Domingo, 19 de Outubro de 2008

Praça de Espanha

Vindo de Sete Rios.


Terrenos (da Praça de Espanha), Lisboa, [s.d.].
Artur Goulart, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 00:09
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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Sete Rios

Sentido da Praça de Espanha.


Terrenos junto à estação do Metropolitano, Lisboa, 1961.
Artur Goulart, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 23:49
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Recortes de imprensa

 A recolha, as contas da areia e a boa parte do escárnio devo ao meu amigo Fernando C.. A má parte do escárnio é minha.

Revista Única, 11/10/2008

 No mês passado ironizei num comentário algures - embora a ironia deva ter passado despercebida a quem me não conhece - sobre o "novo grafismo e lógica temática" desse sucedâneo jornalístico do saco de plástico que é a revista Única. Novos grafismos e novas lógicas temáticas aplicadas ao que quer que seja são autênticas inanidades que, a par do autocarro da selecçãoiluminam a alma de qualquer português e a enchem sempre do mais orgulhoso vazio, não duvidemos. Tornaram-se também, pois, verdadeiros produtos que nos orgulham.
 Confesso, dando voz à passiva, que estou tão orgulhado pelos tais produtos que merece que some ao rol deles todo o jornalismo made in Portugal das Novas Oportunidades. O verdadeiro e único jornalismo que se orgulha de saber que os verbos pronominais não são amigos do ambiente, pois tornam o papel da Única pouco... solúvel. 

Revista Única, 4/10/2008

 A nova lógica temática da nova Única inclui uma rubrica de Numerologia onde se escreve: 22 Toneladas foi a quantidade de areia que Alberto João Jardim importou de Marrocos [...] que custou 3 milhões de euros [...]
 
Contas feitas às 22 toneladas de areia por € 3.000.000,00 e um camião devia bastar para o transporte...
 Com a areia a € 136,36 / kg.
 Quem diz que o petróleo está caro não tem noção da realidade!... 

Global, 8/10/2008

 Grécia. Mais de 10659 imigrantes detidos.
 
A numerologia aplicada aos imigrantes dará para números decimais?!...

 

 

Expresso, 27/9/2008

 A. Marinho e Pinto nunca tinha ouvido, embora para banco, Pinto & Sottomayor tivesse melhor preço/sonoridade.
 Mas ainda assim nada ecoa melhor do que Vale e Azevedo é melhor num nome de farmácia.

Escrito com Bic Laranja às 06:15
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Os Pequenos Vagabundos

 Há emoções vividas em tenra idade que ficam profundamente vincadas na memória. Como se fossem vigoroso labor de lapicida em pedra pouco rija. E tal como às lápidas dos antigos, o tempo vai escondendo essas marcas na memória deitando-lhes aos poucos camadas de sedimento. Podia pensar que se esbatem. Não nas vivências mais emotivas, que nem luz rasante precisam para avivar esses sulcos da memória. É necessário tão só desempoeirá-las do sedimento para se ver quão vivas estão. Falo de boas recordações.
 



 

 Vi os Pequenos Vagabundos pela muito novinho. Inicialmente induzido pelo meu irmão, mais crescidote. Eu gostava era de ver bonecos animados, e disse-lhe. Ele só me respondeu: - Vê que vais gostar. - Que fabulosas aventuras as daqueles moços (que crescidos então me pareciam) na busca do tesouro, em passagens secretas, acampando em ruínas; o Castelo Sem Nome, a escalada das torres, armaduras sinistras, lutas aguerridas, corridas de karting, cavalos, a perseguição de mota, o aviãozinho telecomandado, o helicóptero dos bandidos - e aquele meio chinês muito mau -, os capuchos misteriosos, enfim, tudo. Mais a música...
 Comprei a série. Fui-a saboreando sem pressa - um episódio ou dois em cada sábado - mais a senhora (que nunca a vira ou não se lembra). Em cada cena que fui revendo tudo me voltava. Com o mesmo prazer de quando vi pela primeira vez, em criança. Em cada cena que ia revendo pensava emocionado: - Ah pois é! Havia esta cena! - sem me lembrar da que viria a seguir. E logo na seguinte a mesma emoção de rever repetia-se: - Ena, pois é! Havia esta cena!... Estava cá tudo guardado, com todas as emoções que aquelas aventuras então me causaram. Foi um ciclo de mais ou menos 35 anos que me fez reviver com a mesma emoção momentos muito agradáveis que tive na infância.
 É quanto agora terei de esperar, parece-me!... Senão estraga...

