6 comentários:
De Bic Laranja a 30 de Agosto de 2009
Nesta contra-cultura de que se faz cultura imperativa tenho eu próprio dificuldade em delimitar o decoro e a minha propensa tacanhez provinciana (touché). Assim delimitei-a eu, no caso, algures entre o Carmo e S. Bento onde, aposto, não haveria lugar a argumentos 'os skaters não fazem mal nenhum' (talvez o B.E., va lá...). Nesta vez (sem exemplo) alinho com S. Bento.
Na verdade isto no Carmo resolvia-se sem teorias sócio-culturais de maior: a guarda devia enxotar dali os pestinhas simplesmente porque estavam a incomodar a passagem aos visitantes do museu do Carmo. Mas note que isto não é implicação nenhuma particular, porque se fosse, eu diria antes que para concessões territoriais à contra-cultura já basta a Praça da Figueira aos skaters e a Av. da Liberdade à garridice exibicionista de pulsões pouco contidas.
Cumpts. :)
De Luísa a 30 de Agosto de 2009
Se estavam a interromper a passagem é outra coisa. Mas ao ler a ideia com que fiquei foi só facto de estarem ali. Afinal enganei-me e concordo consigo. Mas se incomodavam na passagem para o museu, devia falar com os responsáveis do museu, não com a guarda. A César o que é de César. Se os "pestinhas" estivessem a fazer algo de ilegal, eu até compreendia que a guarda fosse chamada. Mas o que eles estavam a fazer não era ilegal, simplesmente "não era bonito". Mas é só a opinião de uma provinciana que não acode às ideias bloquistas.
De Bic Laranja a 30 de Agosto de 2009
Não interrompiam a passagem. Incomodavam-na (interrompiam-na intermitentemente, se se quiser). E estranhei a guarda ser compassiva com aquilo ali tão perto. Claro que a guarda agir pelo decoro dá pano para mangas. A falta de decoro quase nunca é ilegal embora só de si possa incomodar...
Cumpts. :)
De Cristina Ribeiro a 30 de Agosto de 2009
É o " isto está assim ": sem rei nem roque.
De Bic Laranja a 30 de Agosto de 2009
E no entanto querem-me um chip no automóvel...
Cumpts.

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