Terça-feira, 12 de Junho de 2007

Da Rua do Blogo ao Pátio das Cantigas

Descendo a Rua do Blogo, a ginjinha foi no que deu...

Escrito com Bic Laranja às 06:42
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Domingo, 10 de Junho de 2007

Rua do blogo

 Certa vez um fulano comprou um sela na feira do cavalo; um amigo que ia com ele quis saber para que diabo queria ele uma sela se não tinha cavalos.
- Pois não vês tu! Agora que tenho sela, já posso ter um - respondeu.
Rua do Blogo © Manuel 2007

Saiba a Câmara Municipal que já pode dedicar uma rua a este blogo.


Placa topinímica laboriosa e gentilmente oferecida por Manuel.
Escrito com Bic Laranja às 13:03
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Sábado, 9 de Junho de 2007

A bola

 Quando era menino ligava alguma coisa à bola. Os jogos eram sobretudo ao domingo e o meu pai não costumava falhar o Sporting no estádio de Alvalade. Certa vez que houve um Sporting-Benfica, ainda jogava o Eusébio, o Sporting perdeu por 5 a 3. Creio que é o mais antigo Sporting-Benfica que me recordo ter tido notícia do resultado. A minha mãe ouviu dizer na rádio e só comentou: – O pai há-de vir lá pior que estragado.
 Fiquei algo desanimado; mais por o meu pai haver de vir triste que por o Sporting ter perdido. Quando ele chegou corri para ele. - Pai, o Sporting perdeu!...
 - Pois foi filho; mas não faz mal, ganha para a próxima – disse. Como me não mostrou tristeza nem desânimo eu senti-me aliviado.
 Taça de Portugal, Jamor (A.Ferrari, 1974)
 O Sporting ao depois foi campeão nesse ano e veio a jogar a final da Taça de Portugal também com o Benfica. O meu pai, que não era habitual ir à bola sem ser em Alvalade, comprou um bilhete e foi ao Estádio Nacional. Foi de comboio. Eu recorda-me que o jogo ia dar na televisão e que em vez de ir brincar fui ver. É o mais antigo Sporting-Benfica que vi. Estava ansioso porque sabia que o Benfica era forte e podia ganhar, e que isso entristeceria o meu pai. No intervalo o Benfica estava a ganhar 1 a 0, mas na 2ª parte o Sporting veio com mais força e eu pensei com ingenuidade que o Sporting guardara as forças para 2ª parte. E foi isso mesmo que fui dizer à minha mãe no fim quando o Sporting ganhou a Taça de Portugal por 2 a 1.
 E ao depois repeti-o contente ao meu pai quando ele chegou. Foi no dia 9 10 de Junho de 1974.


Fotografia do evento de Amadeu Ferrari in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 23:39
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Pare, escute, olhe!

Um comboio pode esconder o outro.
Ou furacões podem esconder seguradoras.
Ou livros da escola podem esconder publicidade.
Ou...

Comboio de Chelas, Lisboa © 2007
Comboio de Chelas, Lisboa, 2007.

Ou aquela ponte parece mais pequena vista daqui.
E ficamos por aqui!

Escrito com Bic Laranja às 12:20
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2007

Germinação

Marcovaldo

 Um dia, à faixa do canteiro de uma avenida citadina foi parar sabe-se lá como, uma rajada de esporos de que vieram a germinar cogumelos. Ninguém deu por isso senão o servente Marcovaldo que todas as manhãs apanhava ali mesmo o eléctrico.

 Marcovaldo, Italo Calvino, apud Ana de Amsterdam, 4/6/2007.


Avenida Fontes Pereira de Melo


Av. Fontes Pereira de Melo, Lisboa (P.Guedes, c.19...)
Fotografia de Paulo Guedes, Lisboa, c. 1901-1910.
In Joaquim Vieira, Portugal século XX: crónica em imagens, v. 1,
1ª ed., [Lisboa], Círculo de Leitores, imp. 1999.



Pagode

Pagode, Lisboa © 2007
Av. Fontes Pereira de Melo, Lisboa, 2007.

Escrito com Bic Laranja às 13:05
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Termo de comparação

Ele há umas outras melhores deste lugar... Mas para comparar esta agora é bastante.

Marquês de Pombal, Lisboa (J.Benoliel, s.d.]
Monumento ao Marquês de Pombal, Lisboa, [s.d.].
Fotografia: Judah Benoliel, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 07:30
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Terça-feira, 5 de Junho de 2007

A envolvente

Depois da inauguração do túnel da Rotunda recebi esta mensagem da prezada leitora Isabel.

