16 comentários:
De Paulo a 17 de Setembro de 2008
Terá a ver com o acordo ortográfico?
De qualquer maneira para mim foi positivo, porque gramo à brava miniaturas, já visitei o site, é bestial, obrigado.
De cabo carvoeiro a 17 de Setembro de 2008
Também se pode empregar o termo maternidade ambulante, com muita ânsia idade , e infelizmente tb carro funerario.
De [s.n.] a 18 de Setembro de 2008
Carrinhos Matchbox...
Quando a minha mãe me levava às compras, eu sabia que em algumas daquelas retrosarias e capelistas (estas palavras caìram mesmo em desuso), havia sempre uma vitrine com carrinhos da Matchbox. Às vezes tinha sorte...
De MCV a 18 de Setembro de 2008
1 - Tive, e acho que ainda tenho, essa ambulância da Matchbox.
2 - Tive, e já não tenho, contacto com alguém que prezava muito os adjectivos em -ável. Dessa pessoa herdei a garagem vedável e muitos outros que uso hoje amiúde - o frango assável, por exemplo.
Esta ambulância teria talvez sido baptizada por ele, se ainda fosse vivo.
Abraço
De Carlos Portugal a 18 de Setembro de 2008
Caro Bic:
Todas essas nomenclaturas absurdas são os primórdios da «novilíngua» orwelliana e imbecil que nos querem impôr. Como ninguém que se preze dá qualquer atenção ao inenarrável «acordo ortográfico» (como se a língua se pudesse modificar por decreto!), os tratantes dos nossos desgovernos apátridas tentam escarrapachar os palavrões do seu analfabetismo nas ambulâncias, nos jornais, etc., a ver se pega.

Mas o seu postal alegrou-me um pouco o dia, ao relembrar as minhas colecções da Matchbox, da Corgy e da Solido... Ainda tenho alguns, embora a maior parte da minha colecção de miniaturas actual (quase duas centenas, confesso!) seja recente e de manufactura... chinesa. Mas a qualidade é bastante superior à dos meus carrinhos de sonho de menino, tenho de admitir.

Cumprimentos.
De Bic Laranja a 18 de Setembro de 2008
Paulo: É vocabulário de excelência. De nada. // Cabo Carvoeiro: E não há termos do inglês para dizermos isso com mais proactividade? // Anónimo Tal e qual eu, numa drogaria ali na Rosa Damasceno à Alameda. // Manuel 1 - Também eu, mas já não tenho; 2 - Tinha muita -abilidade esse seu amigo. // Carlos Portugal: Tem razão. Toda esta nova linguagem transpira ignorância e analfabetismo. Típico de gente que ensina crianças de três a papaguear inglês para as preparar para a rotulagem do que lhes há-de impingir. // Cumpts. a todos.
De Atentti al Gatti a 19 de Setembro de 2008
Ainda é viva uma ambulância dessas, perteça do meu irmão. Nota curiosa: a porta traseira abre-se e do interior pode extrair-se uma maca com um acidentado, coberto por um cobertor vermelho que, depois de retirado, deixa ver a perna direita do infeliz metida em talas.
Pois é. Também eu chapei o nariz na montra da drogaria na Rua Rosa Damasceno, mas nunca fui agraciado com nenhuma peça do seu precioso recheio.
A.v.o.
De Paulo Cunha Porto a 19 de Setembro de 2008
Considerou o Caro Bic a hipótese de, referindo-se ao estado em que o desgoverno deixou o dantes incensado SNS, ter havido por gralha com a capacidade de revelação de muito acto falhado, expressa na omissão de um "r" a seguir ao "me"?
Abraço
De Carlos Portugal a 19 de Setembro de 2008
Caríssimo Paulo:

Excelente observação! Realmente, tudo em que os desgovernantes tocam toma um cariz invariavelmente escatológico. É um «toque de Midas» em decomposição...

Mas é bom lê-lo de novo, Caríssimo Amigo!

Abraço. Para Si e para o Caro Bic.
De Bic Laranja a 19 de Setembro de 2008
Atentti al Gatti: Da drogaria eu e o meu irmão tivemos estes: http://biclaranja.blogs.sapo.pt/192699.html // Paulo Cunha Porto: Isso que diz está certo. O malsinado ex-ministro apareceu agora a justificar-se em livro. // Carlos Portugal: Obrigado! Igualmente. // Cumpts. a todos.

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