De Attenti al Gatti a 12 de Dezembro de 2009
A quantidade de coisas curiosas que estas fotos revelam: os terrenos vagos levam a crêr que o local tinha uma cota mais elevada e foi terreplanado para fazer a actual praça, os ciclistas com o pneu de reserva às costas, o diminuto número de mulheres (na foto de baixo só há uma, humilde, pé-descalço, escondida atrás do que pareceser o cronometrista), o relativamente elevado número de personagens fardados (para além dos polícias, há um expedidor da Carris,um "magala" um legionário, e o que poderá sêr um graduado da Polícia), etc. Dá-me ainda para pensar que tudo isto se passa a um Domingo, único dia de descanso e que estes ciclistas (talvez operários) apesar da jornada de trabalho ser, em regra, de 50 horas semanais, (bem duras, bastas vezes), seis dias por semana e sem férias, ainda arrajavam tempo e fôrças para treinar e competir com brio. Que diferença para os dias de hoje, onde há tanta gente permanentemente cansada com 35 horas semanais de trabalho mole, um mês de férias, "pontes" e intervalos para a "bica.
A.v.o.
De Bic Laranja a 12 de Dezembro de 2009
Também notei a cota do terreno. Mas afundava-se para o lado da Quinta do Dr. Lobo (a velha estrada de Sacavém tinha ali uma cota bem inferior, como certamemente se recorda) para voltar a subir entre a Quinta das Ameias e a Barão de Sabrosa, que entretanto a Afonso Costa desbastou.
No mais obrigado pelo seu olhar sempre atento e perspicaz.
Cumpts.
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