Domingo, 21 de Julho de 2019

Descriminação de género

 Chamar meloa à meloa porque é menor e melão ao melão porque é maior não é justo. A comissão da igualdade havia de já ter visto.

Melões e meloas — © Sonae, 2019
Melão e meloa, do caixote da fruta do Belzemiro & Filha.

Escrito com Bic Laranja às 13:25
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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019

Não se deve dizer «preto»

Feijão afrodescendente Compal (colhido na horta da Net)

Feijão afrodescendente Compal colhido na horta da Nete.

Escrito com Bic Laranja às 11:50
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Quinta-feira, 18 de Julho de 2019

Eléctrico em scenario campestre. Surreal!

Eléctrico, Cruz Quebrada (John F. Brownley, 1968 ? )
O eléctrico 15, Cruz Quebrada, 1968.
John F. Bromley, Lisboa: diapositivos 1962–2004, in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 18:35
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Quarta-feira, 17 de Julho de 2019

Victor Palla e a Aldeia das Açoteias (dum inglês que perguntou e do que lhe respondi)

Prespectiva das casas da Aldeia das Açoteias (Victor Palla, Bento d' Almeida, c. 1968)
Perspectiva das casas da Aldeia das Açoteias, Praia da Falésia c. 1968.
Victor Palla e Bento d' Almeida, in Arquivo do atelier
.

 Victor Palla foi arquitecto e artista de facetas variadas: fotógrafo, escritor, pintor, escultor, ceramista, desenhador… Foi o arquitecto da Aldeia das Açoteias, com Bento d' Almeida, seu sócio de 1947 a 1973.

 Portugal desenvolvia-se ràpidamente nos anos 60 e o Algarve desenvolvia-se ainda mais ràpidamente à conta, já, do turismo. Albufeira era um destino turístico regular desde os anos 50; a Vilamoura começou do nada por 1965. Assim sucedeu com a Aldeia da Açoteias: do nada, em 1967. A Victor Palla e Bento d' Almeida foi encomendado pela S.U.R.F.A.L. (Sociedade Urbanizadora da Praia da Falésia) o projecto dum complexo na Praia da Falésia como parte dum desenvolvimento em grande escala para se, numa obra integrada, conseguir satisfazer as necessidades do turista moderno (v. planos a pp. 1319-1332). O projecto é de 1967-68 — um grande projecto de arquitectura com diversas áreas: residencial, de estúdios (T0) a moradias T3 e T4, algumas incluindo quarto da criada a par da cozinha; área desportiva, courts de ténis, escola de equitação; hotéis de luxo e mais modestos; serviços administrativos, capela, serviços religiosos, correios, mercado, salão de chá, pousada… Mais próximo das arribas um Hotel da Falésia e mais serviços: barbeiro; supermercado, farmácia, lavandaria e lojas.
 
Só parte do projecto foi levada a cabo: 1) a Aldeia das Açoteias como ainda a conhecemos, com a sua recepção, o restaurante/discoteca, salão de conferências, lojas e as casinhas pitorescas tão bem integradas no pinhal que o único que sobressaía da copa das árvores era a cúpula do restaurante/discoteca; 2) a Aldeia do Mar, mais a par da falésia (hoje um pequeno empreendimento emancipado da Aldeia das Açoteias, designado como Aldeia da Falésia, que é a única parte ali do projecto original), começado em 1971, inacabado por falta de dinheiro à conta da revolução de 1974 (o mais acabado e definitivo desastre nacional). — Segundo me contaram, por 1974-75 os administradores do empreendimento fugiram para o Brasil com a massa do projecto e a Aldeia das Açoteias encalhou. Aí, às pessoas que compravam então as suas casinhas na planta e iam adiantando o pagamento da construção, foi oferecida a posse total ou parcial do que havia sido edificado, de acordo com os pagamentos que haviam feitos. Naturalmente que a escolha da posse parcial recaiu nos meses de Verão e a Aldeia das Açoteias viu-se desde aí com o rendimento reduzido aos poucos alojamentos sobrantes da ocupação das casas pelos proprietários na época alta, de Julho a Setembro.
 Pelo fim dos anos 80 o definhar do empreendimento
era notório. Em 2009 estava assim…
 
