15 comentários:
De Funes, el memorioso a 29 de Março de 2009
Mas esta alteração causa-me um transtorno enorme. A culpa é do governo.
De Bic Laranja a 29 de Março de 2009
Ah! Ah! Mora no bairro do Calhau, portanto.
A culpa é de certeza do governo.
Cumpts.
De Gomezzz a 29 de Março de 2009
Apanhei muitas vezes o comboio para Sintra nesse apeadeiro, para ir de fim de semana.

Mas não sou do tempo de ele ter passagem de nivel a funcionar...

Ainda hoje está no muro que ladeia a linha de comboio, um dos portões de acesso ao Apeadeiro da Cruz da Pedra, em frente à súbida para o Largo Conde Ottolini... Foi o que restou.
De Bic Laranja a 29 de Março de 2009
Parece-me que um que está um tanto abaixo da cota da Rua Conde de Almoster, o portão.
Cumpts.
De Gomezzz a 29 de Março de 2009
É sim senhor
De Gomezzz a 29 de Março de 2009
Entre a Cruz da Pedra e Benfica, houve o Apeadeiro de São Domingos, mas esse só o vi desactivado. Ficava mais ou menos em frente à Repsol da Conde de Almoster... A vida que tinha é uma velha arvore isolada da mata que acompanhava esse apeadeiro...

Ainda em lembro dos comboios da 6h da manhã a passarem no verão, quando a janela ficava à noite toda aberta... Ou do diesel de vagões que passava ao fim inicio da madrugada...
De Bic Laranja a 29 de Março de 2009
Também nessoutro apeadeir havia uma passagem de nível. Grato pelas memórias. Cumpts.
De Gomezzz a 30 de Março de 2009
Não me lembro da passagem de nível.
So do viaduto de ferro que entretanto foi substituido pelo de betão, aquando da abertura da Radial de Benfica
De Attenti al Gatti a 3 de Abril de 2009
Depois disso, nunca mais o 11 voltou à Picheleira.
Lembro-me dele na passagem de nível da Cruz da Pedra. Devía ser um tempo sem "stress" pois ninguém se aborrecia por estar que tempos á espera que o comboio passasse. O motorista e o cobrador até aproveitavam para vir cá fora desenferrujar as pernas e a língua. As pessoas também não se enfadavam quando o exausto autocarro, depois da esfalfante subida de Monsanto, parava á porta das instalações da Penitenciária, à espera que o cobrador fosse lá dentro buscar um regador verde para lhe matar a sêde, enquanto o motorista acelerava a fundo, não fosse a água cair-lhe na fraqueza e dar-lhe alguma congstão. Até aproveitavam para vêr a rapaziada que estava "arrecadada", profiláticamente a partir pédra, sob o olhar de um guarda que, previlégio da função, estava protegido do Sol inclemente por um toldo de canas.
A.v.o.
De Bic Laranja a 4 de Abril de 2009
Era um tempo sem pressas era. E faz-nos falta. Gerava menos activos tóxicos também.
Grato pelas curiosidades do percurso do 11. Nunca viajei no 11 além da Penha de França, que me lembre.
Cumpts.
De Luciana a 4 de Abril de 2009
Parece que vou ter de arranjar um percurso alternativo!...
Já não dou com o caminho para esta Lisboa. Só me aparecem obras, mamarrachos e carros a apitar!
Qual será a carreira para uma Lisboa decente?

Abraço
De Bic Laranja a 4 de Abril de 2009
Sabe! Agora é só a rede 7...
Cumpts.
De [s.n.] a 6 de Abril de 2009
... eu julgava que essa carreira só existia nas piadas!!
De Bic Laranja a 6 de Abril de 2009
Pois, já vê... Cumpts.
De Jorge Gilot a 1 de Dezembro de 2009
Caro Bic,
A carreira 11 foi a primeira carreira da Carris a vir ao bairro da Picheleira tinha um percurso extenso como se pode vislumbrar olhando para o horário que junta, fi-lo algumas vezes com a minha mãe e era um autentico passeio, principalmente quando chegávamos á Zona do Monsanto. Este passeio era interrompido quando as cancelas da estação do Rego estavam fechadas, não só para os comboios passarem mas também para ali fazerem as suas manobras, enfim uma seca...
Cumprimentos.

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