13 comentários:
De Duarte a 15 de Janeiro de 2009
estou então em crer que um Povo não tem mais o direito de definir os princípios e valores morais que o regem.
De Bic Laranja a 15 de Janeiro de 2009
Assim parece.
Cumpts.
De cabo carvoeiro a 16 de Janeiro de 2009
A homossexualidade , é uma excepção e não uma regra, é preciso ter cuidado com estas leis, seria mais útil tentar compreender e explicar a homossexualidade, que de fabricar leis, as leis da natureza fazem com que para dar luz será sempre preciso um positivo e um negativo. Cumps
De Bic Laranja a 16 de Janeiro de 2009
A homossexualidade é o que é.
O instituto do casamento também é o que é.
Usar barbatanas faz dalguém um peixe?
Cumpts.
De [s.n.] a 16 de Janeiro de 2009
Meu deus, mas que raio é que uma pessoa inteligente no século XXI pode ter ainda contra a homossexualidade?

10% da humanidade nasce homossexual, quer a gente queira quer não. Não é uma opção. É uma característica determinada pelas condições hormonais da mãe a dada altura do desenvolvimento pré-natal, tal como o é a "intelectualidade" estereotipada de algumas pessoas tímidas e pouco sociáveis.

Existem mais de 1500 espécies de animais com comportamento homossexual - não é um fenómeno específicamente humano.

Dizer que a homossexualidade é uma questão de moral faz tanto sentido como dizer que é imoral ser loiro e que todos os loiros devem pintar o cabelo.

Mais informo que a discriminação da homossexualidade ou o mero acto de falar publicamente contra ela pode ser considerado um crime de ódio á luz da lei portuguesa e de qualquer outro país civilizado.

Nos termos do Artigo 240.º do Código Penal Português, intitulado "Discriminação racial, religiosa ou sexual", por mim transcrito, em baixo:

Quem:
a) Fundar ou constituir organização ou desenvolver actividades de propaganda organizada que incitem à discriminação, ao ódio ou à violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, ou que a encorajem; ou
b) Participar na organização ou nas actividades referidas na alínea anterior ou lhes prestar assistência, incluindo o seu financiamento;
é punido com pena de prisão de um a oito anos.

2 - Quem, em reunião pública, por escrito destinado a divulgação ou através de qualquer meio de comunicação social ou sistema informático destinado à divulgação:
a) Provocar actos de violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual; ou
b) Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, nomeadamente através da negação de crimes de guerra ou contra a paz e a humanidade; ou
c) Ameaçar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual;
com a intenção de incitar à discriminação racial, religiosa ou sexual, ou de a encorajar, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos.
De Cristo a 16 de Janeiro de 2009
Meu deus, mas que raio é que uma pessoa inteligente no século XXI pode ter ainda contra a homossexualidade?

10% da humanidade nasce homossexual, quer a gente queira quer não. Não é uma opção. É uma característica determinada pelas condições hormonais da mãe a dada altura do desenvolvimento pré-natal, tal como o é a "intelectualidade" estereotipada de algumas pessoas tímidas e pouco sociáveis.

Existem mais de 1500 espécies de animais com comportamento homossexual - não é um fenómeno específicamente humano.

Dizer que a homossexualidade é uma questão de moral faz tanto sentido como dizer que é imoral ser loiro e que todos os loiros devem pintar o cabelo.

Mais informo que a discriminação da homossexualidade ou o mero acto de falar publicamente contra ela pode ser considerado um crime de ódio á luz da lei portuguesa e de qualquer outro país civilizado.

Nos termos do Artigo 240.º do Código Penal Português, intitulado "Discriminação racial, religiosa ou sexual", por mim transcrito, em baixo:

Quem:
a) Fundar ou constituir organização ou desenvolver actividades de propaganda organizada que incitem à discriminação, ao ódio ou à violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, ou que a encorajem; ou
b) Participar na organização ou nas actividades referidas na alínea anterior ou lhes prestar assistência, incluindo o seu financiamento;
é punido com pena de prisão de um a oito anos.

2 - Quem, em reunião pública, por escrito destinado a divulgação ou através de qualquer meio de comunicação social ou sistema informático destinado à divulgação:
a) Provocar actos de violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual; ou
b) Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, nomeadamente através da negação de crimes de guerra ou contra a paz e a humanidade; ou
c) Ameaçar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual;
com a intenção de incitar à discriminação racial, religiosa ou sexual, ou de a encorajar, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos.
De Cristo a 16 de Janeiro de 2009
Meu deus, mas que raio é que uma pessoa inteligente no século XXI pode ter ainda contra a homossexualidade?

