9 comentários:
De Gastao de Brito e Silva a 24 de Janeiro de 2010
Bem...do lado errado é discutível...quanto ao resto tem toda a razão ;-)~
De Bic Laranja a 25 de Janeiro de 2010
A perspectiva exótica é do patriarca da IIIª República - diz que é só a IIª. Talvez não saiba contar.
Cumpts. :)
De Maria a 26 de Janeiro de 2010
Que bonita esta Fonte. Mais ainda se iluminada e em funcionamento como na imagem. Cresci a vê-la quase todos os dias já que morei muito perto dela até à idade adulta. Digamos (como na canção) que me habituei a ela. De facto e por comparação com os mamarrachos que se vêem por aí - ferros retorcidos ou pedregulhos disformes, sem alma, forma, proporções ou estética - esta Fonte monumental pode ser considerada sem o mínimo receio d'errar, uma verdadeira obra prima.
Maria
De [s.n.] a 26 de Janeiro de 2010
Mais do que agradecida estou-lhe super agradecida.
Maria
De Bic Laranja a 26 de Janeiro de 2010
Obrigado sou eu. Cumpts.
De Luísa a 26 de Janeiro de 2010
Apesar de ser triste ver a fonte sem luz nem água, é melhor situação do que saber que morrem lá cães electrocutados. Imagine-se se são crianças a brincar na água...
Infelizmente, o que é bonito e interessante está ao abandono, só porqque não é moderno.
De Bic Laranja a 26 de Janeiro de 2010
Não tenho notícia da fonte electrocutar nada. Mas se sim, só a falta de zelo com ela levou a tal, o que será negligência criminosa. Infelizmente há muito comportamento assim, quem sabe para justificar dispendiosas 'requalificações' ou 'reabilitações' ou lá o que lhe chamam.
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 26 de Janeiro de 2010
A Fonte Luminosa fez parte intregrante da minha vida no período infanto-juvenil, mas nunca simpatizei com ela, embora na altura não percebesse porquê. Ainda assim, quando funcionava em pleno o que, se não me falha a memória, acontecia aos Sábados à noite, era espectacular. Nesses tempos áureos, chegou a ter duas efémeras esplanadas: uma no relvado inferior, mais ou menos em frente à R. Carvalho Araújo e outra junto ao lago superior que, nessa altura até tinha cisnes brancos e peixinhos vermelhos. Nas noites amenas, juntava-se alí a classe média lá do sítio, mais os que só iam fazer figura, tudo a olhar para a televisão, luxo raro de portas adentro. E até tinha guardas que confiscavam a farpela dos putos da Curraleira, que iam para lá fazer daquilo piscina. Chegou até a ter, em horário pós-laboral, cursos livres que instruiam acerca do modo de espreitar os casais que namoravam (chamemos-lhe assim) no "banco dos anjos" ou nos bancos de pedra que ficam aos cantos, debaixo da pérgola. Os namoros de maior ardência(ou urgência)que se praticavam nos cantinhos estreitos que ficam entre as escadas laterais e a Fonte, eram frequentemente arrefecidos com água do dito lago, devidamente acondicionada em sacos de plástico, atirados cá de cima, duma altura considerável, o que fazia com que os sacos batessem lá em baixo com a fôrça de uma bomba e ainda punha os atiradores a coberto de retaliações das vítimas.
Agora já não há água para encher os sacos, não há cisnes, nem peixes, nem guardas e os casais namoradeiros foram substitídos por carochos a mandar para a veia. Mas tenho pena de a vêr assim, desmazelada. Ou, se calhar, é só por pensar no meu rico dinheirinho gasto nas obras e que também foi por água abaixo.
A.v.o.
De Bic Laranja a 28 de Janeiro de 2010
Uma bela ilustração, sim senhor, a ombrear bem com as fotografias. Obrigado e cumpts.

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