Terça-feira, 30 de Janeiro de 2024

Photographia á procura de legenda

Fotografia à procura de legenda, Lisboa, [1889-1918]. A. n/ id., in A.N.T.T., Empresa Pública do Jornal «O Século», Joshua Benoliel, cx. 16, neg. 1.
[Fotografia à procura de legenda], Lisboa, [Belle Epoque].
A. n/ id., in A.N.T.T., Empresa Pública do Jornal «O Século», Joshua Benoliel, cx. 16, neg. 1.

Escrito com Bic Laranja às 12:17
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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2024

Duas da Portela de Sacavém (a genuína)

A capela de S. José, à Portela de Sacavém, que vai ser demolida, Lisboa, 1938. A. n/ id., A.N.T.T., Empresa Pública Jornal «O Século», Álbuns Gerais n.º 60, doc. 3517M.

A capela de S. José, à Portela de Sacavém, que vai ser demolida, Lisboa, 1938. A. n/ id., A.N.T.T., Empresa Pública Jornal «O Século», Álbuns Gerais n.º 60, doc. 3516M.

 A estrada em frente é a Estr. de Sacavém, atravessando aqui o lugar da Portela em 1938, apontando ao Areeiro. A estrada à dir., é a Estr. da Portela,, que vem do Pote de Água. O edifício que se destaca é a capela de S. José. O arvoredo que define o horizonte ao longe ainda hoje me parece familiar; aquinta da Montanha, dita agora da Bela Vista.

 


A capela de S. José, à Portela de Sacavém, que vai ser demolida, Lisboa, 1938.
A. n/ id., A.N.T.T., Empresa Pública Jornal «O Século», Álbuns Gerais, n.º 60, docs. 3516M e 3517M.

Escrito com Bic Laranja às 13:37
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Domingo, 28 de Janeiro de 2024

De abrilhantar salões (dos tempos de Eça e de agora)

 Ocorreu-me, ao ver, que no tempo de Camillo e Eça se podiam abrilhantar salões com um piano e o virtuosismo duma soprano. Da era do romantismo aos dias de hoje algo se passou


J. Offenbach, Les oiseaux dans la charmille (d' Os Contos de Hoffmann, 1881).
Sabine Devieilhe (soprano), Stéphane Jamin (piano), Paris, 2016.

Escrito com Bic Laranja às 21:05
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Música ligeira (Do tempo de Camillo e Eça…)


J. Offenbach, Les oiseaux dans la charmille (d' Os Contos de Hoffmann, acto I, 1881).
Patrícia Janečková (soprano), H. M. Förster (maestro), Orquestra Filarmónica Janáček.
(Concerto de ano novo em estilo vienense,  Ostrava, 7 de Janeiro de 2016
.)

Escrito com Bic Laranja às 13:55
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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2024

Sucessos e sucedâneos

 De berberes e de bárbaros com seus barbarismos, disse…
 Do que sucedeu ao depois bem cantou Encina: Levanta-te, Pascoal, anda // abalemos a Granada // que se soa que é tomada


Juan del Enzina, Levanta Pascual
Accentus Ensemble, Cancionero Musical de Palacio: [Música da Corte de Castela (1505-1520)], Naxos
, 1996.


 Do sucedâneo em que tudo isto se acha hoje nem sei que dizer…

Escrito com Bic Laranja às 10:03
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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2024

De berberes, de bárbaros…

A Bem da Língua Portuguesa; Boletim mensal da Sociedade da Língua Portuguesa, 1949-1955.,