Escrito com Bic Laranja às 18:00
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Domingo, 12 de Outubro de 2008

€ 20.000.000.000,00

 Parece que o euromilhões não foi só em Sendim. Temos agora por cá um generoso fiador de bancos.
 Seguem-se variedades.

Variedades


Pink Floyd — Money
(montagem de VjZman no Tubo)

Escrito com Bic Laranja às 20:30
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Rua Castilho, domingo à tarde


Rua Castilho, 15, Lisboa, 2008.

Escrito com Bic Laranja às 18:00
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Sábado, 11 de Outubro de 2008

Palácio dos Coruchéus (remodelado)

 Arrenda-se palácio remodelado: 'ateliers' a bom preço; estacionamento desafogado.

Palácio dos Coruchéus, Lisboa (V.G. Figueiredo, 1972)
Palácio dos Coruchéus, Alvalade, 1972.
Vasco Gouveia de Figueiredo, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 20:04
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Outubro

 A noite hoje está um tanto abafada. Tem cheiros de Verão...
 Dizia-me a senhora à tardinha que agora em sendo 7h00 já anoitece. Lembrei-me que desde sempre me entristece o Outono. Acabavam-se as férias grandes, o que era uma tristeza, e ter que voltar às aulas... A senhora não. Gostava da escola; sempre gostou de estudar. Para meu maior desânimo vinha-me a melancolia dos dias a definhar, o sol já não tardava até bem depois das nove como nos maiores dias. Lembro-me de pensar ano após ano que mesmo assim era aceitável anoitecer às 7h00. Pior era depois, até ao Inverno, minguarem os dias, minguarem, minguarem, ao ponto de serem cinco e meia da tarde e já de noite...
 Agora está um nadinha mais fresco. Já vamos em Outubro.


Charneca de Belas ao Pôr-do-sol, Lisboa (Silva Porto, 1879)
Silva Porto, Charneca da Belas ao pôr-do-sol,1879.
Óleo sobre tela, 85 x 150 cm,
 Museu do Chiado, Lisboa.

Escrito com Bic Laranja às 23:45
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Direitos dos animais

 Os srs. deputados da nação, na sua alta ciência do que é o bem comum, deviam ponderar seriamente a aplicação do Código da Estrada a cavalos que circulem sem cavaleiro na via pública.


Cortejo integrado num concurso de cavalos de carroça, [Campo Grande?], 1911.
Joshua Benoliel, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 15:47
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Meio-dia e meia ao quarto para as oito

 À tardinha, pouco mais seria do quarto para as oito, o relógio dos bombeiros da Encarnação dava... Devia ser meio-dia e meia.

Bombeiros da encarnação, Lisboa (M.Oliveira, c 1948)
Quartel do Batalhão Sapadores Bombeiros do bairro da Encarnação, Lisboa, c. 1948.
Mário de Oliveira, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 22:55
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É prohibido affixar cartazes n'esta propriedade

Terminal 2 (c) 2008
Terminal 2, Aeroporto da Portela, 2008

 A A.N.A., essa unidade económica cuja missão bastante, herdada da Aeronáutica Civil, seria administrar os aeroportos nacionais, deve entender que pôr publicidade descarada nos edifícios públicos (refiro-me ao aeroporto da Portela, incluindo o telheiro chamado terminal 2) materializa o enxerto comercial da sua nova missão: ligar "Portugal ao mundo [esta parte não será mais com a TAP?], e contribuir para o desenvolvimento económico, social e cultural [sublinho cultural] das regiões em que se insere."
 C'mon deve ser, pois, um nicho de mercado. E Opel uma janela de oportunidade. Ora isto não é desenvolvimento de nenhuma espécie em particular (económico, social, cultural, &c.). Isto é o desenvolvimento...

Escrito com Bic Laranja às 01:45
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

(Des)afronta

Saldanha engaiolado, Lisboa (c) 2008

 Dei hoje conta que a C.M.L. retirou a gaiola publicitária que afrontava o monumento ao duque de Saldanha. Acredito que tenha sido por causa do Lisboa S.O.S.. Não sei - ainda lá não passei - se de caminho livraram também o Marquês de Pombal da vergonhosa publicidade às cervejas. Feito isto, fica a faltar [que me lembre] à C.M.L. livrar-
-nos dum punho erguido impingindo-nos uma marca de telefones logo abaixo do aeroporto da Portela.
 Devia haver mais respeito.

