Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

Caminho de Ferro de Lourenço Marques

Moçambique - Vista aérea do Caminho de Ferro  de Lourenço Marques (SEIT 381292 cx 464 env 16)
Moçambique - Vista aérea do Caminho de Ferro  de Lourenço Marques, [s.d.] 
(S.E.I.T. nº 381292, cx. nº 464, env. nº 16.)

Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.

 

Por curiosidade, o actual estado da arte...

Escrito com Bic Laranja às 22:58
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Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010

Para montante

 https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o72028800/20227506_LdfB0.jpeg
Ribeira de Alcântara debaixo do arco grande do Aqueduto, para montante, Lisboa, 1947 [?].
Eduardo Portugal, in Arquivo Muncipal de Lisboa / Núcleo de Fotografia.

 

Há semanas, vista para jusante...

Escrito com Bic Laranja às 18:53
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Ribeira de Alcântara em Julho de 39

 Pouco abaixo da estação de Campolide.
 A ribeira corre para o arco grande que, ao contrário do que muita gente pensa, não foi feito mais largo que os outros por causa da Av. Calouste Gulbenkian...

 

Ribeira de Alcântara, Campolide (E.Portugal, 1939)
Vale de Alcântara perto da estação de Campolide, Lisboa, 1939.
Espólio de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 18:42
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Domingo, 12 de Dezembro de 2010

€-mail

e-mail...

(Novo Guia do Viajante em Lisboa, Cintra Collares, Batalha, Mafra Setubal, Santarem, Coimbra e Bussaco, (intr. Júlio César Machado), 4ª ed., Lisboa, .J. Bordallo, 1880, p. 40.)

Escrito com Bic Laranja às 17:30
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Sábado, 11 de Dezembro de 2010

... Lourenço Marques

Moçambique, Lourenço Marques (S.E.I.T. 384688)

Moçambique - Lourenço Marques, [s.d.].
(S.E.I.T./D.G.I., 384688.)

Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 10:51
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Eco de Lourenço Marques

Moçambique, Lourenço Marques (S.E.I.T., 384589)
Moçambique - Lourenço Marques, [s.d.].
(S.E.I.T./D.G.I., 384589.)

Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 10:49
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Lourenço Marques

 Lourenço Marques. Um belo nome para uma cidade. É um nome que me soava na infância. Às vezes ouvia-o à minha mãe, a alguém: fulano, sicrano, amigos, conhecidos que foram, vieram, tornaram, regressaram, ou estavam em Lourenço Marques. Família não - não sei se algum dos tios fez lá a tropa... - Não fazia ideia da cidade, era só um nome, uma toada. 
 Lourenço Marques. Nunca conheci e não cuido já de vir a conhecer. Não sei se me apetece. Mudou de nome. Há-de ser,  já é, outra coisa. Fico só com o eco: Lourenço Marques...

Moçambique, Lourenço Marques (S.E.I.T., nº 384687 )
Moçambique - Lourenço Marques, [s.d.].
(S.E.I.T./D.G.I., 384687.)

Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 08:45
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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Excepcional

A Instruccção Pública: A Grande Burra

Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência,
Que às vezes fico pensando,
Que a burrice é uma ciência!

(António Aleixo)


O antigo vedor Bagão da Fazenda zurrou hoje pelas 2ª e 3ª vez o verbo excepcionar. Duas vezes o particípio passado.

Escrito com Bic Laranja às 22:07
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Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010

A pátria dos heróis

   Hoje, num programa do prof. Hermano Saravia sobre o Serpa Pinto ocorreu-me que vivemos num tempo sem heróis...
  ...
  No Mário Crespo ouvi hoje o Coronel Moura Calheiros, autor duma obra - «A Última Missão» - sobre o resgate em 2008 de soldados nossos sepultados na Guiné (*) e das memórias daquele outro tempo que entretanto assaltaram o autor. Ouvi-lhe respeito pelo antigo inimigo e afecto nos povos da Guiné para com os portugueses. Mas fixei sobretudo no fim o desencanto com quem governa Portugal, que deixa portugueses para trás.
   Os soldados nativos que se bateram por Portugal tinham direito à nacionalidade portuguesa e a uma pensão. Ninguém lhes disse nada - tinham dois anos para reclamar a nacionalidade; perderam a nacionalidade e com isso o direito à pensão. Mas não fica por aqui: um governo depois acabou por lhes reconhecer direito à pensão mesmo sem terem a nacionalidade. E fez então um escambo com a Guiné: como a Guiné devia muito dinheiro a Portugal, o governo de Portugal perdoou a dívida e o da Guiné tomou o pagamento das pensões. - Alguém acreditaria - disse o autor - que o P.A.I.G.C. fosse realmente pagar aos antigos soldados portugueses nativos, seus inimigos?!...
  Os nossos soldados que lá ficaram: a Liga dos Combatentes tratou da exumação e transporte até Bissau; a Liga dos Pára-quedistas encarregou-se do repatriamento e dos funerais nas terras donde eram naturais. Não custou um tostão: a TAP deu o transporte, uma agência graciosamente arranjou os funerais.
  Hoje, num programa do prof. Hermano Saravia sobre o Serpa Pinto ocorreu-me que vivemos num tempo sem heróis. Não é verdade. Há heróis e honra em não deixar ninguém para trás. O governo é que no-lo nega.

