Terça-feira, 10 de Novembro de 2015

Vede lá a esperteza!

 Se firmar trato com o pífaro parlamentar do Partido Comunista pôde parecer ridícularia habilidosa (ou condicionada) para adocicar acôrdos políticos verdadeiramente ditos, esquecer-se das tubas sindicais do Comité Central cheira-me a esperteza de fraco mestre!
 Está tudo visto... Siga a democracia, pois!

 


Reses, Moscavide, 1955
Armando Serôdio, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 20:10
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Dos homens do poder

 Um govêrno de nodoas está por horas. Má sina a nossa que os que lhe urdiram o fado são espécie da mesma igualha.

Affonso Costa n'um grupo de portadores de protesto republicano ás Côrtes, Lisboa (J. Benoliel, 1906)
Affonso Costa e um grupo de portadores do protesto republicano ás Côrtes
, Lisboa, 1906 (*).

Joshua Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.


(*) O archivo municipal dá o anno de 1906 á photographia, mez de Junho. Parecem-me todos encasacados de mais para tal mez. Talvez o protesto fôsse isso...

Escrito com Bic Laranja às 13:07
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Apostilas a uma notícia do «Observador»

 O benévolo leitor Paulo Nunes deixou-me há dias nota dum artigo no «Observador» sobre o valioso achado de registos paróquias da freguesia do Soccorro (Rita Ferreira, «O tesouro do Socorro que revela segredos do terramoto», in Observador, 2/XI/15). Aconselho o artigo, tem interesse, apesar do título meio sensacionalista e desgarrado (o único segredo que presumo do terramoto é o mito de que nada lhe sobreviveu, e o artigo, concretamente, fala doutras coisas).

 Numas limpezas na igreja do Colèginho o padre Edgar Clara achou numa sala de arrumos esquecida os róis de confessados da freguesia de Nossa Senhora do Soccorro, do período de 1612 a 1856. O achado prometia; despertou a curiosidade de estudiosos e interesse do Município e da Torre do Tombo na sua salvaguarda, mas como nada se faz sem tempo, ficou com o Padre Edgar.
  Uma nota já sobre aquela data de 1612: em 1620, segundo o cômputo da população de Lisboa de Frei Nicolau de Oliveira, a freguesia que deveio de Nossa Senhora do Soccorro era de S. Sebastião da Mouraria (cf. A. Vieira da Silva, «A população de Lisboa», in Dispersos, vol. II, 2.ª ed., C.M.L., 1985, p. 38). Não sei quando mudou o orago...
 Isto mostra-me como a nossa memória da cidade é fraca — quem lê os olisipógrafos?... Houvera quem nos publicasse... e sobretudo débil.
 No relato da demanda da estudiosa Cristina Torres pela confirmação de D. Jayme de La Té y Sagáu ser freguês daquela paróquia diz-se que vivia na Rua dos Livreiros — que já não existe — do lado esquerdo.
 Coisa ingrata, a incursão jornalística pela olisipografia ao fundo da notícia sem saber de mestres que a guiem: a Rua dos Livreiros existe, pois; foi há muito indicada por Gomes de Brito (Ruas de Lisboa, vol. I, p. 40) como sendo a nossa Rua do Arco da Graça.
 Luiz Pastor de Macedo na Lisboa de Lés-a-Lés conta mais: a Rua do Arco da Graça deve o nome a uma imagem de Nossa Senhora posta em 1657 no postigo da muralha fernandina que a atravessava; o arco da Graça foi demolido, mas esta serventia que nos leva ainda agora directamente ao portal nobre do Hospital de São José foi conhecida do povo de Lisboa como rua dos Livreiros por se nela acharem estabelecidos muitos deles; e a razão deles ali era o colégio de Santo Antão-o-Novo, ou dos jesuítas, como lhe o povo chamava. E por ele, o colégio, o nome oficial que teve foi Rua Direita do Colégio ou simplesmente Rua do Colégio. O convento dos jesuítas deveio hospital depois da derrocada final do Hospital Real de Todos os Santos em 1755; da invocação de S. José, como o nome de el-rei...
 Vingou por fim o nome do Arco da Graça. porém, esteve vai-não-vai para receber dístico toponímico de Rua do Contemporâneo, nome estranho que admirou Júlio de Castilho e lhe mereceu 4 pontos de exclamação (Lisboa Antiga. Bairros Orientais, vol. IV., 2.ª ed., p. 252).
  Que era isso de Contemporâneo? — Nada mais nada menos que uma revista que foi dirigida pelo pai da actriz Ângela Pinto e que ali tinha a sua redacção.

