. O Sr. Tenente-Coronel é eloquente e magistral. Recomendo a leitura do artigo todo, em voz alta e à família. Especialmente aos mais novos.

----
(*) «Nossa opção» é plural majestático?! Muito apropriado.



Escrito com Bic Laranja às 14:45
Verbete | Comentar | Comentários (10)

Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
Dum asno

 O secretário Viegas foi anteontem à feira dos livros. 
 O secretário Viegas zurrou dali à imprensa que «não haverá qualquer revisão do acordo ortográfico» (Lusa, 24/IV/2012) depois de asnear há mês e tal que «íamos aperfeiçoar» o denominado Acordo Ortográfico (TVI 24, 28/II/2012). — Como se o esterco se pudesse aperfeiçoar.
 O secretário Viegas percebeu em tempos um verbete meu em que dizia que os mentecaptos comprovadamente já redigem leis («Legislador mentecapto», 25/I/2008). Deu-me razão e destaque (v. «Revista de blogs. Escrever bem», Origem das Espécies, 27/1/2008.). — Referia-me em concreto à lei do fumo, mas o tratado do Acordo Ortográfico afina pelo mesmo diapasão.
 O secretário Viegas deixou de perceber o que é claro. Comprovadamente o secretário Viegas tornou-se um mentecapto. É um asno. Bem se vê o trabalho que o levou à feira do livro.

Burro carregado de livros
(Imagem: The Lycée Times)



Escrito com Bic Laranja às 17:55
Verbete | Comentar | Comentários (3)

Desaparecidos

image001.gif

(Público, 26/IV/2012.)


Há quem admita o mesmo sobre Rui Mateus.



Escrito com Bic Laranja às 12:30
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Terça-feira, 24 de Abril de 2012
Tenho para aí ouvido ùltimamente da batalha dos Atoleiros...



Pois nada melhor do que ler as crónicas.


« E Nuno Álvares com sua gente era já em um lugar bem convinhável pera a batalha, onde chamam os Atoleiros, uma meia légua pouco mais ou menos aquém de Fronteira, de contra Estremoz. E como Nuno Álvares foi em aquele lugar [i.e. E sendo Nuno Álvares naquele lugar -- a forma foi é do verbo ser e não do verbo ir, que seria idiolecto brasílico absolutamente descabido], sendo já certo que os castelãos vinham à batalha, fez logo descer a pé terra todos os seus homens de armas. E dessa pouca gente que tinha concertou suas batalhas da vanguarda e retaguarda e alas direita e esquerda. E fez concertar os besteiros e homens de pé para as alas e por onde entendeu que melhor estaria para bem pelejar. E tudo isto feito e concertado começou de andar pelas batalhas em cima duma mula esforçando todas as gentes com boas palavras e gesto ledo. E dizendo a todos que lhes lembrassem bem em seus corações quatro cousas. A primeira que se encomendassem a Deus e à Virgem Maria sua madre e o tivessem assim em suas vontades. E a segunda que eram ali por servir seu senhor e alcançar honra grande que a Deus prazeria de lhe dar. E a terceira como ali vinham por defender-se e suas casas e a terra que possuíam e se tirar da sujeição em que os el-rei de Castela queria pôr. E a quarta que sempre tivessem nos entendimentos de sofrer todo trabalho e de apreciar em pelejar, não uma hora mas um dia todo e mais, se cumprisse. E ditas estas palavras os castelhanos eram mui acerca deles. E Nuno Álvares se desceu logo da mula em que andava e se pôs a pé na vanguarda ante a sua bandeira por cumprir aquilo que em Estremoz dissera que, com ajuda de Deus, ele seria dos primeiros que começasse[m] a obra; o valente e verdadeiro cavaleiro que não dissimulava mas cumpria o por ele prometido. E a tenção sua era que os castelãos viessem a pé à batalha. E eles traziam esse propósito, mas, como viram Nuno Álvares com sua gente assim de pé e corrigida para vencer ou morrer, mudaram seu propósito e ordenaram que viessem à batalha de cavalo, atrevendo-se que eram muitos e bem encavalgados e que logo os desbaratariam. E concertaram suas batalhas a cavalo: e toparam mui de rijo em Nuno Álvares e nos seus, mostrando grande esforço e dando grandes alaridos como mouros cuidando os espantar. E ali foi a batalha em volta e bem pelejada. E nos primeiros golpes foram mortos e feridos muitos cavalos dos castelãos. E com as feridas os cavalos alvoraçavam e derribavam-se e seus donos e retraíam atrás. E vinham os outros de refresco que estavam detrás para isto apartados. E assim lhes aveio como aos primeiros, de guisa que prouve a Deus de os castelãos serem desbaratados. E foram mortos dos castelãos muitos: entre os quais morreu aí o Mestre de Alcântara e Pêro Gonçalves de Sevilha e outros grandes. E [o] prior [do Hospital, irmão de Nuno Álvares]. E Martim Anes de Barbudo [a] que se chamava [da banda dos castelhanos] Mestre de Avis. E outros fugiram. E Nuno Álvares vendo em como os castelhanos eram desbaratados, e que fugiam, foi logo a cavalo, com mui poucos dos seus porque tão asinha todos não puderam haver bestas, e seguiram o encalço aos que fugiam uma légua e meia até que, por noite, forçado foi de se tornar.»
Crónica do Condestável, cap. XXVIII (grafia e pontuação muito modernizadas).

