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De Attenti al Gatti a 23 de Junho de 2010
Faço apelo ao conhecimento enciclopédico do Carlos Portugal para tentar esclarecer o seguinte: a Secrtária de Estado do anterior Governo, Ana Paula Vitorino, veio dizer, já no fim do mandato, que iria dar início ao concurso para a reabertura, para fins turísticos, do troço da Linha do Douro entre o Pocinho e Barca d´Alva. Saber-me-á dizer em que pé estão as coisas? Será que não passou de promessa? Quando estive nessa área, há algum tempo atrás, fiquei impressionado com o modo como as pessoas manifestavam a esperança de que o comboio ainda havia de voltar a essa linha. E o mesmo se passava do outro lado da fronteira.
E já agora, onde são esses 2 Kilómetros de via "rápida", construídos sobre o leito da Linha do Vouga?
A.v.o.
De Carlos Portugal a 23 de Junho de 2010
Caro Attenti ai Gatti:

Elogia-me, pensando que tenho um conhecimento enciclopédico, mas estou bem longe disso, hèlas!

Assim, quanto à reabertura do troço da Linha do Douro, entre o Pocinho e Barca d'Alva (bem bonito, por sinal), nada sei. Receio bem que não tenha passado de mais uma promessa, de uma classe política sem classe nenhuma. Oxalá esteja enganado.

Quanto ao troço ridículo da pretensa «via rápida» (chamei-lhe assim ironicamente) sobre a Linha do Vouga, é o da N16 que começa na ponte sobre o Vouga à saída de S. Pedro do Sul (na direcção das Termas) e termina pouco depois do segundo cruzamento para estas, ainda muito antes de Vouzela. É um bocado de via alargada, que se sobrepõe ao percurso da via férrea cerca de 40º44'11"N e 8º05'20"W, passando junto à antiga estação de C.F. das Termas de S. Pedro do Sul. Depois, o percurso da antiga linha continua por mais uma centena de metros por baixo daquela a que, creio, chamam «Avª Conselheiro José Vaz».

Sinceramente, conhecendo bem aquela zona, não entendo a lógica daquele percurso, principalmente nas centenas de metros junto à estação. A não ser que seja com a finalidade suspeitada.

Cumprimentos.
De Attenti al Gatti a 26 de Junho de 2010
Compartilhamos os mesmos receios em relação à Linha do Douro.
Já passei várias vezes na tal "via rápida", mas não me tinha apercebido de que ela tinha sido construída no leito da defunta Linha do Vale do Vouga na qual, infelizmente, nunca viajei porque, falhado o primeiro intento num determinado Verão, quando voltei a tentar, no Verão seguinte, já a mesma tinha sido encerrada.
Grato pelo esclarecimento.

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