Esse megálito regulador do arco de curvatura dos pepinos que é a União Europeia, enquanto me suga a identidade e me tritura no almofariz da cidadania comum, entendeu agora obrigar-me à viva força a escolher livremente um browser para o meu computador. Desatou à trombada à Microsoft, a vil monopolista a quem a libérrima República Portuguesa compra sistemas operativos, e impôs-lhe o império da minha forçosa liberdade de escolha face ao seu global monopólio. Vai daí salta-me hoje para o computador uma actualização importante (já ontem eu dera conta da sua importância e desprezei-a) para utilizadores localizados nos Estados-Membros do Espaço Económico Europeu (vede bem que nem é necessário ser-se da Europa, basta só vir a passar por aí) e... anda cá e escolhe o programazinho para ires à Internete. Esse que tinhas não vale porque não foste tu a escolher. Pronto! Pusemos-to já no lixo. Agora és verdadeiramente livre.
Entre o vendedor de automóveis (mais ou menos intrujão) que vende o carro com pneus da marca que bem entende, mas pronto a andar, e o Grande Libertador que dita arrancar os pneus aos carros todos para que os automobilistas obrigatoriamente escolham com toda a liberdade a marca dos pneus, o que vos parece...?
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