De JC Duarte a 29 de Junho de 2010 às 19:12
A língua é algo tão vivo quanto eu ou você, leitor.
E, porque viva, evolutiva, cresceu, adaptou-se, aninhou-se no linguajar de quem a pronuncia. Sem decretos ou acordos, a reboque do falado, deixando as gramáticas e os dicionários sempre um passo atrás.
Por decreto, só a morte, prematura ou caridosa. Nunca a concepção ou o nascimento.
Ficarei sempre na dúvida se o acordo é “prematuro” ou “caridoso”. Porque, certamente, “parteiro” não o é!
De Bic Laranja a 29 de Junho de 2010 às 22:17
Prematuro. Um aborto. Trabalho de péssimos parteiros.
Cumpts.
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