Sábado, 12 de Setembro de 2009

A obra nasce, o homem sonha, Deus quer (*)



 Primeiro a central nasce; depois a central não nasceu, está no prelo; terceiro a Europa incentiva.


(*) A ordem subvertida não é arbitrária. É determinada. É publicitária. E é disfarçada em notícia (duas páginas, cheira-me que devidamente subvencionadas).
Verbete revisto.

Escrito com Bic Laranja às 00:01
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

Tapar buracos já vi que não é nada com ele

Buraco (Público, 11/9/2009)
 

Público, 11/9/2009.

Escrito com Bic Laranja às 23:26
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Conta-voltas

 O conta-voltas ali à margem deve ter chocado nestes dias com alguma torre gémea. Como lhe ligo pouco nem dei conta. Cuido que ia em  mais de 200.000 (desde Junho ou Julho de 2005) e hoje conta doze mil duzentos e tal. O fabricante é um Easy-Hit-Counters.com. Não recomendo.


 

Escrito com Bic Laranja às 12:26
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Marche pour la cérémonie des Turcs


Jean-Baptiste Lully, Marche pour la cérémonie des Turcs
(Alain Corneau, Tous les matins du monde, 1991)

Escrito com Bic Laranja às 23:31
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Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Da asfixia nacional

 Tenho no porta-moedas três moedas de Euro. Duas têm cunhado o soberano espanhol e uma tem cunho português. É dos livros que uma das marcas de soberania é cunhar moeda. É irónico, pois, que na troca da moeda nacional pelo Euro alguém haja escolhido o sinal rodado da chancelaria de D. Afonso Henriques. A verdade é que na voragem da soberania até o primeiro símbolo régio de Portugal foi tragado. Nem sei se foi estupidez grosseira, se requintada malvadez. De todo o modo, como marca da soberania portuguesa, nos euros, é um logro.
 Há tempos vieram cá uns da Europa para um certo tratado. A enorme bandeira nacional que drapejava no alto do Parque Eduardo VII em Lisboa (das poucas coisas que o triste Santana Lopes fez com jeito) foi substituída por uma azul com 12 estrelas. Neste episódio não há a menor dúvida. Dada a deposição da bandeira, o tal tratado é de rendição. Só pode.
 Hoje ouvi regozijo por uma decisão dum tribunal estrangeiro a favor do monopólio do jogo da Santa Casa. Uma das primeiras noções de Direito que tive, ainda no liceu, foi que os tribunais eram órgãos de soberania. Pois se a cá houvesse, seria um qualquer tribunal português a decidir sobre o que a rainha D. Maria I, soberana de Portugal, mandou que se fizesse há mais já de 200 anos. Mas, como já vimos acima, uns quantos tratantes depuseram a bandeira. O tribunal estrangeiro manda.
 Fala-se muito agora numa certa asfixia. Dizem-na democrática. - Que falta de ar tão limitada! Deve ser apneia do sono.

Dom Afonso Henriques

« D. Afonso Henriques, que recebeu o cognome de "Conquistador" morreu em 1185 com a idade de 76 anos. Foi ele o fundador da Nacionalidade Portuguesa, cuidando, ainda, de dilatar o território, e dando-nos a verdadeira expressão de grande Povo independente. Veneremos a sua memória.»

História de Portugal, 13ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, [s.l.], 1968. Il.: Carlos Alberto.

Escrito com Bic Laranja às 19:21
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Lisboa Desaparecida

Marina Tavares Dias, Lisboa Desaparecida, 1ª ed. Quimera, [Lisboa], 1987  Tenho a 2ª edição do primeiro volume da Lisboa Desaparecida. Se não me engano comprei primeiro uma 1ª edição, mas ofereci-a. A publicação da obra foi notícia de Telejornal, tenho impressão. Na época não havia nada que se parecesse e adquiri-la, desse por onde desse, tornou-se imperativo. Onde, nos meus parcos conhecimentos olisipográficos de então, poderia eu aprender sobre o que nem fazia ideia - a igreja do Socorro, o Arco do Marquês do Alegrete, o Passeio Público ou os cafés do Rossio? - Conhecia o Nicola, vá lá... Não me lembra como mas lá consegui desencantar os 3.900$00 que custava o livro. Quem muito se encantou com as novidades antigas da Lisboa Desaparecida foi a mãe dum moço amigo, senhora que muito estimava e estimo. Como estava ela prestes a fazer anos e ele sem saber que prenda dar propus oferecermos o livro entre os dois. Eu ao depois logo compraria outro para mim. E assim foi. Eu, pouco depois, consegui uma 2ª edição praticamente nova num alfarrábio da Calçada do Carmo por uns bastante razoáveis 2.730$00, que é a que conservo.
 Isto para dizer que Lisboa Desaparecida é agora também um blogo da autora, Marina Tavares Dias. Nos primeiros verbetes encontrais outra história bem mais interessante sobre a 1ª edição da Lisboa Desaparecida.