A PROPÓSITO DE GIBRALTAR

« Bastas vezes temos ouvido pronunciar, em programas noticiosos da Emissora Nacional, o topónimo Gibraltar, com acentuação grave. Ora, segundo informa Vasco Botelho do Amaral, no seu «Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa», a única forma correcta é Gibraltar, tònicamente acentuada na última sílaba.
   Refere o erudito professor o seguinte: «Gibraltar, termo geográfico. A forma primitiva em português foi Gibaltar ou Jubaltar. Gibraltar formou-se de Gebal Tárique, isto é, Monte de Tárique. Gibraltar, com acentuação tónica paroxítona, é pronúncia à feição inglesa. Os ingleses proferem aproximadamente: — djibrólta».
   Efectivamente, admitindo como exdrúxulo o nome do general muçulmano Tárique, outra pronúncia não se poderia atrubuir ao citado topónimo.
   No século I a.C., o geógrafo Estrabão, ao elaborar a sua «Geografia», designou o Penhasco de Gibraltar por Calpe (nome por que já era conhecidodo navegadores gregos dessa época), em oposição ao Abílix (hoje aapelidado Gebal Mussa), situado no Norte de África.
   Também o ibérico Pompónio Mela, que viveu no século I da nossa era, escreveu deste modo na sua «Corografia»: «mais adiante há uma alta montanha, que avança de frente para outra oposta da Espanha; àquela chamam Abila, a esta Calpe, e a uma e outra Columnae Herculis. Com respeito ao seu nome, diz a fábula que este mesmo Hércules foi quem separou ambos os cumes, antes unidos por uma cadeia montanhosa e contínua, e que por isso o Oceano, até então contido por esta mole montanhosa, inundou os espaços que hoje ocupa».
   Num passo da «História Natural, de Plínio, historiador latino, que floresceu o século I da era cristã, topamos igualmente com referências ao Penhasco de Gibraltar: «Os montes que por ambos os lados, se encontram junto destas bocas, fecham o âmbito. Abila pela parte da África, Calpe na parte da Europa, meta dos trabalhos de Hércules; por isso os indígenas lhes chamam as colunas deste deus[»].
  O Estreito de Gibraltar era apelidado pelos gregos Stélai Herákleiai e pelos latinos Columnae Herculis, como quem diz em português: Colunas de Hércules. A denominação Gibraltar só lhe adveio após a travessia do estreito do mesmo nome feita pela [sic] general muçumalno [sic] Tárique, no século VIII da nossa era.
   Como curiosidade linguística, registamos aqui o seguinte: em russo moderno também se profere o aludido topónimo com acentuação aguda: — guibraltar.
   Digamos, portanto, Gibraltar, e não Gibráltar, como pronunciam os mal informados locutores radiofónicos.»

Francisco Alves da Costa, «A propósito de Gibraltar», in A Bem da Língua Portuguesa; Boletim mensal da Sociedade da Língua Portuguesa, Ano VI, n.º 4, Abril de 1955, p. 184.

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...


Andrés Segovia, Asturias (Leyenda)
(Isaac Albéniz)

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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2024

Ritos

 Comprei um rato desses sem fios. Coisa para um conto de réis, já com duas pilhinhas e tudo. Pareceu-me um preço muito em conta…
 Na caixinha achei três folhetos em letra miùdinha que são todo um evangelho:

  • um, sobre o comprido (80 x 10 cm), de instruções só com bonecos, mais uns textos nas mais desvairadas línguas além do Português; dizem da exclusão de garantia por mau manuseamento, fazem declaração de conformidade (ámen!) e dão nota de protecção ambiental (duas vezes ámen! e uma benzedura) com remissão em forma de credo para as directivas e regulamentos que directivam e regulamentem a nova salvação das almas e do planeta sob pena de pecado ambiental — os consumidores estão obrigados a…! —, no caso de não sujeição ao rito da reciclagem.

  • outro, desdobrável até ao tamanho A3, reza só em línguas bárbaras, inclusive em brasileiro, sobre serviço e assistência, com: a) informações importantes num paràgrafozinho introdutório; b) informações gerais de segurança (de certo também importantes, mas só a seguir às do paràgrafozinho introdutório) transmitidas em modo imperativo — utilize…, nunca utilize… nem exponha…, proteja…, mantenha…, elimine…, nunca deixe… nem submeta…, nunca introduza…, nunca abra…, nunca tente… — ou… e; c)  Aviso — Pilhasencimado por uma imagem do São Todos-os-Perigos ⚠️ com, em nota final, uma alegoria ao santo pai a tirar o brinquedo ao menino porque pode fazer mal; parece-me esta última imagem alegórica muito bem — nada, pois, de meninos brincarem com pilhinhas!



