Sábado, 18 de Maio de 2019

Da vera devoção popular…

Malhoa, O fogueteiro (estudo; óleo s/ tela, s/d)
José Malhoa, O fogueteiro (estudo; óleo s/ tela, s/d).
In Cabral Moncada.

 Ao almoço liguei a televisão a saber notícias e a única notícia era o Benfi… ca. Ao jantar tornei a ligar e ainda estavam a dá-la, à mesma notícia.
 Diz que o Benfi… caganhou.

Malhoa, «Volta da feira ou a chegada do Zé Pereira à romaria» (óleo sobre tela, 1905)
José Malhoa, Volta da feira ou chegada do Zé Pereira à romaria (óleo s/ tela, 1905).
In Kito Pereira.


Malhoa, «A volta da romaria» (óleo s/ tela, 1901)
José Malhoa, A volta da romaria (óleo s/ tela, 1901).
In Eventualmente Lisboa e o Tejo.


Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (3)
Terça-feira, 14 de Maio de 2019

Bich@s do asfalto

Bich@s do asfalto

Campolide, Lisboa (in jornal I, 14/V/2009)

Escrito com Bic Laranja às 10:29
Verbete | comentar | comentários (10)
Domingo, 12 de Maio de 2019

Já não há oleiros. Já ninguém quer trabalhar com as mãos…


José Hermano Saraiva, Em pratos limpos
(Horizontes da Memória, R.T.P., 11/V/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (2)
Sexta-feira, 10 de Maio de 2019

Os T.A.P. dos primeiros tempos com o Areeiro inacabado contra o horizonte

TAP — Transportes Aéreos Portugueses, DC-4 Skymaster CS-TSD, Portela, 1947-1955
T.A.P. — Transportes Aéreos Portugueses, DC-4 Skymaster CS-TSD, Aeroporto da Portela, c. 1950.
A. n/ id. Espólio do C.te Amado da Cunha. Col. do Sr. Ant.º Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 22:00
Verbete | comentar
Domingo, 5 de Maio de 2019

… Onde nos trouxeram hoje os Horizontes da Memória


José Hermano Saraiva, O Mistério do Vinho
(Horizontes da Memória, R.T.P., 4/V/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (2)
Quinta-feira, 2 de Maio de 2019

P.S.: tripulação do voo que inaugurou a pista de jactos de Lourenço Marques

Avião que inaugurou a nova pista para aviões a jacto do aeroporto de Gago Coutinho, Lourenço Marques (Fotografia de Cartaxo, 1/6/70)


 Torno com este post scriptum da inauguração da pista de jactos do aeroporto de Gago Coutinho em Lourenço Marques por duas razões.
 Uma foi que, consultado no Museu da TAP o diário de navegação do avião que vedes nas imagens, pôde ser identificada toda a tripulação retratada embora com dúvida sobre quem é quem num caso, a saber (da esquerda): Rego, Alice Rosa (ou Freixo), Morão, Freixo (ou Alice Rosa), Clemente, Odete Rei, Dâmaso (Téc. Voo), Pedreira (Nav.), Gouveia (Co-Pil.), Amado (Comandante).


Tripulação do voo que inaugurou a pista de de jactos no aeroporto de Lourenço Marques (Moçambique, 1/6/1970).
Tripulação do voo que inaugurou a pista de aviões de jacto no aeroporto de Gago Coutinho, Lourenço Marques, 1/6/1970.

 A outra, respeita à altura da saia das assistentes de bordo, acima do joelho, em pleno fassismo. Um caso censurável de moda progressista que escapou miseràvelmente à censura, e logo na TAP!… A indigente inteligente Fabíola Carlettis, consultora de Moda e Lifestyle do Observador, explica muito bem como era:

« […] as mini saias e decotes eram censurados. Os looks das portuguesas antes da revolução eram então os vestidos cintados e abaixo do joelho, os saltos muito baixos, a gola alta, padrões florais e xadrez, mas muito discretos. Basicamente o que fosse permitido pelo regime de Salazar.»
Fabíola Carlettis, «A moda portuguesa mudou com o 25 de Abril. Sabe o que se vestia antes?», MAGG/Observador, 24/04/2018 (o itálico no barbarismo é meu, o normando a ferrar o regime é do original).

