5 comentários:
De Luciana a 25 de Março de 2009
Entristece-me imenso a morte das nossas históricas estações e ligações ferroviárias... Principalmente se ainda são úteis - e até prioritárias - para muita gente.
Mais uma vez aqui reina o desrespeito e a ingratidão…

A “dica” do alfarrabista é muito boa, até para os que só não enfiam as carapuças devidas, porque o tamanho das suas cabeças não permite! :-x

http://coisapouca-07.blogspot.com/2008/06/memrias-ferrovirias-um-patrimnio-por.html

Abraço
De Bic Laranja a 26 de Março de 2009
Gente na província não econòmicamente viável. Eis o limite da compreensão dos cérebros de ervilha, não é verdade? Cumpts.
De Attenti al Gatti a 26 de Março de 2009
Isto é apenas mais uma história em que entram os maus do costume, os que armam em bonzinhos e, por último, os "lixados" que geralmente estão caladinhos. Por exemplo: quantos dos que vociferam pelo fecho das Linhas do Tua ou do Corgo viajaram nelas? Quantas vezes? Há quantos anos? A manifestação a que reporta o "link" parece que não juntou mais de 40. Não será pouco? Por outro lado, não me parece aceitável que o contribuinte esteja a pagar uma "pipa de massa" para manter em circulação comboios sistemáticamente vazios.
Não vale a pena esconder o Sol com a peneira. O automóvel tomou conta das vidas. Por isso mesmo todos temos um - pelo menos. Ninguém anda de comboio (e nos transportes públicos em geral) se puder andar de automóvel. Resta a exploração turística. Só que os nossos empresários estão mais vocacionados para mamar na têta do Estado, que mesmo poucochinha é certa, do que para se abalançarem a uma empresa dessas. Os Descobrimentos só foram o que foram porque eram um empreendimento da Corôa. Se ficasse ao cuidado dos particulares, nunca teríam passado a barra do Tejo. Veja-se o "Combóio Histórico" da Linha do Douro. É um êxito. Mas teve que ser a C.P. a organiza-lo.
Não tenhamos dúvidas, a Linhas do Corgo e do Tua vão mesmo fechar. Por azar esta última vai ficar submersa o que, para além da perda da paisagem, inviabiliza o seu uso para caminhadas ou ciclovia. É uma perda total.
Em 20 anos fecharam-se mais de 700Km de ferrovia. Para quem quizer aproveitar os despojos, aconselho a leitura de "Pelas Linhas da Nostalgia - Passeios a pé nas vias férreas abandonadas", de Rui Cardoso e Mafalda C. Machado. Ed. Afrontamento, 2008.
A.v.o.
De Luciana a 26 de Março de 2009
Não deixa de ter razão. No entanto penso que, sendo as coisas bem feitas, haveria muito elefante branco a ser “desmantelado”, antes de chegarem às históricas ligações ferroviárias. E tudo a bem da nação e para a segurança do povo…
E porque será que não existe sempre tão grande prontidão?

Abraço

PS- É curioso que refira o automóvel… Eu por acaso não tenho. E ainda hoje fiz duas viagens de comboio (e sem ser por obrigação)! Não que nisso esteja implícita qualquer lição… :-)
De Bic Laranja a 26 de Março de 2009
Se eram 40 é porque o 'ordenamento do território' (nome pomposo) faz serviço ao ermamento. Mas está certo. Não me venham é agora maçar com 'galpshares' (outro nome pomposo - em amaricano), que uma coisa é o 'ambiental' nos transportes públicos, outra é o ambiente do meu popó.
De todo o modo sai mas barato subvencionar Corgos que tegevês para ganhar 20 minutos de Lisboa ao Porto. Mas dá-se também menos a ganhar às parcerias...
Grato pela sugestão, enquanto não regularem o teor de sal nas saudades.
Cumpts.

Comentar