Sábado, 16 de Outubro de 2021

D.ª Maria Pia

D. Maria Pia, por Carlos Duran, 1880 (Fotografia de M. Novais, 1933-83)
Retrato da rainha D.ª Maria Pia
Carolus Duran, 1880.
Óleo s/ tela, 236 x 154 cm, Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa.
Fotografia do estúdio de Mário Novais, 1933-1983. 

Escrito com Bic Laranja às 06:30
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Terça-feira, 12 de Outubro de 2021

Sem comentário

Do jornal,  12/X/2021

Escrito com Bic Laranja às 15:41
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Sábado, 9 de Outubro de 2021

Era uma vez em Portugal…

Era uma vez em Portugal…, Algarve, 1959 (Portimagem — © 2020)
Era uma vez em Portugal…, Algarve, 1959.
Portimagem, in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 10:00
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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2021

Negacionista é o outro

Vera Novais, «D.GS. Idosos com mais de 80 anos voltaram a ser o grupo com mais casos em 24 horas», in Observador, 7/X/21

 Dizer que o grupo dos vacinados passou a ser o grupo com mais casos em 24 horas é que seria negar a realidade. Estes maiores de 80 não hão-de ser vacinados, com certeza.

Escrito com Bic Laranja às 00:01
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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2021

Marcos na paìsagem

Montes Claros, Lisboa — (c) 2021
Montes Claros, Lisboa — (c) 2021

Escrito com Bic Laranja às 07:35
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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2021

Da devoção municipal pelo ciclismo

Montes Claros, Lisboa — (c) 2021
Montes Claros, Lisboa — (c) 2021

Escrito com Bic Laranja às 11:29
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Terça-feira, 5 de Outubro de 2021

Grande herói do Cinco de Outubro

 Devem ser poucas as terras em Portugal que não têm uma rua Almirante Reis (ou Cândido dos Reis). Já gente que saiba dos seus feitos ou quem foi o almirante Reis há-de ser pouca. Pois o almirante Reis é um grande herói do 5 de Outubro que se suicidou em… 4 de Outubro de 1910. O seu feito heróico foi meter-se a derrubar a monarquia e matar-se... quando lhe pareceu que a revolta fracassara (uns barcos da Marinha não largaram as canhonadas que haviam de dar em sinal de se sublevarem).
 Sem alento, passou por casa das irmãs nos ermos de Arroios; parece que entrou mudo e saiu calado e, ao amanhecer o dia 5, jazia morto na Azinhaga das Freiras, pertinho da das irmãs. O feito mortal valeu-lhe de pregarem logo o seu nome, não na azinhaga esconsa onde o acharam — que essa apesar do jacobinismo republicano permanece hoje dada às freiras —, mas na melhor avenida das adjacências: a Avenida D.ª Amélia.
 Ficamos a saber, pois, o que fez o almirante Reis para ter o seu nome propagandeado em tanta rua da República Portuguesa. O que lhe foi na alma, aqui, naquela noite trágica ao pé desta capelinha, só ele o soube.

A8813.jpg
Azinhaga das Freiras a Arroios
, Lisboa, 1911.
Joshua Benoliel, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

(Publicado originalmente em 6 de Outubro do anno 12 à meia-noite e vinte e três.)

Escrito com Bic Laranja às 14:23
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Domingo, 3 de Outubro de 2021

Bom inicial de semana!

 Não sei quando começou final, adjectivo, a baralhar-se com fim, substantivo. O Aulete de 1881 (1.ª ed.) já dá final como substantivo masculino com sentido de fim, cabo, termo ou desfecho. Ou gran finale…
 A coisa, de feito, parece-me ter partido do teatro e da ópera para designar o desfecho dramático duma ária ou dum acto. No Primo Bazilio Eça restringe-o justamente a «o final da Traviata»; Julio Diniz também o pôs na Morgadinha «ao final da scena», «n'este final de monologo» e, num «Bonito final d' acto!» na Familia Ingleza; Camillo incorre no passo duas vezes seguidas com «o final da sentença» na Viuva do Enforcado; nas Viagens, Garrett abre o capítulo XXXIX com «O final do capitulo precedente é» &c.
 Bem vê o benévolo leitor o contexto cenográfico, incluída a sentença de Camillo como desfecho dum acto, no caso, judiciário.
 Mais a descaso (ou com mais amplitude) temos Fialho n' Os Gatos, mas, ainda no séc. XIX, em autores brasileiros, digamos que a amplitude é mato. É de lá que vem…