Partida de tropas para o Ultramar, Lisboa (E.Gageiro, 1961)
Partida de tropas para o Ultramar, Lisboa, 1961.
Eduardo Gageiro, Lisboa no Cais da Memória...


(*) Pára-quedistas José Lourenço (Cantanhede), António Vitoriano (Castro Verde) e Manuel Peixoto (Vila do Conde).

Escrito com Bic Laranja às 22:22
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... Ou a Alemanha de Willy Brandt?

Moçambique, Estação de Caminhos de Ferro da Beira (SEIT365345, s.d.)
Moçambique - Estação de Caminhos de Ferro da Beira, [s.d.].
(S.E.I.T./D.G.I., 365345, cx. nº 464, env. nº 3.)

Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 00:00
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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010

Ilustração portuguesa

 Em 1911, à falta de melhor, a República comemorava os seus desgraçados mártires: um almirante sem navio que, desorientado numa recôndita azinhaga de Arroios, meteu uma bala nos miolos, e um psiquiatra propagandista que falhou a revolução porque foi morto na véspera por um furioso louco, doente seu. Dois heróis equívocos da República. Ambos falharam rotundamente o 5 de Outubro (um foi morto em 3, o outro matou-se em 4 de Outubro); a própria República proclamou-se por um equívoco (*). Neste ensarilhado de equívocos prosseguiu a malta do barrete frígio montando em 3 de Outubro de 1911 grande romaria de marujos pelos dois finados e botando inevitável discurso pela obra (?) do infeliz almirante Reis e pela memória (ou não seria pela alma? - de ambos...) do triste dr. Bombarda.
 
Marinheiros no cortejo fúnebre, Rua Morais Soares (J. Benoliel, 1911)

 

  Bom, factos são factos e propaganda é propaganda. Da propaganda aproveita-se esta imagem da Illustração Portugueza (II série, nº 295, 16 de Outubro de 1911, pp. 500-501) que mostra a Rua Conselheiro Morais Soares por alturas da Rua Barão de Sabrosa. Os marinheiros não me interessam nada, o que me interessa é o cenário campestre, são os curiosos empoleirados nos muros e são os vultos ao fundo, com umas árvores diante, do Hospital de Arroios e dum casarão com capela que havia na Azinhaga das Freiras -  onde deram com o tal almirante suicida. À esquerda ainda se topam umas casas que serviram porventura de posto fiscal ao fundo do Poço dos Mouros. O monte no horizonte é para os lados do Arco do Cego. - Extraordinário!

(Cliché de Joshua Benoliel.)

____
(*) Vladimiro Lopes, «Lá Vai o Alemão», Sol, 5/10/10.

Escrito com Bic Laranja às 13:00
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Ele anda tudo ligado

 Ontem corria, grosso modo, que no Ministério da Justiça, para haver dinheiro para salários, não se havia de comprar sabonte ou papel higiénico. (Julgo que é caso recorrente.)
 Entretanto um bando de brasileiros que assaltava à mão armada foi preso pela Polícia Judiciária e solto por um juiz de turno com termo de identidade e residência e inibição de comprar bilhetes para o Brasil.
 Com falta de sabonete e papel higiénico é óbvio que aumenta a porcaria.

Rusgas: condução de presos, Rua do Carm (J. benoliel, 1908)
Rusgas: condução de presos, Rua do Carmo, 1908.
Joshua Benoliel, in Arquivo Municipal de Lisboa / Núcleo Fotográfico.

Escrito com Bic Laranja às 08:45
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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Bic Tangerina. Ou conversas em tom sério à sobremesa

 — Isto é uma laranja.
 — Não. É uma tangerina.
 — As tangerinas são de Tânger e as clementinas? São de clemente...
 — São. São daquele cantor.

Tangerina
(Imagem: O Poder das Frutas.)

Escrito com Bic Laranja às 17:27
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Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010

Engraxadores em Sapadores

Engraxador, Sapadores (G. Nunes 1968)
Engraxadores, Sapadores, 1968.
Garcia Nunes, in Arquivo Muncipal de Lisboa / Núcleo Fotográfico.

