10 Comentários:
De [s.n.] a 3 de Setembro de 2017 às 05:54
Vem mesmo a calhar este seu tema. Amanhã conto deixar-lhe aqui uma amostra do que é falar 'bem' nas televisões pelos vários meninos e meninas, além da jornalista que já abordei.

Este programa que cita é do mais parvo que já se viu. Todos os que nele entram são cretinos e só dizem baboseiras, a começar pela Ferreira Alves de ar arrogantemente irritante e a acabar neste Pedro que mencionou. E então este pedaço de prosa saído da sua (dele) boca é de arrepiar.

Quanto a este programa não digo mais, fica para depois. Por agora só quero pedir ao moderador que por favor ensaie num espelho outro sorriso diferente daquele que volta e meia esboça. Faça como os actores de Hollywood sempre fizeram. Estes, além de mostrarem sempre para a câmara o lado da face mais fotogénico, ensaiam mil vezes o sorriso, a gargalhada, as expressões, etc. Que não é este o caso que quero pedir ao moderador, mas sim que modifique o sorriso POR FAVOR. Ele tem um sorriso HORRÍVEL, que me desculpe. Só não lhe digo quem ele faz lembrar para não o ofender, esta não é a minha intenção.

Por exemplo, a Fátima Campos Ferreira da RTP, tem um modo de sorrir parecido com o do Aurélio, mas já tem vindo a evitar sorrir mostrando os dentes todos (dito antigo mas adequado), tornando com isso a sua expressão bem mais aceitável e mesmo agradável. E ela até que nem é nada feia, o pior é o sorriso...
Maria


De Bic Laranja a 3 de Setembro de 2017 às 09:59
Este programa é tele-evangelismo. Do mais presunçoso que pode haver, o que o torna redondamente ofensivo. Mais, inclusive, do que qualquer dos intermináveis programas de oração sobre todas as minudências da santa bola.
Desprezível!
Cumpts.


De [s.n.] a 4 de Setembro de 2017 às 03:25
Repare-me só nisto:

RTP2, em 1/9, voz de homem em off "ensino... distância", em vez de "ensino à distância".

Na Visita Guiada da RTP2 (programa apresentado por Paula M.Pinheiro, de que gosto, menos dos seus tiques, ademanes e expressões exageradas e olhos demasiadamente arregalados, denotando a sua origem genética, e o cabelo sempre a cair para cima dos olhgos e ela sempre a abanar a cabeça para o afastar..., por que não o prende com um gancho?!) tiques que já vêm de muito longe... e a vaidade continua, ela é exageradamente vaidosa, nota-se nos sorrisos postiços e na inclinação da cabeça dum lado para o outro consecutivamente e isso irrita ver-se numa apresentadora, qualquer que seja o programa. Ela disse e repetiu o nome próprio "Cancelo" (Cancêlo) com o E fechado! Uma jornalista da TVI também o fez aqui há dias. Ora se este apelido/nome próprio "Cancela" (p.ex. Cancela d'Abreu) e igualmente o substantivo comum (a cancela do jardim), sempre foram pronunciados com o E aberto, o seu equivalente masculino tem obrigatòriamente de o ser também. Mas esta pronúncia errada tem sido dita e repetida nas últimas semanas, em todos os canais, referindo-se a um jogador de um clube qualquer. Faz lembrar o apelido Metello de um que qté há pouco tempo teve um programa na SIC (e também uma antiga apresentadora, Mª. João Metello), que sempre se pronunciou com o E bem aberto ('Metéllo') mas estranhamente a partir de 25/4 os próprios donos do nome começaram a fechar o dito E da segunda sílaba! Mas como assim se existe um duplo L a seguir ao E que obriga a abrir a vogal anterior?!? Até Fernando Pessa gozou com este assunto. Terão os possuidores do nome tido vergonha do que a pronúncia verdadeira pudesse sugerir? Deve ter sido. Porém, fiquem os donos do nome sabendo que a pronúncia por eles adoptada sugere "isso mesmo" e pronunciado deste modo estranho é que deve envergonhá-los...

A 1/9, pelas 02.17, na RTP2, voz de homem em off proferiu "ensino â distância", com a preposição+artigo "a" fechado!! outras vezes nem dizem o "a" (ensino... distância) como a Conceição Queiróz costuma fazer.

Num programa de literatura da RTP2, apresentado pela mulher do Pinto Ribeiro (Paula qualquer coisa) tendo duas escritoras e um escritor por convidados, uma daquelas creio que cientista, cada um deles pronunciou "mêstrado" (com o E fechado!!); e também "prê-determinação" com o E do prefixo fechado!! E ainda "profêtisa"..., o que é isto??
(cont.)


De [s.n.] a 4 de Setembro de 2017 às 04:49
Há um jornalista, da TVI, que a dizer as notícias mais parece um menininho acabado de sair da escolinha. Mas como tem aliança deve ser casado e portanto já não é tão menino assim. Ele usa óculos de aros pretos e é magro, mas infelizmente ainda não lhe fixei o nome. A falar ele só faz boquinhas à menino pequenino e expressa-se comendo as sílabas e tem a mania de falar à 'menino bem', o que no mínimo é ridículo e no máximo é insuportável da parte de quem transmite as notícias. Um dia destes (28/8) ele disse qualquer coisa e terminou a frase com "...gistado" querendo dizer "registado", comendo a primeira sílaba. E é sempre assim que ele articula as frases. Inadmissível num locutor (e menos ainda num adulto) que fala para o público.