 O caso hoje é que, de adjectivo, final se já não baralha com fim, substantivo. Substituiu-o, tomou-o e suprimiu-o, como substantivo; ou para aí caminha.
 Ouça o benévolo leitor à sua volta. Leia a imprensa.
 O fim do dia já é praticamente só o final do dia.
 O fim da semana, que não na saudação bom fim-de-semana! (lá chegaremos), é a toda a hora, de manhã ao fim da tarde, no início, a meio ou ao fim-de-semana, final de semana.
 O fim do mês já vai sendo mais e mais tomado pelo final do mês.
 Cuido se vá salvando o fim de ano, mas nem sei…
 Vejo e oiço o fim de qualquer coisa sumir-se pelo final de tudo e pregunto-me: — Pois por que diabo se não sumirá o início de uma coisa qualquer pelo inicial de nada?! — Mas que falta de simetria!

 

Cruz do Taboado, Lisboa — © 2021
Cruz do Tabuado
, Lisboa — © 2021

Escrito com Bic Laranja às 09:22
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2021

Das Marias que deram em nada e das Anas com tendência

 A proliferação de Marias deu em que as Marias deixassem bem de o ser e se tornassem noutrem; por composição, primeiro, tornaram-se em Maria de qualquer outro nome, com ou sem aglutinação, aférese ou apócope: Mariana, Mari' Mília, Mari' Zabel, Mari' Luísa, Mari' Joana, Maria Antónia, Maria Amélia — as Amélias, se as hoje houver, hão-de ter tamanha extravagância ou tais teias de aranha como aparições duma noute centenária…— Em fim, o que seja.
 Ao depois e, pela lei do menor esforço, vieram as Marias a omitir-se cada vez mais e as Marias de qualquer outro nome deram em ser sòmente de qualquer outro nome. Com tudo isto, pois, as qualquer coisa Marias também; as Cristinas Marias ou as Isabéis Marias nunca chegaram em muita verdade a ser alguma vez Marias; muitas mesmo, sequer Cristinas ou Isabéis; antes Tininhas ou Belas, quando muito.
 De tanto ser-se Maria, por conseguinte, quem houvera de ser Maria não haveria de poder ser Maria de mais nada nem nada mais Maria. Necessàriamente, haveria de ser simplesmente Maria, como o nome daquele folhetim radiofónico do tempo em que devia ainda haver Amélias. De feito veio a notar-se lá pelos anos 90, salvo erro, ou talvez mais na volta de 2000, quando por devoção ou talvez mais por chiqueza, as Marias reapareceram como crianças de boas famílias. Eram simplesmente Marias. Mas apareceram e desapareceram como as touradas em todas as televisões por esses anos: deixaram de ser moda.
 Hoje essas crianças Marias cresceram e não sei que modas há; talvez nenhuma, que ele agora é mais tendências. É o que noto nas Anas. Deixam já de ser simplesmente Anas para serem quási sempre Anas qualquer coisa: Anisabéis, Anas Paulas, Anas Ritas, Anas Teresas… Começou talvez com as Anas Marias que, ao contrário das Tininhas e das Belas, pouco deixam de ser Marias para serem só Anas e nem nunca deixam de ser Anas para serem só Marias.

Senhoras num landó, Portugal (C.A. Lima, s.d.)
Marias, de qualquer coisa ou, por extensão semântica, num landó, Portugal, [s.d.].
Carlos Alberto Lima, in archivo photographico da C.M.L.

(Revisto no sábado ao quarto para o meio-dia.)

Escrito com Bic Laranja às 15:08
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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2021

Do baú dos anos 80

Ao vivo e com violinos a sério, em 1994.


