Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019

O povo é sereno

 Há aquela anedota no meio aeronáutico de no «cockpit» dos grandes aviões de passageiros dever ir um só piloto, acompanhado dum cão. O piloto para pilotar; o cão para morder o piloto se ele tocar nalgum comando de voo.
 Das piadas à realidade vai curta distância. Há restaurantes onde os cães entram, mas gente que fuma fica à porta.
 Os animais são coisa de importância. E eu, claro, dou-lha.
 Certa vez preguntaram-me umas senhoras se queria eu um gato vadio. Respondi-lhes com uma pregunta que pareceu justa: se tinham elas já preguntado ao gato se me queria ele a mim. Voltaram-me as costas sem mais, como ofendidas.
 Hoje andou um juiz num tribunal de família e menores a inquirir um cão sobre se gostava mais do dono ou da dona…
 Hoje, também, ouvi uma boa. A corja eleita para governar a gente prepara o homicídio por receita médica. A gente não vale nada. Já os cães…

«Deixem-se estar!…», Lisboa —  © 2019
Deixai-vos estar!…, Lisboa — © 2019

Escrito com Bic Laranja às 20:15
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Domingo, 10 de Novembro de 2019

Há muitas razões para visitar Serpa


José Hermano Saraiva, Boa terra, melhor gente.
(Horizontes da Memória, R.T.P., 9/XI/1997.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2019

Sou deste tempo

A56458
Avenida de Fontes com a Martens Ferrão, Lisboa, 1967.
Augusto de Jesus Fernandes, in arquivo fotográfico da C.M.L.


 Melhor! A paisagem mudada, o orgulho do moderno prédio já não de rendimento, mas de sétimo andar com elevador (o luxo da burguesia média-alta do tempo da mini saia) — senão a câmara municipal nem lá tinha mandado o fotógrafo documentar a formidável pós-modernidade. Em 1969 seriam os 20 andares do Imaviz e em 71, salvo erro, os 25 do Sheraton, um pedaço de avenida (e não só) mais acima — 5 estrelas!…
 E a ortografia despida, como a de Queirós do Eça nas edições dos Livros do Brasil. Aquelas que na melhor hipótese eram encadernadas em vermelho e dourado.
 Sou deste tempo. A rua onde nasci ver-se-ia ao fundo, não fora (fôra ou fora?!…) a furgoneta pão-de-forma (fôrma ou forma?!…) a passar.

Escrito com Bic Laranja às 22:41
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Prédio de rendimento

Avenida de Fontes com a Martens Ferrão, Lisboa (P. Guedes, 190…)
Avenida de Fontes com a Martens Ferrão, Lisboa, post 1902.
Paulo Guedes, in archivo photographico da C.M.L.


 E bem! Não há muito a dizer. É o pittoresco das avenidas novas por 1900. O «maldito» predio de rendimento, que os contemporaneos condemnavam por desfear os lotes que se queriam para chalets á franceza. Ou á suissa. Tres andares! Uma brutalidade de volume (no séc. XXI diz-se pomposamente «volumetria», quasi parece scientifico), contrastante da bucolica rusticidade arrabaldina dos lugares por se onde espraiaram as taes avenidas. Novas. — Vede o casario além! Do fundo do taipal a São Sebastião da Pedreira. A igreja lá se vê, cortando ainda o horisonte com sua tôrre sineira. D'antes as terras, e até os lugares, eram assim: nada acima do campanario atalhando horisontes.
 Aquella casa branca em segundo plano é no leito da rua onde nasci. Claro que nem havia rua e eu só nasci mais tarde. Já a paisagem mudara… Mas a orthographia aqui é seguro ser como a de Eça de Queiroz na 1.ª edição d' Os Maias.

Escrito com Bic Laranja às 21:57
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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2019

Cromos do Metro, n.º 8 (ou…)

António Silva, Portela de Sacavém — © 2019
António Silva (ou «Evaristo, tens cá disto?!), Portela de Sacavém (ou Pátio das Cantigas) — © 2019
(Caricatura de António, 2012.)



— Ó Evaristo! Tens cá disto? — Pátio das Cantigas, 1942.


E ainda!
 Notastes vós, benévolos leitores, a Maria da Graça dizendo em português açucarado:
  — Ó pessoal! Ele ainda fica tiririca quando a gente pregunta «Ó Evaristo, tens cá disto»?
 De preguntar, exactamente!

