11 Comentários:
De tron a 11 de Março de 2017 às 01:23
Voltei a activa depois de uma breve experiência universitária.... E pelo que vejo do seu artigo os males da CGD já têm barbas


De Bic Laranja a 11 de Março de 2017 às 11:16
A ganâncida tem barbas.
Bem-vindo de volta!


De [s.n.] a 13 de Março de 2017 às 11:09
A modos que ... apenas mudam as moscas.
Zé das Caldas


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 19:59
Podem mudar as moscas mas o mosquedo é perene.


De [s.n.] a 13 de Março de 2017 às 18:12
Uma pessoa lê isto e não acredita. Vou ler melhor para fazer as devidas comparações com a corrupção de ontem e a de hoje na mesmíssima C.G.D. Quem diria, hein?...
Maria

Vou ler os seguintes temas, só li ainda os títulos. Parecem-me bem actuais e igualmente importantes. Parabéns por trazê-los.


De Bic Laranja a 13 de Março de 2017 às 19:57
A corrupção de hontem liga com a de hoje pelo mesmo: dinheiro e ladroagem.
Cumpts.


De [s.n.] a 14 de Março de 2017 às 03:10
Nem tenha a menor dúvida, é que é mesmo isso. Quem mais roubar, tanto ao nível político como económico, é quem mais prestígio adquirirá junto dos seus pares. E os maiores ladrões deste infeliz país são mesmo os políticos e muitos dos que deles dependem e com os mesmos conluiados, nos vários sectores administrativos públicos e até privados.
Maria


De Mandarinia a 14 de Março de 2017 às 06:05
Caro Bic,

Como sempre muito bom. Como Diria o grande Lampedusa "É preciso que as coisas mudem para que fique tudo na mesma." Claro que enquanto uns roubam muitos há que sofrem, atente-se na notícia sobre a criança deita---gatos (um dos muitos que enxameavam Lisboa).


De Bic Laranja a 14 de Março de 2017 às 13:05
Pois sim...
Já tinha lido essa notícia. Precisei de aprender o que eram «deita-gatos» e fui ver:
DEITA-GATOS, s.m. Pop. Humilde artífice que conserta, por meio de gatos de arame, a louça de barro, chapéus de chuva, etc. São os deita-gatos pelo geral oriundos da Galiza e exercem a sua arte ambulantemente: «Havia, entre os maltezes, alguns que exerciam um pequeno comércio — os tendeiros — e outros que praticavam uma pequena indústria — os deita-gatos. Todos pediam esmola; mas os tendeiros formavam, por assim dizer, a aristocracia da classe, e os deita-gatos constituíam uma espécie de burguesia média nessa sociedade mal diferenciada», Brito Camacho, Gente Rústica, p. 140, (1921). Relegado para os meios rurais ou para os subúrbios das grandes cidades, o deita-gatos acumula, muitas vezes, com a sua, a profissão de amolador. Nalgumas regiões do Alentejo (v.g. Portel) anunciam a sua presença por um tilintar de ferrinhos e o povo liga a êste anúncio a superstição de que êle indica que vai chover ou fazer mau tempo. (Cf. Pombinho Júnior, Retalhos de um vocabulário, XXX, in Brados do Alentejo, Fev. de 1934).

Da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, cá fica o argumento da minha ignorância.
Cumpts.


De Mandarinia a 15 de Março de 2017 às 15:34
Caro Bic,

Eu já sabia mas só porque há uns anos num restaurante no Alentejo tinham desses pratos assim arranjados nas paredes e eu, na minha ignorância, perguntei que "agrafos" eram aqueles. Lá veio a explicação do deita-gatos. A notícia chamou-me a atenção porque fazia referência à actividade, a criança era o deita-gatos.


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