Lisa Stansfield — All Around the World
(Ao vivo, The Royal Albert Hall, 1994)

Escrito com Bic Laranja às 16:26
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2021

762-764 – LISBOA. Antigo Caracol da Penha (prédio demolido)

Rua Marques da Silva, 61, Lisboa (N.º 762, II.ª série — © 2010)

Rua Marques da Silva, 61, Lisboa (N.º 762, II.ª série — © 2010)


N.ºs 762-764 – LISBOA. Antigo Caracol da Penha (prédio demolido) © 2010

Escrito com Bic Laranja às 11:59
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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2021

E bem!…

 Como disse, no fim dos anos 50 o 5 foi desdobrado no 5A e o itinerário do Campo Pequeno ao Areeiro alternava; o 5 seguia como sempre até ao Areeiro, pela Óscar Monteiro Torres, Augusto Gil, João XXI, tornando pela Av. de S. João de Deus e pela de Sacadura Cabral enquanto o 5A fazia o percurso inverso.
 Isto foi em seguida ao 5 do Campo Pequeno.
 O autocarro na imagem pode ser o 5 ou, pode não ser.

Av. de S. João de Deus, Lisboa (João Goulart, 1969)
Av. de S. João de Deus, Lisboa, 1969.
João Goulart, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 11:36
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Sábado, 25 de Setembro de 2021

São os vossos próprios serviços

Os serviços dos C.T.T. …

Os serviços do C.T.T. são os vossos próprios serviços (F.P.C, s.d.)


O tratamento por vós e…

Correio Telégrafo e Telefone, Rua do Arsenal (J. Barroso, s.d.)

 


Imagens: Fundação Portuguesa Portuguesa das Comunicações, [s.d.] e João Barroso, 2020, ambas in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 13:20
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2021

Historieta de mora

 Acabei de estar ao telefone 14 minutos e tal com os Correios. Quási um quarto de hora. Os primeiros 2 minutos e meio foram uma gravação sobre I.V.A., desalfandegamento e atrasos; ao depois atendeu-me outra gravação com opções para eu escolher o atendimento — a primeira delas era se queria atendimento em inglês; ao depois, como não escolhi o inglês, atendeu-me uma gravação a dizer que o atendimento estava demorado e, passados minutos com uma musiquinha, atendeu-me uma senhora brasileira.
 Ao todo, até aqui, não sei se mais de 5 minutos de gravações.
 Expus o caso: uma encomenda enviada do Norte anteontem à tarde via correio expresso chegou a Lisboa ontem às cinco e tal da manhã e até agora, nada; quando a receberia? Pediu o código e eu dei-lhe.
 A senhora brasileira disse-me que passaria em seguida a chamada à linha C.T.T. Expresso porque era com eles. Atendeu-me aquela gravação anterior a dizer que o atendimento estava demorado e, passado tempo com uma musiquinha, atendeu-me outra senhora brasileira (como eu não escolhi o inglês…)
 Expus outra vez o caso: uma encomenda enviada do Norte anteontem à tarde via correio expresso chegou a Lisboa ontem às cinco e tal da manhã e até agora, nada; quando a receberia? Pediu-me o código e eu dei-lhe. Pediu que o repetisse e eu repeti-lho. Pediu que aguardasse e aguardei. Entre tanto ouvi a musiquinha da gravação do atendimento demorado.
 Tornou a segunda senhora brasileira e explicou que sim senhor, a encomenda fôra entregue ontem àquela hora da madrugada de ontem no centro de distribuição de Loures e que devia ter-me chegado ontem, mas que, por um atraso, não me chegou. Concluiu que deligenciara [diligenciara, digo] havia instantes para que me chegasse hoje.
 Agradeci-lhe e procurou-me se havia algum outro assunto em que me pudesse ser útil.
 Que não, obrigado!
 Despediu-se desejando-me bom dia e bom fim-de-semana, ao que retribuí — igualmente!

 Ontem li que o governo vai renovar a concessão do serviço postal nacional aos C.T.T.
 Fica a imagem actual dum marco do correio daqueles antigos. O título da fotografia, porém, é outro.