Escrito com Bic Laranja às 21:00
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Domingo, 3 de Novembro de 2019

S. João em Patmos e outras histórias


José Hermano Saraiva, Apocalipse no Oeste.
(Horizontes da Memória, R.T.P., 2/XI/1997.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Sábado, 2 de Novembro de 2019

Canoas do Tejo (hoje deu-me para recordar isto)


Carlos do Carmo



Letra e música: Frederico de Brito


Canoa de vela erguida,
Que vens do Cais da Ribeira,
Gaivota, que anda perdida,
Sem encontrar companheira

O vento sopra nas fragas,
O Sol parece um morango,
E o Tejo baila com as vagas
A ensaiar um fandango

[refrão:]
Canoa,
Conheces bem
Quando há norte pela proa,
Quantas docas tem Lisboa,
E as muralhas que ela tem

[1:]
Canoa,
Por onde vais?
Se algum barco te abalroa,
Nunca mais voltas ao cais,
Nunca, nunca, nunca mais

Canoa de vela panda,
Que vens da boca da barra,
E trazes na aragem branda
Gemidos de uma guitarra

Teu arrais prendeu a vela,
E se adormeceu, deixá-lo
Agora muita cautela,
Não vá o mar acordá-lo

[refrão]

[Guitarra]

[1]

Faluas no Tejo
Faluas no Tejo
Cais das Colunas (E. Gageiro)

Esta [última] aqui é do Eduardo Gageiro; as [primeiras] que ladeiam o poema descobri-as na Internete há tempos, mas não consegui agora identificar o sítio nem o autor.
Os tipos de barcos do Tejo podeis identificá-los aqui.


(Revisto: se premir nas imagens, vê-las-á ampliadas e a cores, menos a do Gageiro, que é a p/b. Publicado em 9 de Dezembro de 2005 às 22 e 43.)

Escrito com Bic Laranja às 22:43
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Quarta-feira, 30 de Outubro de 2019

A Hollanda

 Esta menhãa andava á procura d' A Hollanda. Não sabia d'ella e não havia mappa que me podesse valer.
 Estava aqui, na esquina do Elucidário.

Ramalho Ortigão, «A Hollanda», Magalhães & Moniz , Porto, 1885
Ramalho Ortigão, A Hollanda, Magalhães & Moniz, Porto, 1885.


(1.ª edição portugueza compilando os artigos sobre Hollanda publicados na «Gazeta de Noticias» do Rio de Janeiro ao longo de uma collaboração de oito anos, onde se descrevem as origens, as cidades e os campos, as casas e as gentes, as colonias, a arte, a instrucção e a cultura dos hollandezes.)

Escrito com Bic Laranja às 21:17
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Terça-feira, 29 de Outubro de 2019

Cromos do Metro, n.º 7

Carlos Lopes, Portela de Sacavém — © 2019
Vasco Santana (ou Narciso Fino, da leitaria Estrela d'Alva), Portela de Sacavém (ou Pátio das Cantigas) — © 2019
(Caricatura de António, 2012.)

Escrito com Bic Laranja às 21:44
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Domingo, 27 de Outubro de 2019

A História é mais ou menos esta…


José Hermano Saraiva, Barcelos canta de galo.
(Horizontes da Memória, R.T.P., 26/X/1997.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Adeus ao fotógrafo, a nós…

 Num vislumbre de Alcântara em 1940 aparecia um burrico. Pois como os burricos são cada vez mais raros, aqui está outro. Com alguém que nos acena, suspenso no tempo.

Adeus, de um burrico, Santana de cima (prox.) (E. Portugal, 1947)
Alguém que acena, Santana de cima (a caminho de), 1947 (?).
Fototipia animada dum original de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 19:48
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Sexta-feira, 25 de Outubro de 2019

Alcântara perdida (ou achada)

Rua do Prior do Crato, Alcântara (E.Portugal, 1940)
Rua do Prior do Crato, Alcântara, 1940.
Fototipia animada dum original de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 23:49
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Quinta-feira, 24 de Outubro de 2019

Os Lotus da Essex…

Elio De Angelis & Lotus 81, Buenos Aires, 1980
Elio De Angelis & Lotus 81, G.P. da Argentina, 1980.
LAT Images, in motorsport.com.