  • o terceiro é como se segue; manda ritos de romagem fúnebre (quando se o rato finar) à capela mortuária do vendedor ou peregrinação sepulcral à déchèterie, mandamentos estes na língua franca da Diplomacia internacional até aos anos 70 do séc. XX, acompanhados de iluminuras dalguns santinhos da reciclagem segundo o livro da Raccolta Carta, cap. 22, v. 1.0.

    Remarque relative à l'élimination des déchets et de la proteccion de l'environnement :

 A somar ao descrito, entalado na caixa, um pedacinho de plástico com ranhura interior recortada para se a poder enfiar e dependurar a preceito no escaparate da capela comercial com todo o rigor do apostolado litúrgico que acompanha o produto — o dito rato sem fio, bem entendido; — o plàsticozinho vem religiosamente prensado com um baixo relevo a rezar Raccolta plastica, cap. 01, iluminado da imagem sagrada da santa reciclagem. ♳ 

 E, bem!… Porquê esta ladainha agora à conta duma coisa tão corriqueira como a compra e venda dum cangalho informático?
 Pois, porque é exemplo do frenético missal que acompanha toda a cangalhada que se acha à venda, não apenas a informática, e que venha embalada em caixa, pacote ou saco. Escapam ainda a esta consagração uns bens avulsos como laranjas, alhos ou cebolas, mas até esses já estão na calha, para salvação das nossas almas e do mundo. Os bispos deste culto lançaram faz tempo um interdito sobre os sacos, com pena de excomunhão de quem os ofereça, nem que seja como prenda de Natal. Por isto estamos como quando se sai da farmácia; toda a gente vê o remédio que lá vem: ritos de apóstolos que agitam com fervor um evangelho de lixo, reciclado.
 Sem obrigação de tanta missa, ficava o rato por metade do tal conto de réis.

Escrito com Bic Laranja às 18:05
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2024

No tempo em que o futebol era um desporto

 Costumo ver de relance as capas dos jornais pela manhã. Num desportivo dizia qualquer coisa sobre poder vir a haver três Sportings-Benfica em três semanas ou um mês. Não consigo dizer com mais precisão porque como digo, só vi de relance. Ao depois, também pouco importa. Não conheço nenhum dos jogadores que costumam mostrar na primeira página. Nem lhe pronunciar o nome consigo.
 No tempo em que o futebol era um desporto, sabia dizer: Artur, Toni, Dinis das pernas tortas…

 

«Uma fase do jogo de futebol realizado entre o Sporting Club de Portugal e o Sport Lisboa e Benfica no Estádio José de Alvalade, Lisboa, [1973/74 ?]. A. n/ id., in A.N.T.T., «Flama», Positivos, pt. n.º 2549, 89.
Uma fase do jogo de futebol realizado entre o Sporting e o Benfica no Estádio José de Alvalade, Lisboa, [1973/74 ?].
A. n/ id., in A.N.T.T., Flama, Positivos, pt. n.º 2549, 089.

Escrito com Bic Laranja às 19:50
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Domingo, 14 de Janeiro de 2024

Domingo


João Sebastião Bach — Cantata BWV 51, «Jauchzet Gott in allen Landen» (1730).
Lars Ulrik Mortensen (maestro e cravo), Maria Keohane (soprano), Sebastião Philpott (trompeta)
Orquestra Barroca da União Europeia, Luxemburgo, 2011.

