11 comentários:
De cabo carvoeiro a 21 de Janeiro de 2010
O problema, destas operações imobiliárias , é certamente que todo o nosso património vai a vida, mas se ao menos quando constroem prédios modernos que certamente são mais confortáveis que os antigos e sobretudo mais baratos ( porque o restauro é + complicado e necessita mão de obra qualificada) se eles tivessem a bondade de arranjar os passeios e as ruas, muita gente aceitava o modernismo que muitas vezes até tem coisas bonitas e bem feitas, mas não no nosso rectângulo é só encaixar para o bolso, depois a resposta popular é : " é assim o que é que se há de fazer" e as máfias agradecem o sofrimento em silencio do povo português, como disse Manuel Cajuda numa entrevista na Bola.
De Gastao de Brito e Silva a 21 de Janeiro de 2010
Isso é um dogma instituído....a reabilitação é mais barata!!! É também mais fácil mas menos rentável, pois os andares novos saem sempre mais em conta para os construtores... Aliás o rácio da reabilitação / construção nova na Europa é de 85 / 15 e verifica-se precisamente o contrário em Portugal... ou seja até ai estamos na cauda...
De Bic Laranja a 21 de Janeiro de 2010
Faz sentido: arranjar é mais barato e mais fácil que demolir e fazer de raiz. Mas menos rendoso para o empreiteiro ou dono da obra. É a lógica do merceeiro antes do advento da civilização.
Acontece que havia de somar-se nos custos desta contabilidade uma parcela avultada de valor histórico, cultural e artístico (dificilmente remível a patacas, bem sei) destruído. E ele há leis paras crimes, mas ninguém as aplica. Quem se lembra da casa do Garrett em Campo de Ourique que o ministro Pinho mercadejou avidamente.
Cumpts.

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