« A redacção e as oficinas do Contemporâneo estavam instaladas numa velha casa da Rua do Arco da Graça. Tudo ali respirava demazelo misturado com miséria. O Pinto era o tipo de boémio incorrigível, levando a vida a cantar, com a cabeça povoada de sonhos e quimeras, sem que os desenganos e as desilusões conseguissem esfriar-lhe a alegria, ou desvanecer-lhe a certeza de que acabaria por triunfar no futuro. Era ao mesmo tempo um céptico e um crente, com a alma pródiga simultâneamente de cinismos e ingenuïdades. O seu lema de vida era «o não te rales», trabalhando de manhã para comer à tarde e confiando serenamente em que para o dia seguinte Deus daria.»

(Lourenço Caiola, Revivendo o passado, p. 124, apud Lisboa de Lés-a-Lés, vol. I, 3.ª ed., C.M.L., 1981, p. 140).

 

Rua do Arco da Graça, Lisboa (E. Portugal, c. 1940)
Rua do Arco da Graça (antiga Direita do Colégio e dos Livreiros), Lisboa, c. 1940.
Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.


 Mais ingrata é a pouca memória da Rua da Palma. Delminda Rijo do G.E.O., estudiosa de Demografia Histórica por quem no artigo se mostra o valor dos róis de confessados para se recensear històricamente a população e se conhecer o itinerário das ruas de outrora mai-la qualidade da gente que lá morava, baralha-se todavia na Rua da Palma. Ou confunde-se, em vez, a jornalista?...

  Outra rua fácil de identificar é a Rua Nova da Palma, que agora se chama apenas Rua da Palma e que desemboca na praça do Martim Moniz, que não existia. «Era Rua Nova da Palma porque tinha sido aberta recentemente, para fazer a ligação dos Anjos até aqui à Mouraria. Era uma das entradas da cidade de Lisboa».

 É verdade. Foi Rua Nova até ser velha, já na 2.ª metade do séc. XIX, mas da voragem dos tempos convém não nos deixarmos levar para não incorrermos em anacronismos.
  A Rua da Palma tem històricamente três troços:

  • o primeiro do séc. XVI, desde trás de S. Domingos (onde acaba a Rua Barros Queirós) ao muro fernandino onde se abriu o postigo de S. Vicente à Guia (ao centro do Martim Moniz; hoje puseram lá uma espécie de monumento que jorra água);
  • o segundo, de 1856, que continua o primeiro sòmente até à paroquial do Soccorro (embocadura da Rua de S. Lázaro, ou melhor, Carreirinha do Soccorro), mas que começou por ser considerado uma rua distinta chamada Rua da Imprensa — esta durou oficialmente só 11 meses e tomou-se logo por acrescento da Rua da Palma em Setembro de 1857;
  • e o terceiro que prolonga o anterior ao Desterro e ao Intendente (não aos Anjos), que é o único que resta hoje (o desastre que nos legou o Martim Moniz acabou com ela).

 Para a época dos róis de confessados em apreço, o único troço possível é o mais antigo, vem no mapa. E a ligação aos Anjos fez-se até 1889 pelas ruas da Mouraria e do Benformoso.

Filipe Folque, Atlas da carta topográfica de Lisboa, n.º 36, 1858 (C.M.L., PT_AMLSB_CMLSB_UROB-PU_05_01_38

Filipe Folque, Atlas da carta topográfica de Lisboa: n.º 36, 1858.

Escrito com Bic Laranja às 00:12
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015

Portugal razão e mistério

 Do mister eng.º seleccionador nacional esta manhã na emissora dita tal, a receita para Portugal ganhar o campeonato da Europa de 2016:

