8 comentários:
De jrd a 29 de Março de 2008
Como no tempo do "Telephones Lisboa Porto" ou em português mais correcto "Anglo Portuguese Telephone Company"
De Bic Laranja a 29 de Março de 2008
Mas há algum propósito no tal acordo se o Mercado em roda livre produz estas bodegas?
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 29 de Março de 2008
A mim tanto se me dá escrever assim ou açado " conforme as normas que os "pais do povo" ditarem. Ainda me presumo capaz de me adaptar a novas realidades, concordando ou não com elas. Mas como alimento (contra vontade - diga-se) muitos daqueles que pretendem tomar conta de mim como se eu fosse um inapto (veja-se a proposta da regulamentação dos "piercing") pergunto: o acordo era mesmo necessário? Quanto é que vai custar a brincadeira? Não tinham mais nada onde gastar o dinheirinho que tanto nos custa a ganhar? Se é um acordo assim tão bom, porque é que tem um número tão reduzido de países subscritores? Por acaso os ingleses tomaram uma atitude semelhante por causa dos norte-americanos ou os espanhóis, por causa dos sul-americanos?
Contudo, e como não quero passar por retrógrado, dou (à borla) o meu modesto contributo para o novel Acordo Ortográfico, fazendo minhas as palavras que a minha avó materna usaria nestas circunstâncias: "Ó menino, é tudo conversa de chácha . Se não têm nada que fazer, untem mas é a barriguinha com azeite e ponham-se ao Sol".
De Bic Laranja a 29 de Março de 2008
Eu prefiro escrever antes azado que asinha. O dito acordo (o Brasil arregimentou duas nulidades para o ratificar, lembre-se) não me há nunca de pôr a escrever nada que não seja Português. Da mesma maneira que um Português fala/escreve português, um crioulês falará/escreverá crioulo. Eu, que saiba, ainda não deixei de ser nem falar português. E já faltou mais para escrever dyphthongos com todas as letras.
Cumpts.
De Atentti al Gatti a 30 de Março de 2008
Afastado que está o espectro (ou espetro ) das reguadas do professor Pereira ou as taponas do professor Maurício e salvo posterior mas pouco provável, norma sancionatória, cada um é livre de seguir ou não a grafia do novel acordo, sem que daí lhe advenham grandes inconvenientes. O crioulo é um dialecto, que só não é uma curiosidade como o mirandês, por ter mais falantes. Quanto a escreventes, não os terá tão asinha. Com acordo ou sem ele, não é necessário dicionário para ler os escritores dos PALOP's quer usem o "Português Tropical" na forma mais erudita ou mais popular. E creio que o inverso também é verdade. Será que as telenovelas brasileiras passaram a ser legendadas?!
Daí que o meu pragmatismo levante dúvidas à necessidade deste acordo onde, provavelmente , a linguística foi o que menos pesou. Tátá (não, não é crioulo, é ronga ).
De Bic Laranja a 30 de Março de 2008
O acordo não faz falta nenhuma, pelas razões que dá e por outras mais...
Cumpts.
De O Réprobo a 30 de Março de 2008
Meu Caro Bic, agora percebo as perguntas intrusivas da fiscalidade aoa recém-casados. Era golpe publicitário para prender a atenção à segunda parte: Quem casa quer Kasa. Abraço
De Bic Laranja a 30 de Março de 2008
Tem a certeza que não foi a fiskalidade?
Cumpts.

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