Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019

Bons velhos tempos

Super Constellation, Salisbúria (B. Robbins, 1959)
Escala dum Super Constellation da TAP em Salisbúria, Rodésia, 1959.
Brian Robbins, in Airliners.

Escrito com Bic Laranja às 14:06
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Domingo, 13 de Janeiro de 2019

Da mescambilha à especulação ou vice-versa

Correio da Manhã, 13/1/19
(Correio..., 13 de Janeiro de 2019.)

Escrito com Bic Laranja às 14:26
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Domingo, 6 de Janeiro de 2019

Em dia de Reis de 2019

 Sinta-se o benévolo leitor livre da caridade de escolher um postal da Adoração dos Reis no sortido fofo de palhaços de neve, da Coca-Cola, do P.A.N. ou de artifícios catitas que a Cruz Vermelha Portuguesa lhe vende para ser (ela) solidária.
 Feliz dia de Reis e ano bom!

Cartões de Natal da Cruz Vermelha Portuguesa, Telheiras — © 2019
Cartões de Natal da Cruz Vermelha Portuguesa, Telheiras — © 2019

Escrito com Bic Laranja às 14:59
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Friagem

 Chamar-se Sábado e sair à quinta já havia de dar para perceber… Mas como se escrevia em português, lá ia… Não que me não irritasse o desacerto desse jornalismo de sábado à quinta; duma Joana Marques inane a um João Pedro George com alvará de sociólogo — publicista de mão canhota, leia-se — ou, do anafado jacaré que queria ser lagartixa.

Governo Sombra, T.V.I. (n/ id., 2018)

 Na outra semana, numa reportagem sobre o Governo Sombra (Ricardo Felner, «Estivemos nos bastidores do Governo Sombra», in Sábado, 27/XII/18) esse zénite rectângulo-itinerante da alta cultura cosmopolita nacional-lisboeta, (re)descobri que o Calimero foi ao cu à abelha Maia (sic) num diálogo telegráfico (agora diz-se por sms) personificado pelo culto Vaz Marques (vejo-o a ler livros na casa de pasto ali em baixo; o dono diz que despacha tomos de peso em menos de duas horas) e o cgonista de digueita,coiso, que assina cgónicas na última página do Púbico (isso mesmo) e que caguega nos egues nas suas locuções na rádio e na TV. Nessa reportagem ainda fiquei a saber que o histrião-mor, comunista (não sei se) militante, filho de aviador da TAP e neto da avó, pagou um jantar no Belcanto [pub] (cerca de 500 euros) por chegar atrasado às gravações.
 Teve graça esta nota dos modestos hábitos pantagruélico-comunitários desta fidalguia nacional, porquanto era esta reportagem sobre ela logo seguida na referida revista Sábado por uma outra com parangonas de truz:

O exílio português de luxo do ditador Fulgêncio Baptista

Fugêncio Baptista, Madeira (n/ id., 1959)
Fulgêncio Baptista, Madeira, c. 1959.
(in Sábado)

 De luxo e ditador… — Hum! Quantas vezes terei lido ditador  na Sábado a adjectivar o Fidel de Castro?! Já para não falar em comezainas de cem contos de réis nalgum Belcanto da Havana, hem?!…

 Enfim! Como disse, a coisa lá ia, comprada à quinta por capricho…

 Pois «ao fim de dez anos», aparece-me de entrada o Dâmaso a justificar o abraço da cacografia brasileira porque… «já passaram dez anos» que ela por aí anda! — Ah, pois anda! Mas é que anda mesmo!… — E este Dâmaso (que nem chega a ser de Salcede) justifica por menos do que um porque sim o que nem careceria nunca de atenção. Há quem lhe chame progresso, e parece que é por aí que o pobre Dâmaso se perde: abraçar a actualidade com dez anos de atraso?! No saco de plástico (agora deu em saco de papel) mal viram a moda, foi logo — chic a valer! Como quererá o Dâmaso ser jornalista director, chefe de redacção ou lá o que é, com novidades assim, com dez anos de atraso?

Sábado, 3/1/19
(Revista Sábado proscrita, 3/I/19.)

 De jornais com ortografia que se leia, sobram o Avante estalinista e o Avante trotskista, vulgo, Púbico (isso mesmo). Além d' O Diabo, o único que me merece a pena ler e que espero se não conspurque coa javardice do Acordo (dito) Ortográfico. O resto é jornalismo (jornalismo?) para esquecer.