 Sorte e acreditar que é possível; é esta a receita que Fernando Santos dei...xa [soluço na locução] na Antena 1 para vencer o europeu de futebol do próximo ano, em França.
 — É p'ciso ê [ter] alguma sorte. O fetebol tamém tem... tamém tem... tamém tem esse mistério, que é o mistério de ter sorte ou não ter sorte. [A] Port'gal no campeonato da Europa [de] 2012 acont'ceu isso: uma bola no poste num pènalte; uma bola foi ao poste e ent'a outra, que não entrou. 'Tanto essas coisas tamém acontecem... E a outra é: acreditar verdadeiramente; não basta querer é muito importante crer; 'tanto, quereres ganhar, quereres alcançar isto, mas tens qu' acreditar qué p'sível, não é? — que é outro crer — não é querer é crer. 'Tanto eu acho questas coisas são mut' imp'tantes: querer e crer ao mesmo tempo; e alguma sorte.
 — É também um psicólogo nesse aspecto?
 — Não sei se isso se pode considerar um psicólogo, são boa gestão de recursos humanos. [Ah!]
 Sorte e acreditar que é possível, a receita que Fernando Santos deixa na Antena 1, em entrevista para ouvir na íntegra depois das dez.

(Nuno Rodrigues, Noticiário das 9h00 — 11' 25", Antena 1, 9/XI/2015.)

Capture.JPG

(Fotomontagem da U.E.F.A. e do horóscopo virtual.)

Escrito com Bic Laranja às 10:57
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Sábado, 7 de Novembro de 2015

Panorâmica de Lisboa

Panorâmica do alto de S. Sebastião, Lisboa (Esp. E. Portugal, c.1900)
Panorâmica de Lisboa, S. Sebastião da Pedreira, [s.d.]
Espólio de Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 18:39
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015

Estrada da circunvalação

 Na sequência do enigma photographico de S. Sebastião ao Monsanto, esta da circunvalação de Lisboa a par da cadeia penitenciária sem enigma nenhum, agora, mais do que a data. Mas como noutra da sequência se vê o prédio do anjo ao Saldanha (hoje há lá o Atrium), talvez se a descubra no seu processo de obra. É data coincidente com as obras de alargamento da circunvalação na volta onde vieram a fazer o Bairro Azul e anterior ao palacete Mendonça.
 Tudo pistas...

B096719.jpg
 Panorâmica do alto de S. Sebastião ao alto de Campolide, Lisboa, [s.d.].
Espólio de Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 12:53
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015

Da música...

Capture.JPG

E até já lhes deu música. Eles é que não tinham chegado para ouvir. Por isso dão-ma só a mim...

Escrito com Bic Laranja às 17:24
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Burguês fidalgo

 Dizia esta manhã o Nicolaço nas contas do dia (Antena 1): «... são empresas conhecidas em português por startups».
 
Talvez possa aprender do princípio...

 

Molière, O Burguês Fidalgo.

Escrito com Bic Laranja às 12:20
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Antigripal jornalístico infecta linguagem

1 «milhões» de anciãos fabricam vacina?!...
Dantes as vacinas tomavam-se.

A Bola, 5/XI/15

Escrito com Bic Laranja às 10:18
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015

S.M.A.S.: registos postais e juros de mora

 Já cá dei notícia do requintado caso. Paguei (por estimativa) à companhia das águas, durante meses, água que não gastei . Extraviou-se uma factura e veio-me cobrado o registo do aviso da factura por liquidar (de água que não gastei).
 Credor seu, eu (por pagar meses a fio água que não gastei), cobra-me ela juros de mora por liquidar atrasado (mas dentro do novo prazo dado) a factura extraviada por conta de água não devida.

 Ontem recebo nova carta registada da companhia das águas. Não quero saber. Recusei-a. Só quero ver do descaramento de ma cobrarem.

Aguadeiros no Chafariz de Dentro, Alfama (J. Benoliel, 1907)
Aguadeiros no Chafariz de Dentro, Alfama, 1907.
Joshua Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.

 

Escrito com Bic Laranja às 18:38
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Madredeus

  A Madredeus mudou a cantora. A Madredeus começou por uns dias...
  Não! A Madre de Deus é um lugar (um convento) onde foram por uns dias. Em 1985. Para fazer um disco. E assim e os dias da Madre de Deus tornaram-se a Madredeus.
 Mudar a cantora torna a Madredeus noutra coisa. O autêntico é irrepetível. Sem desprimor.

