11 comentários:
De Bic Laranja a 20 de Fevereiro de 2006
Primeiro as senhoras. Dª Mocho, a estrada de Sacavém foi de todo esquecida. A ligação de Lisboa a Sacavém faz-se há c. de 60 anos pelas avenidas urbanas que hoje existem e não há quem se lembre da velha estrada. A primeira ideia daqueles a quem dela falo é a duma qualquer estrada para os lados de Sacavém (tal como lhe aconteceu e são lisboetas). E estas incursões na velha estrada são passatempo meu, mas exagero desinteressante para quem lê este blogo. Nessa medida, haver sequer quem comente é-me sempre muito grato. Por conseguinte, não! Não está dispensada... // Aos cavalheiros: o nome da quinta do Narigão era Quinta da Amoreira, mas vulgarizou-se pela alcunha; sinal de mística?... Mas sobre quintas para os lados do Areeiro que me dirão de Quinta do Bacalhau, Quinta da Escrivôa, Quinta do Quebra Bilhas, Casal do Monte Coxo (ou Quinta do Coxo), Casal dos Ladrões (o bairro da Picheleira) e Quinta da Curraleira?! Quanto à Perna de Pau, calhando, a ver se cá sai algo que preste.// Eh! Eh! Muito obrigado e cumprimentos a todos.
De Mocho a 20 de Fevereiro de 2006
Isto é muito milho para um papo como o meu. BIC, do que é que eles estão a falar??? Já vi que meti as asas por baixo das penas e as penas por cima da crista e a crista por baixo das patas no 1º post sobre a estrada de Sacavém. Quem me manda a mim, pássaro dos Algarves, meter o bico em seara alheia? A vantagem é que sempre vou alegrando (ou não) o pessoal. Enfim, enquanto o H5N1 não chegar para me abafar...quando quiseres, eu calo-me para sempre. PIU!
De Manuel a 20 de Fevereiro de 2006
Assino por baixo do comentário de Paulo Cunha Porto. Um abraço
De Paulo Cunha Porto a 20 de Fevereiro de 2006
Cá aguardamos, em jubilosa esperança, a vinda da luz sobre o bucaneiresco retiro. Mas, Sr. Prof. Bic L, «Quinta do Narigão» parece-me mote excelente para um curso leccionado por V. Ex.ª. É um nome que para ser mítico só carece de publicidade.
Ab.
De Maria João Gouveia a 14 de Março de 2012
Dou-lhe desde já os meus parabéns pelo seu excelente blog, onde vim dar através de uma pesquisa. Já vi que tenho aqui material para horas de leitura histórica. No seu post de 2006, refere a Quinta de Santo António sita na Gago Coutinho, e perto da qual trabalho. Sempre me suscitou imensa curiosidade pelo jardim da propriedade e principalmente pela capela ou ermida datada de 1758. Há uns dias fui fotografar a zona e fiz desde então várias pesquisas na net e nada encontrei. A única indicação do local é precisamente o nome da paragem de autocarro "Quinta de Sto. António". Hoje através de outras pesquisas encontrei este magnífico blog. Gostaria de lhe perguntar se tem mais informação sobre esta quinta. Adorava saber, não sei porquê, mas sempre me fascinou. Muito obrigada
De Bic Laranja a 20 de Março de 2012
Muito obrigado!
Nada mais sei sobre a quinta. O jardim a que se refere é na propriedade adjacente (n.83) - a quinta de Santo António era a casa mais velha, cuido (n. 81). Não tenho a certeza se as pedras ou a ermida sempre ali estiveram... Mas confesso-lhe que não estudei a quinta, tenho pena. Logo que descubra algo darei nota.
Cumpts.
De Maria João Gouveia a 21 de Março de 2012
Muito obrigada pela sua resposta. A porta é sim o nº 83 e portão 83-A, naturalmente o nº 81 também tenha pertencido à mesma propriedade. Se quiser posso enviar-lhe por mail a foto que tirei.
Cumprimentos
Maria João Gouveia
De Amatos a 1 de Março de 2013
Cresci no nº 81 da Gago Coutinho (389 da Estrada de Sacavém. A quinta deve datar do início do século XVIII. Há uma inscrição num tanque de rega de 1719 e outra de data próxima numa torre que suportava uma nora. A quinta tinha cerca de 6 ha antes da expropriação nos anos 40. Dispunha de duas habitações principais, a outra no gaveto da Estrada de Sacavém com a Azinhaga da Feiteira de que não restam vestígios. funcionou como exploração agrícola até finais dos anos 60, nesta época essencialmente na produção de flores e plantas para transplantar, que eram vendidas localmente e no mercado da Ribeira.
Quanto à torre existente no nº 83 é proveniente de algures no norte do país e foi erguida nos anos 60.
Espero ter contribuído com alguns dados para a estória de um pedaço de Lisboa. Parabém pelo espaço.
De Maria João Gouveia a 4 de Março de 2013
Muito obrigada pelas suas informações, Amatos. As suas informações são muito uteis.
De Bic Laranja a 10 de Março de 2013
Preciosas informações que muito lhe agradeço. Consigo acrescentar, com base no Levantamenteo da Planta de Lisboa, que a casa no gaveto com a Az. da Feteira era de dois corpos. Provavelmente descobre-se-a na fotografia do >apeadeiro do Areeiro.
Cumpts.
De Bic Laranja a 10 de Março de 2013
O chão do n.º 83 da Av. do Aeroporto, porém, era outra propriedade: a Quinta de Santa Luzia.
Cumpts.

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