 Estas fardas da TAP, de Louis Féraud (um nome à atenção da consultorinha de moda e lyfestyle Fabíola), foram apresentadas no primeiro trimestre de 1970, de acordo com o noticiado, mas nem assim a censura as viu. Já nas anteriores, apresentadas em 1964, correram quási toda a década de 60 com os censores da moda dos joelhos à mostra dormindo no posto. —  Não era desgraçada a censura no Estado Novo?!…

 Última nota: o avião nas imagens aqui é o CS-TBD, baptizado «Lourenço Marques» em pleno voo sobre esta cidade, em 1968, quando a pista ainda não podia receber este tipo de aviões. A sua cabina de pilotagem está preservada no Museu do Ar, em Sintra.


Fotografias:
1.ª aterragem na nova pista para aviões a jacto do aeroporto de Lourenço Marques e  tripulação do voo (Moçambique, 1/6/1970).
Fotógrafo Cartaxo.
Esp. C.te Amado da Cunha; col. do Sr. Ant.º Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 10:13
Verbete | comentar | comentários (6)
Quarta-feira, 1 de Maio de 2019

Consultoria de moda e lifestyle

 Ainda a sobre a moda no Estado Novo, e recuando das primeiras fardas da T.A.P. de Louis Féraud, já de 1970, às de Sérgio Sampaio, salvo erro de 1964, veja-se o arrojo de mostrar os joelhos. Como passou isto na censura da consultora de moda e «lifestyle» da MAGG/Observador, onde as saias, só cintadas e abaixo dos joelhos?
 Em contraponto, as fardas da T.W.A., em 1963…

A/B Margarida Rouillé com 6.º uniforme da TAP, Aeroporto da Portela, 1968 (D. Vacchi, Postal ilustr., ed. Museu da TAP)

A/B Margarida Rouillé com 6.º uniforme da TAP, Aeroporto da Portela, 1968 (D. Vacchi, Museu da TAP, 122FOTG)

A/B Margarida Rouillé com 6.º uniforme da T.A.P. sobre a asa dum Boeing 727 e na entrada de ar do reactor dum Boeing 707.
Aeroporto da Portela, 1968.

Estilista: Sérgio Sampaio.
Fotografias: Dante Vacchi, in Museu da T.A.P.

Escrito com Bic Laranja às 16:19
Verbete | comentar | comentários (4)

Maria Susana Couto, Princesa do Ar, em Março de 1970. Ou como «Portugal estava isolado e o que se passava no resto do mundo mal chegava cá. Um país a preto e branco, no estado de espírito e até na roupa» (*)

A/B Maria Susana Couto da TAP sob a asa do B707 – CS-TBC, «Luanda», Aeroporto da Portela, 1970.

A/B Maria Susana Couto da TAP sob a asa do B707 – CS-TBC, «Luanda», Aeroporto da Portela, 1970.
Inter TAP, n.º 28, Jan.–Mar., 1970, pp. 11, in Hemerotheca Digital.
________
(*) Fabíola Carlettis, «A moda portuguesa mudou com o 25 de Abril. Sabe o que se vestia antes? — Portugal estava isolado e o que se passava no resto do mundo mal chegava cá. Um país a preto e branco, no estado de espírito e até na roupa», in MAGG/Observador, 24/04/2018.

Escrito com Bic Laranja às 15:28
Verbete | comentar | comentários (3)

Novos uniformes da TAP em Março de 1970, ou a moda no Estado Novo

M.ª Teresa Monteiro com novo uniforme da TAP, Cais da Rocha (in Inter TAP, n.º 28, Jan.–Mar., 1970, pp. 10)

A/B Maria Teresa Monteiro, Cais da Rocha, 1970.
Inter TAP, n.º 28, Jan.–Mar., 1970, pp. 10, in Hemerotheca Digital.

Escrito com Bic Laranja às 14:48
Verbete | comentar
Domingo, 28 de Abril de 2019

Não tinham perdido tudo. Ainda tinham uma terra.


José Hermano Saraiva, O autocarro roubado
(Horizontes da Memória, R.T.P., 27/4/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (4)
Sexta-feira, 26 de Abril de 2019

Si 'tá bom, é p'rà mèxê'!