Madredeus, O Paraíso
(c. 1998)

 

Escrito com Bic Laranja às 10:37
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015

Do Estado livre e democrático

image001.jpg

  Ainda não descobri se o Estado com a emissora nacional me quere dar catequese, se amedrontar-me com o lobo mau.
 Na antena da emissora, nestes dias, têm-me diàriamente posto o terror diante com «150 novos casos de diabetes todos os dias» e «com o acidente vascular cerebral que mata um português por hora». Lançam estes ameaços à Nação por campanhas pagas, não sei se directamente com os impostos, se por O.N.G. mantidas com os impostos... Em qualquer dos casos, o caso é que ainda na semana passada me agitaram o papão do cancro nos chouriços e nas morcelas enquanto hoje faziam uma festa: a polícia dos galheteiros fez 10 anos.
 Irra!
 Do tempo òrrivel do fâchismo maldizem a torto e a direito a P.I.D.E., que se metia com a gente por conspirar contra o Estado. Mas ficava por ali. Hoje vejo-me aflito em cada mastigadela porque tenho o Estado a vigiar-me na ponta do garfo.

 

(Imagem neopidesca da Portaria 240/2010, de 30 de Abril.)

Escrito com Bic Laranja às 18:03
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2015

Ainda a propósito de ontem (ou não derivasse o próprio nome «Albufeira» de alterações climáticas…)

  As décadas de 40 e 50 do século XX foram pródigas em inundações no Algarve, as quais adquiriram contornos violentos em Albufeira. Cheias causadas por intensa pluviosidade, que engrossaram a ribeira e invadiram a vila, que cresceu precisamente sobre a ribeira.
  [...]
  Sendo as cheias um fenómeno cíclico e normal no clima mediterrânico, e a função dos cursos de água tão-somente transportá-la, seja ela muita ou pouca, a ocorrência de cheias fluviais em Albufeira [é], nas circunstâncias actuais, uma verdadeira «bomba-relógio», de consequências imprevisíveis [ou melhor, previsíveis], que urge corrigir.
  Quanto a responsáveis, somente o Homem o é, afinal ocupou, usou e abusou de uma área que não era sua, mas da Ribeira de Albufeira.

Aurélio Cabrita, «Cheias em Albufeira, fenómeno tão antigo quanto a ocupação do vale ribeirinho», Sul Informação, 1/XI/15.

 

cheias-albufeira_02.jpg

cheias-albufeira_01.jpg

cheias-albufeira_03.jpg

cheias-albufeira_04.jpg

 (Imagens do Sul Informação.)

Escrito com Bic Laranja às 23:07
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A propósito de ontem...

 Já hoje aventaram os pregoeiros da verdade oficial que as inundações no Algarve se tornam mais frequentes, primeiro, pelo aquecimento global ou pelas alterações climáticas, como lhe deram ao depois em chamar; segundo, pelo cimento em barda...
 Vou pela primeira. Desde a extinção dos mamutes à dança de certos índios de pele vermelha que o fenómeno está antropocentricamente comprovado. A segunda é coisa de patos bravos e a patada só por si não teria artes de inundar nem um talho que fosse. Talvez vacas de carne vermelha ou porcos de carne processada, talvez...


A7223.jpg
Talho n.º 213,
S. Domingos de Benfica, 1945.

Judah Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 22:35
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Futuro de Lisboa em 1957

0028_M.jpg

0046_M.jpg

0029_M.jpg


Plano urbanização da zona a norte do parque Eduardo VII; esquema de  localização dos tribunais criminais de Lisboa do arquitecto Rodrigues Lima; fotografia aérea da década de 40 da área correspondente à praça Marquês de Pombal e parque Eduardo VII; esquema das zonas reservadas para estabelecimentos comerciais, escolas, habitação, edifícios públicos, escritórios, escola técnica.

In archivo da C.M.L., PT/AMLSB/CMLSB/UROB-PU/10/145.

Escrito com Bic Laranja às 17:35
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Domingo, 1 de Novembro de 2015

Da neomentalização pós-colonial

  A 1.ª página, hoje, do Público, jornal europeu do ano, jornal mais bem desenhado em Portugal & Espanha [perdão, Espanha & Portugal]; série racismo em português em Angola: houve independência sem descolonização das mentes.
  Inculcas: 1) Europa, Ibéria; 2) racismo em... umbundo?, quimbundo?, quicongo?, lunda?, angolano?, lusófono? (ah! ah!) — Não! — em português!
  Que descolonização — de que mentes, e onde — querem os do Público fazer, hem?!...



Público, 1/XI/15
(Público, 1/XI/15.)

Escrito com Bic Laranja às 12:26
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