Escrito com Bic Laranja às 11:01
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2024

Crónica da cidade

 Viro da Estefânia, entro a descer a pé a Pascoal de Melo esta manhãzinha e duas, três portas, vejo um maltrapilho estendido num vão de escada. Pés metidos numa caixa de papelão, tapado dos joelhos à cabeça por uma pobre manta. Não sei se dormia, se era vivo ou morto, se homem, se mulher…

 Nada de novo agora, esta miséria. Vê-se por todo lado. Onde haja meio metro de vão de escada que sirva de abrigo… Se novidade havia ali neste caso, só o frio de rachar, hoje pior que ontem, pareceu-me. Coisa das alterações climá®ticas, hão-de afiançar os dos telejornais em suas homilias, no seu sacerdócio de espavorir os crentes com o inferno do novo culto…

 Havia aqui de tirar o retrato a isto — pensei. — Era de mandar ao Moe®das da Câmara que, diz, fez aí um filmezeco agora pelo Natal com belo fogo de artifício à sua arte de reger a cidade. Não vi o filmezinho, mas li e acredito que é prova de certa capacidade em mostrar serviço…

 Melhor ainda, calhando, era mandá-lo à real quinta de Belém, ao cuidado do okupa que se lá acoita; tem constado que é pessoa às vezes de empenhos esmerados a ajudar quem precisa.

 Pensando melhor, não. Sigo meu caminho, pois — que fazer?!… — Para misérias já basta.

 Mais abaixo entro no A.C. Santos (*) da Pascoal de Melo onde é costume parar para tomar café duma maquineta dessas em que se bota moeda; o café não é mau e fica por cem mil réis, um preço muito em conta, mas disperso-me.

 Pois bem, entro ali e está um homem deitado de borco no chão, ao comprido do balcão da montra; pés para a porta, cabeça para a máquina do café. Este, ao contrário do outro, dorme destapado. Se dorme! Pode bem estar morto. Vejo isto e não sei que dizer. Olho para o moço da caixa que é vivaço e recebo dele um gesto de chiu! com o dedo indicador espetado de ante o nariz. Na bicha da caixa, meia dúzia de pessoas, tudo calado, embasbacado, como eu. O moço da caixa repete-me o gesto e murmura chiu! Ninguém diz nada. Eu também não. Nem me nada ocorre neste entremez para dizer. Como não quero acordar o desgraçado que jaz ali no chão nem tirar a bica da máquina com as pernas abertas sobre a cabeça dele faço meia volta, saio. Tomei a bica no Monte Castelo, a par da Portugália, onde encontrei um polícia e duas mulheres-polícia tomando café com o carro da ronda mal parado à porta. Talvez a seguir houvessem de parar no A.C. Santos a ver do morto que talvez só (ou ainda) dormisse. Isto se alguém deu parte da ocorrência às autoridades, o que não acredito.

 À hora do almoço, de volta, antes de chegar à Estefânia o desgraçado ao cimo da Pascoal de Melo ainda lá estava, tal qual, no mesmo vão de escada. Agora com uma manta de veludo preto que lhe alguém pôs por cima por caridade. Calhando, era mortalha…

 No outro lado da rua, ao lado da ourivesaria, vi mais um de igual maneira, noutro vão dum prédio. Do do A.C. Santos não sei mais. Não tornei lá.

 Bem entendo que a miséria não é de agora, mas se puxo da memória não me lembro de a ver tão miserável e aviltante. De mais, com tanta conquista desde…

 Há uma história que ouvi certa vez minha mãe contar a alguém: um fotógrafo ia por um bairro pobre e quis fotografar uma criança descalça, esfarrapada. Pediu autorização à mãe e ela disse sim, senhor! mas que esperasse um instante. Levou a criança, lavou-a, vestiu-a o melhor que pôde e trouxe-a. O fotógrafo diz que gratificou a pobre mulher e agradeceu, mas que ficara com a fotografia estragada.