Escrito com Bic Laranja às 20:01
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De novo a Casa Empis

 Havia eu aventado a hipótese da Casa Empis abarcar toda a frente do quarteirão Sul da Av. Duque de Loulé entre a Rua Luciano Cordeiro e a da Sociedade Farmacêutica. Se esta fotografia de José Artur Leitão Bárcia o não confirma ainda de todo, parece todavia deixar pouca dúvida, sobretudo porque o quarteirão em causa engloba os nos 73-77 da dita Av. Duque de Loulé (a Casa Empis tinha o nº 77, hoje pertencente à esquina com a R. da Sociedade Farmacêutica).
 A área da propriedade foi loteada para edificação dum hotel e de prédios de rendimento nos anos 50, depois da demolição. Sabe-se lá que tesouros artísticos guardava o interior desta casa.
 

Prémio Valmor 1907, Lisboa (J.A.L.Bárcia, s.d.)

Prémio Valmor de 1907 (Casa Empis), Lisboa, [s.d].
José Artur Leitão Bárcia (1871?-1945), in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
 

Escrito com Bic Laranja às 12:33
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Domingo, 6 de Setembro de 2009

Nortada

 A nortada não se sente, nem a música, cá no meu conceito, evoca Lisboa. Todavia os velhos pedaços do Cais do Sodré, da Ribeira e do Bairro Alto no teledisco deixam-me certa saudade. Naquele ponto do Cais do Sodré logo ao início, o ciclista palhaço era premonitório das ciclovias da moda. Curiosamente passeei por lá - pelo Cais do Sodré - ontem: as docas semi-abandonadas e o ambiente portuário, anda agora tudo asséptico e plastificado pelo marketing da devolução do Tejo a Lisboa, devolução devidamente concessionada à hotelaria. Dá-se o caso que pouca mais gente lá vi que no teledisco aqui; dá-me impressão que os lisboetas se borrifam para a devolução do rio. Apesar do marketing. Já com os domingos no Terreiro do Paço foi assim, porque será?!... 
 Bom, mas dizia eu, a música aqui não me evoca, nunca me evocou, Lisboa; evoca-me caminhos ao Sul, curiosamente para lugares por norma abrigados da nortada.
 

Júlio Pereira, Nortada
(Cádoi, 1984)

Escrito com Bic Laranja às 22:10
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Notícias de Cartago


(CAR 15 © Editions Colorama - Tunis)

Escrito com Bic Laranja às 21:00
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Sábado, 5 de Setembro de 2009

Padrão de Arroyos no seu estado até 1837



 Onde pode o benévolo leitor ainda ver, atrás, diante das casas que encimam o largo (antigo palácio do conde da Guarda) o chafariz nº 1, ou bica de Arroios, antes de ser dali mudado, também ele, em 1848.

(Gravura: Colecção de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..)

Escrito com Bic Laranja às 12:05
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Cruzeiro de Arroios

« Tive o gosto de vêr junto à sacristia a capela da Senhora da Piedade, onde se guarda o notável cruzeiro de Arroios, que el-rei D. João III mandou erigir naquele mesmo largo, então campo, e que em Fevereiro de 1837 a vereação lisbonense deitou abaixo, por motivos de alcance tão transcendente, que ninguém os atingiu. Botar abaixo, é o prazer de certa gente. Em 6 de Fevereiro de 1848 foi esse cruzeiro, com a senhora da Piedade e São Vicente, colocado no sítio onde se acha agora na referida capela interior.»

Júlio de Castilho, Lisboa Antiga. Bairros Orientais, 2ª ed., Vol. VIII, Lisboa, S. Industriais da C.M.L., 1937, pp. 231-232.
 