Para que se não pense que só digo mal das/os jornalistas, devo esclarecer que há algumas destas jovens, ainda novas nos vários canais, que são bastante razoáveis. Falam correctamente, são simpáticas, sérias o suficiente para não parecerem parvinhas e apresentam-se decentemente vestidas e maquilhadas. Há duas ou três que fogem a estas regras essenciais para o cargo de responsabilidade que desempenham, mas ainda vão a tempo de as corrigir.

Um pequeno reparo. Já vi que quase todas estas jornalistas não dizem correctamente o Pretérito Perfeito dos verbos quando se referem ao passado de determinado acontecimento. Elas/es dizem-no sistemàticamente no Presente do Indicativo e isso está incorrecto, mais não seja porque induz os ouvintes em erro. Por ex., dizem: "falamos ontem desse tema" em vez de "falámos ontem desse tema"; ou "passamos pela manifestação no regresso a casa" em vez de "passámos pela manifestação no regresso...". Serão todas estas meninas e meninos (mais elas do que eles) originárias do Porto, como acontece à maioria das actrizes das telenovelas (que por acaso têm cuidado e não falam assim, devem ser advertências do director de cena)? Devem ser do Porto ou arredores e nada contra, mas o facto é que estamos em Lisboa e elas falam para milhões de portugueses espalhados pelo mundo e a maioria destes aprende o português (ou corrige-o) através dos programas televisivos e sempre com a máxima atenção. E o português falado na região de Lisboa e Coimbra, como todos nós sabemos, é aceite como o correcto pela generalidade dos portugueses, como já o fôra por doutos linguístas do passado.
(cont.)


De [s.n.] a 4 de Setembro de 2017 às 05:00
Há sotaques regionais e é natural que os haja e nem isso é crime nem deve ser menorizado. Outra coisa diferente é as/os jornalistas que falam nas televisões e que tendo responsabilidades inerentes aos cargos, devem ter um cuidado suplementar no modo como se expressam perante o público televisivo.

Caso tenham dúvidas, dêem uma olhadela aos jornalistas que transmitem as notícias nas televisões inglesas e francesas e reparem bem no modo extremamente cuidado como aquelas e aqueles articulam as frases e já agora o modo pausado como o fazem, sem esquecerem de fazer pausas entre as frases ou seja, d'intervalar as proposições.

No outro dia esqueci-me de mencionar uma coisa. Aquando do atentado de Barcelona, dia em que a Conceição Queiróz estava de serviço, bem, o modo como ela fez a transmissão dos acontecimentos e as perguntas que ía fazendo aos diversos convidados no Estúdio e na própria cidade onde estava a respectiva correspondente, foi de bradar aos céus. Um verdadeiro horror. A rapariga parecia que tinha o fogo no rabo (expressão popular que se usava para casos idênticos), falava a mil à hora! Foi de se mudar logo de canal por se tornar impossível ouvir aquele modo inacreditável de se transmitir notícias, muito menos tratando-se de uma tragédia daquela dimensão a necessitar de um/a profissional à altura do grave acontecimento e os telespectadores queríam ouví-las com interesse e urgência.

Aproveito para chamar a atenção de algo que já devia ter mencionado há mais tempo. Um dos jornalistas que falou com a Conceição naquele dia do atentado, foi o Miguel Fernandes do SOS24. E falou bem, como sempre. Dá gosto ouvir este jornalista pelo que diz e como o diz. Ora aqui está um jornalista que fala impecàvelmente o português, é fluente no discurso e tem facilidade de expressão. Vê-se que é uma pessoa culta. A Conceição e outros que aprendam com ele como falar e o que dizer, peçam-lhe umas aulas, só ganham com isso.

Outro jornalista que dá gosto ouvir pela fluência no discurso e pela facilidade de expressão e pela diversidade lexical, é o Rui Pedro Bráz do Mais Futebol. Chego a ver o programa durante largos minutos, primeiro porque gosto de bons debates de futebol quando se trata do meu Sporting, depois e sobretudo quando e se têm interesse, depois ainda porque é algo raro neste país ouvir alguém, nas televisões, é claro, expressar-se correcta e fluentemente na nossa língua. Este jornalista é mais um deles. Esta lufada de bons profissionais que nos últimos ano ou dois entraram para as televisões, não todos mas bastantes, são uma mais valia que os responsáveis que os contrataram devem acarinhar e conservar, já que com esta qualidade rara não haverá muitos por aí.
Maria


De Mandarinia a 4 de Setembro de 2017 às 07:06
Este homem o único papel que tem é o de idiota útil. Mas de facto poderia até enquanto idiota útil saber falar. Nem isso.


De muja a 4 de Setembro de 2017 às 12:58
A imagem acabada de um bacoco.


De [s.n.] a 4 de Setembro de 2017 às 16:06
Aleluia! Muja, Muja, que é feito de si?!?
Maria


De Bic Laranja a 4 de Setembro de 2017 às 21:11
Tamanho burro e poltrão, só em romances de Camilo ou Eça. Que pena já cá não estarem para o descreverem?
Cumpts.


De Bic Laranja a 4 de Setembro de 2017 às 21:08
Idiota inútil. Olhe que um pedaço de asno destes ter Destaque na imprensa, rádio e TV diz tudo da miséria a que chegámos.
Cumpts.


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