  Era a miséria de que me lembro dantes. Desgraçada, mas que tentava compor-se numa humilde dignidade. Esta de hoje não, nem lhe isso resta…

 Puxo da memória e lembro-me das barracas e de tantos que salivam antifascismo pavlovianamente quando topam qualquer imagem dessa miséria de antes: putos descalços, mal vestidos, com ranho sêco na beiça, lembro-me; o Mané Mané de fato andrajoso e coçado (pobre fato, mas, fato) e sua barraquinha de lusalite com porta e sem janela; o cego do Metro, de acordeão, caixa de esmolas a tiracolo, guiado por um cahopito ou um cão por uma corda, não me recorda bem; o aleijadinho no chão à entrada da praça com o aleijão à mostra e umas moedas no chapéu ao lado. Era miséria que feria, mas era miséria de infortúnio que admitia dignidade.

 Esta miséria que vejo hoje, não. É sobretudo indigente. Alastra há décadas, vulgar, sem remédio de quem pode nem cura de quem manda. Apresenta-se tão indigna que me parece só admite asco ou indiferença: asco por tanto bem-falante (e Deus me livre de com este desabafo ser aqui eu um deles) defensor dos pobrezinhos nas pantalhas da propaganda, mas ao depois sem consequência, e cujo resultado está à vista em cada rua, cada jardim, cada vão de escada; indiferença porque o transeunte, vendo a tanta miséria assim, mais e mais, e sem remédio, não acha o que fazer senão passar e seguir seu caminho mais ou menos indiferente; se tanto, deita-lhe uma caridosa manta por cima, a mais não fazer em todo o caso que de mortalha.

Bairro de lata, Lisboa, [s.d.]. In «Programa Especial de Realojamento - 30 anos» (propaganda política), C.M.L., Maio de 2023
Bairro de lata, Lisboa, [s.d.].
A. n/ id., in «Programa Especial de Realojamento — 30 anos» [propaganda política], C.M.L., 2023.

 

 


(*) O A.C. Santos da Pascoal de Melo era dantes, no n.º 81; o super que há agora é duma marca moderna e fica noutro número. Evito, pois, publicidade gratuita e recordo uma coisa de que já se ninguém lembra.

Escrito com Bic Laranja às 14:41
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2024

Portela da Ajuda

Fábrica de cabos eléctricos Ávila e bairro, Portela da Ajuda, ante 1974. Santos d’ Almeida, in A.N.T.T., Secretariado Nacional de Informação, Arquivo Fotográfico, Documental, XXIV-17, doc. 14167.
Fábrica de cabos eléctricos Ávila e bairro, Portela da Ajuda, ante 1974.
Santos d’ Almeida, in A.N.T.T., S.N.I., Arquivo Fotográfico Documental, XXIV-17, 14167.

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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2024

O jardim da Praceta da Almirante Reis

O jardim da praceta da Av. Almirante Reis que fica situado entre a Alameda D. Afonso Henriques e o Areeiro, Lisboa, 194… A. n/id., A.N.T.T, Empresa Pública Jornal «O Século», Álbuns Gerais n.º 87, doc. 710R.
O jardim da praceta da Av. Almirante Reis que fica situado entre a Alameda D. Afonso Henriques e o Areeiro, Lisboa, 194…
A. n/id., A.N.T.T, Empresa Pública Jornal «O Século», Álbuns Gerais, n.º 87, 710R.

Escrito com Bic Laranja às 14:46
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Domingo, 7 de Janeiro de 2024

Bach: cantata 51


João Sebastião Bach — Cantata BWV 51, «Jauchzet Gott in allen Landen» (1730).
Jos van Veldhoven (maestro), Maria Keohane (soprano), Robert Vanryne (trompeta)
Sociedade de Bach da Holanda, Igreja Maior de Naarden, 2015.

Escrito com Bic Laranja às 00:26
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Sábado, 6 de Janeiro de 2024

Dia de Reis


João Sebastião Bach — Cantata BWV 469 «Ich steh an deiner Krippen hier».
Viola Blache (soprano), Mieneke van der Velden (viola da gamba), Mike Fentross (tiorba)
Sociedade de Bach da Holanda, Filarmonia de Haarlem, 2023.

Escrito com Bic Laranja às 15:12
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