Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015

O Brasil mal acabado

5.ª Coluna («O Diabo, 15/XII/15)

«O Diabo», 15/XII/2015.
(Prima o recorte para p/ ver a pág. inteira.)

Escrito com Bic Laranja às 09:51
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015

Chronica do trabalho em Lisboa

Operários com bois e cilindro, Rotunda (A.F.C.M.L.)

Operarios calcam a Rotunda com cilindro puxado por bois, Lisboa, post 1901.
Photographo não identificado. Archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 22:42
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Domingo, 13 de Dezembro de 2015

Do revisionismo vicioso

 Dinis de Abreu, no «25 de Novembro abafado...» (Sol, 11/XII/15) cita Ant.º Barreto no colóquio dos 40 anos do dito: «tal como Estado Novo quis esbater o 5 de Outubro, a democracia quer apagar o 25 de Novembro». No respeitante ao 25 de Novembro é verdade, mas é uma comparação infeliz — para lhe não chamar estúpida e despropositada — porque está viva na mente de todos a desclassificação dada pela III.ª República ao Cinco de Outubro.
 Em abono do «esbatimento» do Cinco de Outubro pelo Estado Novo lembrou-me, além de ter sido ele sempre dia feriado, o monumento a Ant.º José de Almeida, projectado pelo arq.º Porfírio Pardal Monteiro e esculpido por mestre Leopoldo de Almeida, inaugurado a 31 de Dezembro de 1937 por iniciativa do Governo na praça onde termina a avenida também dedicada a Ant.º José de Almeida.

Av. Ant.º José de Almeida, Lisboa (A. Passaporte, c. 1957)

Monumento a Ant.º José de
Almeida, Lisboa, c. 1957.

António Passaporte, in archivo photographico da C.M.L.

 Resta contar que em 30 Dezembro de 1974, na véspera dos 37 anos da homenagem do governo do Estado Novo ao tribuno da I.ª República, a rua que converge do lado Sul para a praça (à direita na imagem) deixou de se chamar do General Sinel de Cordes para a crismarem Alves Redol. Dizem os anais do município que foi da «necessidade de eliminação dos nomes afrontosos para a população, pela sua última ligação ao antigo regime».
 Pois é. Como Estado Novo «quis esbater» a memória histórica do Cinco de Outubro levantando estátuas a vultos da I.ª República, os nomes a si (ao Estado Novo) ligados tornaram-se afrontosos havendo necessidade de liminarmente os eliminar da memória da população.
 A III.ª República é que nem esbate nem censura nada, compõe-se só de liberdade e de democratas inteligentes assim.

Escrito com Bic Laranja às 23:25
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015

Informação Minipreço por graça do comércio

Uma destas manhãs na Rádio Renascença: — São nove horas e treze minutos. Esta é uma informação Minipreço.

Chiado, Lisboa (J. Benoliel, 191...)Loja de máquinas de costura, fábrica de gravatas, e relojoeiro, Chiado, 191...
Joshua Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 09:13
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015

Até os do archivo photographico municipal!...

 Nada a fazer.  Quando até os do archivo photographico chamam «Campo das Cebolas» a isto que vedes não ser campo nenhum... Cabeças de abóbora há aí cheias de Halloween, mas sem memória das suas coisas. Nem vale a pena dizer mais nada. Não tardará aqui o comentário cliché de inspiração «o povo é quem mais ordena» em que o uso legitima o erro. É bonito, democrático até: tão popular quanto a abrangência da ignorância o possa ser, ou, institucionalmente, aquilo que democràticamente sempre viceja, desde o amanuense archivista de secretária ao presidente do concelho sufragado por enxertia.

 O Campo das Cebolas mudou-se para Poente de si mesmo por ignorância popular e oficial dos seus limites. Melhor, que me lembre neste chão, só uma oliveira galega que lhe prantaram, arrancada ao Ribatejo e polvilhada de Saramago, e que secou. Medra tudo por igual: a cultura saramago-azeiteira e a cultura pròpriamente dita, de que a memória faz parte. O cúmulo azeiteiro-cebolário é nobelizarem o topónimo das cebolas em Saramago. Já faltou mais.

Alfândega, Lisboa (P. Guedes, 19...)

Gradeamento da Alfândega (Min. das Finanças), Rua da Alfândega (em frente), Rua do  Instituto Virgílio Machado (dir.), Tr. dos Bicos (ao centro, para lá, em direcção à Casa dos Bicos, de que se só vê o telhado).

Photographia de Paulo Guedes, c. 1900, in archivo photographico da C.M.L.

 

(Revisto às 5 e ¼ da tarde.)