Na área do projecto de Victor Palla de 1967, empreendimentos outros vieram a ser licenciados pela Câmara de Albufeira a descaso do projecto original. O pinheiral veio de ano a ano a emagrecer enquanto os empreiteiros e as imobiliárias engordaram com os loteamentos… Claro que parte dessa gordura escorre com ou sem o calor algarvio a untar eleições autárquicas e partidos políticos; com esse escorrer escorrem de volta licenças camarárias para mais e mais projectos de construção…
 Pode o benévolo leitor entender daqui por que se fala na Aldeia das Açoteias poder vir a ser demolida, apesar de ser um dos primeiros (quando não o primeiro) aldeamento do género no Algarve?…
 Niguém quere saber de nenhum património senão quando gera retorno a torto ou a direito, que é como quem diz, à esquerda e à direita…

 Victor Palla pode ter sido um artista subestimado no seu tempo e desde então esquecido. No outro ano, porém, foi lembrado no Centro Cultural de Belém pelos seus trabalhos de arquitectura e, ao depois no ano passado, outra exposição das sua fotografias de Lisboa foi levada a cabo no Museu da Cidade. Cuido que estas lembranças tenham que ver dalgum modo com Victor Palla ter sido casado com a senhora Palla (e dali o nome que mantém) mãe do actual primeiro-ministro. É só uma conjectura… Seja qual a razão, Deus queira que esta recuperação recente da memória do arquitecto Victor Palla sirva a que não deitem a perder a Aldeia das Açoteias.


Aldeia das Açoteias, Albufeira (Ed. Foto-Vista, n.º 1489)
Aldeia das Açoteias, Albufeira (Ed. Foto-Vista, n.º 1489).
(Postal circulado de Albufeira para Bruxelas em Maio [?] de 1980.)


_____
Dum inglês que perguntou e do que lhe respondi, traduzido e trazido agora aqui a propósito de nada ou dum vazio qualquer.

Escrito com Bic Laranja às 20:20
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Domingo, 14 de Julho de 2019

Senhores telespectadores, estamos na serra do Barroso…


José Hermano Saraiva, Nas alturas do Barroso
(Horizontes da Memória, R.T.P., 1997.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Aposta falhada

 À hora que vedes, já o jogo acabara, a aposta da wikipæda (isso mesmo, uiquipeida) no campeão mundial de hóquei em patins era... Ora bem!...

 

In wikipæda, 14/VII/2019

Wikipæda, 14/VII/2019.

Escrito com Bic Laranja às 21:11
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Sábado, 13 de Julho de 2019

Da bica

Dantes havia uma louça assim. Ao depois deixou-se de ver.

 

Bica, Algarve — (c) 2019

Bica, Algarve — (c) 2019

Escrito com Bic Laranja às 20:54
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Quinta-feira, 11 de Julho de 2019

25 de Abril, pois...

 Pois! O 25 de Abril tem porras. Uma ponte Salazar não lhe enchia o currículo. Precisava compô-lo com... toda a cultura de desleixo e ignorância que o ensino abrilino veiculou por gerações. Eis uma boa ilustração.

Jornalismo do Observador, 11/VII/19

 

Escrito com Bic Laranja às 21:44
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Domingo, 7 de Julho de 2019

O progresso material e espiritual do provincianismo very typical

 O comboio chegou aqui e já não anda mais. Há muitos, muitos quilómetros de linha até Bragança. Mas o comboio a partir daqui, já não anda mais […] E não era assim.
 […]
 Para aproveitarem um pouco da via férrea, aqui tiveram uma ideia que realmente foi uma ideia feliz. Transformaram os carris no metro. De maneira que Mirandela é a única cidade portuguesa além de Lisboa que tem o metro. É uma boa ideia. O metro, como vêem, a carruagem vem cheia de estudantes. É o metro que leva os rapazes e as raparigas para a escola. Óptimo! Agora, há coisas curiosas. Esta carruagem em que eu embarquei tem um nome. É a carruagem de Estrasburgo. Eu podia ter ido para outra, mas a outra chamava-se… de Bruxelas, acho que ainda era pior. E há uma terceira que era de Paris…

 Então e as estações?
 Se repararem bem todas as estações têm aí um nome na placa. As estações chamam-se agora Jean Monnet, Jacques Delors, Mirandela/Piaget.
 Isto tudo aqui!… Isto tudo aqui, entre os castiços montes da mais castiça das províncias portuguesas.

José Hermano Saraiva, Nas margens do Tua
(Horizontes da Memória, R.T.P., 6/VI/1997.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Sábado, 6 de Julho de 2019

Bob. Português very typical

Bob, o português (Expesso — isso mesmo! —, 6/VII/19)

Superportuguês, made in Texas.(Expesso — isso mesmo —, 6/VII/19.)

Ao depois queixem-se do vinho do Porto produzido na Califórnia.