 Veio-me ontem à ideia o Lotus da Essex, o Lotus 81.
 Já nos anos 70 havia marcas comerciais — sobretudo tabacos e bebidas — que se pegavam às marcas de construtores da Fórmula 1. Hoje é em todo o lado: Liga Nos, Volta a Portugal Santander, até uma estação de Metro… Mas nos anos 70 a coisa era limitada, não enjoava. Nos melhores casos entranhava-se até como um cântico: Yardley McLaren, Ligier Gitanes, John Player Special Lotus…
 Pois ontem veio-me à ideia o Lotus da Essex.
 De 72 a 78 — 7 anos — a Lotus andou ligada aos tabacos da John Player Special. Pareciam inseparáveis, quási se tornando numa e a mesma coisa. O preto e doirado devieram como que as cores dos Lotus. E em 79 os carros pretos da Lotus apareceram verdes a dizer Martini!  A coisa não durou mais que esse ano e em 80 os Lotus deram em ser prateados azuis e vermelhos, com publicidade à Essex, uma empresa de compra e venda de petróleo. Tinham os números 11 e 12; o 11, o Andretti e o 12 o Elio de Angelis. Só continuaram daquela cor mais em 81…

Mario Andretti & Lotus 81, G.P. do Mónaco, 1980
Mario Andretti & Lotus 81, G.P. do Mónaco, 1980.
A. n/ id., in wheelsage.org

~~~~ / / ~~~~

 

Andretti & Lotus 80, Jarama, 1979 (Motor Sport Images)
Mario Andretti & Lotus 80, G.P. de Espanha, 1979.
Motorsport Images, in motorsportmagazine.com.

Lotus 79 (Mario Andretti e Ronnie Peterson), Zandvoort (A. n/id., 1978)
Mario Andretti, Ronnie Peterson & Lotus 79, G.P. da Holanda, 1978.
A. n/ id., in reddit.

Ronnie Peterson & Lotus 72, Monte Carlo, 1972
Ronnie Peterson & Lotus 72, G.P. do Mónaco, 1974.
LAT Images, in motorsport.com.

Escrito com Bic Laranja às 22:21
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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019

Avé violência doméstica, a CMTV esteja contigo

 Um motoqueiro do género brutamontes, o Jaiminho, salvo erro, lá da rua de cima, costumava dizer com gestos largos: 
 — O Correio da Manhã?! O Correio da Manhã é aquele jornal que dá a notícia do cabo-verdiano que matou o irmão à facada e depois põe uma fotografia de onde o irmão ia cagar.
 Foi a melhor definição do Correio da Manhã que houve.
 Pois houve! Velhos tempos… O tempo passa e nada fica igual. Todo o mundo é composto de mudança, já dizia o poeta, mas até nem isso. Agora temos o sacrossanto pugresso.

 O Correio da Manhã montou-se no cabo e evoluiu do pasquim da gaja boa e da notícia de faca e alguidar na primeira página para o tele-evangelismo. A violência doméstica é a religião que prega. E como prega!…
 Não por acaso, o adjectivo doméstico ganhou hoje foros de tão magna sacralidade que se tornou blasfemo fora do catequizador enunciado, como dantes, em que se usava a qualificar empregadas ou animais, domésticos. Ambas estas singelezas do quotidiano se expurgaram dos assépticos subúrbios deste novo mundo. O que temos do pugresso são finalmente colaboradoras e animais de companhia. — Dos animais bem temos visto como pugride o seu deputedo político. E das empregadas domésticas às colaboradoras subjaz a quintessência do mistério que consagra em plena divindade a violência doméstica no altar da sacralização feminina. Não esta no sentido histórico ou romântico, heteropatriarcal. Mas como anátema masculino. Daí que fora com galanteios e cortesias e, ámen! agora ao mulherio, na pós-moderna forma de feminismo varonil; meninas, raparigas, senhoras, damas, donas, gajas, tipas, rameiras e toda a restante sorte de coirões que o belo sexo outrora continha valem agora indiferentemente como homens. — Que mundo! — Escaparão à voragem por ventuira algũas moças e donzelas, por provirem de linguagem aldeã arcaica; desconhecidas, não imaginadas e inexistentes, portanto.

  O altar mais sagrado da violência doméstica é o canal do Correio da Manhã. Acima do Governo e do Diário da República. Reza ladainhas de violência doméstica a cada noticiário como quem reza o terço ao fim da tarde: — Avé violência doméstica, cheia de desgraça, o Correio da Manhã é contigo. — E quando descai na velha faca e alguidar é porque a faca foi empunhada por uma mulher. Foi o caso da Bruna Letícia, mulher ciumenta e possessiva (estou a citar a missa do Correio da Manhã esta noite ao jantar) que degolou o namorado com quem se amancebara (o verbo amancebar sou eu que digo, não os pregadores do Correio da Manhã). Pois nem coabitando com o namorado — circunstância doméstica por definição antiga de séculos — arvorou o acto de haver aquela mulher morto ou matado o seu homem à categoria sagrada da violência doméstica. Nem por haver sido entre a cozinha e a casa de jantar ou o quarto. Não reza o Correio da Manhã de haver nunca tal sido violência doméstica. A Bruna mata o namorado, é o que dizem. Já com a Rosa Grilo também não foi nada violência doméstica, mas aqui há como atenuante uns angolanos, que sempre ressoam como gajos…

