Terça-feira, 9 de Agosto de 2011

Biblioteca itinerante da Câmara

Biblioteca itinerante da Câmara, Jardim Cosntantino (A. Serôdio, 1959)
Biblioteca itinerante da Câmara, Jardim Constantino, 1959.
Armando Serôdio, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 12:30
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011

Cena do filme «O trevo de 4 folhas», Portugal, 1936

Expressão dramática de Beatriz Costa...

« Cena de uma sequência do filme português, O trevo de 4 folhas (estreado [em] 1 de Junho de 1936 no cinema Tivoli) com Beatriz Costa contracenando com o actor português Nascimento Fernandes e com o actor brasileiro Procópio Ferreira. Este filme realizado por Chianca de Garcia e com argumento adaptado da obra de Tomás Ribeiro Colaço foi o filme mais caro até à altura (4000 contos) e é hoje classificado como "filme perdido", não tendo chegado aos nossos dias qualquer cópia ou negativo, sendo que o presente registo de imagens possa constituir um registo único.
Fotógrafo: Estúdio Mário Novais. Data de Produção da fotografia original: 1936.»

In Biblioteca de Arte da Fundação Gulbenkian.

Escrito com Bic Laranja às 23:23
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Av. 28 de Maio, 2

 Tenho chamado à rua à esquerda, Av. 28 de Maio, e foi-o, mas nem sempre. Aqui, nesta fotografia dos anos 20/30, cuido que se chamava Av. dos Estados Unidos da América (mesmo ampliando não se lê a placa toponímica, só se lhe lá adivinha o nome); compreendeu dois troços, a Nascente e a Poente da Praça Mouzinho de Albuquerque a que hoje o vulgo chama vagamente de Entrecampos; neste tempo, nos anos 20/30, ainda se o troço Nascente (hoje a própria Av. dos Estados Unidos da América) não havia rasgado.
 Não estou bem certo aqui da morada deste belo edifício; o nº de polícia era o 2; se da Av. dos Estados Unidos, se da Praça Mouzinho de Albuquerque é que não sei.
 A Praça Mouzinho de Albuquerque foi integrada no Campo Grande por edital da câmara de 23/3/1954.

Av. E.U.A., 2 ou Pr. Mouzinho de Albuquerque, 2

Prédio de Rendimento, Campo Grande, 1926- 35.
Estúdio de Mário de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..

(Verbete revisto.)

Escrito com Bic Laranja às 00:02
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Domingo, 7 de Agosto de 2011

Pelas avenidas...

 Esquina da António Augusto de Aguiar com a Rua Augusto dos Santos ou com a Rua Carlos Testa (mais esta, me parece). O desenho da porta no prédio de rendimento (aliás todo o prédio) a fazer lembrar o de Ventura Terra na Av. da República, 46 cujo gosto da «Belle Époque» tanto incomoda aos carniceiros da arquitectura pós-moderna (ou a símplices operadores de CAD que das Bellas Artes nada sabem). Na mesma tristonha Av. da República há também o nº 35 (nº 37, digo), com uma porta idêntica, e outro lá ao cimo da dita avenida, já no Campo Grande, quando se tornejava para a Av. 28 de Maio (ou das Forças Armadas, como agora se chama). Este último aparece aí etiquetado na Biblioteca de Arte da F.C.G. como sendo na Almirante Reis; já aqui desfiz veladamente esse erro mas quantos o haverão notado? O outro, o do nº 37, não sei o que se lhe seguirá.
 Por fim, também aquele palacete à esquerda teve irmão na Av. Duque de Ávila, lá onde foi a escola Lusitânia. Haverá (haveria) mais? Haver-se-ão de achar, ou não...

Av. António Augusto de Aguiar, Lisboa (A.C.Lima, c. 1900
Avenida António Augusto de Aguiar, Lisboa, c. 1900.
Alberto Carlos Lima, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

(Verbete revisto às cinco para as dez da noite.)

Escrito com Bic Laranja às 12:42
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Sábado, 6 de Agosto de 2011

Verbete rápido desde a João XXI

 Vista do cruzamento com a Av. de Roma. Notai a colina no prolongamento dela além do Areeiro, na que é hoje chamada Av. Afonso Costa. O morro do Casal Vistoso, da Quinta das Ameias, não caía abrupto como se ele lá vê actualmente. Estendia-se elevado, sobranceiro à Azinhaga do Areeiro (Rua Abade Faria), até às cercanias da Rua do Garrido. Que terão feito a tanta terra?

Av. João XXI, Lisboa (H.Novais, 195...)
Av. João XXI, Lisboa, 195...
 Horácio de Novais, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

(Verbete revisto.)

