18 Comentários:
De José Lima a 11 de Março de 2017 às 19:57
A fotografia publicada recordou-me o teledisco infra, vá lá saber-se porquê... :-)

https://www.youtube.com/watch?v=XDIYOiQUi2s


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 21:08


De José Lima a 14 de Março de 2017 às 16:43


De VALDEMAR SILVA a 11 de Março de 2017 às 23:00
Vivi por aqueles lados nos anos 1957 a 1962. Morava na Rua José Estevão, ao Jardim Constantino. O Damas, guarda-redes do Sporting e da Selecção Nacional, também por lá morava. (Sporting Club de Portugal? e por que não Desportivo Clube de Portugal? coisas de, viscondes, gente fina).
A bela marquise art-deco, da Rua dos Açores, que aparece na foto, não tem nada a ver com os alumínios quase 'instituídos' e autorizados nas varandas dos prédios construídos, a partir dos finais dos anos 60.
Valdemar Silva


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 21:07
Coisas de gente fina muita vez popularizam-se: Sportem!
Cumpts.


De Mandarinia a 12 de Março de 2017 às 06:26
Caro Bic,

Às vezes queria que publicasse as suas fotos antigas acompanhadas de umas com o aspecto actual que esses sítios apresentam. Agora que o fez fico muito feliz por um lado mas por outro é uma dor de alma verificar o que entretanto se fez. Este antes e depois é um bom exemplo, é uma dor de alma. Ainda assim deixo o meu bem haja.


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 21:04
O que se entre tanto desfez.

Obrigado do apreço.


De zazie a 12 de Março de 2017 às 12:17
Até mete dó. Era lindíssimo e ainda temos muita dessa arquitectura e bairros que deviam ser protegidos


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 21:01
Marquises destas não se salvam. A alienação ao moderno liquida-as todas. Algum módico de bom gôsto para entender a perda morreu muito antes de cairem elas de maduras.
Na Av. da República 37 / João Crisóstomo, 14 havia algumas que davam para o logradouro que parece se salvaram. Ou mais ou menos...
Cumpts.


De zazie a 13 de Março de 2017 às 21:51
Caramba, caro Bic Laranja- essa casa deve ser meter inveja

ehehehehe
Que maravilha.


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 22:16
Pois!... Tem anúncio em chinês, nem assim parece vender. A cagada do Estoril Sol vendeu bem melhor. Vamos lá de novo-riquismo!
Cumpts.


De José Lima a 14 de Março de 2017 às 16:48
Os andares são simplesmente fantásticos! Presumo que quem os aprecia não tem disponibilidades para os adquirir, e quem tem disponibilidades para os adquirir não os aprecia...


De Bic Laranja a 14 de Março de 2017 às 19:05
Deve ser isso. Mas de tanto que se fala em lavagem de dinheiro...
Cumpts.


De José Lima a 15 de Março de 2017 às 16:34
Mesmo essas lavagens poderão ser feitas com bom gosto ou não...


De Bic Laranja a 15 de Março de 2017 às 17:28
Mais certo é serem feitas a eito. Mas nem nessa lotaria sai bom gosto. Foi o que quis dizer.


De [s.n.] a 16 de Março de 2017 às 23:25
Quase de esquina para a Av.Duque d'Ávila, em cruzamento com a Marquês de Tomar (se não estou em erro é este o nbome desta outra Av.) há uma edifício pequeno ou moradia de dois pisos, que tem uma marquise deste género e que é uma beleza. Aquela moradia que é hoje um Museu (não me recordo do nome... e até já o visitei, mas já vai muito tempo) muito próximo da Maternidade Alfredo da Costa, é interessante e tem uns vitrais também bonitos, mas o estilo já é mais recente (anos trinta?) e foge daqueles dois que eu aprecio bastante mais, no que é considerada a verdadeira Arte-Nova.

Em Lisboa e Aveiro e creio que em mais cidades, temos ainda e felizmente alguns exemplares de marquises destas extremamente elegantes e alguns toldos de vidro "meio art-nouveau, meio art-déco", sem esquecer as fachadas e interiores de muitos edifícios e moradias, estes últimos com estuques espantosamente belos.

Em Paris então nem se fala, há centenas ou milhares destes toldos e outras tantas fachadas, todos eles e elas lindos de morrer. É natural que assim seja, Paris e sobretudo Nancy, esta a cidade onde nasceu o estilo Art-Nouveau, são-no por excelência.
Maria


De Bic Laranja a 18 de Março de 2017 às 15:34
A casa que refere não é o museu do Dr. Anastacio Gonçalves? Essa é na Pinheiro Chagas com a 5 de Outubro.

Paris foi massacrada com a 2.ª grande guerra e refizeram-na. Lisboa (ou qualquer cidade portuguesa) não e desfizeram-na.

Cumpts.


De [s.n.] a 22 de Março de 2017 às 01:57
É esse mesmo! Paris, que visitei já lá vão muitos anos e apenas por falta de tempo não vi muito do que merecia a pena ter sido visitado e visto. Paris e arredores era então e creio continuar a ser, uma cidade extremamente bela e atrever-me-ía a dizer uma cidade feminina:) Assim como Lisboa é uma cidade branca, no dizer nuito acertado de um jornalista norte-americano.

Não foi na Avenue du Champs Elisées que o nosso Marquês se inspirou para encarregar os arquitectos E. dos Santos e M. da Nóbrega de fazer algo semelhante na Baixa de Lisboa e que mais tarde deu origem à nossa Av. da Liberdade? Parece-me bem que sim. Sem desprimor para a francesa, a nossa Avenida é mais bonita. Refiro-me sobretudo e òbviamente à sua limpeza e conservação durante o Estado Novo e também a absoluta perfeição dos belos desenhos milimètricamente trabalhados no calcetamento dos passeios e a enorme largura da nossa Avenida, dividida por largas placas arborizadas pontificadas por várias e bonitas esculturas e pequenos lagos, sem esquecer é claro a sua limpeza ímpar que deixava boquiabertos de espanto os turistas que então nos visitavam.

Tudo o que descrevi é a antítese do que por lá vê agora e que já se vem verificando desde há pelo menos trinta anos. Um dia destes tive que lá passar e o que observei desde o desnivelamento e nenhum cuidado com a conservação dos passeios, passando pela má conservação do arvoredo, assim como com as poucas plantas e flores(?) dos cada vez mais exíguos e maltratados espaços para estas se desenvolverem em harmonia, até à porcaria que se vê por todo o chão duma ponta à outra daquela que já foi um linda Avenida, mais do que uma vergonha trata-se de um crime de lesa património e uma completa falta de respeito por quem com tanta dedicação, empenho e trabalho nos legou uma verdadeira pérola na Baixa de Lisboa. O Medina não sabe tratar de recuperar esta que é/era uma das mais lindas avenidas da Europa? Digo o Medina, já que o Costa, aparte a penthouse que lá mandou construir para proveito próprio num edifício cuja planta não o permitia, nunca quis saber nada sobre a recuperação desta Avenida nem na verdade de toda a Lisboa.

A de Paris, que pessoalmente achei uma aberração, passou-se quando a visitei, pois não possuía a mais pequena amostra de arvoredo, o que me deixou estupefacta, quase chocada, já que estava à espera que se assemelhasse à nossa linda Avenida e que até fosse mais deslumbrante. Mas não, sem arvoredo, sem canteiros com flores, espaços ou placas a dividir a Avenida, etc., esta, dos Campos Elísios, perdia em espectacularidade o que de outro modo tê-la-ia fortemente enriquecido.
Maria


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