 

(Ilustração: Carlos Alberto in História de Portugal, 13ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, [s.l.], 1968.)



Escrito com Bic Laranja às 22:21
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Do customizing de feedback

 Certa vez, na apresentação da aplicação SAP aos quadros duma grande empresa do Estado, alguém, para não estar calado, inquiriu o significado da sigla:
  — Serviços Armazéns e Produtos — foi a resposta do vendedor entendido.
  Ena! Uma multinacional alemã com nome genuìnamente português...

Customizing de feedbackSAP ECC 6.0.

... Que afinal fala um inglês crioulo.



Escrito com Bic Laranja às 17:42
Verbete | Comentar | Comentários (4)

Domingo, 22 de Abril de 2012
Dois postais das Azenhas do Mar

IMG_4575.jpg


IMG_4584.jpgCfr. o 4584 com o da Ordem dos Arquitectos.



Escrito com Bic Laranja às 13:31
Verbete | Comentar

E.N. 375 (Av. do Atlântico)

IMG_4555.jpg
Colares (c) 2012. Cliché de Luísa Gonçalves.

Nota: ainda existirá a Prevenção Rodoviária Portuguesa?...



Escrito com Bic Laranja às 12:50
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Vivenda Maria de Lourdes

IMG_4549.jpg

Praia das Maçãs - (c) 2012



Escrito com Bic Laranja às 12:41
Verbete | Comentar | Comentários (10)

Prova sem retoque

IMG_4551.jpg

E.N. 375, Praia das Maçãs, 2012.



Escrito com Bic Laranja às 12:32
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
Black

Este cançonetista para Black é um bocado pálido. E com isso saiu um teledisco em black & white.


Black, Wonderful Life
(A & M Records, Ltd., 1987)



Escrito com Bic Laranja às 21:43
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Quinta-feira, 19 de Abril de 2012
Dum protectorado em dissolução

« Assim, mais de duas décadas após a sua assinatura, o Acordo Ortográfico unificador da língua portuguesa consegue a proeza de dividir de facto e de jure os países de expressão oficial portuguesa [...] Onde antes havia uma natural e inevitável clivagem entre o Brasil e o bloco euro-africano da lusofonia existe hoje uma injustificável desunião entre Portugal e os P.A.L.O.P. [...]
   Nenhum dos países africanos que ratificou o A.O. fez qualquer esforço ou tomou qualquer medida para o aplicar; em Portugal (berço da língua portuguesa) e no Brasil impera o caos ortográfico-linguístico e usa-se uma mixórdia [...] Não há paralelo nem precedente na história de qualquer grande língua de cultura para esta situação difícil de qualificar.»

António Emiliano, «A C.P.L.P. e a consagração do desacordo ortográfico», in Público, 19/IV/2012.

 


Nota à margem (ou nem tanto):
Na mesma página do  jornal, um Sebastião Rego, jurista, refere-se a uma ocupação «branca» de Portugal (a Alemanha que ocupou Portugal, remetendo-o para o estatuto de protectorado e manipulando por completo as alavancas de soberania do nosso país). Verbera logo de entrada, estupidamente a despropósito (a menos que estivesse a ser mordaz,  que não creio), o ditador e seus panegiristas. Mas no fim acerta. Portugal tornou-se um protectorado alemão (a saque por muitos outros apátridas). Quem perceba (como é de perceber) o caso ortográfico como um acto particular da geral e criminosa senda dos quem vêm regendo Portugal desde 1974, facilmente acha algures o propósito deliberado de desmantelar o país e pilhar a nação. Desagregar um idioma é um fundo golpe na unidade dum estado-nação. Fazê-lo alardeando o contrário e mobilizando o sistema de instrução pública nacional é tenebroso sofisma que parece escapar a muitos, desatentos ou já doutrinados. Ele anda tudo ligado. O protectorado que Portugal se tornou é um passo inegável  caminho da dissolução. Eis o que é.



