Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014

Av. do Padre Cruz em 1972

 Alto da avenida do Padre Cruz no entroncamento da Av. da Rainha Dona Amélia. Ao longe, a descair para a esquerda (salvo seja) contra o horizonte, avista-se o Monsanto. Avistava-se...

Av. Padre Cruz, Lumiar (N.B.R. da Silveira, 1972)
Av. do Padre Cruz, Lisboa, 1972.
Nuno Barros Roque da Silveira, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 10:40
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2014

Leyland Titan

Teste de inclinação dum Leyland Titan, Chiswick, 1949

 Teste de inclinação dum Leyland Titan levado a cabo em 1949 na fábrica de Chiswick da London Transport Executive (autoridade de transportes londrina). O autocarro é idêntico aos primeiros dois de dois pisos comprados pela Carris em Junho de 47. Os cavalheiros que se punham a jeito de apanhar com o autocarro, caso tombasse, eram o chefe de serviço da Park Royal Vehicles, sr. Guilherme Davis, e provavelmente o inspector do Ministério dos Transportes (o sr. de chapéu).

 Fotografia publicada em Park Royal Vehicles, por gentileza de Nigel Davis.

Escrito com Bic Laranja às 12:40
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Domingo, 14 de Dezembro de 2014

Espectáculo de variedades: Dionne Warwick


Dionne Warwick, I Say a Little Prayer

Escrito com Bic Laranja às 21:25
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2014

Av. E. U. América...


 Av. da República, Lisboa. Fim dos anos 60, calhando...
 O 230 da Carris em serviço na carreira 49 — Av. E. U. América, via R. de S. Bento. A inclinação do autocarro é notável e diz da condição do arruamento. Mas não parece que arreceasse aos passageiros como em 1947, quando os alfacinhas viram espantados o primeiro autocarro de dois pisos. Esta paragem era entre a Elias Garcia e a Barbosa du Bocage. Ainda se viam eléctricos por ali, para o Campo Grande e Lumiar, coisa que me só lembra haver os trilhos.
 As obras eram do Metropolitano, calhando...


Fotografia: Artur Inácio Bastos, Av. da República, Lisboa, [s.d.], in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 18:20
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Av. da República, 1969

 Em 69 modificaram a rotunda do Saldanha. Fizeram faixas de rolagem em moda de via rápida. A Av. da República, apesar dos mamarrachos trágico-modernos, era menos claustrofóbica que hoje.


Saldanha e Av. da República, Lisboa, 1969.
Artur Inácio Bastos, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

Escrito com Bic Laranja às 15:00
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2014

Primo bom, primo mau

Primo bom & primo mau.jpg

Primo adiado.

(Imagem por aí...)

Escrito com Bic Laranja às 19:36
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2014

Micróbios (vidas curtas)

 O caso das reformas vitalícias dos políticos ficou aquém. Mas já de si era curto: subvenções aos políticos -- aos nossos abrilinos políticos --, por elementar justiça, haviam de decretar-se eternas; vitalícias é pouco.

~~ « » ~~



(Penico de Raphael Bordallo Pinheiro nas Leituras.)

Escrito com Bic Laranja às 21:23
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90 anos

 Filho do papá, sem profissão que se lhe conheça porque de mau advogado teve apenas o proveito de um processo que lhe deu fama por envolver quem se sabe, oposicionista por birra e por provir em linha recta de um pai do velho reviralho republicano (com alguns méritos inegáveis enquanto professor), anti-clerical renegado (os renegados tornam-se sempre nos mais fanáticos, já o notava Unamuno sobre São Paulo).
  Um péssimo aluno, entretido entre farras próprias da juventude e conspirações de café M.U.D.
  Um inútil que, e quando se viu encartado com uma licenciatura e sem saber que serventia podia dar ao canudo, resolveu enveredar pela política. A baixa, que a outra nem nos manuais escolares deve ter aprendido alguma coisa.
  Comunista por arrastão, que é como quem diz, pelos sinais dos tempos que por aqui (e não só) vogavam de feição. Ou seja, comunista sem convicção.
  Opositor malgré-lui. Exilado num paraíso tropical e instalado num gulag-roça-hotel com todas as mordomias, às quais ficou agarrado. Fundador, com outros da mesma laia, de um partido de traidores porque ditos portugueses em período difícil da vida nacional. Partido esse que teve o empenho e o dinheiro dos congéneres alemães na matriz fundacional.
  Cúmplice dos comunistas e revolucionários no pós-25 de Abril. Autor de uma descolonização nada exemplar, antes criminosa. Traidor dos amigos por mera conveniência política e de luta pelo poder.
  Traste que carregamos às costas faz quase 40 anos e a quem ainda temos de suportar as indecorosas flatulências mentais sobre o presente. Presente do qual foi o principal responsável no passado.

Choldra Lusitana disse, in Porta da Loja, 26/III/014.

Parabéns!


(Apertão da bochecha no Sol.)

Escrito com Bic Laranja às 20:59
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A perca

 Renato Epifânio tem uma coluna n' O Diabo: «A via lusófona». Dizia esta semana que na qualidade de professor tem achado crescente degradação na qualidade do ensino. E como exemplo dá «a perca de hábitos de leitura».
 A «perca» é evidente.

pERCA.JPG

Aulete, 1.ª ed., Imprensa Nacional, Lisboa, 1881, p. 1326.

