15 comentários:
De Carlos Caria a 21 de Junho de 2010
Linda foto, parece ser a ponte sobre o rio Zela em Vouzela.
Hoje desactivada a linha do Vouga pelo menos neste troço, sobra e bem conservada uma automotora que está em exposição à entrada da Ponte.
Se quiserem foto é só pedir.
Abraço amizade
Carlos Caria
De Bic Laranja a 21 de Junho de 2010
Obrigado! Tenho uma também, comigo empoleirado nessa locomotiva. A fazer de maquinista. Se não é a mesma dos postais é muito igual.
Cumpts. :)
De Costa a 21 de Junho de 2010
E fotografia dessa automotora, prezados senhores, seria possível de facto apresentá-la?

Mto. grato,
Costa
De Bic Laranja a 21 de Junho de 2010
Ei-la.
Cumpts.
De JC Duarte a 21 de Junho de 2010
Brilhante a ideia.
Confesso que hoje, dia de jogo nacional, fugi para onde sabia não haver TVs nem torturadores de ouvidos. Não tão idilico quanto este, mas eficaz.
De Bic Laranja a 21 de Junho de 2010
Percebeu bem. Obrigado!
De Attenti al Gatti a 21 de Junho de 2010
Curiosamente, também tenho algumas fotos da dita locomotiva (e não automotora)comigo no lugar do maquinista. Também dá para vêr, mesmo ao lado, um prédio construído (legalmente?)no leito da antiga via férrea. É uma terra agradável, mas a falta do comboio é uma lacuna irreparável. Vá lá, que pelo menos a antiga estação ferroviária viu poupados alguns dos seus componentes na transformação em central de camionagem. Infelizmente, já o mesmo não se pode dizer da sua envolvente.
Pistas para uma próxima visita: Estação de Sernada, respectivas oficinas e material circulante antigo e ao abandono, Ponte de Santiago, em Sevér e o Museu Ferroviário, em Macinhata onde, aí sim, podem ser vistas duas automotoras, construídas a partir de camionetas de carreira.
A.v.o.
De Bic Laranja a 21 de Junho de 2010
Calhamos todos a fazer o mesmo.
Tem razão sobre o tal prédio e sobre o destino dado à estação.
Grato pelas sugestões.
Cumpts.
De Carlos Portugal a 22 de Junho de 2010
Caro Bic:

O dito prédio foi construído na mesma linha de actuação que levou ao arrancar dos carris e à construção de um ridículo troço de 2 Km de via «rápida» sobre parte do trajecto da via férrea. Ou seja, tentar impedir que se volte a fazer circular o caminho-de-ferro, para tornar as povoações dependentes da camionagem e dos interesses que lhe estão por detrás.

Não é nada que não se possa resolver com facilidade, haja vontade para tal: as principais obras de arte (viadutos, túneis) estão ainda lá, e a via «rápida» e o dito prédio podem bem ser demolidos.

Aliás, um abaixo-assinado de habitantes de Vouzela, S. Pedro do Sul, até de Coimbra, pedia a reabertura da Linha do Vouga, de preferência a vapor, como forma de melhorar acessibilidades e promover o turismo. Mas, como em quase tudo o resto, deparou-se com a oposição imbecil e criminosa dos governos centrais, pagos por lobbies com interesses inconfessáveis...

Enfim.

Cumprimentos
De Bic Laranja a 22 de Junho de 2010
Pois!... Enfim!...
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 23 de Junho de 2010
Faço apelo ao conhecimento enciclopédico do Carlos Portugal para tentar esclarecer o seguinte: a Secrtária de Estado do anterior Governo, Ana Paula Vitorino, veio dizer, já no fim do mandato, que iria dar início ao concurso para a reabertura, para fins turísticos, do troço da Linha do Douro entre o Pocinho e Barca d´Alva. Saber-me-á dizer em que pé estão as coisas? Será que não passou de promessa? Quando estive nessa área, há algum tempo atrás, fiquei impressionado com o modo como as pessoas manifestavam a esperança de que o comboio ainda havia de voltar a essa linha. E o mesmo se passava do outro lado da fronteira.
E já agora, onde são esses 2 Kilómetros de via "rápida", construídos sobre o leito da Linha do Vouga?
A.v.o.
De Carlos Portugal a 23 de Junho de 2010
Caro Attenti ai Gatti:

Elogia-me, pensando que tenho um conhecimento enciclopédico, mas estou bem longe disso, hèlas!

Assim, quanto à reabertura do troço da Linha do Douro, entre o Pocinho e Barca d'Alva (bem bonito, por sinal), nada sei. Receio bem que não tenha passado de mais uma promessa, de uma classe política sem classe nenhuma. Oxalá esteja enganado.

Quanto ao troço ridículo da pretensa «via rápida» (chamei-lhe assim ironicamente) sobre a Linha do Vouga, é o da N16 que começa na ponte sobre o Vouga à saída de S. Pedro do Sul (na direcção das Termas) e termina pouco depois do segundo cruzamento para estas, ainda muito antes de Vouzela. É um bocado de via alargada, que se sobrepõe ao percurso da via férrea cerca de 40º44'11"N e 8º05'20"W, passando junto à antiga estação de C.F. das Termas de S. Pedro do Sul. Depois, o percurso da antiga linha continua por mais uma centena de metros por baixo daquela a que, creio, chamam «Avª Conselheiro José Vaz».

Sinceramente, conhecendo bem aquela zona, não entendo a lógica daquele percurso, principalmente nas centenas de metros junto à estação. A não ser que seja com a finalidade suspeitada.

Cumprimentos.
De Attenti al Gatti a 26 de Junho de 2010
Compartilhamos os mesmos receios em relação à Linha do Douro.
Já passei várias vezes na tal "via rápida", mas não me tinha apercebido de que ela tinha sido construída no leito da defunta Linha do Vale do Vouga na qual, infelizmente, nunca viajei porque, falhado o primeiro intento num determinado Verão, quando voltei a tentar, no Verão seguinte, já a mesma tinha sido encerrada.
Grato pelo esclarecimento.
De Victor a 24 de Junho de 2010
Aqui está outra foto da locomotiva...

http://pasteldevouzela.blogspot.com/2010/03/linha-do-vouga-papeis-de-valor-2.html

De Bic Laranja a 24 de Junho de 2010
Tem todo o interesse. Muito obrigado!
Cumpts.

Comentar