9 comentários:
De susete Evaristo a 22 de Novembro de 2007
Primeiro que tudo quero pedir desculpa mas não resisti em "roubar" esta foto para o blogue onde registo o nome de todas as ruas de Monte Abraão. Vai para 34 anos que moro neste local; de 1967 não tenho memória mas a primeira vez que aqui vim ver a anta ainda sem a incúria de que tem sido vitima visitei também nessa altura a igreja do Senhor da Serra mais para o lado de Belas, que ainda estava de pé, e a fonte e o Palácio da Quinta do Marquês. Estavamos então em 1970. Mal sabia eu que aqui viria morar 3 anos mais tarde.
De Bic Laranja a 25 de Novembro de 2006
Use, sim! Obrigado! Cumpts.
De Manuel a 25 de Novembro de 2006
Falo pois. O monte não deslizou mas morreu muita gente no Jamor, ali no vale.
Se me permite, usarei esta foto num post alusivo.
Abraço
De Bic Laranja a 25 de Novembro de 2006
Manuel: Julgo que fala da cheia de 1967. Deslizou, o monte...? Cumpts. // Qualidade de vida pela bitola duma rotunda com arbusto... Exactamente, Paulo. Exactamente! Cumpts. // É onde quer que haja um palmo de terreno para lotear, Marta. Uma desgraça! Cumpts.
De marta a 25 de Novembro de 2006
E não será só em Queluz!
De Paulo Cunha Porto a 25 de Novembro de 2006
Meu Caro Bic Laranja:
O alerta final que deixa é a luta urbanística do futuro,já que o conceito de "espaço verde" se acha limitado a uma rotunda com um arbusto. O antes e o depois da nossa «qualidade de vida», que, evidentemente, considerando as concretizações oficiais, não passa de conceito póstumo. Abraço.
De Manuel a 25 de Novembro de 2006
Esta memória, da encosta do Monte Abraão, no dia 25 de Novembro, está-me marcada indelével.
Era o ano de 1967 e a encosta ainda não tinha prédios. A manhã de 26, Domingo, depois da catástrofe.
Abraço
De Afonso Loureiro a 29 de Maio de 2012
O troço do aqueduto que serve de passeio ao casal está enterrado, escondido, maltratado, nas traseiras dos prédios horrorosos que enchem a Rua Dr. Manuel de Arriaga.
Daqui até ao tanque que abastecia o Palácio (igualmente maltratado) quase nada se vê do aqueduto. Em segundo plano, a pequena casa que interrompe a linha escura onde se esconde a linha de Sintra foi demolida há cerca de 20 anos. Creio que se tratava da casa do guarda da passagem de nível que foi desactivada após a construção do Bairro Económico de Queluz e crescente urbanização do próprio Monte Abraão.
Curiosamente, após a montagem das barreiras sonoras ao longo da linha, um grande portão continua a marcar a passagem.
De Bic Laranja a 31 de Maio de 2012
Obrigado pela nota descritiva. Pena o estrago contemporâneo.
Cumpts.

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