10% da humanidade nasce homossexual, quer a gente queira quer não. Não é uma opção. É uma característica determinada pelas condições hormonais da mãe a dada altura do desenvolvimento pré-natal, tal como o é a "intelectualidade" estereotipada de algumas pessoas tímidas e pouco sociáveis.

Existem mais de 1500 espécies de animais com comportamento homossexual - não é um fenómeno específicamente humano.

Dizer que a homossexualidade é uma questão de moral faz tanto sentido como dizer que é imoral ser loiro e que todos os loiros devem pintar o cabelo.

Mais informo que a discriminação da homossexualidade ou o mero acto de falar publicamente contra ela pode ser considerado um crime de ódio á luz da lei portuguesa e de qualquer outro país civilizado.

Nos termos do Artigo 240.º do Código Penal Português, intitulado "Discriminação racial, religiosa ou sexual", por mim transcrito, em baixo:

Quem:
a) Fundar ou constituir organização ou desenvolver actividades de propaganda organizada que incitem à discriminação, ao ódio ou à violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, ou que a encorajem; ou
b) Participar na organização ou nas actividades referidas na alínea anterior ou lhes prestar assistência, incluindo o seu financiamento;
é punido com pena de prisão de um a oito anos.

2 - Quem, em reunião pública, por escrito destinado a divulgação ou através de qualquer meio de comunicação social ou sistema informático destinado à divulgação:
a) Provocar actos de violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual; ou
b) Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, nomeadamente através da negação de crimes de guerra ou contra a paz e a humanidade; ou
c) Ameaçar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual;
com a intenção de incitar à discriminação racial, religiosa ou sexual, ou de a encorajar, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos.
De Luísa a 16 de Janeiro de 2009
Meu caro Bic, para além dessa imposição de perspectivas de que fala, acho que é sempre importante sabermos a resposta à questão que coloca no final. À cause des mouches… ;-)
De Bic Laranja a 16 de Janeiro de 2009
A resposta havia de ser vontade inquebrantável [de querer estar longe] ou uma decisão viril [de sair]. Já viu em que é que ficamos...?
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 18 de Janeiro de 2009
A forma como a notícia é dada induz em erro e deixa de fora a questão de fundo e que são os efeitos práticos, no âmbito da União Europeia, dos efeitos práticos das uniões homossexuais já reconhecidas em alguns países, de forma a não descriminar determinados cidadãos, só porque não estão no seu país de origem. Isto tem a ver com a homogeneização da legislação que é, com vantagens e desvantagens, goste-se ou não, cama vez mais supra-nacional e com os seus efeitos práticos. Exemplo: dois cidadãos que vivam em união homossexul devidamente reconhecida num dado país europeu estão de viagem em Portugal e um deles é vítima de um acidente de que resulta a sua morte e consequente indemnização. Como tais uniões não são reconhecidas no nosso país, essa indemnização poderá não ser atribuída ao "conjuge" conforme acontecería, regra geral, se fossem casados na forma que o nosso Estado reconhece. Podería ir parar, por hipótese, a um familiar, que até era contrário aquela união, o que parecería, quase, uma vingança. Por outro lado, o Estado que pode punír quem descrimine outrem com base na sua orientação sexual dá, ele próprio o exemplo como prevaricador, ao proceder deste modo.
Este tipo de situações sería menos controverso se aguns Estados,várias religiões e muito povo não se interessasem tanto pela vida sexual que pessoas maiores e vacinadas praticam entre sí, de livre e espontânea vontade. Para mim, que fui rígidamente educado a não meter o nariz na vida dos outros, é-me indiferente que uniões matrimoniais (chamem-lhe o que quizerem) homo e hetero tenham os mesmos deveres e direitos.
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2009
Tenho ouvido esse argumento sempre de maneira muito vaga. Os 'media' não lhe pegam muito. Mas para reclamar heranças dos parceiros é preciso tanto folclore pela Avenida abaixo?! É preciso apropriarem-se do instituto jurídico do casamento que lhes não é destinado? Se tomam uma opção alternativa não haverão de tomar também opções testamentárias alternativas porquê?
Parece-me que o verdadeiro motivo é outro...
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 18 de Janeiro de 2009
Por questões técnicas, o que escreví atrás ficou incompleto, daí acrescentar agora o que faltou.
" E entendo que o Estado se devería comportar do mesmo modo, prevalecendo o tipo de união -formal ou não e respectivas diferenças- sobre o sexo dos interessados. O que não será nada fácil em quem, seja no B.I. ou no pagamento de uma simples contra- ordenação, está sempre interessado em saber o meu estado civíl ou o que faço e onde é que faço."
A.v.o.
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2009
Isso do Estado meter o bedelho só era mau quando era dantes...
Cumpts.

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