Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

A regulação



 O regulador da saúde - nos casos de muita saúde - compete-lhe regulá-la para níveis normais. Isto para evitar que haja quem ande por aí a vender saúde e venha a fazer disso outro negócio pandémico que prejudique o H1N1.
 O regulador da comunicação encarrega-se da divulgação e promoção (marketing) da pandemia certa. Mesmo nos casos importados...
 O Piruças entretanto deve ter reguladas as Companhias de Telefones para, por sms, regular-me para ficar em casa se me sentir engripado. Talvez no futuro me regule para botar o voto certo e me envie uma máscara certificada pelo regulamento da D.G.S. para não deixar de fazê-lo, mesmo se engripado.
 Entretanto os chips as vacinas pandémicas estão a caminho.

(Texto revisto.)

Escrito com Bic Laranja às 16:50
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6 comentários:
De Carlos Portugal a 25 de Setembro de 2009
Caro Bic:

Esta malfadada «vacina», para além de poder provocar um grave síndroma neurológico (o síndroma Guillain-Barré, semelhante a um AVC, e que pode ser fatal), de conter esqualeno e polisorbato TM80, que são imuno-esterilizantes, são fabricadas em cultura de células cancerígenas (ao que parece de cancro do pâncreas), para que a reprodução celular seja acelerada (o que acontece com células neoplásicas) e a reprodução do vírus nas quantidades planeadas seja atingida no espaço de tempo requerido.

Apesar de os laboratórios chineses (que produzem a mistela sob contrato da Roche) garantirem uma esterilização parcial (não pode ser total por se tratar de uma vacina de vírus vivo), nada garante que não passem milhares de resíduos de ADN das células cancerosas para o fluído da vacina, que irá ser injectado no desgraçado do paciente.

Este dado, ultimamente ocultado, está a causar sérias dúvidas e mal-estar entre a comunidade médica, inclusivamente em Portugal.

A propósito, foram vários médicos que me relataram pessoalmente as suas sérias preocupações. Dizem que só se fossem doidos tomariam aquela coisa.

Desculpe-me o meu tom ácido, Caro Bic, mas quando está em jogo a saúde de milhares e milhares de inocentes, ameaçada pela ganância de entidades que se revelam assim como criminosas, perco a calma e a compostura.

Por o ter feito nesta sua Casa, embora por motivos de alerta, reitero os meus pedidos de desculpa. Mas pareceu-me importante e tempestivo.

Cumprimentos.
De Bic Laranja a 26 de Setembro de 2009
Muito pertinente. Não há que pedir desculpa.
Cumpts.!
De Luciana a 26 de Setembro de 2009
Livra! Ainda bem que até a vacina da gripe “normal” me recuso a tomar!
Bichinhos por bichinhos, prefiro os que já moram cá dentro (desde que não muito peçonhentos)! :-)

Abraço
De Bic Laranja a 27 de Setembro de 2009
O exagero com a gripe só dá em descrédito. É todo um comércio. Sazonal, que é como paga mais dividendos. Lembra-se do bug do ano 2000?
Cumpts.
De Carlos Portugal a 27 de Setembro de 2009
Caro Bic:

O caso do «bug» do ano 2000 foi um pouco diferente.

Com efeito, quando a linguagem de programação COBOL foi elaborada nos anos 50-60, ninguém pensou, dadas as «maravilhas deste século» (parafraseando o rotundo comendador da voz gravada na grafonola do Jacinto queirosiano), que fossem precisos mais de seis dígitos para codificar uma data - DDMMAA. Ora, passado o ano 1999, como os «main-frames» das grandes empresas e bancos continuavam - e continuam - a usar o dito COBOL, uma data posterior ao ano 1999 passaria a ser interpretada como do início do século XX: por exemplo, 20/01/2001 passaria em COBOL a 200101 (ou 010120, com a aberrante notação inversa), interpretada pelo sistema como 20/01/1901.

Era esse o «bug». Mas só para sistemas e programas em linguagens que usassem essa notação. Como engenheiro de sistemas, passei muitas horas nos dois anos anteriores a corrigir - com uma equipa - esse problema nos mastodontes da banca.

É claro que o alarmismo e o aproveitamento comercial do problema foi o que se sabe, mas a semelhança com a «pandemia porcina» fica por aí. Ou seja, havia realmente um problema, que poderia provocar «crashes» informáticos em cadeia, enquanto que, na dita «pandemia» (só o nome parece tirado de um mau romance catastrofista), a ameaça é a de uma vulgaríssima gripe, para a qual grande parte da humanidade já ganhou defesas desde a epidemia de 1918. São três dias de febre, tosse, espirros, problemas gastro-intestinais, e depois... passou. Como qualquer gripe. E como qualquer gripe, também pode matar quem tenha problemas respiratórios ou de imunodeficiência.

Mas a dita «vacina», essa de certeza que causa graves problemas, e tem uma taxa de mortalidade várias vezes superior à da gripe.

O que se esconde por detrás desta vergonhosa campanha de marketing terrorista (business with desease) é que me preocupa...

Cumprimentos.
De Bic Laranja a 28 de Setembro de 2009
Provavelmente é ganância pura. Com tudo o que pode ter de criminoso.
Grato pelo esclarecimento. :)
Cumpts.

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