11 comentários:
De Bic Laranja a 22 de Outubro de 2006
O sr. Casaca?! Era sim senhor! Era dum tempo que se escarnece o ser obrigatório a um taxista pôr gravata. Pois agora nivelámos pela cor que melhor disfarça a sujidade do automóvel... E há outras coisas, claro. Cumpts.
De Paulo Cunha Porto a 21 de Outubro de 2006
O Sr. Casaca era decerto um profissional capaz, não como muitos biscateiros que dão mau nome à classe. E deixe-me dizer, Caro Bic Laranja, que a imbecil mudança do definidor verde/preto para o civil creme me parece estar para os carros de praça como a supressão pós-conciliar do uniforme eclesiástico está para o Clero. Abraço.
De Bic Laranja a 21 de Outubro de 2006
E há lá mais dois. É o futuro!... Cumpts.
De mfba a 21 de Outubro de 2006
O prédio alto no meu tempo era chamado de mamarracho conjuntamente com o Hotel Estoril Sol. Dizia-se que os Avilezes teriam vendido os jardins da sua casa (não sei se é verdade) e foi um escândalo ter-se deixado construir com aquela altura atrás daquele palácio.
De Bic Laranja a 21 de Outubro de 2006
De nada, Je Maintiendrai. Obrigado eu! // Prédio alto é um bom nome, Zé. Lisboa tem mais na calha... Cumpts.
De a 21 de Outubro de 2006
Já agora, para o Je Mantiendrai - o "Clube Xenon" ainda fica um bocado longe do "Quebra Bilhas", do outro lado Campo Grande ;-)
De a 21 de Outubro de 2006
Nos meus primeiros tempos de Colégio - 1973 -, quando por aqui passava no transporte escolar, era este edifício conhecido pelo nome óbvio de "Prédio Alto". É um bom símbolo do período em que foi construído.
De Je Maintiendrai a 20 de Outubro de 2006
Obrigado pelo esclarecimento. E que novidades; algumas tristes, como o fecho do velho Bilhas. Também, porta com porta com a Opus...
De Bic Laranja a 20 de Outubro de 2006
Eram belos carros. O estilo do desenho da traseira à americana procurava a venda de mais carros nos Estados Unidos. Li isto algures. Cumpts. Caiê. // Segundo o Guia de Portugal, estimado Je Mantiendrai, este palácio «na esquina do Campo Grande para a Alameda das Linhas de Torres [...] foi do conde de Vimioso, com um pátio de entrada nobre, larga escadaria e vasta cerca, onde se realizaram as mais famosas touradas do seu tempo.» O outro que diz, que pega com o Quebra Bilhas, é o palacete Beltrão; foi de Fausto de Figueiredo e é hoje propriedade do Opus Dei. O Quebra Bilhas fechou. Talvez escreva umas linhas sobre isso... Cumpts.
De Je Maintiendrai a 20 de Outubro de 2006
Agora fico intrigado. Embora não saiba a quem pertenceu esta casa (hoje da família Avilez e afins) pensei que a casa arrabaldina dos Vimiosos fosse aquele simpático palacete colado ao milagrosamente sobrevivo "Retiro do Quebra Bilhas", um pouco mais abaixo, a Entrecampos.

Comentar