Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017
Doidos à solta

 Alguém abriu os portões do manicómio. Loucos furiosos confundem anatomia com construções sociais. Instituíram uma sofisticada polícia do pensamento com missão de igualdade de género para capar o senso comum. Dementes, não notaram que as cadelas não alçam a perna para mijar.

Bloco de Actividades para meninas, porto, 2016

A imagem do missal das actividadezinhas para meninas lançado no Index Librorum Prohibitorum é adaptada dum comissariado do pensamento certo.



Escrito com Bic Laranja às 00:08
Verbete | Comentar

4 Comentários:
De [s.n.] a 25 de Agosto de 2017 às 03:09
Saíndo deste tema sumamente ridículo mas premente, a que aliás hei-se voltar e pedindo-lhe desculpa, permito-me deixar algumas frases inadmissíveis que se ouvem a toda a hora e que ando há vários dias para enviar, a ver se descobre quem é a encomenda que as profere. Não lhe será difícil, ademais.

Veja-me só isto:
Estas frases foram proferidas a 12 e 13/8 e em dias anteriores e posteriores.

"volta... jogar" (em vez de: volta a jogar)

"tu chegas â praia" (em vez de: tu chegas à praia)


"eram dez para âs cinco" (em vez de: eram dez para às cinco)

"o Miguel est' companhar o incêndio" (em vez de: o Miguel está (a+a=à) a acompanhar (ou se pronuncia a preposição "a" e o verbo por separado ou se faz a contracção daquela com o "a" inicial do verbo, pronunciando-se este "a" bem aberto mas sem acento tónico, evidentemente) o incêndio

"bote deriva" em vez: de bote à deriva

"contribuição para segurança social" em vez de: contribuição para a segurança social

"explicou chegada Alvalade" em vez de: explicou à
chegada a Alvalade

"para que presidente" em vez de: para que o presidente

"até manhã" em vez de: até a amanhã(a+a=à) com o primeiro "a" bem aberto - a tal regra da aglutinação da preposição e da vogal inicial do substantivo, quando são do mesmo género, mas sem acento tónico, naturalmente)

Carlos Queiróz para Venezuela" em vez de: Carlos Queiróz para a Venezuela

"Ronaldo tirou camisola" em vez de: Ronaldo tirou a camisola (em 14/8 às 17.18h)

"hoje vai caminho Madeira presidente da r'pública" em vez de: hoje vai a caminho da Madeira o Presidene da República (a primeira sílaba de "República" sendo tónica é todavia secundária, tendo não obstante que ser pronunciada de modo audível; uma vez que a sílaba tónica principal é a segunda, "pú", é esta que tem de levar obrigatòriamente o acento agudo; e embora talvez devesse dada a sua etimologia, o substantivo não admite dois acentos tónicos porque a língua portuguesa só permite no mesmo vocábulo um único sinal gráfico).

"Trofêu" foi pronunciado com o ditongo "eu" fechado, em vez de o abrir e deve-o ser pois o substantivo leva acento agudo na última sílaba, que serve não só para a abrir como ainda por cima o reclama

"vamos encontro Almeida(?)" em vez de: vamos ao encontro de Almeida

"Voltamos daqui alguns instantes toda informação, até já." em vez de: voltamos daqui a alguns instantes com toda a informação, até já.

Ouvi agora mesmo, às 19.07, dizer em directo "Bârtolomeu"... com o "a" mudo, em vez de ser pronunciado como se a primeira sílaba fosse acentuada tònicamente, isto porque a vogal "a" antecede duas consoantes obrigando a que seja esta a pronúncia exigida.

Mais umas pérolas ouvidas em dias passados, presentes e de certeza futuros:

"já temos o onze na prê-êpoca", dito com as duas sílabas tónicas bem fechadas, em vez de: já temos o onze na pré-época (com as duas sílabas tónicas bem abertas, já que tanto o prefixo como o substantivo levam acento agudo, donde a sua pronúncia tem que respeitar forçosamente a respectiva acentuação)

"éros" em vez de: EUROS

"Assembleia da R'pública" foi pronunciado com o "e" de República mudo, em vez de o fazer com ele bem aberto como se esta sílaba tónica secundária fosse acentuada, contráriamente à principal, "pú", que pelo facto de o ser tem que levar obrigatòriamente acento agudo). Exemplo já dado acima

Estes exemplos são uma pequena amostra do que tenho vindo a ouvir nos últimos dias, mas há mais, muitíssimos mais.
Maria
Maria


De Bic Laranja a 26 de Agosto de 2017 às 20:45
Isto é a locução da Conceição Queirós.
Cumpts.