Escrito com Bic Laranja às 18:09
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Vista aérea do Areeiro

 Cá está uma vista preciosa sobre as «traseiras» do Areeiro. Mostra-nos em primeiro plano a orografia do Casal Vistoso para a Rua Barão de Sabrosa. É esta agora posterior a 1953 (data em que julgo se construiu a torre N do Areeiro), cuido que seja para c. 1960. O terreno adjacente à Quinta das Ameias já começava a levar desbaste.

Areeiro e avenidas novíssimas, Lisboa (M. Oliveira, c. 1960)
Areeiro e avenidas novíssimas, Lisboa, c. 1960.
Mário de Oliveira, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

(Verbete revisto.)

Escrito com Bic Laranja às 16:20
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

Espionagem portuguesa em acção



Nota: em caso de asneira culpar o porteiro.

Escrito com Bic Laranja às 08:24
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011

Da tourada

 Hoje temos corrida televisionada cá na terra. Vai no terceiro da noite e já dois cavaleiros, em voltas à arena, quase parece que fizeram honras àquela adamada aberração de circo...
 O meu ex-colega dr. J. J. da Silva P., já reformado, era (e é) grande aficionado das corridas. Mas sempre dizia que ele corridas é em Espanha; cá é só tourada. Talvez fosse generoso o dr. Silva P. cá com a terra. Não disse que, cá, também há vacadas.


«Plaza [de] Toros, Córdoba» (K. Reys, 1951), in Period Paper.

Escrito com Bic Laranja às 23:36
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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011

Torno à questão ortográfica

Triste espectáculo...


 Torno à questão ortográfica por um artigo de José Queirós no Público de 31/7/2011 (cf. «A Querela Ortográfica? Que quer ela?», in I.L.C. contra o Acordo Ortográfico) que me suscitou dúvidas sobre se não oscilava já o Público de Herodes para Pilatos no caso. Mereceu-me, antes e depois de o ler por completo na página da I.L.C., dois comentários. O último traslado-o para aqui.

 Lido o artigo reconheço que o «Público» permanece firme. Enfim! Alguma atenção haveria de o provedor dos leitores dar às dores dos acorditas por haver jornais como o «Público» (e o «O Diabo», é justo que se refira), e gente de bem que não se verga servilmente à cartilha dum Poder amorfo demais para entender razões (e não «pose») de Estado.
 São posições inconciliáveis, contra e a favor do execrável «Acordo»; neste caso ou se é sério ou não se é. Quem é contra o maldito «Acordo» já expôs bastos e seriíssimos argumentos linguísticos e políticos que o haveriam de ter arrumado de vez à primeira, em havendo tino em quem rege a Nação. O governo não quer agora tornar atrás por crer em assim salvar a face num acordo internacional atabalhoado e trapalhão? Vai daí envereda numa agonia que não haveria de existir, que todos dispensávamos, e que por último trucida linguìsticamente o idioma, inventando dezenas de milhar de vocábulos não inteligíveis à primeira por um leitor treinado e fabricando do nada outras tantas grafias divergentes?! E como supremo descaramento e insulto à inteligência publicita o cozinhado brasileiro como uniformização gráfica do Português? – Que uniformização é esta que atira gratuitamente telespectadores de radiotelevisão furiosos (legìtimamente) contra o provedor dos mesmos por este os passar de repente a ferrar de «telespetadores» à força de tão sublime uniformização do Português?! Antes da brilhante asneira «uniformizadora» só havia «telespectadores»...
 Cuido ser escusado dizer mais. Os acorditas são gente que não percebe; que não há nunca de perceber. Deixá-los! Todo o tempo de antena ou espaço na imprensa é prejuízo. Mas é lá com o «Público». Para mim já têm voz de mais; tudo o que lhes saia é supérfluo e insultuoso. A campanha, do «Público», d' «O Diabo» e de todos quantos se não sintam bem em atoleiros de mediocridade, é necessária para neste particular desmascarar a incompetência linguística e o sofisma político dos acorditas. É necessária e de todo em todo legítima pois que concorre para o melhor e não para o pior; enfim, para o bem comum. O Português é um bem internacional que Portugal jamais poderá remir a cifrões, sob pena de se perder. A língua não é a nossa pátria – isso é poesia –, a língua somos nós. Fosse a questão ortográfica um artigo de mercearia não teria já antes o Brasil podido ser comprado? Pois, se se não vendeu já vedes...


Nota: antes que lembre a alguém apontar-mo, 1) «acordita» é, no meu léxico, substantivo comum de dois para designar pessoa sectária do «Acordo»; faz parte da evolução natural da língua e não é preciso que conste em vocabulários (peudo-)académicos nem de «Houaiss» nenhum para gramatical e portuguêsmente existir; 2) os acentos graves («portuguêsmente» incluído) são deliberados; depois de 45 renego acordos ortográficos com o Brasil.

Escrito com Bic Laranja às 18:15
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