20 comentários:
De Bic Laranja a 30 de Maio de 2006
«Cheira bem cheira a Lisboa» também diz o rifão antigo. Cumpts.
De José Almeida a 24 de Novembro de 2012
Informação e conjunto fotográfico interessantíssimos. Acabei por me entusiasmar e, consultando a planta de Lisboa de 1904-1911 de Silva Pinto, deu para perceber que as casas que se encontram em segundo plano ao fundo, pertencem à antiga Quinta da Fronteira. Procurei mais e percebi também que logo a seguir a essa quinta e na mesma Estrada de Sacavém mas do lado oposto, existia uma outra, a Quinta de Santo António, cuja casa principal, dependências e logradouros ainda hoje existem! É uma das vivendas da Av. Almirante Gago Coutinho, a 6ª do lado esquerdo para quem sobe em direcção ao aeroporto. Curioso ver no Google Earth o pequeno troço da Estrada de Sacavém faz agora parte do espaço privado da casa, cuja fachada se encontrava alinhada com esta estrada e, por isso, agora ligeiramente desalinhada com a Av. A. Gago Coutinho. Da sobreposição da dita planta com o Google Earth tendo como pontos fixos de referência as antigas construções que ainda hoje se encontram na zona da azinhaga da Fonte do Louro, conclui-se que o antigo retiro Perna de Pau se encontrava situado no atual Largo Cristovão Aires, perpendicular à Rua Gilhermina Suggia. A seguir ao apeadeiro, a Estrada de Sacavém descia em direção a norte entre a atual Rua Guilhermina Suggia e a Avenida Almirante Gago Coutinho.
De Bic Laranja a 9 de Maio de 2014
Certíssimo.
Cumpts.
De Caiê e Pug a 30 de Maio de 2006
não conhecia, mas tudo o que cheira a piratarias, cheira bem!
De Bic Laranja a 30 de Maio de 2006
Não valeu nada a espera... Com três ilustrações idênticas e meia dúzia de larachas reunidas com assaz pouco labor?! Isso e o aparato em pé de página, veja lá se não é só promoção e imagem. Modas! Cumpts. ;)
De Paulo Cunha Porto a 30 de Maio de 2006
Meu Caro Bic Laranja.
Se valeu a pena esperar! Acede-se assim a uma pasta de arquivo completíssima sobre a Gertrudes. É bem verdade que na origem da prótese tosca estava um acto de pirataria: não se nega água a ninguém, menos ainda aos Defensores da Legitimidade. Muito obrigado pela referência e forte abraço.
De Bic Laranja a 29 de Maio de 2006
Folgo que lhe haja agradado. Obrigado pela visita! Cumpts.
De polittikus a 29 de Maio de 2006
Creio que não vale a pena dizer-te o tempo que estive neste blog a ver as fotos antigas de onde moro (benfica). Pois foi tanto tempo que nem eu acreditei... adorei o teu blog.
De Bic Laranja a 29 de Maio de 2006
Faça favor! Fico ansioso. Cumpts.
De Manuel a 29 de Maio de 2006
Um destes dias, se me permite, entronco neste seu post uma outra história. É um sonho. Mas encaixa bem nesta sua apetitosa colheita. Um abraço
De José Almeida a 9 de Maio de 2014
Estive a observando atentamente as três fotos, chega-se à conclusão de que a 2ª fotografia deve ser a mais antiga.
Quando compara com a primeira (de cerca de 1900)verifica-se que pelas alterações entretanto introduzidas na casa (por exemplo, uma nova "boca de incêndio" na parede exterior), o estado de conservação da própria casa, o crescimento dos eucaliptos que se encontram por detrás, etc, percebe-se que a 2ª fotografia deve ser, pelo menos, 10 a 20 anos mais antiga do que a primeira, presumindo-se então que deverá datar do século XIX...
De Bic Laranja a 19 de Maio de 2014
Observa bem, mas, por outro lado, a árvore da segunda fotografia vê-se na primeira imagem dissimulada nos eucaliptos. Não foram estes simplesmente cortados?
A segunda boca de incêndio está em ambas, apenas numa ficou encoberta pelo empregado...
Soma-se o letreiro da Perna de Pau mais degradado na segunda do que na primeira e o lampião no cunhal da casa que foi (re)posto...
A cronologia destas duas aqui é como dizia Camilo de ser Cleópatra a mulher mais bela do Mundo Antigo: a verdade é que não sabemos.
Pode ser que se descubra.
Cumpts.
De [s.n.] a 19 de Maio de 2014
Bem observado também. No entanto eu poderia contrapor que que a árvore que se vê na segunda foto dá ideia de ser um eucalipto que foi parcialmente cortado ou, mais provavelmente, quebrado pelo vento, aparecendo na primeira foto já com ramos altos em resultado do desenvolvimento dos novos rebentos.
O candeeiro que se vê no cunhal também poderia ser o original e não uma reposição.
Quanto ao letreiro, esse sim poderia ter sido repintado na primeira foto por as letras se encontrarem então ainda mais sumidas do que na segundaa foto.
Relativamente às bocas de incêndio, tem toda a razão. Eu não reparei que um dos empregados pode estar a tapar a segunda. Afinal eu não estava tão atento assim...
Como gosto deste tipo de desafios, logo que eu tenha mais tempo disponível, continuarei a minha observação. Caso eu descubra alguma coisa e não se sinta aborrecido com isso, voltarei ao assunto. :)
Cumprimentos
José Carlos Almeida

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