6 comentários:
De [s.n.] a 1 de Outubro de 2010
Mal por mal, antes - diria eu - a ocasional desconformidade por vício de tradução, do que o recurso ao noviportuguês que nos querem impingir com força de lei.

Não que isso perdoe uma tradução formalmente menos feliz, mas perante a monstruosidade do AO, esses ocasionais tiques anglófonos bem podem ser vistos com alguma bonomia...

Costa
De Bic Laranja a 1 de Outubro de 2010
Estamos entre a espada e a parede. A corrupção pelo bárbaro, executada por nativos mal instruídos, é do pior. Prevejo um idioma sintacticamente subsidiário do bárbaro. Ao modo crioulo.
Cumpts.
De VSC a 1 de Outubro de 2010
O Há/havia vamos indo... pode ser o uso do presente histórico.
"vinha verificando" é que é péssimo: «que se verificava» ou que «se tinha verifado» são fomras muito mais correctas.
De Bic Laranja a 1 de Outubro de 2010
Sucede que a frase é introduzida pelo imperfeito. Destrói-se aí o presente histórico.
'Vinha verificando' gramaticalmente está bem. Será uma questão de estilo, porém.
Cumpts.
De VSC a 2 de Outubro de 2010
«Vinha verificando » é endorreia.
Não pode ser usado o presente histórico, tem toda a razão.


De Bic Laranja a 2 de Outubro de 2010
Concedo. Provavelmente decorre duma apressada tradução e o simples imperfeito 'verificava' soa bem melhor. Mas é correcto o uso dum ir/vir + gerúndio para dar ideia duma acção que decorre gradualmente (v.g. 'vinha rompendo a manhã').
A endorreia mais atroz é a que arriba da tropicália. Mas isso assemelha-se mais a um crioulo que a Português.
Cumpts.

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