Escrito com Bic Laranja às 11:15
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2015

Desnortes duma vereação enxertada

Terreiro das Farinhas visto da Rua dos Arameiros antes das demolições, Lisboa (E. Portugal, 1940)
Terreirinho das Farinhas visto da Rua dos Arameiros antes das demolições, Lisboa, 1940.
Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

 

 Acabei de ver a notícia dumas obras apregoadas ante a casa dos bicos pelo farsante enxertado na presidência da C.M.L. Referia-se, ele e a notícia, com figurantes a fazer de emplastros acenando as cabeças, ao espaço entre as ruas dos Bacalhoeiros, dos Arameiros e da Alfândega, mai-lo espaço desafectado à Alfândega, a oriente do Ministério das Finanças, como Campo das Cebolas. O tratante das obras agora publicitadas diz que é presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Pois:

  1. não conhece as ruas: o Campo das Cebolas vai da confluência da Rua dos Bacalhoeiros com a Rua da Alfândega à Rua do Caes de Santarém e à Av. do Infante D. Henrique, não é no espaço aberto pelas demolições do Terreirinho das Farinhas, Tr. das Portas do Mar, Tr. dos Bicos e Boqueirão da Palha; não precisavam de saber isto tudo, mas bastava-lhes, àqueles todos que se pavonearam ante as câmaras de T.V., darem uma voltinha pelas adjacências e lerem as placas toponímicas que lá sobram para vencerem o desnorte sôbre chão que pisavam; admito que o Campo das Cebolas venha a mudar de poiso por causa de cabeças de alho chocho, mas, que saiba eu, a toponímia do que resta ante a Casa dos Bicos não mudou ainda, apesar destes erros já vingarem nos mapas do Google;
  2. não cuida do que devia: as obras são converseta boa para empreiteiros e pavoneio para inglês ver, mas são uma caixa de pandora com o que há-de aflorar escavando aqueles chãos; arranjar e manter a calçada portuguesa nos passeios em toda a cidade ou atalhar à ruína de tanto património edificado seria mais urgente e útil a quem mora em Lisboa; e
  3. a conversa do eléctrico 24 (reposição da carreira) é prestidigitação para tomar o mando da Carris; como se o 24 fosse panaceia dos males dalguém que viva ou trabalhe em Lisboa.

 

Campo das Cebolas, Lisboa (P. Guedes, s.d.)Campo das Cebolas, Lisboa, 19....
Paulo Guedes, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 22:33
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Conceição Nova de Lisboa

 Enquanto os feirantes transvestiram profanamente no modelo de feira vigente o dia da Imaculada Conceição — o Dia da Mãe passou para não me lembra agora quando, a par doutros epifenómenos do calendário vigente — a História veio a coroar Nossa Senhora da Conceição rainha e padroeira de Portugal e todos os seus domínios desde as côrtes de 1645-46, o que perdura, embora não saiba eu quantos o ainda saibam...

 Por seu lado, a nova marcha dos tempos veio a ditar a demolição da igreja da Conceição Nova, na Baixa, em favor da instalação do Banco de Portugal em 1951.
 Se a manuelina Conceição Velha perdura na Rua da Alfândega, felizmente, a Conceição Nova (a paróquia tem registos desde 1568), ninguém na recordará. Foi fundada em 1699, caiu no terramoto e reedificou-se com devoção de 1756-94 nas ruas da Conceição e Nova do Almada. Foi demolida em 51, como disse. Os altares e objectos litúrgicos foram levados para a nova igreja de S. João de Brito em Alvalade, em 1955. O que há de imagens dela no arquivo municipal é pouco mais que isto.

Igreja da Conceição Nova, Lisboa (E. Portugal, s.d.)
Igreja da Conceição Nova (altar), Lisboa, ante 1951.
Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.

Escrito com Bic Laranja às 16:09
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Roubin das artes ou dinamização cultural XXI



  A notícia do Robin das artes que desviou 4 das reproduções de obras o Museu Nacional de Arte Antiga é de claro pendor … democrático (Sara Coelha, «Robin das Artes tirou quatro quadros do Chiado e deu-os ao [a] Miratejo [i.é Quinta de S. Amaro]», in Observador, 6/12/15 — sublinhado meu).
 O benfazejo Robin roubou à rica Baixa de Lisboa caras réplicas de obras de arte para as dar aos bairros sociais de Almada. — Tão lindo! A imprensa adora isto. — A crueza desta estupidez, porém, é como se lê na notícia d' O Diabo: «Pérolas a porcos», em que o pobre povo (tido por) desfavorecido, menosprezado, esquecido e maltratado pouco mais vale do que o vandalismo e a ladroagem que pratica.
 A dissociação da realidade desta «iniciativa» tão democrática via-se logo no título -- «Coming Out» -- todo castiço. Típico de democratas de secretaria com sinecura cunhada no marxismo cultural e correspondente eco marketeiro na imprensa do género.
 Força, camaradas, com essa elaborada dinamização cultural XXI!

Escrito com Bic Laranja às 15:15
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2015

Otografia


Capture2.JPG

Fotomontagem da página da A.N.O. com o otodiário oficial.