 Olá Caro Bic,

 Vinha fazer-lhe um desafio e pedir-lhe uma opinião. Quando tiver tempo, leve a sua máquina fotográfica [...] ao Marquês de Pombal, na entrada para o túnel do lado da Fontes Pereira de Melo. O vereador dos espaços verdinhos anda a falar da envolvente, dos jacarandás mas o que eu vejo não é isso. O que vi foi o desaparecimento visual de uma praça, da visão de conjunto, substituida por barreiras e obstáculos. Tudo muito jeitoso para os carros [...] Se quer que lhe diga, aquilo é um pesadelo. Mas é a minha opinião. Depois dá-nos a sua? Conhece a cidade e para mim isso é importante. Até agora não ouvi ninguém falar da envolvente. Desconfio que estou de má fé.
 :)
 Obrigada,
 Isabel

 Enviado por ISABEL em 25/04/07 às 10:04 PM


Preâmbulo:


Boca do túnel, Lisboa © 2007


Resposta:


 Prezada Isabel,
 Honra-me o desafio que me faz e o interesse em saber o que penso. Oxalá me perdoe tanta demora e tão desinspirada resposta.
 O que me ocorre advém do que objectivamente vejo no início da Av. Fontes Pereira de Melo: duas embocaduras do túnel e quase 300m de alcatrão repartido por dez faixas de rodagem separadas por muros e frades, bordejadas longitudinalmente por dois passeios, e encimadas por duas passadeiras: uma em chegando à Rotunda e outra - a seguinte na avenida - acima do entroncamento com a António Augusto de Aguiar. À roda há um pedaço ajardinado do Parque e vários mamarrachos - deitam sombra à avenida mas encobrem-lhe o castelo e o Tejo.
 Para os automobilistas que se não atrapalhem com tanta largueza de vias a obra está muito bem: cinco faixas em cada sentido numa avenida é um luxo. Para os que jornadeiem por ali a pé assiste-lhes porém maior estreiteza; no lado do Parque o passeio é para magrinhos; há sitios onde só cabe o candeeiro, que, claro, nunca se desvia; desvia-se o peão. Mas que importa. Quem mais anda ali a pé são turistas; não dão votos.
 Mas adiante.
 Prossigamos nos obstáculos que fragmentam a vista da Rotunda: este lugar na Fontes Pereira de Melo está [ainda] livre dos grandes cartazes de publicidade - os edis cá nisso agora foram prudentes. Menos mal. A sinalização de trânsito tapa a vista, sim senhora, mas a obra ali acabada é tão superior a uma auto-estrada que quase se consegue desculpar. Deixando a ironia, a verdade é que acima da Sidónio Pais, em qualquer dos passeios, o vislumbre da Rotunda é prejudicado pelo diverso... mobiliário urbano, como agora se diz, e pelo permanente trânsito de carros...
 As imagens que aqui ficam valem o que valem; quem queira passear por ali e apreciar a cidade do futuro deve fazê-lo de popó: uma voltinha para lá, uma voltinha para cá e ele obtém-se os melhores ângulos para apreciar as vistas desde a moleza dos engarrafamentos. Fazê-lo a pé pelo meio da avenida também podia... Dá mais amplos panoramas mas - mesmo ao domingo de manhã - desaconselho. Os carros são como flechas apontadas a nós.


Rotunda © 2007 Av. de Fontes Pereira de Melo, Lisboa © 2007 Rotunda © 2007

 Pois bem! Do que digo acima o crédito é certamente do vereador ou vereadora do trânsito; mas a prezada Isabel falava no vereador dos jardins. Pois a ele, ainda que lhe conceda haver um jacarandá ao fundo da Sidónio Pais, mais o aparente aprumo em se que se vê o Parque desde a Av. Fontes Pereira de Melo, não quero deixar de lhe endereçar esse arranjo da varanda do Metro que ponho aí adiante.
 À prezada Isabel, os mais respeitosos cumprimentos!
Lixo, Lisboa, © 2007  Sana Mato Hotel, Lisboa © 2007
Escrito com Bic Laranja às 06:47
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Domingo, 3 de Junho de 2007

Da rua e do desvio

Desviada a rua, assentaram-se arraiais...
R.Campolide, Lisboa (A.J.Fernandes, 1967)
   Muro [do Casal do Sola], Rua de Campolide, 1967.
   Fotografia: Augusto de Jesus Fernandes, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
 
Rua de Campolide, Lisboa © 2007
Lugar onde a Rua de Campolide foi desviada, Lisboa, 2007.

