De [s.n.] a 18 de Setembro de 2010
Acredite, porque eu também ouvi. Que belo exemplo de quem o proferiu não haja dúvidas...
Cada vez mais eles se expressam de um modo gramaticalmente inadmissível, seja em discursos orais ou escritos, mesmo aqueles supostamente pertencentes à 'elite'. Até os mais velhos, intelectuais ou outros, com conhecimentos e cultura acima de qualquer suspeita, deveriam dar o exemplo mas não dão (há algumas semanas ouvi o Prof. A. Moreira(!) dar uma ou duas calinadas na televisão...; em todos eles a asneira acontece sempre na conjugação dos verbos e não raro na fonética). Todos, incluíndo ministros, doutores, engenheiros, etc., na sua grande maioria com estudos superiores feitos no anterior regime onde o ensino era a valer - regime no qual uma criada de servir com a terceira classe falava melhor do que alguns "doutores" e "engenheiros" o fazem agora - resolveram não conjugar o verbo principal das orações!!!

Isto significa o que a Profª. Maria do Carmo Vieira tem dito e repetido dezenas de vezes: estão não só a maltratar vergonhosamente a língua portuguesa, como se encaminham a passos largos para acabar com ela. E honra lhes seja, a empresa iniciada há mais de trinta anos vai em franco progresso. E a culpa cabe inteirinha ao sistema de educação, ao ministério e a quem nele vem elaborando desde então os respectivos programas. Claro que esta gente de má índole não sabe o mal que está a fazer às novas gerações, de que resultarão perfeitos analfabetos. Aliás presentemente e com os estudos já todos feitos, há-os aos magotes.

Trata-se de um crime de lesa-língua portuguesa, propositadamente incentivado pelo ministério da (des)educação através dos seus programas, é o mínimo que se pode dizer. Um escândalo nacional a que há que pôr termo urgentemente.
Cumprimentos.
Maria
De Bic Laranja a 19 de Setembro de 2010
Afinal não me enganei.
Do prof. Adiano Moreira disse o Marcello Caetano que era um advogado não muito brilhante.
A prof. Maria do Carmo Vieira está carregada de razão, mas isto já não se endireita. O nosso léxico é diariamente povoado de barbarismos por bípedes que não cacarejam a custo meia dúzia de vocábulos portugueses. Isto está cada vez mais um crioulo do amaricano.
Cumpts.
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