Domingo, 29 de Novembro de 2009
Três vistas do Areeiro

Praça do Areeiro, Lisboa
Praça do Areeiro, LisboaPraça do Areeiro, Lisboa


Praça do Areeiro, Lisboa, 1958.
Fotografias: Armando Serôdio, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.



Escrito com Bic Laranja às 07:55
Verbete | Comentar

9 Comentários:
De Pitx a 29 de Novembro de 2009 às 10:16
grande cristino da silva. um senhor!


De Bic Laranja a 29 de Novembro de 2009 às 18:03
O Areeiro tem uma monumentalidade espantosa que os obreiros da Praça de Alvalade não souberam repetir.
Da Praça de Londres, com aquilo do ministério do trabalhos, nem falo...
Abraço.


De T a 29 de Novembro de 2009 às 11:14
Belas imagens:)
E finalmente o Sapo selecciona um excelente blogue como o do senhor Bic nos seus destaques:)
Parabéns:) É mais do que merecido.


De Bic Laranja a 29 de Novembro de 2009 às 17:59
A equipa do Sapo foi muito generosa. Obrigado pela sua consideração também.
Cumpts.


De JCB a 30 de Novembro de 2009 às 11:16
De facto o que mais me salta à vista é a visão de futuro de quem construiu estas praças bem como os arruamentos da época.
Ao tempo aquela largura das faixas de rodagem não se justifica pelo fluxo de tráfego tão baixo que havia, no entanto passados tantos anos imaginamos o que seria Lisboa se não fôsse a largueza de vistas de um Duarte Pacheco, para já não falar de um Sebastião José de Carvalho e Melo.


De Bic Laranja a 30 de Novembro de 2009 às 22:46
Pois vá-se lá agora ver a largueza de vistas nas Telheiras, na Azinhaga dos Barros ou na Expó. A moderna arquitectura não pensa cidades; expreme-as à avidez de promotores imobiliários. E com bastante mau gosto, por sinal. Cumpts.


De Attenti al Gatti a 1 de Dezembro de 2009 às 01:57
O Areeiro, oficialmente Praça Sá Carneiro, também já viu dias melhores. Uma boa parte da impressão de grandeza advém da quase ausência de tráfego automóvel. Há artérias que parecem estreitas, mas bastava suprimir os automóveis estacionados para ganharem uma largura surpreendente. Mas como a realidade é exactamente o inverso, à conta disso lá se foram os eléctricos e lá foi a placa central relvada, substituída por um deplorável monumento. E também foi a Rosa-dos-Ventos que encimava a torre entre a Gago Coutinho e a Padre Manuel da Nóbrega e que piscando as luzes de neon, mostrava os pontos cardeais ora a vermelho, ora a verde. E também se foi o meu sonho de um dia subir ao último andar dessa torre...
A.v.o


De Bic Laranja a 1 de Dezembro de 2009 às 12:10
Tem razão. Os automóveis encolhem a cidade. O monumento ao Sá Carneiro é deplorável. Só não sei porque perdeu o sonho de subir lá acima. Eu ainda sonho.
Cumpts.


De Attenti al Gatti a 3 de Dezembro de 2009 às 02:11
Achei melhor parar. Os sonhos estavam com tendência a tornarem-se pesadêlos.
A.v.o.


Comentar

Setembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

15

17
20
23

24
25
26
27
28
29
30


Visitante

Contador
Selo de garantia
Pesquisar
 
Ligações

Adamastor (O)
Apartado 53
Arquivo Digital 7cv
Bic Cristal
Blog[o] de Cheiros
Caminhos de Ferro Vale Fumaça
Carmo e a Trindade (O)
Chove
Cidade Surpreendente (A)
Corta-Fitas(pub)
Delito de Opinião
Dragoscópio
Eléctricos
Espectador Portuguez (O)
Estado Sentido
Eternas Saudades do Futuro
Fadocravo
Firefox contra o Acordo Ortográfico
H Gasolim Ultramarino
Ilustração Portuguesa
Lisboa
Lisboa de Antigamente
Lisboa Desaparecida
Menina Marota
Mercado de Bem-Fica
Meu Bazar de Ideias
Paixão por Lisboa
Pena e Espada(pub)
Pequena Alface (Da)
Perspectivas(pub)
Pombalinho
Porta da Loja
Porto e não só (Do)
Portugal em Postais Antigos(pub)
Retalhos de Bem-Fica
Restos de Colecção
Rio das Maçãs(pub)
Ruas de Lisboa com Alguma História
Ruinarte(pub)
Santa Nostalgia
Terra das Vacas (Na)
Ultramar

Arquivo

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

RSS
----