Shit… [Marco do Correio],
M… [arco do Correio], Portugal, [s.d.].
Lei Ca, in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 11:39
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2021

Entre religiões a par do Técnico

 Vislumbre duma cidade normal, perdido entre a ardente libertação nacional e o fervor da salvação global. Dois cultos dessa cristandade pagã às voltas com a moda.

Eléctrico 24, Alameda (prox.) (Peter Hautzinger, 1978)
Eléctrico do Carmo, Técnico (prox.), 1978.
Pedro Hautzinger, in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 15:59
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2021

Quem melhor no judiar senão os judeus?

Vera Novaes, «Israel prepara eventual quarta vacina», in Observidor (isso mesmo), 13/IX/21

Escrito com Bic Laranja às 19:27
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Domingo, 12 de Setembro de 2021

Mu

 Aquela desgraçada senhora da saúde tem rezado tantas… Há dias disse que se em acabando o mascaralh… essa espécie de obrigação da mascarilhice na' ruas, seria de bom (ou muito bom) tom manter o adereço. Do que tenho visto, havia de lhe preguntar, como? À barbela, como brinco, como pulseira ou estilo cotoveleira?…
 Entre tanto, aquela lei daquela espécie de obrigação do mascaralh… da mascarilhice fora dos curros extinguiu-se ontem. Fui há pedaço à jinela ver e vi metade ou mais dos cabrestos lindamente ataviados de focinheira. Deve ser o bom tom da variante mu.


C.ª das Lezírias, Ribatejo, [s.d.].
Mário de Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.

Escrito com Bic Laranja às 08:51
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Sábado, 11 de Setembro de 2021

17 no Chile em 15 de Junho de 74

 Foi um sábado. De semana o carro de Belém circulava em composições com atrelado. Ao sábado e ao domingo eram estas almanjarras. Do movimento na Rua Morais Soares, ao fundo, conclui-se que foi um sábado, como hoje. Ao domingo, com as lojas fechadas, havia de haver muito menos movimento. Claro que o movimento (ou a fauna) ao sábado, hoje, não é nada do que foi; na Morais Soares nem nas adjacências do velho Poço dos Mouros: Largo Mendonça e Costa, José Ricardo, Ângela Pinto &c.

 Foi, pois, um sábado. Os calendáriosconfirmam.

Eléctrico de Belém, Praça do Chile (Guy, 1974)
Carro eléctrico de Belém, Arroios, 1974.
Guy, in Flickr.

Escrito com Bic Laranja às 09:29
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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2021

Atmosfera de 1971

 Paul Ricard cheirando a tinta, amplas garagens (boxes), soberba sala de imprensa, restaurante — diz o locutor.



 Lembro-me  que em 1971 o Mundo me parecia muitíssimo avançado, cheio de maravilhas mecânicas. O meu irmão falava do Concorde que — sei agora — não tardaria naquele ano em voos de demonstração pela América. Aqueles mecânicos no filme, de aro de pua afinando os carros de corridas são a minha inocente imagem da evolução pela mecânica; Tim Shencken desistindo a cinco voltas do fim no G.P. de França por perda de óleo era uma contingência; até demonstrava que estávamos quase lá, na última volta do progresso.
 Há-de haver centenas de outras imagens; cada um acrescente as suas… Mas em 71 o meu mundo brilhava como novo tal como a Fórmula 1 resplandecia no novíssimo circuito do sul de França.


(Publicado originalmente em 3/XI/2006 às 6 e 21 da manhã. Revisto agora com reposição do filmezinho e da soedade.)

Escrito com Bic Laranja às 11:50
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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2021

Post mundo Disney

«Não consegue abrir o Instagram?…», in Observador, 2/IX/2021

 Logo que topei com esta pensei que quando isto sai publicado como notícia, o mundo é bem uma Disneylândia muito além da creche. Não invalidando, o comentário lá deixado pelo leitor Manuel Tiago de que — «É um vírus. É preciso uma vacina para abrir. Só os vacinados poderão entrar» — é já duma nova ordem mundial.
 Parece que sim.

Escrito com Bic Laranja às 13:30
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