Escrito com Bic Laranja às 18:29
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Domingo, 30 de Junho de 2019

Vamos falar das origens do Porto

 É uma questão já tem sido muito, muito discutida. É uma questão que estava na moda aqui há cinquent' anos. Por tal sinal que um ponto que se discutia sempre era este: afinal o Porto naseceu deste lado ou aquele lado? O Porto mais antigo nasceu em Gaia ou nasceu onde hoje é o morro da sé?


José Hermano Saraiva, Ecografia do Porto
(Horizontes da Memória, R.T.P., 29/VI/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Sexta-feira, 28 de Junho de 2019

Saída de Lisboa

Saída de Lisboa pela Portela de Sacavém, Encarnação (M. Oliveira, 195…)
Rotunda da Encarnação, Lisboa, [s.d.].
Fototipia animada. Original de Mário de Oliveira, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 20:08
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Quinta-feira, 27 de Junho de 2019

Como se isto fosse lá assim…

 O vegetativo deputado dos animais resolveu ocupar a indigência parlamentar com as beatas de cigarro (de charuto não sei…) que os animalejos de duas pernas jogam para o chão como escarros. E a deputação de São Bento aprovou sem demora uma linda lei que multa o coiro e o cabelo aos coirões que doravante deitem descabeladamente beatas de cigarro para o chão.
  Deu nas notícias.
 Já consigo ver a autoridade do Estado erguer-se grave e solene do seu cadeiral na assembleia, tocar para o vizinho dali do 4.º dir. e ferrá-lo com 200 a 4000 éros de multa.

O meu atomóvel esta manhã, Portugal — © 2019
O meu automóvel depois da lei das beat@s do P.A.N., Portugal —© 2019

Escrito com Bic Laranja às 20:35
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Domingo, 23 de Junho de 2019

Há aqui umas histórias de magia, de encantos, de enredos

 Este lugar é um dos lugares mais emocionantes que existem em Portugal.
 Eu até acho… — Como sabem agora é muito costume, os estudantes fazem umas viagens de fim de curso. — Eu acho que, para acabar qualquer ciclo de estudos, fosse o primário, fosse o universitário, devia ser obrigatório visitar quatro lugares. Sem conhecer esses quatro lugares, não se entende Portugal.
 Um era o promontório rochoso de Sagres a apontar o mar desconhecido, o mistério do Infante.
 O outro é o glorioso paço das escolas em Coimbra. Coimbra, onde nasceu um rei e uma dinastia e onde hoje existe a glória duma universidade que nos dá prestígio.
 O terceiro ponto era o castelo de Guimarães. O castelo de Guimarães, que é uma espécie de berço pequenino onde nasceu Portugal.
 Mas o ponto …



José Hermano Saraiva, Em torno da Galafura
(Horizontes da Memória, R.T.P., 22/VI/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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O homem da Regisconta?

Av. da República, Lisboa, (A. n/id., c. 1980)
Av. da República
, Lisboa, c. 1980.

Fotografia de A. n/id.

Escrito com Bic Laranja às 13:50
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Sábado, 22 de Junho de 2019

Psicadelismo

 Confesso sentimentos mistos ante isto. Da cançoneta gosto. Mas ao mesmo tempo, tudo o que lhe vejo e entendo…
 Deve ser de ser arte contemporânea; algo entre Mirós e a colecção Berardo; muito valorizado, mas, alguém que explique, que pode ser que se entenda.
 Pelo menos aqui, ao contrário dessa arte inodora, a cantiga cheira-me.



Genesis, I Know What I Like

... )
 
Escrito com Bic Laranja às 21:20
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Quarta-feira, 19 de Junho de 2019

Da Portela de Sacavém

Estrada de Sacavém, Portela (Fototipia animada: original de E. Portugal, 1938)
Estrada de Sacavém
, Portela, 1938.
Fototipia animada de original de Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

 Esta era a panorâmica do lugar. Da perspectiva cartográfica, pela mesma época, dei conta há pouco (algum) tempo, entre considerações mais ou menos curiosas de toponímia migrante (ia dizer itinerante, mas migrante é um vocábulo tão, tão em voga que me rendi a usá-lo).

 Mas, donde se alcança isto?