Escrito com Bic Laranja às 20:34
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2014

Espectáculo tão pobrezinho

 Sobre a R.T.P. e a compra de jogos de bola para entreter o Zé, cada um arrota a sua posta de pescada e em cada arroto os do governo mudam de conversa, que mais parecem cata-ventos.

Pés-sem-cabeça.jpg
(Imagem de pernas e sem cabeça no pasquim da faca e alguidar.)

Escrito com Bic Laranja às 20:01
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Perfilhe um cavalo

Pode escolher a cor.

requerimento cavalos novoREQ_P20_02_12_12_10.jpg

Escrito com Bic Laranja às 10:51
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2014

Rua Pascoal de Melo, 1953

 Nestes dias andam por lá a podar o arvoredo. Cheira-me a outsourcing empreitada, que as câmaras hoje já não dão para isto.

Rua Pascoal de Melo, Lisboa (E. Portugal, 1953)
Rua Pascoal de Melo, Lisboa, 1953.
Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

 

Escrito com Bic Laranja às 20:37
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Adoptem-nos como a um filho e baptizem-nos com o nome da família

Destaques da treta.JPG
(«Vá dar banho ao cão» em destaque nos blogos do Sapo.)

Escrito com Bic Laranja às 15:31
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2014

Estabelecimento Prisional de Évora

Estabelecimento Prisional de Évora

Escrito com Bic Laranja às 20:52
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Pátio dos Ourives em 1961

E uma Rua de Arroios amplíssima!...


Rua de Arroios, 102-118 (Pátio dos Ourives 1-2, 9-11), Lisboa, 1961.
Arnaldo Madureira, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 18:58
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Confio que seja... sintaxe arrevesada

Adeus modo conjuntivo, (O Diabo, 2/XII714)

 (O Diabo, 2/XII/14.)

Escrito com Bic Laranja às 14:51
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2014

Pátio dos Ourives

 Procurava há dias uma leitora através dum recado deixado na Rua de Arroios, 44, se haveria porventura alguém que mostrasse uma imagem do Pátio dos Ourives, pois nascera lá e não havia meio de conseguir uma fotografia do lugar que lhe matasse a saudade.
 Respondi-lhe há pedaço que desconhecia (em boa verdade desconhecia de todo o Pátio dos Ourives), mas que havia de ver...
 Pois bem, o Pátio dos Ourives era na Rua de Arroios, 102-118 e as casas que davam frente para a dita Rua de Arroios são as que se vêem na imagem. Cuido que a entrada do pátio fosse o n.º 110, pelo interior destas casas.
 Do Levantamento da Planta de Lisboa (1910) noto que o Pátio se estendia quase ao leito da Rua António Pedro; a abertura e loteamento desta serventia nesse tempo truncou o primitivo Pátio dos Ourives pelo lado Nascente.
 Dos arquivos da câmara tiro que pelas traseiras (voltadas a Nascente, portanto) do renque de casas que se vêem na fotografia ficariam os n.ºs 1-2 e 9-11 do Pátio dos Ourives; as casas do n.º 3 ao 8 conjecturo que houvessem de conformar o dito pátio pelos quadrantes N e S, prependicularmente à Rua de Arroios; os n.ºs 12-15 cujos quintais confrontariam com as traseiras dos n.ºs 6-8 dariam por sua vez frente para S, dando a forma dum U aberto ppara Nascente ao Pátio dos Ourives. São conjecturas...
 Da consulta rápida aos índices dos processos de obra 36 691, 36 692, 36 693, 36 728 e 36 881 tira-se que ali esteve instalada nos anos 40 uma Vulcanizadora Ulissiponense, Ld.ª, que nos anos 50 se lá fez obra para uma garagem, em 1974 reparação de esgôtos e em 1982 houve obras coercivas. Mas pode tudo isto ter sido no Pátio como nas casas da Rua de Arroios...
 As casas do Pátio dos Ourives à Rua de Arroios foram demolidas pela segunda metade dos anos 80, presumo; as que lá temos hoje são num prédio com porteira de c. 1989-90. -- Falo na porteira para contrariar a aridez humana no que disse atrás. Saibamos que a porteira do prédio novo, porém, foi por sua vez descartada em 2009, segundo li no arquivo municipal. Das gentes do antigo Pátio dos Ourives ao condomínio que lhe ocupou os chãos, parece que o colorido da vida se esbate mais e mais com a modernidade.

Pátio dos Ourives -- Rua de Arroios, 102-116, c. 1902.
Rua de Arroios, 102-118 (Pátio dos Ourives 1-2, 9-11), Lisboa, 1901-1908.
Fotógrafo não identificado, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 23:20
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Havemos de todos morrer cheios de saúde

Dieta mediterrânica

 

Escrito com Bic Laranja às 22:59
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Cinco mil léguas portuguesas

 Estando o conde [de Sortelha, D. Luís da Silveira] por embaixador em Castela, dizem que, querendo o imperador [Carlos V] motejar Portugal de pequeno, lhe perguntou se se levantava uma lebre em Portugal, aonde a iam matar? E o conde respondeu-lhe:
 — Senhor, vão-na matar à Índia, que é daí a cinco mil léguas.

José Hermano Saraiva (anot. e com.), Ditos Portugueses Dignos de Memória; História íntima do século XVI, 3.ª ed., Mem Martins, Europa-América, 1997, p. 311 [849].

Índia (Lopo Homem, in Atlas de Lopo Homem-Reinéis, 1519)


(Carta do Oceano Índico de Lopo Homem, in Atlas de Lopo Homem-Reinéis, 1519.)

Escrito com Bic Laranja às 00:01
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