7 Comentários:
De Valdemar Silva a 14 de Abril de 2017 às 17:54
'tá lá? diga se me escuta?, oubo'(diga se me ouve? escuto). Já presenciei esta situação, caricata, quando estive, na guerra, na Guiné, mas desculpável.
Mas, esta da TVI, toda ela é caricata, de manhã à noite.
Então, a 'mãe de todas as bombas' só mata 26 talibãs? Quem os contou, para responder a quem perguntou, e com tanta precisão que nem foi necessário responder, estupidamente, 'uma média de','eram prá i uns' 26.
Quanto custou a bomba? Decerto que estava em saldo/final de prazo de validade. 'Vá lá sr. presidente compre lá esta bombinha' e o preço da gasolina a subir.
Valdemar Silva



De Bic Laranja a 14 de Abril de 2017 às 19:25
Não foi só a T.V.I. Na Radiotelevisão também. Mas está bom de ver que é notícia emanada da central internacional. Desgraça é não haver a mínima reflexão sobre o de lá brota.
Cumpts.


De [s.n.] a 15 de Abril de 2017 às 21:40
Claro que existem os dois substantivos com significados diversos. Mas qualquer deles pode aplicar-se, numa determinada frase, consoante a ironia (ou não) que se lhe queira imprimir. Já agora em que estação de rádio (ou TV?) e quem é a personagem que nela pontifica, que parece duvidar deste facto? Desculpe a ignorância porque nunca oiço rádio - quanto à televisão, só telejornais e quase todos da TVI; só vejo a RTP e SIC se houver algum assunto político que me desperte a atenção ou algum documentário interessante, entrevista a uma personagem política ou outra que valha a pena ouvir, algum filme clássico e estes são raros, um bom concerto e pouco mais - por ter o tempo quase todo preenchido, parte dele visitando os meus blogos preferidos e outra dedicada à escrita (poemas) que me consome:).
Maria

Deixo a seguir a minha opinião sobre um documentário interessantíssimo que vi há dois dias na RTP3. É a tal excepção à regra. Também é verdade que ùltimamente este canal tem passado alguns programas bastante razoáveis e um ou outro muito bom. Estão a melhorar. Continuem assim que só ganham e nada perdem.


De Bic Laranja a 16 de Abril de 2017 às 14:20
A ironia não é para qualquer bestunto.
Deixemos.
Cumpts. :)


De [s.n.] a 15 de Abril de 2017 às 23:32
Vi há poucos dias um excelente documentário na RTP3 sobre um curso de pilotagem, com aulas teóricas e práticas, ministrado por um oficial inglês (que creio fazê-lo por altruísmo, estanto ligado a organizações humanitárias através das quais obtem fundos para que a sua obra atinja os objectivos pretendidos) a um pequeno grupo de raparigas adolescentes muito pobres, outras sem família e todas sem perspectivas de vida, com o sonho de "aprenderem a voar" para pilotar avionetas. Tudo acontece algures num local recôndito do Congo. Peço desculpa mas não vi o documentário d'início não conseguindo anotar o título do mesmo nem a exacta zona do país em que decorria. Pelo genérico, que passou ràpidamente e com caracteres mínimos, pareceu-me tratar-se de um documentário realizado salvo o erro por um canal televisivo alemão.

Esta, uma obra benemérita de enorme valore e alcance e creio que única no mundo e um extraordinário exemplo de amor ao próximo sem esperar contrapartidas, que devia ser seguido por muitos dirigentes políticos que, com todas as possibilidades do mundo e os meios ao seu alcance, lamentam cìnicamente a desgraça dos povos em guerra e dos milhares de crianças que ficam orfãs e/ou estropiadas, como o que aconteceu a uma desta dúzia de raparigas que, com a ajuda do mesmo professor já foi operada na Alemanha várias vezes ao braço direito que ficou quase desfeito e vai necessitar de mais operações sobretudo à mão direita que ficou terrìvelmente afectada, para poder retomar o curso que tanto adora, para um dia poder pilotar um avião, como acontece com algumas das suas colegas já o fazem. A expressão de felicidade estampada no rosto das que já estão aptas a comandar as pequenas avionetas, era qualquer coisa digna de se ver.

O Nobel podia ser atribuído àquele bravo professor que bem o merecia. Parabéns a ele e àquelas maravilhosas e dedicadas pobres raparigas, que tanto esforço fazem (com muito choro à mistura pela dureza do ensino) e que compensam tendo em vista dos excelentes resultados que acabam por revelar-se e elas reconhecem-no. Apesar d'algumas terem dificuldade em aceitar de bom grado as regras rígidas do curso (durante as filmagens houve uma que desistiu após quatro anos de aprendizagem), que dura vários anos, a somar às saudades indescritíveis dos pais (as que os têm) que vivem a milhares de quilómetros de distância, todas acham que os sacrifícios por que têm de passar valem a pena para um dia poderem sentir a enorme alegria e o imenso orgulho de terem atingido o objectivo a que se haviam proposto, o de "saber voar".
Maria


De Bic Laranja a 16 de Abril de 2017 às 14:26
Passei por esse documentário em zap estugado. Não me apercebi do que era.
A ideia é rebuscada é difícil de realizar. Por isso lá terá o seu mérito, mas o Nobel é mais para saramaguices.

Cumpts.


De [s.n.] a 18 de Abril de 2017 às 01:39
:)
Maria


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