6 comentários:
De tron a 28 de Maio de 2010
ou o lado negro duma obra, na rua escola do exército, as traseiras da academira mlitar desabaram devido as raizes das aravores e vedaram o passeio, e meteram um passadiço, alguns espertos cavalos arrebentaram com o passaiço para estacionar e outros ainda mais inteliginetes tiraram parte da chapa que protegia quem passva para se drogarem attrás da vedação
De Bic Laranja a 28 de Maio de 2010
Sabia que o muro tinha ruído. O mais é uma novidade que medá.
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 30 de Maio de 2010
Confesso um "fraquinho": adoro as taseiras dos prédios. Não que não goste das frentes. Mas as traseiras mostram mais a vida como ela é, mostram aquilo que parece mal por à frente porque, como dizia a minha avó materna, a vergonha é na cara, não é no ... Era onde se viam as grandes tinas de tomar banho penduradas na parede, a roupa a secar, as gaiolas da passarada, os tanques de lavar, os gatos a dormirem, mulheres a conversar, e, nos prédios mais finos, até se poderia vislumbrar uma criada fardada a preceito. Outros tempos. Hoje vislumbra-se o princípio do fim.
De Bic Laranja a 30 de Maio de 2010
Já não há traseiras. Os logradouros são engolidos, são área edificável. Acima e abaixo do solo, como aqui se vê. Mas há exemplos de sobra. Veja só este ao Saldanha.
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 31 de Maio de 2010
Um bom exemplo do "Rossio na Rua da Betesga". Tinha tido um vislumbre da situação, quando estudei num externato situado num daqueles prédios. Mas nunca pensei fosse tão impressionante. Com isto despertou-se-me a curiosidade sobre as traseiras dos prédios da Rua da Horta Sêca, ao Camões, que conhecí nos tempos em que eram quintais até às traseiras do Largo Barão de Quintela.
A.v.o.
De Bic Laranja a 1 de Junho de 2010
Pois, agora já vê!...
Cumpts.

Comentar