6 comentários:
De Attenti al Gatti a 21 de Fevereiro de 2010
Sobre este tema vd. "O Atalho", na coluna de Daniel Oliveira, pág. 37, do "EXpresso" desta semana. Um complemento muito interessante.
A.v.o.
De Bic Laranja a 22 de Fevereiro de 2010
Grato pela indicação. Cumpts.
De Pedro a 27 de Fevereiro de 2010
A posse dos edifícios permite que os mesmos sejam dados como garantia para o financiamento necessário para as obras e outras despesas (consultores incluídos).

De Bic Laranja a 1 de Março de 2010
Ah! E o Estado, sendo dono dos imóveis, não vale nada como fiador? Nem sendo dono dum banco?
E os consultores também exigem imóveis como garantia?!
Cumpts.
De [s.n.] a 1 de Março de 2010
O Estado entrou com o capital inicial (1,4 milhões de euros) e já o aumentou para mais de 90 milhões.

Também entrou com dinheiro do PIDDAC (mais de 20 milhões em 2007 e 2008).

Mas o programa de modernização e manutenção da rede pública de escolas secundárias e outras afectas ao Ministério da Educação vai precisar de muito mais.

O Estado deverá aumentar o capital da Parque Escolar com a transmissão de bens do domínio privado do Estado. Mas estes não são dinheiro, a menos que sejam alienados.

A Parque Escolar prevê investir 2,44 mil milhões de euros nas primeiras 205 escolas. Para tal, terá que obter financiamento bancário, daí a minha afirmação relativamente às garantias que poderá oferecer.

E não creio que o Estado dê o seu aval aos empréstimos.



De Bic Laranja a 2 de Março de 2010
Como não dá o Estado aval aos empréstimos? Não é a Parque Escolar do Estado? Será alguma a criação escapou ao criador?
Mas deixe, que devo ser eu que não entendo certas coisas.
Cumpts.

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