Escrito com Bic Laranja às 15:48
Verbete | Comentar | Comentários (4)

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012
Leia a Internete sem acordo ortográfico

Saber mais...


ABAIXO O ACORDO ORTOGRÁFICO!



Escrito com Bic Laranja às 12:48
Verbete | Comentar | Comentários (1)

Acerca duma toleima

 Na toleima do cavalheiro Lavoura sobre o «país do negro» lembrou-me o leitor José duma que publiquei há tempo — do átrio do Metropolitano no Campo Pequeno, salvo erro — em que se via colorido o trajar daqui há cinquenta anos.
 Ei-la novamente.
 Ajunto-lhe uma outra dessa série a cores, na gare da estação do Saldanha, também já publicada em tempos mas a preto e branco, passe alguma publicidade em causa (mais ou menos) própria.

Metropolitano de Lisboa, Campo Pequeno (h. Novais, 1959)
Metropolitano de Lisboa, Campo Pequeno (?), 1959.

Metropolitano de Lisboa, Campo Pequeno (h. Novais, 1959)
Metropolitano de Lisboa
, Saldanha, 1959.


Fotografias: Estúdio de Horácio de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..



Escrito com Bic Laranja às 12:18
Verbete | Comentar | Comentários (14)

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012
Do racional do negócio

Maternidade Dr. Alfredo da osta, Lisboa (M- Novais, s.d.)


« No encerramento da maternidade Alfredo da Costa, como em tantos outros casos de cortes, há uma palavra mal escondida: negócio. Para que as parcerias público-privadas nos novos hospitais da periferia de Lisboa dêem lucro, é necessário que lhes seja dado fazer um número mínimo de partos que as actuais condições não permitem. A maternidade Alfredo da Costa é a unidade a abater para o efeito.»

José Pureza, «A Racionalização», in Diário de Notícias, 13/IV/2012 [sublinhado meu].

Este é mais amigo duma parceria com todos os santos, querem ver!...

image003.gif Público, 16/IV/2012.


Fotografia da materninade Dr. Alfredo da Costa do estúdio de Mário de Novais (s.d.), in Biblioteca de Arte da F.C.G..



Escrito com Bic Laranja às 18:30
Verbete | Comentar | Comentários (7)

Papillon

Vão enviar o Papillon a apaziguar os guinéus? Ele que leve aventalinho também. A ver se ajuda...

Vista aérea de Bissau, Guiné (S.E.I.T. 323530, cx.445, env. 29)
Vista aérea de Bissau, Guiné portuguesa, 196... (S.E.I.T. 323530, cx.445, env. 29).
Fotografia gentilmente cedida pelo sr. António Fernandes.



Escrito com Bic Laranja às 10:56
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Real ocação

 O noticiês é crioulo do «amaricano». O português é outra cousa.
 Joeirando a primeira página do «Público», «realocação das verbas» é real ocação (s.f. acto ou dito de cabeças ocas) dos verbos «atribuir» ou «(re)distribuir», do português arcaico, linguagem do tempo anterior ao real ocaso (realocase em amaricano) do léxico corrente nos bestuntos noticieiros.





Escrito com Bic Laranja às 08:38
Verbete | Comentar | Comentários (2)

Junho 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

13
15
17

18
19
20
21
24

25
26
27
28
29
30


Visitante

Contador
Selo de garantia
Pesquisar
 
Ligações

Adamastor (O)
Apartado 53
Arquivo Digital 7cv
Bic Cristal
Blog[o] de Cheiros
Caminhos de Ferro Vale Fumaça
Carmo e a Trindade (O)
Chove
Cidade Surpreendente (A)
Corta-Fitas(pub)
Delito de Opinião
Dragoscópio
Eléctricos
Espectador Portuguez (O)
Estado Sentido
Eternas Saudades do Futuro
Fadocravo
Firefox contra o Acordo Ortográfico
H Gasolim Ultramarino
Ilustração Portuguesa
Lisboa
Lisboa de Antigamente
Lisboa Desaparecida
Menina Marota
Mercado de Bem-Fica
Meu Bazar de Ideias
Paixão por Lisboa
Pena e Espada(pub)
Pequena Alface (Da)
Perspectivas(pub)
Pombalinho
Porta da Loja
Porto e não só (Do)
Portugal em Postais Antigos(pub)
Retalhos de Bem-Fica
Restos de Colecção
Rio das Maçãs(pub)
Ruas de Lisboa com Alguma História
Ruinarte(pub)
Santa Nostalgia
Terra das Vacas (Na)
Ultramar

Arquivo

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

RSS
----