Não violência doméstica (Correio da Manhã, 23/X/19)
Violência doméstica Mata namorado
, Jornal Missa das 8 (CMTV, 23/X19).

 Não houve portanto violência doméstica. Se os sacristães do Correio da Manhã o não disseram nem escreveram, logo não se trata de violência doméstica. Isso assim posto é um facto que testes de laboratório não desmentem. Não se pense por conseguinte no caso da Bruna Letícia em tal ou sequer em singela violência, ainda que os termos enunciados pelo Correio da Manhã hajam sido de que a Bruna Letícia se desentendeu com o namorado por ter ele dado os parabéns a uma antiga namorada, e que, por isso, acabaram, ele a e Bruna, aos encontrões. No meio disto, a Bruna nem deu polo esfaquear. A faca calhou matá-lo, e ele, morreu, mais nada. Nada de violência, sobretudo nada da doméstica.

 Já na notícia homilia a seguir à da Bruna Letícia o caso foi outro. Completamente diferente. A violência era desde logo doméstica porque o homem agredia verbalmente a ex-companheira. E ao depois até lhe pregou umas cacetadas. O homem e a ex-companheira nem ouvi que houvessem sido casados, se bem que fosse dito que o casal já não vivia junto (aquando das cacetadas). 
 Pois aqui neste caso fica claro: fora de cozinhas e casas de jantar, o homem agredia?
 O homem agredia. Foi violência doméstica. É ou não é?

Violência doméstica (CMTV, 23/X/2019)
Violência doméstica, Jornal Missa das 8 (CMTV, 23/X19).

(Revisto às 2h00 menos 5 da tarde de 24.)

Escrito com Bic Laranja às 21:07
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Brande

Há Brandeburgo e brande Kopke.

Carris: n.º 286 com brande Kopke, Alcântara (© L. Murphy, apud Chris Evans, 1967)
N.º de frota 286 da Carris com brande Kopke, Av. 24 de Julho, 1967.
© L. Murphy, apud Chris Evans, in «Flickr».

Escrito com Bic Laranja às 19:59
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Negócios de ontem, sintaxe de hoje

Negócios, 22/X/2019

Negócios, 22/X/19.

Escrito com Bic Laranja às 17:08
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Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019

Um bi/tri 40 em 67

N.º de frota 44, de mil nove e 48, na carreira… 20 da Serafina? 40 do Centro Sul?
No último caso seria um tri 40.
O Piolho de Alcântara em fundo.

Carris: n.º 44 (restaurado como 114 em 1970), carreira 40, Alcântara-Terra (© L. Murphy, apud Chris Evans, 1967)
Carris: n.º 44 na carreira 40, Alcântara, 1967.
© L. Murphy, apud Chris Evans, in «Flickr».

Escrito com Bic Laranja às 07:45
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Domingo, 20 de Outubro de 2019

Classificado como monumento nacional. Vejam o estado…


José Hermano Saraiva, História e lenda em Montemor-o-Novo.
(Horizontes da Memória, R.T.P., 19/X/1997.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Portugal nas vésperas do fim

Portugal nas vésperas do fim, Alto Douro (G. Woods, 1974)
Viaducto da Régua, lavadeiras e vinha, Alto Douro, 1974.
Jorge Woods, in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 08:15
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Sábado, 19 de Outubro de 2019

Não há palavras

 Ele agora são os «influencers». Não chega a ser macarrónico porque nem português é. É bárbaro cru. Aqui há tempo ainda nos ficávamos pelo dito macarrónico, no caso, por exemplo, dos «fazedores de opinião» (do barbaresco ainda traduzível «opinion maker»). Mas antes, muito antes, de há séculos, havia nome português para esta gente:

 —  PRE-GA-DO-RES —

 Estirpe que degenerou vergonteas e enxertias em tal cópia que o bom povo lhe atribuiu o composto nome de vendedores de banha da cobra.

Influenceeiros, (Oráculo de notícias em 19/X/19)
Influenceeiros (à atenção dos Priberantes ou da Academia das Sciencias), in Oráculo de notícias em 19/X/19.

Escrito com Bic Laranja às 11:19
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