4 Comentários:
De muja a 28 de Março de 2017 às 09:20
Pela primeira parte da nota, deve entender-se que o acento agudo faz o papel do trema - indicar que se não deve ler o ditongo? Ou é só para o ditongo "ui"?

No caso do acento grave, porém, serve para indicar que o ditongo se deve ler - é assim?



De Bic Laranja a 28 de Março de 2017 às 13:10
Não faz papel de trema. O acento agudo marca por definição uma sílaba tónica; na verdade seria desnecessário no ditongo final em «argúis» se não houvesse a possibilidade de se não ler aquele 'u' por via da regra do 'g' antes de 'i' (e 'e').

O trema (ou diérese) usa-se para o oposto; para desfazer um ditongo que poderia ler-se quando há duas vogais seguidas.

O acento grave proposto em «Gùiana» marca à mesma a leitura do 'u' a seguir ao 'g', mas como ele está em posição pré-tónica, o acento não deve ser agudo.

Simplificando: o acento grave marca o timbre aberto duma vogal átona (v.g. pèzinho, sòzinho); o acento agudo marca o timbre (normalmente) aberto duma vogal tónica (, ).
Cumpts.


De muja a 28 de Março de 2017 às 09:26
Quanto ao resto, pois ontem pus-me a ver o debate dos candidatos franceses de há tempos.

Pois calcule o que, a dado ponto, ouço dizer a um certo Mélenchon, que lá corresponde grosseiramente aos berloqueiros de cá! Isto, tal e qual: - «Que tolice falar-se em nacionalismo. Deve falar-se antes em universalismo. A França universalista! Estamos presentes em cinco continentes.»

E retrógrados eram os outros...


De Bic Laranja a 28 de Março de 2017 às 13:15
Universalismo chauvinista. Ou de mentecaptos.
Cumpts.


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