Escrito com Bic Laranja às 23:35
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Domingo, 5 de Dezembro de 2010

Programa de variedades


B. J. Thomas, Raindrops Keep Falling On My Head
Top of the Pops, 1970 (apresentação de Tony Blackburn).

Escrito com Bic Laranja às 23:23
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Queda de água do Duque de Bragança

Angola - Província de Malange - Queda D' água Duque de Bragança (SEIT 360584, cx. 445A, env. 2)
Angola - Província de Malange - Queda d' água do Duque de Bragança, [s.d.].
(S.E.I.T./D.G.I., 360584, cx. nº 445A, env. nº 2.)

Fotografia amavelmente cedida pelo sr. António Fernandes.

Escrito com Bic Laranja às 22:18
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Ribeira de Alcântara

 Título: Ribeira de Alcântara debaixo do arco grande do Aqueduto para jusante, Lisboa (E. Portugal, 1939)
Ribeira de Alcântara debaixo do arco grande do Aqueduto para jusante, Lisboa, 1939.
Eduardo Portugal, in Arquivo Muncipal de Lisboa / Núcleo de Fotografia.

Vista actual

 Av. Calouste Gulbenkian debaixo do arco grande do Aqueduto para jusante, Lisboa (Vistas de rua do Goolge)
Av. Calouste Gulbenkian debaixo do arco grande do Aqueduto para jusante, Lisboa, [2007-08].
Vistas de rua do Google (c) 2010.

 

A consoror Luísa tem à beira-Tejo uma reflexão interessante sobre as ribeiras de Lisboa.

Escrito com Bic Laranja às 16:37
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Agenda ideológica

 O tudólogo Daniel de Oliveira apercebeu-se agora que a Comissão Europeia tem uma agenda ideológica. Não se deu ele antes conta?!...

Tudólogo Daniel de Oliveira

(Imagem do 5 dias.)

Escrito com Bic Laranja às 15:58
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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Cultura de latrina

« [...] E há também... há também aquela ideia estafada da ida à casa de banho. - Sim, sim! Os que pensam que as divas e os divos estão livres da compulsão da casa de banho e de mais tudo o que numa casa de banho se faz. - E como os pirrónicos realistas, os que não vêem magia em nada e não cultivam a divindade pública, os desencantados que pensam: - "Ah, bolas! esta gente também vai à casa de banho como eu. Quero lá saber disso para alguma coisa!"
  O presidente da república, a rainha de Inglaterra, a estrela de cinema - ora adeus! -  vão à casa de banho; são afectados pela mesma necessidade da fisiologia e na casa de banho dizem adeus ao glamour, humanizam-se, despersonalizam-se, ou desprotagonizam-se, na escatalogia [sic] e no cheirete, exactamente como eu.
  As mais belas mulheres: a Garbo, a Dietrich, a Taylor, a Gardner, a Grace do Mónaco - coitada! -, a Callas, a Nicole Kidman, a outra - aquela, sei lá! - a Angelina Jolie, quão horrendas me pareceriam se as visse closer - mais de perto - sentadas numa sanita.»

Questões de Moral. Escrito e apresentado por Joel Costa.
Antena 2, 29/11/2010 13h00-14h00.


A verdadeira questão é (nem sei se é de moral): qual a razão dum esterco destes na Antena 2 da Radiodifusão Portuguesa?


C. C. dos Mosqueteiros, Vila Real, 2006.

Escrito com Bic Laranja às 21:41
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

O vazio do trono

 A ser verdadeiro o disparate («[D.] Duarte de Bragança pediu nacionalidade timorense», TSF,  1/12/2010), vão 370 anos da Restauração e a dinastia de Bragança dando no logro: o senhor D. Duarte pedindo (um acto de sujeição, notai) nacionalidade estrangeira. Com que trabalhos, sabemos, obteve a linhagem de D. Miguel a redenção da nacionalidade portuguesa. E resolvido o caso como está, se há nacionalidade que o herdeiro da Coroa tenha que ter, por imperativo de necessidade, será a portuguesa; nenhuma outra se vai admitir sob pena do óbvio: haver Portugal por rei um estrangeiro - precisamente o que legitimou a aclamação do Mestre em 1385 e a Restauração em 1640.
 Bem sei que há fins e maneiras de prosseguir (certos) intentos... Apenas aqui não vislumbro intento sério, nem coisa que não deite disparatadamente a perder o mais elementar princípio: nenhum estrangeiro poderá suceder na Coroa do Reino.
 Portugal degenerou. Definitivamente.

Paço Ducal. Arranjo do Terreiro, Vila Viçosa (M. Novais, 1939-43)
Paço Ducal (arranjo do terreiro antes da colocação da estátua de D. João IV), Vila Viçosa, 1939-43.
Estúdio de Mário de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..

Escrito com Bic Laranja às 14:52
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