10 comentários:
De Rui a 15 de Maio de 2008
Um negócio entre bandidos é como outro qualquer.
De Bic Laranja a 16 de Maio de 2008
Desde que ambos o cumpram. Cumpts.
De Luciana a 15 de Maio de 2008
O melhor mesmo é obrigar o “nosso” Primeiro a viajar sempre de cisterna. Duvido que lhe volte o vício! :-)
De Bic Laranja a 16 de Maio de 2008
Ah! Mas é com a cisterna cheia que ele vai tornar de lá?!...
Cumpts. :)
De O Réprobo a 15 de Maio de 2008
Entretanto pus-me a pensar e achei a chave para estes desenvolvimentos - o protagonista não fazia ideia da lei ou regulamento porque não a terá feito, mantém o hábito atribuído a projectos antigos, de assinar o que é doutros. Como com o convertido em bens cheque do "pitróilo", que nos obriga a todos.
Abraço
De Bic Laranja a 16 de Maio de 2008
Todos os projectos são assinados por ele, pois... Cumpts.
De Atentti al Gatti a 17 de Maio de 2008
Não me parece bem que o nosso primeiro deixe de fumar. É menos uma verba que entra nos cofres públicos, o que é mais um mau exemplo e, além disso, dá aos queixinhas a oportunidade de dizerem que, apesar dele ter prometido que deixava de fumar, eles continuam a sentir o gosto da nicotina cada vez que vão ao beija-mão.
A.v.o.
De Bic Laranja a 2 de Junho de 2008
Não deixa. Mas pode sempre dizê-lo como estratégia de comunicação... E repeti-lo sempre que se descubra que 'não o consegue' para se manifestar humano. Cumpts.
De Atentti al Gatti a 24 de Maio de 2008
Patetices primo-ministeriais à parte, o que esta foto me faz lembrar é um grupo de rapazinhos imberbes (hoje chamar-lhe-iam cianças) que adoravam apanhar uma "boleias" nos vagões que manobravam na "Doca de Xabregas" (nunca percebí porque é que chamavam "doca" àquilo que é um cais) rebocados pelos tractores Sentinel. Na época, esses vagões, pintados cor de sangue sêco, tinham guaritas para os guarda-freios. Em alguns deles, fechados, as guaritas eram no topo, ao centro, acessiveis por degraus, tudo em madeira. Noutros, abertos, a guarita ficava ao nível do "chassis" e era ladeada por varandins com guardas em ferro. Estes eram os preferidos. Uma viagem destas, com a malta apoiada nas guardas, de cabelos ao vento, valia anos de vida. Mas não há bela sem senão. Os ferroviários entendiam, sensatamente, que aquilo era perigoso para os putos e toca de os correrem à pedrada ou sob a ameaça directa dumas mocadas dadas com os paus das bandeiras. Mas, de vez enquanto alguns, mais sensíveis, acediam aos pedidos da rapaziada e contra a promessa de se manterem sossegados e não saltarem para o chão com os vagões em andamento (esta alínea era a mais dolorosa de cumprir) faziam-se viagens inolvidaveis à beira-Tejo, ora nas guaritas ora dentro dos vagões, com as portas de correr abertas, sentados no estrado e com os pés nos estribos, à desfilada, livros da escola ao lado, imaginando viagens pelo Portual rural.
A.v.o.
De Bic Laranja a 2 de Junho de 2008
Nesses tempos os moços andavam à pendura nesses veículos todos: vagões, plataformas de autocarros e eléctricos, camionetas de taipais e por aí fora... Deu tudo em paranóia e temos uma bela sociedade caguinchas com crianças até aos 30 ou 40.
Cumpts.

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