 Desejo para 2019 que a Primavera venha depressa e o Verão se ao depois não acabe. Até lá, cuidado com a friagem.

____
A imagem do Governo Sombra é da Sábado, uma revista brasileira que sai à quinta em Portugal.

Escrito com Bic Laranja às 10:33
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Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2018

O melhor de…

Referências estrangeiras.

 O melhor de 2018 são as referências estrangeiras. A cultura portuguesa vai assim, de alienação em alienação… em alienação… O fenómeno é tão atávico (perdoai-me agora o galicismo) no indígena lusitano que a própria romanização operada há 2000 anos por estas bandas o já mostrou: o prof. Hermano Saraiva dizia num dos seus programas sobre a origem do nome Beja ser Pax Julia; mas que não houvesse engano: a pax de Júlio César era uma tábua rasa sobre cultura autóctone; tanto que, sendo Beja terra de pão, nos não ficou nem ideia da palavra pré-romana para dizê-lo, ao pão («A Paz em Beja», Histórias que o Tempo Apagou, R.T.P., 25/11/1994). O indígena já nesse tempo não aderia senão ao novo…

 O melhor de 2018…
Francisco Penim apresenta livro sobre o Amor e surpreende, Move Notícias, 22/5/2018. Este freguês é jornalista; lida com a linguagem, logo, escreve livros. — Tjur1A sua fisionomia facial recorda-me o Tjur do Wickie, mas isso é cultura minha. — Como jornalista diz sekestro nos noticiários, mas isso é já cultura sua. E do jornalismo, escreva-se ou não livralhada de encher escaparates noticiosos, outro seu par — jornalista, logo escritor —, também o diz... Mais dirão coisas semelháveis…
 É tudo assim.
 Nos noticiários, há dias ouvi dum eléctrico que descarrilou; do inquérito, o culpado foi o condutor. Andava eu convencido há perto de 50 anos (sou da geração do jornalista Tjur) que se chamava guarda-freio a quem dirigia carros eléctricos. Cheguei até a aprender que na gíria da Carris o condutor designava o popular pica-bilhetes, cujo primeiro termo, pica, deu há pouco tempo para um Zambujo cançonetista compor uma cançoneta bem disposta e um teledisco (ou será videoclipe?…) com um eléctrico 7 de artifício. Nem assim…

 
António Zambujo — O Pica do 7.

 Nem assim, pois…
 Os do inquérito ao descarrilamento do eléctrico já não devem conhecer o termo guarda-freio; os jornalistas ainda menos e repetem do condutor. E falam em carruagem referindo-se a um carro eléctrico com tracção própria. Já no próprio dia do acidente, em reportagem interminável no local, ouvi falar em rodado por truck (dizia-se truque na gíria da Carris; bogie na do Metropolitano — em português é zorra). Um engenheiro da Carris (?) falava em directo à jornalistagem de plantão numa composição, referindo-se ao carro eléctrico acidentado, que não tinha atrelado. — Conceitos!… Ou uma inteligência (não confundir com serviços secretos) precisa e rigorosa. Coisas de nada que (des)compõem toda uma cultura.
 Ao depois, é oficial. O governo dos Açores continua a identificar-se, além do mais, por www.azores.gov.pt...

O melhor de 2018 é a linguagem: podem dizer-se coisas. De preferência em amaricano.

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Fotografia do Tjur Penim em Move Notícias. Boneco do Tjur nos cromos do Wickie.

Escrito com Bic Laranja às 11:29
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Rossio de Lisboa de manhã

Rossio de Lisboa de manhã (A. Pastor, c. 1973)
Rossio, Lisboa, [1973].
Artur Pastor, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 09:42
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Domingo, 30 de Dezembro de 2018

Rossio de Lisboa à noute

Rossio de Lisboa pelo Natal (A. Pastor, 197...)
Rossio, Lisboa, [1973].
Artur Pastor, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 23:27
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Pop 76

Não sei porquê, deu-me agora saudade dos anos 70.