 Se está bom, não mexe! — era uma máxima que se aprendia dantes na tropa, a modos de variante militar do dito civil — Está bom! Se estiver melhor não presta.
 Isto era noutro tempo.
 Ante a notícia há semanas do capitão do exército que se queria motorista dum secretário de Estado (Alexandre Malhado, «Secretário de Estado tenta contratar capitão amigo para motorista», in Sábado, 23/III/19) e, nestes dias, a do pára-quedista de Tancos (de Tancos!…) que foi achado morto [alegadamente] pelo... namorado do amante... (T. Laranjo e F. Gomes, «Ricardo foi vítima de um triângulo amoroso e morto por ciúmes», in Correio da Manhã, 25/IV/19), cuido que a velha máxima da tropa portuguesa é hoje mais ao jeito açucarado do que vai escarrapachado aí acima em título.
 Nada disto deve admirar. Desde o dia do grande acidente nacional, há 45 anos, em que se viu a tropa portuguesa a enfeitar os canos das espingardas com florzinhas, desistindo de lutar, que, chegarmos a isto seria mera questão de tempo.

Exército português, Lisboa (s.n. 1974)Tropa florida, Portugal, 1974.
A. n/id., in Backyard Tours (=Turismo pelas Traseiras).

Escrito com Bic Laranja às 17:01
Verbete | comentar | comentários (11)
Quinta-feira, 25 de Abril de 2019

Leituras

 Não consigo saber quando vi pela primeira vez livros aos quadradinhos. Lá em casa havia alguns destes.

  Interessei-me genuinamente pelo seu conteúdo por altura da 2.ª ou da 3.ª classe (antes disso acho que pensava que serviam para arrancar folhas e testar canetas Bic). Mas só pelos bonecos, as letras ainda davam muito trabalho. Porém, chegado à 4.ª classe lá lia toda a conversa com sotaque inscrita nos balõezinhos.
  Mas o pior estava para vir.
  O meu irmão, que enveredara pela idade do armário, namorava uma moça que decidiu fazer de mim um juvenil. No Natal de 76 recebi deles uma prenda decepcionante:
  — Um… livro?! — balbuciei.
  — É dos Cinco — disse ela. E sorrindo perguntou — conheces?
  — Não.
  — É para leres, ouviste! — disse o autoritário do meu irmão.
  Fiquei aflito. Abri o livro e em quase 100 folhas voando debaixo do meu polegar não vi senão meia dúzia de ilustrações. Era palavreado a mais. Com tão poucos bonecos eu não ia conseguir perceber a história sem ler. Como sabia que eles me perguntariam algo sobre o livro, não tinha remédio senão ler aquilo.
  — Leio um bocadinho por dia — pensei — se me perguntarem, não há muito a dizer.
  No dia de Natal li o primeiro capítulo (e aprendi que o livro se dividia em capítulos).
  — Então, gostas do livro?
  — É… Já li um capítulo.
 Durante quatro dias a cena foi a mesma. Eu aflito e eles percebendo…
 No dia a seguir, que era quarta-feira, os Cinco salvaram o tio e… eu. Fora uma fabulosa aventura por passagens secretas no castelo da ilha Kirrin. Os espiões foram presos e o tio Alberto fez grandes descobertas científicas. E eu tinha acabado o livro!


Enid Blyton, Os cinco salvaram o tio, Lisboa, Emp. Nac. de Publicidade, 1974.

 Quando o meu irmão chegou do namoro perguntei-lhe se a namorada tinha muitos livros dos Cinco.
  — Eu peço-lhe para ela te emprestar os dela — e sorriu. Em 1978 deu Os Cinco na televisão
. .
______
[A recordação — em 8/8/2005, às 10h29 da noite — foi inspirada por isto. — É tornada a recordar hoje, pelo paganismo dos santos dos dias.]

Escrito com Bic Laranja às 11:29
Verbete | comentar | comentários (13)
Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

De livros e de feriados nacionais

 Ontem celebrou-se o dia mundial do livro e do direito de autor… Dantes era o dia de S. Jorge. Agora andamos nisto. Enfim!… Amanhã havia de ser o dia de S. Marcos evangelista. Deu no que sabeis.
 Do dia de ontem fizeram os blogos do Sapo evangelho, de acordo com o figurino pagão desta (des)civilização. Amanhã, dia de S. Marcos fá-lo-ão de novo…

O meu primeiro livro, a sério (..., in Flickr)

 Seja.
 O meu primeiro livro, «a sério», como dizem os sapudos promotores de blogos e de dias pagãos — possìvelmente para descartarem os Zés Cariocas ou os Almanaques Disneys que circulavam de mão em mão. — Recordo a «História de Portugal» da Agência portuguesa de Revistas (13.ª ed., Lisboa &c., 1968). Ainda a tenho. Era do meu irmão. Folheava-a e deliciava-me com os bonecos. De tanto folhear e querer descobrir além do que via nas formidáveis ilustrações de Carlos Alberto, comecei a ler as legendas dos cromos. Aprendi muito.


