8 comentários:
De Bic Laranja a 27 de Outubro de 2006
A novidade parece ser a enorme variedade de origens nacionais e étnicas na mesma escola. A jornalista falou em Torre de Babel. Não é bem porque porque aculturação dá-se logo pela aprendizagem do Português. São meninos de 10, 12 anos, aprendem depressa e uma cultura só rejeita o que lhe for estranho, não o que se molda a si. Parece-me que é o que se passa na escola do Cacém. // Obrigado pelos vossos comentários. Cumpts.
De Paulo Cunha Porto a 27 de Outubro de 2006
Meu Caro Bic Laranja:
Também vivi a mesma experiência, nos meus três primeiros anos escolares, na mesmíssima Província Ultramarina.
Abraço.
De mfba a 27 de Outubro de 2006
Pelo menos não são descriminados pelos nacionais, esperemos que a integração seja mais fácil.
De mfba a 27 de Outubro de 2006
talvez a integração seja mais fácil.Será?
Pelo menos não se sentem regeitados pelos nacionais.
De tron a 27 de Outubro de 2006
Para mim crinaças doutros países nas nossas escolas é indiferente, aliás até é positivo porque é uma forma de intercâmbio cultural e de intregação das várias comunidades na nossa sociedade.
Mas há muito ainda por fazer nesse ponto e uma das formas de acelerar essa intergração é aproveitar a excessiva mão de obra especializada que vem desde engenheiros a médicos vindos do letes da europa e se se dar a equivalência aos respectibvos diplomas além de se ensinar português o que iria reduzir as listas de espera com tratamento de excelência por que é sabido mundilamente a excelência da escola russsa de medicina ou como acham que Cuba tem grandes médicos, pois o tem e ainda bem para eles mas esses mesmos médicos quando alunos foram ensinados por enviados da ex-URSS, actual Rússia
De Bic Laranja a 27 de Outubro de 2006
Estas coisas são muito naturais. Obrigado a ambas pelos comentários. Cumpts.
De Intemporal a 26 de Outubro de 2006
Na minha escola eramos todos portugueses e nem por isso nos davamos muito bem.Como vêm já no passado eramos assim ................rs
De Caiê a 26 de Outubro de 2006
Na minha escola, havia também pessoas de outros países, naturalmente. Cresci junto de muitas nacionalidades, dado que vivia perto de uma marina. Mais tarde, acabei por trabalhar a leccionar português a pessoas de outras nacionalidades (e, curiosamente, até casei com um estrangeiro!). Também eu já vivi noutro país e nenhuma dessas realidades me é estranha ou invulgar.

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