Tina Charles — Love to Love
(Pop 76, 1976)

Escrito com Bic Laranja às 17:44
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Sábado, 22 de Dezembro de 2018

Cartão de Natal



«Adoração dos Pastores», Teodoro Van Loon, c. 1620 — Óleo sobre tela, 250 x 167 cm (Museu de Belas Artes, Boston)

Adoração dos Pastores

Teodoro Van Loon, c. 1620 — Óleo sobre tela, 250 x 167 cm
(Museu de Belas Artes, Boston)


 


 

 

 

Aos benévolos leitores que
generosamente visitam este blogo,
sinceros votos de

 

~~~~~ * * * ~~~~~

FELIZ NATAL

~~~~~ * * * ~~~~~

A todos


BOAS FESTAS !

 

 

 

 

Escrito com Bic Laranja às 17:25
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2018

A Suíça com portugueses

Suíça, Rossio (A. Pastor, 1973)
Pastelaria Suíça, Lisboa, c. 1973.
Artur Pastor, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 16:48
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2018

O Rossio com portugueses

Rossio com portugueses, Lisboa (A. Pastor, c. 1973)
Rossio tomado de S. Domingos, Lisboa, c. 1973.
Artur Pastor, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 19:22
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018

Guloso

https://c1.staticflickr.com/5/4844/31350958747_863981ac45_o.jpg
Autocarro «Guloso», [Amoreiras?], [s.d.].
Autor n/ id.

Escrito com Bic Laranja às 18:00
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018

Paris sem coletes

Place de La Concorde, Paris (A. Ferrari, 195...)
Praça da Concórdia, Paris, 195...
Amadeu Ferrari, in archivo photographico da C.M.L. 

Escrito com Bic Laranja às 11:38
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2018

Av. de Roma numa tarde dos anos 50

Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa (António Passaporte, 195...)
Av. de Roma à tarde, Lisboa, 195…
António Passaporte, in archivo photographico da C.M.L.

 

Escrito com Bic Laranja às 15:22
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2018

Política de melhoramentos municipal

Terreiro das Farinhas visto da Rua dos Arameiros antes das demolições, Lisboa (E. Portugal, 1940)
Terreirinho das Farinhas visto da Rua dos Arameiros antes das demolições, Lisboa, 1940.
Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

 

 Ouvi notícia de o farsante minoritário na presidência da C.M.L. somado a uma sinistra minoria de farsolas na assembleia municipal irem baptizar o velho Campo das Cebolas.
 Ora bem! Os gajos que levantaram a Ponte 25 de Abril num ápice e que foram numa manhã de Maio à Portela de Sacavém erguer lá em menos de nada o aeroporto do Humberto Delgado ao menos acertavam no lugar. Estes tolos da câmara agora nem isso; ignoram a real morada da fundação da D.ª Pilar, para quem o filho do Grande Afonso de Albuquerque mandou construir há 500 anos a casa dos bicos, e cuidam ser Campo das Cebolas todo o terreiro deixado das demolições do Terreirinho das Farinhas, Tr. das Portas do Mar, Tr. dos Bicos e Boqueirão da Palha, entre as ruas dos Bacalhoeiros, dos Arameiros e da Alfândega, contando ainda o pedaço desafectado à velha Alfândega a oriente do Ministério das Finanças.
 Porém, não duvido por um segundo que do vazio das cacholas hoje na C.M.L. ao vazio deixado daquelas demolições do tempo do Estado Novo se erguerá uma formidável obra sem a qual nenhum alfacinha de gema nem saloio dos arrabaldes poderiam viver: uma nobelitante e saramagal placa toponímica.

Campo das Cebolas, Lisboa (P. Guedes, 1940)
Campo das Cebolas
, Lisboa, 19....

Paulo Guedes, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 15:10
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Domingo, 25 de Novembro de 2018

Portugal rural

Companhia das Lezírias, Ribatejo (M. Novaes, s.d.)
Companhia das Lezírias, Ribatejo, [s.d.].
Mário de Novaes, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.

Escrito com Bic Laranja às 16:31
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Ex-Portugal rural

(Enquanto estradas se afundam num país ao deus-dará depois do fim…)

 Dependente de firmes exigências funcionais repartidas entre o armazenamento, o tratamento (limpeza ou calibragem) de cereais e um complexo sistema de circulação, recepção, expedição, aglutinando também a indispensável área administrativa […] A Federação Nacional de Produtores de Trigo desenvolveu um papel muito importante na dotação e regularização quase por todo o país de estruturas de armazenamento e calibragem de cereais, dependentes do incremento que nos primeiros tempos do regime corporativista português deu ao ciclo da produção do pão e consequentemente dos cereais.