De [s.n.] a 28 de Agosto de 2017 às 03:33
Claro! A resposta fica para depois.

Agora queria só referir-me aos dois blocos/edição da Porto Editora para ser distribuído pelas escolas para o ensino dos meninos e das meninas dos 4 aos 6 anos.

Mas salvo melhor opinião, qual é o problema? Posso estar a ver mal o assunto, li pouco sobre o mesmo porque não me interessa, mas quer-me parecer que as mentes brilhantes que vêem em tudo, tanto no ensino como em tudo que diga respeito à vida em sociedade, que não inclua a igualdade de género está duplamente errado e tem que ser erradicado à força, nem que seja através do ridículo e da estupidez das suas propostas.

Ora, se estas mentes iluminadas fossem pentear macacos para o Brasil (para onde se mandava antigamente a gente parva que só dizia disparates) e não chateassem com as suas ideias abstrusas e desadequadas a uma sociedade que se quer livre, soberana e independente de modas e ideologias cretinas e ultrapassadas, é que faziam bem.

E era ainda outro bem e um enorme favor que essa gente fazia a todos nós os que não compartimos das mesmas ideias estapafúrdias além de não os suportarmos como pseudo-donos de todo um povo.

Esta gentaça esquerdoide imita tudo o que vem dos Estados Unidos, mas fingem hipòcritamente que odeiam este povo e país. Imitam e aprovam o seu modo de vida e todas as regras pelas quais se rege aquela sociedade, incluíndo, como não podia deixar de ser, o ensino.
Eles, os esquerdistas cá do sítio, que sempre disseram o pior que havia dos governantes e da democracia americana, como bons cínicos e hipócritas que são, arranjaram uma forma camuflada de tentarem fingir o que não são e que é serm autênticos cães pisteiros que seguem à letra toda a miséria humana que dali se exporta, incluíndo o estilo de vida, a introdução da droga no país a partir do 25/4, o incentivo à gravidez na pré-adolescência, a promoção das famílias d'acolhimento (para permitir que os novos 'pais' abusem das crianças); as barrigas d'aluguer; o homossexualismo; os vários 'géneros' de sexo; o envolvimento dos pais no cuidado dos filhos/bebés substituíndo as mães para estas exercerem a sua profissão sem as "amarras" que o lar provoca, sabendo-se hoje que muitas destas crianças são abusadas por muitos pais enquanto eles cuidam delas; o facilitismo nos divórcios - que quadruplicaram com a emancipação da mulher promovida pelos mesmos que, por interpostos advogados, ganham com isso fortunas - para os 'novos' pais-padrastos terem oportunidade de abusar das/os enteados, como acontece cada vez mais por cá e no resto do mundo, etc.

Como se desde que o mundo é mundo não tivesse sido a mulher e não o homem, o ser humano que Deus escolheu (ou a natureza, para quem não é crente) para gerar e conceber outro ser humano e, como em todos os mamíferos, ser ela a amamentá-lo e a cuidar dele até se tornar autónomo, atribuíndo-se instintivamente essa tarefa específica e delicada por ser esta a sua morfologia e o que a natureza justamente lhe pede. Enquanto que ao homem foram-lhe atribuídas aptidões físicas e uma morfologia inerentes ao sexo masculino, que são aquelas que lhe correspondem pela sua própria natureza.

Se esta ditadura do polìticamente correcto e da igualdade de género que os comunistas de todas as tendências querem impôr aos povos das democracias, não significa o maior e mais perigoso lôgro em que esses povos caíram através de uma ideologia que lhes foi imposta e que lentamente lhes vai retirando a força e o ânimo para lhes fazer frente e vencê-los, tendo pelo contrário que os suportar sem nada poder fazer para a neutralizar, então não sei que outra designação lhes podemos aplicar.
Maria



De Bic Laranja a 30 de Agosto de 2017 às 20:12
É a estupidez em acção. Autênticamente. A mera estupidez não provoca mal e o senso comum votá-la-ia ao justo desprezo. A acção é bem pior. E estúpidos em acção vicejam em tal cópia, empolgados que andam pelas tubas me(r)diáticas que não havemos de sair disto. Se assim não fosse não haveríamos tanto tempo de antena, sem expressão eleitoral que se lhe compare, dado aos maiores idiotas deste mundo que são esses esquerdóides fanáticos. De tanto ruído, abafarem o senso comum em geral e a noção de ridículo em particular já nem admira. Daqui à imbecilização colectiva vai um passinho.

Os livros foram democràticamente proibidos. Assim é que está bem e não podia ser doutra maneira. Mas não! Fascista ainda agora é o Dr. Salazar.

Cumpts.


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