 O benévolo leitor que suba do Relógio à praça das partidas do aeroporto, tanto que aí chegue e consiga uma panorâmica para NNE, no sentido de Sacavém, logo achará. Além na estrada por onde segue a carroça do leiteiro é por onde se espraia a praça das chegadas num socalco abaixo das partidas. À esquerda da estrada entre muros, o casarão meio pardo de que sobressai a fachada é o palácio Benagazil, casa da quinta do Polycarpo Machado. Ainda lá está. Foi há pouco restaurada, ou pelo menos pintada por fora. Acha-se assim de pé, mas agora muito perdida no meio dos edifícios da Autoridade [?] Nacional da Aeronáutica Civil, dos Aeroportos de Portugal da Vinci e mais que haja, que vieram a apinhar este lugar da Portela de Sacavém. Ou do Humberto Delgado…

 Seguindo por diante, as primeiras casas à direita, a par da estrada, eram da quinta do Caldas. — Aliás, todas estas terras daqui lá, desse lado do muro, incluída a torrinha ali à direita, eram terras do Caldas. Não sei quem haja sido o Caldas. Quiçá algum parente do Humberto Delgado…

 Mais ao longe avista o benévolo leitor outra casa meia encoberta por uma grande árvore. Essa casinha mais as maiores que sobressaem à sua direita no mesmo plano eram da quinta da Trindade, que se estendia até ao arvoredo que lhe remata o horizonte. Do arvoredo para lá há um conhecido organismo ligado ao mar e à atmosfera, mas, naquele tempo em que à terra também se dava importância, era a quinta do Morgado.
 A quinta da Trindade, propriamente, deu em NAV Portugal, que dantes tratava do controlo de tráfego aéreo sob a Direcção-Geral da Aeronáutica Civil — organismo do Estado português — e agora trata do mesmo sob o Eurocontrol…
 Quando esta quinta ainda era meramente da Trindade não confrontava ela directamente pelo lado de cá (sul) com a quinta do Caldas. Entre ambas corria a estrada do Poço dos Trapos que levava aos Olivais. Está encoberta esta estrada na panorâmica aí acima, mas há uns fotogramas seus, fugazes, na Lisboa de Hoje e de Amanhã, de António Lopes Ribeiro, mostrando o ponto exacto em que entroncava na estrada de Sacavém (v. 14'28"-14'50" onde um táxi vira da Estr. do Poço dos Trapos para a Estr. de Sacavém, vindo dos Olivais, caminho da Portela de Sacavém; não sei se não viria nele, no táxi, o Humberto Delgado…)

 E bom! A Portela de Sacavém, no termo de Lisboa, era como a vemos, dês do ponto em que se encontravam a Estrada de Sacavém, que segue para lá, e a Estrada da Portela de Sacavém, que vinha do Pote de Água.

 Neste exacto lugar fizeram, pois, um humbertoporto. Saiu um tanto delgado para tão grandioso nome, mas o que importa não é a História, é a história que se quer contar.

Quinta do Caldas, Portela (Fototipia animada: original de E. Portugal, 1938)
Solar do Caldas (tardoz, virado a sul), Portela de Sacavém, 1938.
Fototipia animada de original de Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

Portela de Sacavém (Fototipia animada: original de E. Portugal, 1938)
Estrada da Portela, Portela de Sacavém, 1938.
Fototipia animada de original de Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 22:00
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Domingo, 16 de Junho de 2019

Mas, o automóvel também tem as suas vantagens. Ora reparem:

 Aqui dentro, quem manda sou eu. Vou à velocidade que quiser. Faço o que entender. Uso  a música… a música, mais do meu gosto. Bom, e há um outro aspecto, um outro aspecto, que é muito importante. É que, um pobre diabo, dentro dum comboio, mesmo com bilhete de 1.ª, não deixa de ser um pobre diabo. Ao passo que, ao volante dum bom automóvel, parece um reizinho. — Bom, vocês têm visto como isso é: certos reizinhos que por aí andam…
 Isso significa que o automóvel representa um espaço de liberdade, um espaço de privacidade, e um espaço de personalidade, que nada pode substituir.
 Penso que, com gasolina ou sem gasolina, o automóvel como for possível, vai permanecer e vai ser um dos instrumentos de civilização que marcam realmente o nosso tempo.

[Mas] era de comboios que lhes queria falar. Vou-lhes falar precisamente da história do comboio.


José Hermano Saraiva, Caminhos de ferro
(Horizontes da Memória, R.T.P., 15/VI/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
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Lisboa, provàvelmente no Outono de 1951

Monumental, Saldanha, 1951-52. Fototipia animada do original de Firmino Marques da Costa, in archivo photographico da C.M.L.Saldanha, Lisboa, [1951].
Fototipia animada do original de Firmino Marques da Costa, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 17:50
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Viaducto de Entre Campos em Lisboa com horizontes

Viaducto de Entre Campos, Lisboa, 1950. Firmino Marques da Costa, in archivo photographico da C.M.L.Viaducto de Entre Campos, Lisboa, 1950.
Fototipia animada do original de Firmino Marques da Costa, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 16:20
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