Deolinda Folgado (Docomomo Ibérico), «Património Industrial — Arquitectura Industrial Moderna  (1925-1965); E.P.A.C. – Empresa Pública de Abastecimento de Cereais», in D.-G.P.C., 2002.

Projecto: 1954-55.
Autores: Arq.ºs José Bastos Coelho e António Ribeiro Modesto; Eng.º Ângelo G. Ramalheira – construções, estudos e projectos de estabilidade.

Federação Nacional dos Produtores de Trigo, Vila Franca de Xira (M. Novais, c. 1957)
Federação Nacional dos Produtores de Trigo, E.N. 10 à Vila Franca de Xira, 1957.
Mário de Novaes, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.

*   *   *

 […] Em 1935 com a criação da Federação Nacional dos Produtores de Trigo (F.N.P.T.) pelo Estado Novo, situando-se, a sua origem com precisão nos celeiros dos produtores de trigo instituídos a partir de 1932 no desenvolvimento da Campanha do Trigo, iniciada em 1929, a F.N.P.T. trabalhou então ao lado da F.N.I.M. (Federação Nacional dos Industriais de Moagem) criada em 1934 e estes dois organismos corporativos tiveram como cúpula o Instituto Nacional do Pão em 1936. Em 1972 o Governo procedeu à revisão do regime dos organismos de coordenação económica ligados à agricultura e determinou que na F.N.P.T., que passa a denominar-se Instituto dos Cereais (I.C.), [fossem] incorporadas as Comissões Reguladoras do Comércio do Arroz, das Moagens de Ramas, do Comércio dos Cereais [ dos] Açores e o Instituto do Pão, que ficaram extintos. Deste modo nasceu o Instituto dos Cereais. Em 1974 com o novo do regime democrático e consequência [da] extinção dos organismos corporativos obrigatórios foram integrados no I.C., a F.N.I.M., os respectivos Grémios regionais, os Grémios dos Industriais de Panificação e os dos Industriais de Arroz. Em 1976 foi instituída a E.P.A.C., E.P. [que] herdou o tecido patrimonial e humano de dezanove organismos distintos públicos e corporativos […]
 Os governos que exerceram a tutela da empresa nunca souberam o que fazer com a E.P.A.C. logo que se esboçou o [curso] do país no sentido da integração europeia com a inevitável liberalização do mercado dos cereais. […] Por outro lado, os sucessivos Conselhos de Administração nunca apresent[ar]am planos de estabilização da empresa, minimamente consistentes em termos económico-financeiros [...] Consumiram-se na gestão de curto prazo e na produção de actos irrealistas […] cujo principal negócio foi vender património, reduzir o quadro de pessoal [e] traduziu-se em não tomar decisões de fundo, com a consciência a partir de certa altura de qual seria o fatal destino da empresa. Depois , como muitas vezes se assume em Portugal, quem viesse no fim que «fechasse a porta» […]

E.P.A.C.: Uma longa história…, in , 2013.

Escrito com Bic Laranja às 11:17
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Sábado, 24 de Novembro de 2018

Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa

Com tráfego e ao mesmo tempo desafogada.
O segundo autocarro de dois pisos que se vê ao cimo é o Leyland 201 ou o seu irmão, o 202.

Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa (A. Passaporte, 195...)
Av. de Guerra Junqueiro, Lisboa, 195…
António Passaporte, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 13:34
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018

Um 40 em 77

Autocarro para a Boa-Hora com o cemitério dos Prazeres em fundo…
O centro é para a direita.

Carris: n.º 255, carreira 40, Alcântara-Terra (Guy, 1977)
Carris: n.º 255 na carreira 40, Alcântara, 1977.
Guy, in «Autocarros de Lisboa».

Escrito com Bic Laranja às 12:40
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Um 39 em 87

 A Estr. de Marvila junta ao Ateneu da Madre de Deus em Fevereiro de 1987. Em 31 anos o panorama mudou pouco por ali. Não sei se se algum autocarro mete hoje por estes caminhos. — Eu, há uns pares de décadas é que não! E recuando mais no tempo, posso ver o lugar aqui retratado com uma amplitude mui maior…


Fotografia: Carris: n.º 721 na carreira 39, Estr. de Marvila, 1987. Guy, in «Autocarros de Lisboa».

Escrito com Bic Laranja às 11:55
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