2 Comentários:
De [s.n.] a 11 de Junho de 2017 às 18:39
Tudo impecável, tudo limpo, tudo cuidado. A própria fotografia, linda, confirma-o tal e qual. A construção, os jardins, os arruamentos, os largos, os jardins e/ou pequenos espaços ajardinados a alindar a parte da frente dos edifícios. Era assim que eram projectados os bairros nas periferías, o mesmo acontecendo no centro das cidades. Por ex., os quarteirões , além de na grande maioria dos casos o consagrarem na parte da frente dos prédios, as trazeiras dos mesmos contemplavam sempre, sempre, jardins ou pequenos terrenos com arvoredo e em simultâneo as obrigatórias arrecadações de cada inquilino e em certos casos grandes terraços para as crianças brincarem ou andar de bicicleta. Eu conheci alguns destes. Esta concepção rigorosa que presidia aos projectos urbanísticos acontecia tanto no litoral como no interior do país, tanto nas cidades como nas vilas e aldeias, com eventuais excepções que confirmam a regra.

Era com este rigor, método e visão a longo prazo que, neste campo como nos demais, tudo se processava no Regime anterior. O exacto oposto do que lamentàvelmente acontece em Portugal desde infausto 25/4, em todas áreas da governação.
Maria


De Bic Laranja a 11 de Junho de 2017 às 19:33
Conheci este bairro por fora. Não me recordava do jardim interior; por descuido meu ou dos moradores, não sei... Mas lembro-me bem dos portões a cercá-lo. Desconhecia era o redondelzinho no lado que abria à rua por nesse tempo já lá haver um prédio mais moderno do que estes.
Sim, os projectos eram cuidados a esse pormenor que diz. Hoje os tempos são mais de betão que do resto.
Cumpts.


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