10 Comentários:
De Mandarinia a 2 de Junho de 2017 às 17:46
Caro Bic,

Também vi as fotos do Observador (as do "Martim Moniz" custam mesmo ver, tendo em conta o que lá está hoje) e de facto a nossa Lisboa era mesmo bonita!
Esta zona, pelo menos para mim, está mesmo irreconhecível.

Cumprimentos


De Bic Laranja a 2 de Junho de 2017 às 20:45
O Martim Moniz?!... Essa chaga no coração de Lisboa (Ai Mouraria!) aberta em nome não sei de que progresso!... E não parou; não estão para demolir os quarteirões orientais da Rua da Palma para pôr almenaras bem bem onde dantes se ouviam os sinos da paroquial da Sr.ª do Soccorro. — É bem caso para gritar... — Que progresso é este, não sei...

Lisboa era belíssima. Hoje não na suporto. E veja a cópia de excursionistas intrujados que para aí andam de nariz no ar! Pobres inteligências. As massas são duma burrice atroz!

Cumpts.


De Mandarinia a 4 de Junho de 2017 às 19:41
Desmancham-se Igrejas e despejam-se portugueses para construir mesquitas. Enfim qualquer dia é isto: https://pt.wikipedia.org/wiki/Heliog%C3%A1balo


De Bic Laranja a 6 de Junho de 2017 às 21:54
Tudo isto é já prenúncio de fim de civilização. Como o Heliogábalo.
Cumpts.


De Marco Oliveira a 3 de Junho de 2017 às 19:31
Esta da Av. do Aeroporto é particularmente interessante para mim.
O meu pai (nascido em 1935) contou-me de ter ido ao Aeroporto quando era criança e ter caminhado por toda esta avenida a pé. Pela descrição que ele faz, deve ter sido uma aventura cansativa.
Por esse motivo, é fácil para mim, imaginar o meu pai em criança a andar por aqui!
Obrigado por partilhar a foto. :-)


De Bic Laranja a 4 de Junho de 2017 às 18:07
Mérito do fotógrafo (Eduardo Portugal?). E do pasquim Observador, que a divulga mesmo sem menção de autoria.
Obrigado eu de seu agrado.


De [s.n.] a 3 de Junho de 2017 às 20:19
Desculpe a ignorância, mas a moradia branca, a única nesta altura naquela longuíssima estrada!, à esquerda da imagem, estaria próxima do que viria a ser a Rotunda do Relógio? E reparo ela possui janelas de guilhotina o que significa que terá sido edificada pelo século dezoito ou princípios do dezanove, não é assim? Depois lhe digo por que pergunto:)
Maria


De Bic Laranja a 4 de Junho de 2017 às 18:17
Como digo no texto, a casa branca é da quinta da Fronteira, e pousava onde hoje a Av. dos E.U.A. entronca na Av. do Aeroporto. O Relógio é ao fundo da avenida. Nem se vê.
As casas podem ser do séc. XIX ou anteriores. Janelas de guilhotina eram vulgares, mas deixaram de ser.
Cumpts.


De [s.n.] a 6 de Junho de 2017 às 17:18
Então já estou a ver que não tem nada a ver com uma moradia que conheci (veja o seu email) que ficava e ficará ainda muito próxima da Rotunda do Relógio. Moradia enorme com azulejos a forrar as paredes, até meio, na sala de entrada, lindos de morrer, do género dos que eram nesses séculos importados da Holanda (ou seriam já cá fabricados?). Creio que aqueles eram mesmo do século dezasseis pelo género dos desenhos e cores. Porém deduzo que terão sido comprados e lá colocados pela pessoa que terá adquirido a moradia nos anos setenta ou por aí e terá feito nela algumas remodelações.

Segundo as suas palavras, o Relógio já existia na Rotunda por esta altura. Extraordinário!


De Bic Laranja a 6 de Junho de 2017 às 21:52
Má escolha de palavras. O Relógio não existia em 44. Era cedo.
A casa de que fala deve ser uma das moradias da avenida, decorado a preceito. A primeira do lado esq., quando se sai do Relógio caminho do Areeiro, tinha até há uma dezena de anos uma figura de convite em azulejo a par da porta. Andou uns anos decadente até que a renovaram (casa Palser). Mas a figura de convite em azulejos foi um ar que lhe deu. Esta casa por acaso puseram-lhe janelas de guilhotina. Não tenho a certeza de as ter antes de a renovarem....
Cumpts.


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