9 comentários:
De Carlos Portugal a 29 de Setembro de 2010
Caro Bic:

Estou mesmo a ver o Mar a entrar prazenteiro numa sala de aula da Universidade de Aveiro para promover assim o seu «avanço científico»... Não será um tsunami como o do Krakatoa, mas deve decerto meter água...

E, quanto a não-concordância em género, o que queria o meu Amigo de gentalha socio-modernista que nem sabe sequer definir a própria sexualidade?

Mas é triste.

Cumprimentos
De Bic Laranja a 29 de Setembro de 2010
Bem triste!
Cumpts.
De Carlos Caria a 29 de Setembro de 2010
Pois é, e este Presidente da República que tanto pugna por voltarmos ao mar com investimentos, que no início da entrada da U E, promulgou a incentivou o abate das nossa frota pesqueira. Cinismo puro.
De Bic Laranja a 29 de Setembro de 2010
Muito certo. Muito certo.
Cumpts.
De Amélia da Foz a 30 de Setembro de 2010
Cavaco Silva é o pai; e os seus dois governos criaram o ambiente «familiar» que propiciou os descalabro actual. Quando o caminho normal seria a modernização do aparelho produtivo existente, o discurso oficial e as medidas governamentais incentivavam ao nascimento de uma economia de serviços: um país de turismo e betão. Portugal como praia e campo de golfe da Europa nasceu algures entre o final dos anos 80 e o início dos anos 90. Ninguém se lembrou, contudo, que não temos praias com as águas quentes do Mediterrâneo (excepto numa pequena baía do sotavento algarvio, a baía de Monte Gordo), nem temos os monumentos ou os museus dos nossos vizinhos europeus; a classe média da Europa mais setentrional visitava-nos em grande medida por sermos um país barato, facto atenuado desde que aderimos ao euro. E também se esqueceram que sem sector produtivo, a mão de obra qualificada emigraria, e por cá ficariam empregados de mesa, recepcionistas ou sopeiras. Ao longo dos anos 90, assisti à destruição da nossa agricultura, da nossa frota ou da nossa (pouca) indústria, enquanto do outro lado da fronteira estes sectores eram modernizados e cresciam. O endividamento manteve a ilusão, e o resto da história já se sabe...
De Amélia da Foz a 30 de Setembro de 2010
Errata: onde se lê «os descalabro» dever-se-á ler «o descalabro».
De Bic Laranja a 30 de Setembro de 2010
Desde que foi tomado pela aristocracia sindical o aparelho produtivo nacional passou a ser uma pedra no sapato dos donos da coutada. Portugal não é uma nação; é só um cenário para partidos e grupelhos se passearem de jacto com gravata e ar lavadinho.
Cumpts.
De Amélia da Foz a 29 de Setembro de 2010
O mar para esta gente é sinónimo de portos de recreio, marinas e escolas de surf, assim como o mundo rural tem sido sinónimo de coutadas de caça, eucaliptais e vendas de herdades aos andaluzes. Basicamente, é mais do mesmo. Estudo, trabalho, indústria, produção, criatividade, onde estão?
De Bic Laranja a 29 de Setembro de 2010
Nas novas oportunidades. Mas há quem as proclame no verso das intruções duma máquina de lavar.
Cumpts.

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