Escrito com Bic Laranja às 11:50
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

Alameda popular sem «dinamização» esquerdóide

Venda ambulante, Alameda (A. Madureira, 1960)
Venda ambulante, jardim e esplanada, Alameda, 1960.
Arnaldo Madureira, in archivo photographico da C.M.L.

 

Ver dinamização esquerdóide...

Escrito com Bic Laranja às 19:45
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No tempo do Império com «Barreiras Vencidas»

Jardim da Alameda e Cinema Império, Lisboa (Ant. Passaporte, 1954)

(Postal de Ant.º Passaporte no archivo municipal.)

Escrito com Bic Laranja às 19:09
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Uma, duas por todos...

 Ou o carácter dum regime que jorra da canhota sobre fontes, monumentos, praças, tudo.

Feudo esquerdóide, Alameda (9/XI/2015)



Duas da Alameda do feudo esquerdóide, Lisboa — © 2015

Escrito com Bic Laranja às 10:25
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015

Flagrantes delitros

 O regime engravatado no chocalho identitário chocalha os 80 anos do passamento de Fernando Pessoa como chocalhou no 40.º aniversário do infausto acidente nacional o não haver pronto-a-vestir em Portugal antes do 25 de Abril: i. é, com propaganda antifascista. Tão vagabunda na Lisboa de Pessoa, como perdida da História ou do poeta, a balsemónica sociedade industrial de concentrados (S.I.C.) rematava uma reportagem da efeméride às dez para as sete com censura a despropósito, lavada na mistela-mor do capitalismo norte-americano:

 Pessoa mostrou também o seu génio criativo na publicidade. É dele a frase para a Coca-Cola em 1929: «Primeiro estranha-se, depois entranha-se». A frase foi censurada pelo Estado Novo por se considerar que aludia a uma substância com cocaína (Sílvia de Lima Rato, Edgar Ascensão, «Na Lisboa de Pessoa», S.I.C.-N, 30/XI/15).

 Pessoa censurado é muito mais génio, hem! Um democrata. Melhora mais se a censura do Estado Novo recuar com os concentrados de notícias sick a 1929, isto quando o dito regime foi introduzido pela Constituição de 1933... — E não recua mais porque a Sílvia Rata da S.I.C. não deu com a «Maldita Coca-Cola»  da Cláudia Sobral no Público de 8/5/2011, senão era ver a censura do Estado Novo ainda mais precoce, em 1927, sem Salazar sequer ministro, mas com o higienista Dr. Ricardo Jorge a fazer-lhe o jogo (eram amigos): «o slogan de Fernando Pessoa ajudou à morte da representação da Coca-Cola. [Ricardo Jorge, director de Saúde em Lisboa] mandou apreender o produto existente no mercado e deitá-lo ao mar [...] » — Azar!

  Já neste dia — como dirá o Fernando Alves —, depois de almoço, na T.S.F., o poeta veio misturado pelo dito locutor dos Sinais com Sílvio Lima, «considerado um dos introdutores da moderna Psicologia em Portugal» (citação textual da Wikicoisa textualìssimamente expelida pelo Fernando Coiso aos microfones assim). A mistura estranha-se mas serve ao Fernando, o Alves, para entranhar Sílvio Lima, «que tinha sido demitido nesse ano de professor universitário por ser opositor ao Estado Novo», no outro Fernando maior, o Pessoa. Artificio notável, dar com génios assim em bestas de carga de opositores ao Estado Novo. Não é para qualquer um. — Arre, Fernando Alves!

  O génio criativo de Pessoa anda mal aprendido na publicidade e mal estudado em muito mais. Pois do democrata Fernando Pessoa, em cujas cavalitas andam hoje montados opositores ao Estado Novo de antanho, gargarejadores da mesma arenga de agora, assim como simples idiotas de encher vazios televisivos, seria de conhecer — para lá da baralhada Pressa febril da vida moderna, que foi o que o Alves da T.S.F. soube catar — a Defesa e Justificação da Ditadura Militar em Portugal (1928).

 Escreveu Torga — «Morreu Fernando Pessoa. Mal acabei de ler a notícia no jornal, fechei a porta do consultório e meti-me pelos montes a cabo. Fui chorar com os pinheiros e com as fragas a morte do nosso maior poeta de hoje, que Portugal viu passar num caixão para a eternidade sem ao menos perguntar quem era (Vila Nova, 3 de Dezembro de 1935, in Diário I, 7.ª ed., Coimbra, 1989, p.19)».

 Endeusam-no agora sem ainda perguntarem. Não interessa. Basta rotulá-lo correctamente, não é assim?!...


Imagem in Companhia Agrícola do Sanguinhal,  apud Restos de Colecção (25/10/2011).

Escrito com Bic Laranja às 00:39
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