12 comentários:
De MCV a 2 de Agosto de 2010
Peço desculpa pela insistência - e a obra sobre Lisboa, a Bendita Lisboa que é terra natal até de alentejanos, contradição tamanha?
Abraço
De Bic Laranja a 2 de Agosto de 2010
Não há contradição alguma. A quem olhe do Alentejo Lisboa é além... Tejo.
Grato pelo apreço!
De André Santos a 2 de Agosto de 2010
Na decada de 90 os edificios que se encontravam neste canto já há muito que esperavam a sentença final e se encontravam totalmente emparedados. O cinema Avis estava no lote. No extremo oposto, um pouco recuado e escondido por um muro de tijolo que ocupava o espaço que devia ter sido de uma grade, existia um edificio baixo - quase um anexo estilo garagem - que me diziam ter sido uma fábrica de gelados (o paraíso de qualquer criança) e que mais tarde me disseram também produzir blocos de gelo.

Tinha em frente uma paragem do eléctrico 19, ainda com resguardo em chapa, que só desapareceu quando todo o pavimento da Rua D.Estefânea foi renovado.
De Bic Laranja a 2 de Agosto de 2010
Lembro-me de ouvir dessa fábrica de gelados. Nunca a conheci. Devia ser ela a posto fiscal.
Recorda-me dessa cobertura da paragem do eléctrico; não era daquelas de cobertura rampante que só tinham prumos atrás?
Cumpts.
De tron a 2 de Agosto de 2010
parabéns pela música escolhda e a zona da estefânia está toda desfigurada
De Bic Laranja a 2 de Agosto de 2010
Toda a cidade está desfigurada.
Obrigado!
De MLeiria a 3 de Agosto de 2010
Muitíssimo obrigada por este excelente verbete de resposta à minha questão. Excelente e utilíssimo!
Quem sabe, sabe! E, saber quem sabe, sabe bem... :-)
De Bic Laranja a 3 de Agosto de 2010
De nada. Obrigado eu pela oportunidade.
Cumpts.
De Attenti al Gatti a 4 de Agosto de 2010
Dificilmente a fábrica dos gelados (Rajá, talvez) tería sido o tal posto fiscal. Situava-se a mesma no interior do quarteirão, nas traseiras dos prédios da esquina e ia até ao cinema Avis. A entrada fazia-se poucos metros abaixo da casa branca do Capilé, através de uma espécie de viela empedrada.
A panorâmica da Estação do Arco do Cego, de que só resta o carbarn, triste, abandonado e sem qualquer utilidade, ilusta o que podería ter sido um excelente Museu da Carris, não fosse a garganeirice de certas pessoas. Assim, ao contrário do que acontece actualmente, suportaria perfeitamente a comparação com o Museu dos STCP na antiga Estação de Massarelos, no Porto.
A.v.o.
De Bic Laranja a 4 de Agosto de 2010
Não conheci a fábrica; aveitei a hipótes do posto sem saber. Era ela de traça mais moderna ou de estilo pouco ajeitado a um posto desses?
Concordo consigo, já o disse aqui algures, sobre o aproveitamento da estação do Arco do Cego para museu da Carris.
Cumpts.
De Joaquim Baltazar a 18 de Fevereiro de 2011
Floresta do Arco do Cego
Talvez eu possa dar uma ajuda. Quem vinha do cinema Avis e entrava na Rua de D. Estefânia,antes de uma tipografia, julgo que se chamava Sociedade Tipográfica e em frente mais ao menos ao Colégio Lusitania feminino (Rua D. Estefânia, 128 ??), havia uma entrada para as trazeiras do cinema e de umas casas térreas, nesse "pátio" havia uma fábrica de gelados e um café/cervejaria que estava aberto até tarde pois um primo meu, mais velho, era nesse café, do qual não sei o nome, que dizia passar algumas horas da noite.
Espero ter dado uma ajuda, como fui criado na Avenida Rovisco Pais, não me lembro de nenhum café com uma certa dimensão, ao nível da rua, desde o cinema Avis até à tipografia e esse café a que me refiro pode muito bem ter sido a Floresta do Arco do Cego.
De Bic Laranja a 19 de Novembro de 2011
Obrigado!
Cumpts.

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