Escrito com Bic Laranja às 15:55
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Palácio dos Coruchéus

 Arrenda-se: 'ateliers' a bom preço; lugar de estacionamento.

Palácio dos Coruchéus, Lisboa (A.Goulart, 1963)
Palácio dos Coruchéus, Alvalade, 1963.
Artur Goulart, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 10:27
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Da inspiração sem título

 Se eu tivesse um 'atelier' em Lisboa também seria capaz....



José Pedro Croft, Sem Título
Gravura sobre papel, 212 x 214 cm, 2006.
(Galeria de Filomena Soares via Portugal dos Pequeninos)

Escrito com Bic Laranja às 09:57
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Cabeça de giz

Com patrocínio duma marca de refrigerantes americana.

Saldanha, Lisboa (c) 2008
Saldanha, Lisboa, 2008.

Escrito com Bic Laranja às 09:15
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Lisboa assim...

 Pode bem ser que um dia  todos os presidentes da C.M.L. venham a ter um busto ou uma rua para serem olhados com indiferença. Mas não será numa Lisboa assim...

Monumento a Rosa Araújo
Monumento a Rosa Araújo, esquina das ruas Rosa Araújo e Mouzinho da Silveira, Lisboa, [1936-1940].
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
 

Escrito com Bic Laranja às 10:36
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Da falta de visão

 Numa acção política assaz proficiente - um discurso - nos Açores a srª drª Manuela Leite afirmou que "o P.S. [dos Açores] para se manter no poder [nos Açores], o meio que mais utiliza é coarctar a liberdade das pessoas."
 Que outra consequência esperava de tão brilhante discurso senão apanhar nas ventas com o défice democrático da Madeira? Com um mínimo engenho fugia de dizer aquilo e procuraria tão só demonstrá-lo. Mas não. Eis a... excelência da apregoada democracia: tira-se do nível do bafejo que ventila por baixo dos cérebros.
 Sai-nos cá cada cegueta!

Rainha de Copas, Disneylândia (Jesse, 2007)
Rainha de Copas, País das Maravilhas.
Foto de Jesse, Disneylândia, 2007.

Escrito com Bic Laranja às 21:40
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Da ceguice

Saramago qual Spínola.  Eu que nem aprecio o escritor Saramago nem o li por aí além, sobre a confusão armada acerca do filme sobre a cegueira apreciei a resposta dele que a «estupidez não escolhe entre cegos e não cegos».
 Quando a escrita proscrever o vocabulário ou as figuras de estilo por causa do enjoo politicamente correcto [ou as vírgulas por alguma outra razão] havemos com certeza de estar todos a ficar ceguetas.

 

Saramago de monóculo na biblioteca...

Escrito com Bic Laranja às 12:19
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Multibanco

Multibanco

 O Multibanco mudou de emblema. Parece que é para ser mais jovem, mais fresco, mais leve e mais essas coisas deloittianas. E o emblema que estava parece que já tinha 25 anos, pois e tal!...
 Era velho? Precisava de reforma? Aos 25?!...
 Pois!...
 Mas o qu' é qu' o Multibanco vende? Qual é o público alvo a atingir? Qual é o R.O.I. esperado pela mudança de imagem, das máquinas, dos terminais de pagamento, dos autocolantes, dos impressos...?
 E é a S.I.B.S. quem vai pagar?!...
 Pois, pois!...
 Calhando, se tivessem posto publicidade à Coca-Cola no lugar do novo emblema... Ou melhor: se pusessem um patrocinador por cada caixa metida na parede [à laia da Liga de Futebol em cada ano] convencia-me eu mais que quem vai pagar não é cá o je. É qu' é o meu dinheirinho que anda por ali...

(A imagem é da Praça da República em Beja)

Escrito com Bic Laranja às 22:14
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A fraude

 Eh! Eh!
 Ainda agora estava ali um na televisão todo ufano a mostrar a fraude. Que tinha comprado nos Estados Unidos, disse como se sempre tivesse sabido da intrujice. Se sabia, se todos os especialistas em assuntos económicos que ouço agora criticarem sabiam, porque foi que nunca disseram?
 

A fraude a partir de $ 9.99 em...

Escrito com Bic Laranja às 00:00
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