E chega de Rua de Campolide.

Escrito com Bic Laranja às 14:52
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O último troço da Rua de Campolide

 Já andei cá cismado com Rua de Campolide antes... Desde que ao depois cirandei por Sete Rios que andava curioso sobre o último troço da Rua de Campolide. Em fazendo este exercício agora fico sabendo melhor como era. Passando agora no lugar posso melhor imaginá-lo há cem anos.


Mapas do Levantamento da Planta de Lisboa - 1904-1911 (plantas 8L e 8M) e da Lisboa Interactiva (Rua de Campolide em chegando a Sete Rios; o novo traçado da Rua de Campolide riscado em amarelo.).
Legenda:
  1. Rua de Campolide junto ao nº 372.
  2. Casal do Sola.
  3. Ribeira de Alcântara.
  4. Viaduto da linha de cintura sobre a Rua de Campolide.
  5. Entroncamento da Rua de Campolide com a estrada de Benfica. Para N. seguia a Travessa das Laranjeiras até à estrada das Laranjeiras.
  6. Viaduto da linha de cintura sobre a estrada de Benfica (actual Rua Prof. Lima Basto).
  7. Torres Gémeas.
  8. Av. José Malhoa.
  9. Mercauto.
  10. Estação ferroviária de Sete Rios sobre a Av. Columbano Bordalo Pinheiro.
  11. Av. Columbano Bordalo Pinheiro.
Escrito com Bic Laranja às 12:34
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Sábado, 2 de Junho de 2007

Estrato

 Uma perspectiva equivalente hoje à da Rua de Campolide junto ao nº 372 em 1969 pode ser a que vedes à direita.
 A senhora Dona T. pedia um contexto para a imagem de 69: o muro do lado esquerdo isolava ao que julgo o Casal do Sola, onde hoje há um parque de estacionamento em terra batida que serve sazonalmente para um arraial de santos populares; o casario que se avistava ao fundo [no monte para lá] da velha rua em 69 julgo que era o bairro das Furnas; a camioneta podia ser uma Hanomag...
 A estimada leitora Neves de Ontem não reconhece aquela Lisboa de arrabaldes, degradada e feia do fim dos anos 60. Eu reconheço. Era a velha Lisboa de entremuros, das quintas, à espera do (dizem) progresso. Daí a degradação. Se houver algures fotografias dos anos 20, 30 ou 40 daquele troço final da Rua de Campolide, com muita certeza a veremos mais cuidada e aprazível. A imagem de 2007 à direita aparenta uma cidade moderna e organizada (num sábado), mas nestes arranha-céus fruto de especulação imobiliária e de lobbies corporações de hoteleiros sou eu que não reconheço Lisboa. Nem quero, que far-
-me-ia mal. Isto que vedes é uma cidade banal - ou global, globalizada, &c, como alguns gostam. Para verdes que assim é, aí em baixo fica uma segunda imagem: é das traseiras da Av. José Malhoa, num lugar talvez mais certo com o do fotógrafo João Goulart em 69. (Horizontes globais, hem!)

Av. José Malhoa, Lisboa © 2007
 Av. José Malhoa, Lisboa, 2007.

Rua de Campolide, Lisboa © 2007
Rua de Campolide adiante do nº 360, Lisboa, 2007.


Nota final: A Av. José Malhoa e as Torres Gémeas engoliram o velho troço final da Rua de Campolide; o novelo de ruas que hoje tomam o nome da Rua de Campolide, em chegando a Sete Rios, vem desviado antes do nº 360; serpenteia, encaracola-se e enleia-se à esquerda, à direita, em viaduto sobre si mesmo, sempre com o mesmo velho nome. Parece-me uma boa demonstração de quão esquizofrénico tem sido o planeamento da cidade.


Em amarelo a Rua (nova) de Campolide; em azul, onde aprox. jaz a antiga Rua de Campolide.
O ortofotomapa é da Lisboa Interactiva.
Escrito com Bic Laranja às 14:54
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007

Beja

Mui a sul do Tejo. Cerca de 35.000 habitantes em 2001...
Beja © 2007
Há por lá um aeroporto em construção.

Escrito com Bic Laranja às 22:27
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Substrato


Rua de Campolide junto ao nº 372, Lisboa, 1968 1969.
João H. Goulart, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 06:41
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