História de Portugal, 15ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, &c., 1969, in «Encilopédia de Cromos»História de Portugal, 15ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, &c., 1969, in «Encilopédia de Cromos»

História de Portugal, 15.ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, &c., 1968.
In Enciclopédia de Cromos…

  Uma colecção de cromos não é um livro «a sério», poder-me-íeis dizer. Supondes que se aprenda mais nos livros «sérios» de História para os [meninos] dos 6 aos 10 editados hoje?…

História de Portugal, 15.ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, &c., 1968. In Enciclopédia de Cromos…

 Amanhã, dia de S. Marcos, diz que é feriado em todo o país por uma razão parva qualquer. Pode ser, mas só na metrópole e ilhas adjacentes. No Ultramar não.


(Revisto no dia de S. Marcos do ano 19, às 11h00 da manhã.)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (8)
Domingo, 21 de Abril de 2019

Os Horizontes da Memória, hoje, são aqui…


José Hermano Saraiva, Glórias e Ruínas
(Horizontes da Memória, R.T.P., 20/4/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (5)
Quarta-feira, 17 de Abril de 2019

Númbaro 1, ano 19

Lisboa – © 2019
Lisboa – © 2019

Escrito com Bic Laranja às 08:54
Verbete | comentar | comentários (9)
Terça-feira, 16 de Abril de 2019

O cenário campestre era formidável!

Vista da Penha de França sobre o Hospital de Arroios, Lisboa (Albero Carlos Lima, ante 1909)
Terrenos da Av. Almirante Reis, Lisboa, ante 1909.
Fototipia animada do original de Alberto Carlos Lima in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

 Durante os primeiros 40 anos da sua existência a Av. Almirante Reis terminou em Arroios …

Escrito com Bic Laranja às 21:42
Verbete | comentar | comentários (2)

Computador de secretária

Lisboa – © 2019
Lisboa – © Data e hora indicadas.

Escrito com Bic Laranja às 13:46
Verbete | comentar | comentários (5)
Segunda-feira, 15 de Abril de 2019

Setúbal com certo ar sul-americano

Viação Cândido Belo, Setúbal (J.-H. Manara, 1972)
Autocarro de João Candido Belo & C.ª Lda.,
Setúbal, 1972.
Jean-Henri Manara, in Portugal (Flickr).

Escrito com Bic Laranja às 13:48
Verbete | comentar
Domingo, 14 de Abril de 2019

Estes horizontes da memória…


José Hermano Saraiva, A Raiz e a Flor
(Horizontes da Memória, R.T.P., 13/4/1997)

Escrito com Bic Laranja às 22:30
Verbete | comentar | comentários (4)
Sábado, 13 de Abril de 2019

Alfacinhas qu' houve…

Calçada de S. João da Praça [i.é, Rua da Adiça; i.é, Rua de Norberto de Araújo], Lisboa (Machado & Souza, 1898-1980)
Calçada de S. João da Praça [i.é, Rua da Adiça; i.é, Rua de Norberto de Araújo], 63, Lisboa, 1898-1908.
Original em p/b de Machado & Souza, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 18:54
Verbete | comentar | comentários (2)

Maio 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
13
15
16
17
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Visitante


Contador

Selo de garantia

pesquisar

Ligações

Adamastor (O)
Apartado 53
Arquivo Digital 7cv
Bic Cristal
Blog[o] de Cheiros
Caminhos de Ferro Vale Fumaça
Carmo e a Trindade (O)
Chove
Cidade Surpreendente (A)
Corta-Fitas(pub)
Delito de Opinião
Dragoscópio
Eléctricos
Espectador Portuguez (O)
Estado Sentido
Eternas Saudades do Futuro
Fadocravo
Firefox contra o Acordo Ortográfico
H Gasolim Ultramarino
Ilustração Portuguesa
Lisboa
Lisboa de Antigamente
Lisboa Desaparecida
Menina Marota
Mercado de Bem-Fica
Meu Bazar de Ideias
Paixão por Lisboa
Pena e Espada(pub)
Perspectivas(pub)
Pombalinho
Porta da Loja
Porto e não só (Do)
Portugal em Postais Antigos(pub)
Retalhos de Bem-Fica
Restos de Colecção
Rio das Maçãs(pub)
Ruas de Lisboa com Alguma História
Ruinarte(pub)
Santa Nostalgia
Terra das Vacas (Na)
Ultramar

arquivo

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

RSS

____