Cruzeiro de Arroios
na antiga igreja de S. Jorge
Cruzeiro de Arroios Cruzeiro de Arroios (E. Portugal, 193...)
 1 - Face para o lado do altar-mor  2 - Face para o lado do guarda-vento
Clichés de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

 

 O cruzeiro é uma homenagem de D. João III e do senado da Câmara à memória da Rainha Santa Isabel, medianeira das pazes entre D. Afonso IV e D. Dinis prestes a entrarem em batalha no campo de Alvalade. É obra dum escultor portuense cujo nome se perdeu e apresenta numa face Cristo Crucificado; na outra, N. Senhora da Piedade com Jesus descido da Cruz no regaço e, por baixo, S. Vicente segurando a nau e os corvos numa mão e a palma do martírio na outra. Foi primeiramente erigido no largo, resguardado por uma cobertura em pirâmide assente em quatro pilares de cantaria, donde foi retirado em 1837 sem motivo (reflexo antecipado da Revolução de Setembro?) como nos dá conta o mestre Júlio de Castilho. Em 1895 a paroquial de S. Jorge de Arroios recebeu obras e o cruzeiro passou da sacristia para o corpo do templo. Pode o benévolo leitor admirá-lo hoje no adro coberto da novíssima igreja de Arroios.

Escrito com Bic Laranja às 00:02
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Eça de Queiroz já tinha avisado...

O Eça já tinha avisado

(Lembrança da D.ª C.C. recebida com ligeiríssimo atraso.)

Escrito com Bic Laranja às 15:01
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Qual é o espanto?!

 Anda aí a gente mui espantada com o saneamento da jornalista Manuela Guedes. Alguém esperava, com duas eleições na agenda, que ela continuasse em roda livre naquela onda como se nada houvesse? E ainda ouvi alguns intrigados aquando da saída do José Moniz - que era o Benfica, e mais isto e aquilo... Intrigantes serão talvez os esqueletos do armário que lhe agitaram para o convencer. O resto estava no guião.
 Seja como for não se perde nada que prestasse, mas que o caso, nas várias vertentes, não prenuncia nada de bom, lá isso também não.

Colectores de esgoto, Lisboa (G. Dussaud, 1993)
Colectores de esgotos, Lisboa, 1993.
Georges Dussaud, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
 

Escrito com Bic Laranja às 20:19
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Fumaça

 Ia dizer aqui dessa gente prenhe do enorme pouca-terra e que não administra uns tostões a uma reles cancela numa passagem de nível ordinária. Vem o caso aqui melhor circunstanciado. Completo apenas sugerindo aos tratantes do T.G.V. que arrolem agora os mortos do desastre em 'saldo de vítimas' (como com toda a excelência saberão pôr) e que o lancem ao depois na contabilidade do Grande Vitesse, que é para verem a mancha de sangue no proveito que tirarem da negociata em que agora se perdem.


Máquina a vapor, Estação de Campolide, [s.d.].
Horácio
de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Escrito com Bic Laranja às 12:26
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Piruças

Piru%E7as9.jpg

A Janja, a neta da vizinha Vicência teve uma vez um cão muito dócil e bem comportado chamado Piruças. Sempre achei o nome bem escolhido, mas se fosse hoje talvez lhe pudesse também pôr George.

(Piruças/George figurado por Tobias, in Pregos no Prato, 12/1/2009.)

Escrito com Bic Laranja às 23:22
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Das transmissões

F. GeorgePiruças
 O dia 1 de Setembro é o fim oficial da Silly Season e o regresso à vida. O sr. D.G.S. não perdeu tempo e à laia de rentrée da gripe pandémica lá publicitou a arenga: este mês hão-de ser 11% os constipados pandémicos (as constipações normais não contam, portanto). Depois explicou muito doutamente que é agora que vamos chegar à fase em que a transmissão se dará entre a comunidade...
 - Está muito bem posto! Bem me estava a parecer que até agora a gripe pandémica se tem transmitido sim, mas só através televisão. Assim já se entende como uma gripe, antes de haver surto, seja logo pandémica. Ora veja lá o benévolo leitor quantas pessoas conhecidas tem contagiadas com gripe porcina.

Escrito com Bic Laranja às 17:23
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Refugiados

 Após a ofensiva ocidental na Primavera de 1940 Lisboa serviu de abrigo e escala aos refugiados da Europa ocupada, a caminho da América. - Hoje vêm de lá e parece que são escolhidos por concurso...
 A Alemanha invadiu a Polónia em 1 de Setembro de 1939. Faz 70 anos.

Chegada de Refugiados
Fotografia: Fototeca do palácio Foz. Arquivo «O Século».
 In J. Mattoso [dir], História de Portugal, vol. VII, Círculo de Leitores, [Lisboa], imp. 1994, p. 309.

Escrito com Bic Laranja às 08:00
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